Um Sedutor Sem Coração

Um Sedutor Sem Coração Lisa Kleypas


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Resenhas - Um Sedutor Sem Coração


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Bruna 16/01/2019

Resenha: Um Sedutor Sem Coração
Quem acompanha o Escritora Whovian há algum tempo já deve ter percebido como eu amo os romances de época, minha estante está lotada com esses livros. Porém, sentia que precisava procurar novos autores, sair um pouco da minha zona de conforto e foi assim que eu conheci a Lisa Kleypas. "Um Sedutor Sem Coração" foi o primeiro livro que eu li da autora, e eu não poderia estar mais feliz com o resultado!

"Devon Ravenel, o libertino mais maliciosamente charmoso de Londres, acabou de herdar um condado. Só que a nova posição de poder traz muitas responsabilidades indesejadas – e algumas surpresas.
A propriedade está afundada em dívidas e as três inocentes irmãs mais novas do antigo conde ainda estão ocupando a casa. Junto com elas vive Kathleen, a bela e jovem viúva, dona de uma inteligência e uma determinação que só se comparam às do próprio Devon.
Assim que o conhece, Kathleen percebe que não deve confiar em um cafajeste como ele. Mas a ardente atração que logo nasce entre os dois é impossível de negar.
Ao perceber que está sucumbindo à sedução habilmente orquestrada por Devon, ela se vê diante de um dilema: será que deve entregar o coração ao homem mais perigoso que já conheceu?
Um sedutor sem coração inaugura a coleção Os Ravenels com uma narrativa elegante, romântica e voluptuosa que fará você prender o fôlego até o final."

Logo no início da trama somos apresentadas ao libertino Devon Ravenel, que acaba de herdar um condado e um título. Por mais que tudo isso possa parecer impressionante, a única coisa que Devon quer é vender as terras o mais rápido possível. Ele nunca foi criado para administrar nada, aquele era o papel de seu falecido primo, Theo. Além dos problemas envolvendo a propriedade e as dívidas de sua família, Devon se torna o responsável por cuidar de suas três sobrinhas (que já estão com idade para debutar) e por Kathleen, a jovem viúva.

Devon parte junto de seu irmão, West, para o Condado da família e suas constatações sobre a casa não é uma das melhores. Os encanamentos são ultrapassados, há muitas reformas para serem feitas e como se tudo isso não fosse o bastante eles estão cheios de dívidas. Porém, se livrar de tudo isso não vai ser nada fácil, ainda mais com a atitude de Kathleen, que faz de tudo para provar para Devon que é importante manter o Condado. Dona de uma personalidade afiada e forte, ela vai fazer o possível para persuadir Devon.

"Conheço muitos fatos científicos sobre o coração humano, e um deles é que é muito mais fácil fazer um coração para de bater em definitivo do que evitar amar a pessoa errada."

Apesar de aparentar ser uma pessoa fria (quando criança Kathleen aprendeu que chorar era um sinal de fraqueza, de forma que nunca mais derramou nenhum lágrima, nem mesmo com a morte de seu marido), Kathleen é uma pessoa intensa em seus sentimentos, por mais que esconda tais sinais. E Devon vai ser o responsável por fazer com que ela sinta diversas coisas: da raiva ao desejo.

Contudo, um romance entre os dois parece ser quase inevitável. Se de um lado Devon é um libertino, que não liga para as regras ou as morais da sociedade, Kathleen é totalmente o oposto. Ela gosta de seguir as regras à risca como, por exemplo, o período do luto. Para ela, a ideia de se apaixonar ou se envolver com alguém durante esse período é impossível, e o mesmo vale quando se trata de usar roupas coloridas e chamativas. Devon vai ser o responsável por tentar seduzir Kathleen e, quem sabe, tornar o comportamento dela mais rebelde, sem se preocupar com a opinião dos outros.

"Porque eu me conheço. E conheço você o bastante para ter certeza de que jamais ia querer magoar mulher alguma. Mas você é perigoso para mim. E quanto mais tentar me convencer do contrário, mais óbvio isso se tornará."

Até então eu nunca tinha ouvido falar sobre Lisa Kleypas e suas obras, de forma que fiquei bem feliz com o resultado final. Não tem coisa melhor do que descobrir um novo autor e ler um livro incrível! "Um Sedutor Sem Coração" apresentou uma história envolvente, divertida e com ótimos personagens. No início da leitura, não tinha uma simpatia tão grande pela Kathleen, mas a situação mudou quando fui conhecendo um pouco mais do passado da personagem. Agora, consigo ver como ela é uma mulher forte.

Como a própria sinopse do livro já diz "Um sedutor sem coração inaugura a coleção Os Ravenels com uma narrativa elegante, romântica e voluptuosa que fará você perder o fôlego até o final", e foi exatamente o que aconteceu comigo! Agora, estou contando os dias para poder comprar a continuação dessa história incrível. Assim como os Bridgertons (da Julia Quinn) tem um lugar especial no meu coração, os Ravenels também conquistaram um espacinho.

site: http://escritorawhovian.blogspot.com/2019/01/resenha-um-sedutor-sem-coracao.html
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Maria.Clara 15/01/2019

Maravilhoso
Lisa novamente não me decepciona, rapidamente se tornou uma das minhas escritoras favoritas, daqueles que eu compro só de ler o nome na capa. Comprei esse livro sem querer com um esbarrão de dedos no meu Kindle kkkkkkk, melhor acidente do ano. Personagens com emoções e personalidades complexas e marcantes, encantador do início ao fim. Anciosa pra comprar o restante da série.
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Izabelle 03/01/2019

"– Nunca peça desculpas a uma mulher. Isso só confirma que você está errado e a deixa ainda mais irritada."
Kathleen definitivamente não é uma das minhas mocinhas preferidas, ela é uma mocinha bem irritante. Achei ela "certinha" demais, e intrometida demais.
Devon é um encanto, cada página você vai se apaixonando por ele, é bonito vê o crescimento dele, mas mesmo mudando, algumas características continuam e é maravilhoso. Paralelo a história de Kathleen e Devon, conhecemos o início da história de Lady Hellen, cunhada de Kathleen, e de Winterborne. um plebeu rico.


"Às vezes é preciso amar algo antes que ele se torne digno de amor."

"– O coração de um homem é diferente do de uma mulher. Devon a fitou com o olhar interrogativo. – As mulheres amam mais – explicou ela. Ao ver a expressão dele, Kathleen perguntou: – Discorda? – Acho que conhece pouco dos homens – retrucou ele com gentileza."

"– Sempre escolha o poder. O dinheiro pode ser roubado ou perder valor, e não lhe sobrará nada. Com poder, sempre se pode conseguir mais dinheiro."

"– Você poderia se ocupar com uma tarefa útil – sugeriu Cassandra, indicando o bordado em que trabalhava. – O tempo passaria mais rápido. – As pessoas sempre dizem isso, mas não é verdade. A espera demora exatamente o mesmo tempo, esteja a pessoa sendo útil ou não."

"– Milady...– O Dr. Weeks a observou por alguns segundos, os olhos cansados e bondosos. – Conheço muitos fatos científicos sobre o coração humano, e um deles é que é muito mais fácil fazer um coração parar de bater em definitivo do que evitar amar a pessoa errada."

"– Algumas palavras podem acorrentar com mais eficiência do que correntes."

"– Há momentos na vida em que todos temos que suportar o insuportável."

"– Esse é o resultado de ler romances demais. Uma história não precisa de um final. Não é isso que importa. – O que importa, então? – ousou perguntar Helen. O olhar escuro dele prendeu o dela. – Que ele a ama. Que a está buscando. Como todos nós, pobres diabos, ele não tem como saber se encontrará o desejo do seu coração."

"– O que vai dizer se Helen lhe contar que teve uma briga com Winterborne? – perguntou Cassandra. – Direi a ela que tenha outras – retrucou Kathleen. – Não se pode permitir que um homem faça as coisas a seu modo o tempo todo."

"- E se eu dissesse que a amo? – perguntou ele, baixinho. - Não. – Kathleen ficou com os olhos marejados. – Você não é o tipo de homem capaz de dizer isso a sério. – Eu não era. – Ele falava com firmeza. – Mas agora eu sou. Você me mostrou como ser. Por pelo menos trinta segundos, o único som no quarto foi o do fogo crepitando na lareira. Kathleen não compreendia o que Devon de fato pensava ou sentia. Mas seria uma tola se acreditasse nele. – Devon – disse por fim –, no que se refere a amor… nem você nem eu podemos confiar em suas promessas."

"– Tempo é o que eu estou lhe dando – disse ele, encarando-a. A mão de Devon se curvou sob o queixo dela, obrigando-a a encontrar o olhar dele. – Só há um modo de eu provar que a amarei e serei fiel a você pelo resto da vida: Estou lhe dando todo o tempo que me resta. Eu lhe juro que deste momento em diante jamais tocarei em outra mulher, ou darei meu coração a alguém que não você. Se eu tiver que esperar sessenta anos, nem um minuto será desperdiçado, porque terei passado todo esse período amando você."

"Sessenta anos? Um homem como aquele não deveria ter que esperar nem 60 segundos."
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Malucas Por Romances 02/01/2019

Sou suspeita pra falar
Olá, leitores!
Hoje a resenha é para as Malucas por Romances de época. E se você ainda não leu nenhum romance de época não tem problema, que depois dessa resenha tenho certeza que você vai mudar isso. Vamos lá ver o que eu achei de mais um romance da diva do romance de época

"Nunca peça desculpas a uma mulher. Isso só confirma que você está errado e a deixa ainda mais irritada."

Um Sedutor sem Coração é o primeiro livro da série Os Ravenels, da autora Lisa Kleypas, publicado pela editora Arqueiro. Cada livro da série vai contar a história de um casal, e nesse livro vamos conhecer Devon Ravenel e e Kathleen.



O livro começa com Devon que é um libertino de Londres herdando um condado. Seu primo que é um conde acaba de morrer e ele além de herdar o título e as propriedades, ele herda também as dividas e as responsabilidades que o título trás. Além disso na casa tem quatro moças, que três são primas na idade de debutar e junto com elas vive Kathlenn, a viúva de seu primo. Logo que a conhece ele fica encantado, mas ele não quer se casar e ela não pode se envolver que seria um escândalo. Será que os dois vão ser capazes de sucumbir a paixão, mas sem se machucar?

O livro foi a leitura coletiva do grupo Malucas por Romances e o livro estava bastante tempo aqui na fila. Com as leituras de parceria chegando fui deixando a leitura para depois, mas se arrependimento matasse eu estaria morta agora. Por que eu não li esse livro antes?

Logo no começo Devon vai te deixar com raiva ou até com o famoso ranço. No começo do livro ele faz jus ao título Um Sedutor sem Coração e você leitor pode querer entrar no livro para dar uns tapas. Mas pouco a pouco ele vai mudando e fazendo você se derreter por mais um conde de romance de época.

"Às vezes é preciso amar algo antes que ele se torne digno de amor."

Kathleen é uma viúva que quer seguir os costumes e que quer que as suas cunhadas se casem e tenha o de melhor. Mas o excesso de zelo pode te deixar com raiva dessa personagem, mas sempre tem um bom motivo por trás disso.

Os personagens secundários aparecem a todo momento e tem seu lugar de fala na história. Adorei cada um e não vejo a hora de ler sobre os livros deles.

Mais uma vez a editora Arqueiro arrasou em uma capa de época, que aliás todos da série estão lindas. Deixarei uma foto no final da resenha de todas para vocês babarem também. Como na maioria dos romances de época esse também é escrito em terceira pessoa, em nenhum momento fiquei perdida durante a leitura. Ao final tem um epilogo para te deixar com gostinho de quero mais.



A grande sacada nesse livro pra mim foi que a autora além de contar a história do casal principal, ela vai contando pouco a pouco sobre o próximo casal da série. Eu nem tinha terminado esse livro e já estava louca pelo próximo. Autora danada, agora estou aqui doida para comprar todos da série.

Lisa é famosa pelo seus romances de época e pelo seu toque de erotismo neles, Eesse livro foi um negocinho quente minha gente. Não, não vai ser toda hora essas cenas, mas a antecipação das cenas, e quando acontecer vai te deixar super empolgada e apaixonada por Devon. Preparem os ventiladores meninas.

RESENHA COMPLETA NO BLOG

site: http://malucaspor-romances.blogspot.com/2019/01/resenha-um-sedutor-sem-coracao-serie-os.html#axzz5bUKIeYLX
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Cris 31/12/2018

Herdar uma propriedade falida com um monte de parentes pode ser a mudança que Devon e West precisavam
Enquanto Kathleen se culpa pela tragédia acontecida, o bonitão Devon Ravenel, super independente - não quero ninguém pra me dizer o que fazer com minha vida - se interessa pela viúva e a briga de gato e rato começa. Os dois não querem dar o braço a torcer. Esse romance não é daqueles suuuper açucarados, vai acontecer muita reviravolta e pisada na bola também. Claro que ele não quer gastar seu suado dinheiro com esses nobres folgados ainda mais pra fazer uma propriedade falida voltar a funcionar. Mas e a família Ravenel? O orgulho? E os empregados e arrendatários? Devon até tenta ficar de boas com isso, mas acontece taaanta coisa, mas tanta.. Kathleen não tem uma conduta de menina, ela está tentando ser forte por todos e sabe que confiar nesse sedutor, que só pensa em si mesmo, pode levá-la a ter seu coração partido de novo. Todos pensam que já é hora de um recomeço, mas ela só pensa em ir pra longe quando o tempo certo chegar. E agora, Devon?
*Destaque pro West, irmão de Devon, que pra mim roubou a cena!
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Pretenses 28/12/2018

Resenha ~ Um sedutor sem coração
Oi pessoal, a Lisa Kleypas é uma autora que também curto bastante, ela já teve duas séries maravilhosas de romances de época publicadas pela editora Arqueiro e agora está em com uma terceira série sendo publicada, Os Ravenels. Assim como a Nora é uma autora bastante versátil, como vocês já puderam perceber, estamos ampliando os horizontes, por assim dizer, no Pretenses, publicando resenhas de outras autoras, mas fiquem tranquilos, vamos nos ater ao mundo dos romances, uma grande paixão minha, e a variedade só no mundo Nora.

Temos então o primeiro livro desta série, Um Sedutor sem Coração, que assim como nas outras séries, por ser o primeiro, é o livro introdutório, nos apresentando basicamente todos os personagens principais, que dão vida a esta primeira história, bem como as histórias seguintes. A Lisa sempre trabalha como uma continuidade, um livro sempre deixando um gancho para o próximo, aquela ponto que nos deixa na expectativa de continuar a ler. Confesso que a minha expectativa então para a segunda história é imensa.
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Quer saber mais? Leia no blog Pretenses!

site: http://www.blogpretenses.com.br/2018/07/resenha-um-sedutor-sem-coracao.html
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Dri 26/12/2018

Olha, eu gostei muito, mas não roubou meu coração. Os personagens principais são interessantes, mas não me apaixonei. Quase achei a mocinha chata, mas depois a compreendi perfeitamente, como se ela fosse uma pessoa real.
Também achei o mocinho bem crível, sem ser aquele tipo perfeito dos livros. Ele tem personalidade, características e imperfeições reais - gostei disso! E como todos os livros da Lisa, a leitura é fluida, com uma narrativa envolvente e sedutora e com personagens que te contam uma história - não tem como não ficar instigada ou cativada por eles.
Em determinado ponto, inclusive, o casal secundário me deixou muito interessada e ansiosa para começar o outro livro, justamente porque os acontecimentos entre Helen e Rhys me instigaram muito!
Quero muito saber como será o próximo livro. Prevejo que vou amar! Sem falar que as gêmeas são encantadoras e divertidíssimas - o livro delas promete!! Sigo ansiosa.

site: https://mecontaqueeuleio.blogspot.com/2018/12/resenha-um-sedutor-sem-coracao-os.html
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@najara_lena 20/12/2018

Resenha com receita
Hoje vamos começar uma série que eu adoro, estamos falando de Os Ravenels da autora Lisa Kleypas. Os livros se comunicam entre si mas são histórias individuais e certamente será muito mais interessante se você conseguir ler todos eles na sequência, mas se conseguir colocar as mãos em apenas um volume, não se aflija, você irá se divertir mesmo assim.

O primeiro volume de que vamos resenhar hoje é Um Sedutor Sem Coração. Neste romance tempos como protagonistas principais Devon Ravenel, um homem extremamente charmoso, irreverente, um tanto malicioso e de um humor delicioso e do outro lado temos Kathleen, uma jovem viúva que acaba de perder o marido de forma trágica, uma mocinha extremamente inteligente e um tantinho ousada como vocês vão perceber ao decorrer do romance.

Bom deixa eu lembrar uma coisinha para vocês antes de continuar com a resenha, esta história como a maioria dos romances de época se passa por volta do ano de 1800, e era bem ruim ser mulher nesta época, por mais que os romances deixem uma visão bem romântica de tudo, não podemos esquecer que as mulheres eram meio que propriedade dos maridos, e para ajudar a coitada quando ficava viúva perdia tudo, por mais rica que fosse. Dependendo da boa vontade do herdeiro do espólio para sobreviver, a maioria era exilada em uma propriedade afastada designada a viúva e sobrevivia de uma pensão de viúva que dificilmente cobria todos os gastos. Trabalhar era considerado escandaloso e as moças de boa família que não tinham renda acabavam procurando trabalhos respeitáveis como preceptora. Mas estes garantiam a elas pouquíssimos meios, onde parte do pagamento era para moradia e alimentação. Então dá para ver como era bem ruim ser mulher nesta época.

Voltando a nossa história, Devon acaba de herdar um condado, longe de ser algo que ele queria, pois a propriedade e o título vem cheio de problemas, muitas dividas, três sobrinhas em idade de debutar e a jovem viúva de seu falecido primo.

Devon não pretende manter as propriedades do condado, o que ele mais quer é se livrar de toda esta responsabilidade, mas aí né gente como não podia deixar de ser, ele se encanta por Kethleen, a atração é tão devastadora que ele começa a mudar. Ele está determinado a manter sua terras e reconstruir a mansão decrépita, assim como começa a se apegar a suas primas e teme pelo futuro delas. Então junto com seu irmão ele entra de corpo e alma nesta nova fase de sua vida, e é muito delicioso ver a mudança nada sutil no comportamento dele.

Como vocês já devem ter percebido ele seduz a jovem viúva, e juntos os dois vivem um romance voluptuoso, romântico e recheado de momentos impactantes. A autora não deixa o nosso coraçãozinho em paz e cria situações estressantes do começo ao fim do romance. Outra característica da escrita fluida de Lisa é que ela vai inserindo novos personagens na história de uma forma orgânica, então a gente começa a conhecer e amar também estes novos personagens, e quando se dá conta está ansiosa esperando o novo volume da série para ter uma imersão melhor nos novos personagens.
Só tenho um conselho para vocês que gostam de um bom romance de época, leiam esta coleção, cheio de humor espirituoso, e personagens muito bem construídos com motivações bem definidas. Adoro a sutileza com que as intenções deles vão mudando e como as circunstâncias vão deixando novas características e marcas.

Este livro tem um trecho de impacto que ocorre um pouco antes do Natal. Alguns dos personagens sofrem um acidente de trem bem sério e as festividades quase são canceladas, no entanto em nome de estimular o amor e a boa vontade, os moradores da mansão resolvem dar continuidade na festa pois significava muito para os criados e arrendatários que trabalharam duro o ano inteiro e estão empolgadíssimos com as festividades.

Então eu resolvi em nome de todo este amor e aproveitando que estamos na semana das vésperas de Nata, trazer uma receita natalina. Assim vocês podem fazer algo diferente e gostoso neste natal também.

A casa se agitou com renovada empolgação, enquanto todos embrulhavam presentes e se envolviam com os preparativos, os aromas de doces e assados que vinham da cozinha preenchendo o ar.

Hoje vamos fazer um clássico de Natal. Apesar da receita ser Italiana e não Inglesa, acho que é umas das delícias mais esperada desta época do ano, então com vocês o Panettone.

Panetone de damasco com laranja e calda de caramelo

Dicas e Truques

Bom pra fazer esta receita se você quiser aquele formato tradicional de panetone nao vai ter jeito, você terá que adquirir forminhas de papel próprias, mas se você está interessada só no sabor e o formato é uma preocupação secundária, você pode fazer em canecas de alumínio forradas com papel manteiga, assadeiras fundas ou até forminhas de muffin.
Aqui eu estou utilizando damascos e cascas de laranja cristalizadas mas você pode substituir por nozes, gotas de chocolate, frutos secos ou outras frutas cristalizadas. Tendo a base, a imaginação é o limite.

Para fazer esta receita você vai precisar separar a preparação em etapas, então a etapa 1 será a misturinha de fermentação que faz a esponja base do panetone e a etapa 2 é a preparação o panetone em si.

Ingredientes

Preparação 1 - Esponja
25 gramas de fermento fresco
20 gramas de açúcar
100 gramas de farinha de trigo
100 ml de leite em temperatura ambiente
Misture todos estes ingredientes em um bowl, tampe com plástico filme e espere subir e ficar com uma carinha de esponja de banho.

Preparação 2 - Panetone
250 gramas de farinha de trigo
100 gramas de manteiga
70 gramas de açúcar
3 gemas de ovo
125 ml de leite
1 colher de mel
aroma artificial de panetone ou (1 colher de cointreau, 1 colher de baunilha, raspas de limão.)
150 gramas de damascos e cascas de laranja cristalizadas picadas

Modo de fazer

Em um bowl coloque a farinha e a manteiga amolecida, junte o açúcar e a essência, adicione as gemas o mel e o leite aos poucos. Junte a esponja de fermento, misture até formar uma massa lisa e homogênea e deixe descansar até que dobre de volume, (demora viu gente, dependendo da temperatura cerca de uma hora). Quando dobrar de volume, abra a massa, junte os frutos secos e amasse mais um pouco. Coloque a massa na forma de panetone e aguarde ela novamente dobrar de tamanho. Quando lá crescer novamente, leve ao forno até dourar.

Decore o panetone com calda de caramelo e frutos secos.

Prontinho, seu próprio panetone delicioso caseiro, pronto para sua ceia de natal, ou para dar de presente para aquela pessoa querida e especial.

ainda nos veremos na próxima semana antes do ano novo,
kisses NL


site: https://umromancenacozinha.blogspot.com/
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Thai Zavadzki 18/12/2018

Estava pensando que essa seria a primeira vez que a Lisa Kleypas me decepcionaria.
Foi quase.
Em Um Sedutor Sem Coração, acompanhamos Devon Ravenel, um libertino que acaba de receber o título de conde devido à morte de seu primo, que deixou não só o título para trás, mas também três irmãs solteiras e uma viúva. Já imaginam no que isso vai dar, né? Devon e Kathleen, a viúva, se apaixonam.
E eu preciso dizer que o que segura grande parte desse livro são os personagens coadjuvantes. As gêmeas são ótimas e engraçadas, Helen mesmo sendo reclusa e tímida também encanta e West é maravilhoso. O Devon não é tão ruim assim, eu gostei dele, mas a Kathleen...
A história só começou a funcionar para mim a partir da metade, porque ela é insuportável, sinceramente. Eu me obrigava a ler, estava difícil suportar, tanto que eu comecei a ler e fui deixando de lado, até que ontem falei para mim mesma que iria terminar e terminei.
Graças a Deus nos 45 do segundo tempo a história da uma alavancada gigantesca e passa a prender mais a atenção. Kathleen se torna um pouquinho mais suportável, Devon mostra o porquê de carregar o adjetivo de libertino, e temos a apresentação do casal do próximo livro!
Estou muito ansiosa, pois, além das críticas serem mais positivas que deste primeiro, já amei logo de cara Helen com Winterborne. Espero não me decepcionar, como levemente foi com esse livro, que eu esperava mais, muito mais.
Resumindo, até metade do livro é pesaroso ler, você não consegue reconhecer química entre o casal e a protagonista é muito chata, mas não desista tão fácil, o final guarda surpresa positivas, indubitavelmente, e te faz ansiar para o próximo livro, eu mesma queria comprá-lo agora mesmo!!

MAIS RESENHAS EM:

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Gabi 26/11/2018

Leve e divertido
Adoreiiiii, super gostosinho de se ler. Divertido, ótimos diálogos.
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Regiane.Braga 23/11/2018

Adoro..
Essa escritora é diva.. já li duas séries dela e cada uma melhor que a outra.. o devon é um libertino, que nunca teve responsabilidades e acaba se apaixonando pela viúva do seu primo, do qual herdou um título e a propriedade fálida, nas primeiras páginas do livro ele é terrível, pq que vai se desfazer de tudo, inclusive das primas e da viúva.. e então eis que ele entende que deve ficar com tudo e vai trabalhar pra conseguir reerguer a propriedade, e construí uma verdadeira família!!
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LT 21/11/2018

Bem-vindos para mais um chá da tarde! Sim, sou viciada em romances de época e nada melhor do que o costume da época para iniciar esse bate-papo: Chá e biscoitos! Vamos lá?!

Os Ravenels são conhecidos por sua impulsividade, por levarem a vida intensamente dos modos mais descuidados possíveis e a geração que conheceremos não é diferente – até o momento. São descuidados com seus bens e se preocupam mais com suas vontades pessoais. São conhecidos por “ataques de impulsividade” que normalmente lhes causa problemas graves, e é assim que Théo Ravenel vai de encontro a morte, deixando três irmãs: Helen, Pandora e Cassandra e uma jovem viúva, Kathleen. Théo era o atual Conde da família, o último de sua linhagem, sobrando apenas os primos Devon e Weston – mais conhecido como West – para assumirem tudo, sendo que o herdeiro seria o mais velho – Devon. Todavia, Devon não deseja tal herança e se vê obrigado a tomar algumas decisões, já que o Condado caiu em seu colo rotado-o o Lord Trenear.

A história se passa parte em Londres e parte no Condado da família. O livro nos apresenta vários personagens e algumas subtramas que vão se iniciando nesse que é o primeiro livro da série que, a principio, conta com cinco livros já publicados nos estrangeiros – no Brasil contamos com três livros já publicados. Confesso que me apaixonei muito mais por West do que pelo nosso libertino, Devon – não que West não seja um libertino – risos – e por Lady Helen do que por Kath.

Devon Ravenel é um sedutor de primeira, lindo, charmoso, cretino, um grande libertino, um bon vivant de primeira! Um homem que leva a vida do jeito que quer, sem preocupações e ocupações sérias. Junto ao seu irmão, West, eles “tocam o terror” vivendo plenamente em Londres. Quando Devon tem de assumir o Condado, após a morte de Théo – um primo do qual ambos não gostavam muito – West o acompanha na seguinte missão: vender tudo sem se importar com mais nada e voltar para a vida que levavam! Exatamente isso! Dane-se o condado, a história da família e todo o resto...

E é exatamente falando sobre isso, já dentro da propriedade de campo dos Ravenels que Kathleen – a jovem viúva que ficou casada por apenas três dias – se depara pela primeira vez com os irmãos Ravenels. Um péssimo começo para eles, muito ruim, mesmo! No entanto, tudo bem, ela já não esperava muito deles e tinha em mente a solução – ainda que viesse a ser difícil e elas tivessem de lutar muito para se manter por um tempo – para ela e para as irmãs de Théo. Apesar do pouco tempo que convive com as meninas Ravenels, Kath já se apegou muito a elas e, ainda que seja tão jovem quanto suas cunhadas, com a posição de viúva – o que lhe confere uma posição de respeito – ela decide que vai cuidar e tutelar as meninas. Diante da conversa que escuta e interferindo de modo tempestuoso, ela crê que não terá dificuldades para que os dois fanfarrões aceitem isso.

Só que a nossa mocinha, que aprendeu desde muito cedo a não derrubar lágrimas, de um modo muito difícil em sua história de vida, não esperava que Devon fosse despertar nela desejos e emoções das mais variadas, levando-a da raiva ao desejo, dentre outras sensações. E é assim que os dois vão viver um jogo de gato e rato onde ambos querem estar no controle e na verdade nenhum dos dois o tem.

Devon me irritou consideravelmente, Kath é sagaz, teimosa e inteligente – gostei bastante da personagem e também do livro. Foi uma leitura rápida e que fluiu muito bem, no entanto, o casal principal não me cativou tanto quanto eu esperava que cativasse. O casal do segundo livro que já começa a formar-se nesse, chamou muito mais a minha atenção e me deixou ansiosa para ler o segundo volume da série. E esse foi o ponto fraco do livro que me fez dar-lhe apenas três estrelas, o fato do casal principal tornar-se "morno" para mim, ainda que eles fervam nas cenas eróticas. Vale ressaltar que essa foi uma sensação que tive lendo, ainda assim, recomendo a leitura. É um romance de época muito gostoso de se ler. Creio que essa sensação tenha se dado também por ser o primeiro livro da série, fazendo com que a autora tenha de nos apresentar todo o universo e tirando um pouco o foco dos protagonistas, algo que foi bom pois deixou o livro mais dinâmico. Bem, acho que eu esperava mais do casal ou da forma com que eles se resolveram, acho que foi isso. Mas não estragou a história, longe disso, o livro é um bom romance de época!

Estou ansiosa para ler uma história inteirinha sobre o West, ele teve um crescimento e amadurecimento incrível nesse primeiro volume, é uma pena que sua história venha apenas no quinto livro, mas vamos lá, eu o esperarei! – risos.

As gêmeas são umas pragas e por isso mesmo cativantes. Helen é um doce e espero ver uma grande evolução em sua história. Winterborne – um amigo dos irmãos Ravenels – promete tocar fogo na história e nos deixa daquele jeito: não sei se vou amá-lo ou odiá-lo, mas ele tem toda a minha atenção! Só vem #Helborne!

Todos os personagens sofrem mudanças ao longo das páginas, e todos para melhor. Devon acaba se envolvendo em toda a sua herança e a dívida herdada, tornando-se um homem que tem de batalhar pelo futuro da família torta que ele arrumou para si. É interessante acompanhar toda a evolução dos personagens e da trama, certas cenas são ótimas e contam com um belo humor ácido.

Esse foi o meu primeiro contato com a escrita da Lisa Kleypas e posso dizer que gostei bastante. É simples, consistente e flui facilmente para o leitor, também é envolvente e o fato da autora praticamente nos dar uma "aula" de leve sobre a era industrial faz o livro ainda melhor, nos situa bem a época no qual o enredo se passa e o deixa mais "real".

Quanto a edição, segue o padrão dos romances de época publicados pela arqueiro: simples, porém charmosos. Folhas amareladas e fonte de tamanho adequado que tornam a leitura mais prazerosa. Não notei grandes erros, apenas na digitação, nada que de fato venha a atrapalhar a leitura, ou que chame muito a atenção. A capa é linda e combina com o enredo, a brochura é boa, enfim, um livro no melhor estilo Arqueiro de ser.

Creio que todos já imaginal qual é o desfecho, no entanto, como vai se dar o percurso dos personagens – e isso inclui as subtramas – é o que nos prende. Se recomendo? Como disse anteriormente: Sim! É um romance de época delicioso, a série promete ficar mais intensa, e no mais do mais, um ótimo passa tempo.

Até mais ver, mon amour!

Resenhista: Ana Luz.

site: http://livrosetalgroup.blogspot.com.br/
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Priih 16/11/2018

Romance lindo e bem construído!
Após a morte de um primo, o boêmio Devon Ravenel se vê como herdeiro de um título de nobreza e um condado cheio de dívidas. Agora conde Trenear, seu único objetivo é vender o Priorado Eversby e se livrar das responsabilidades o mais breve possível. Entretanto, seus planos vão por água abaixo quando ele conhece a viúva do primo, lady Kathleen. A moça mora com as três cunhadas na casa do ex-marido, com quem ficou casada apenas três dias antes do fatídico acidente que o matou. E, após algumas discussões acaloradas – e uma atração irresistível –, Devon decide manter o condado e assumir aquilo que sempre temeu: responsabilidades.

[,,,] A história se desenrola de modo bem mais gradual. Após ser confrontado por Kathleen, Devon encara o desafio de assumir o condado. Para isso, o personagem – antes um libertino beberrão e inconsequente – precisa amadurecer, estudar, trabalhar muito e se dedicar às suas novas atribuições. Kathleen, por outro lado, é uma personagem bastante obstinada e de espírito vigoroso, mas que precisa assumir um manto de luto e a compostura de uma viúva. [...] Com o passar das páginas, Devon vai sendo influenciado pelo senso de responsabilidade de Kathleen, enquanto ela vai relaxando e abrindo mão de algumas convenções sociais por influência dele.

[...] O romance de Devon e Kathleen não foi arrebatador, daqueles que tiram o nosso fôlego. A personagem tem traumas relacionados a abandono e foi muito maltratada pelo marido, mesmo na brevidade de seu casamento. O bonito da relação dela com Devon é a paciência dele em lidar com ela, e o modo como as coisas mudam entre eles conforme o tempo passa e o respeito cresce. Pra mim, é o maior mérito da relação dos dois, muito mais que a paixão arrebatadora. [...] Em suma, Um Sedutor Sem Coração inicia com o pé direito a nova série de Lisa Kleypas, trazendo personagens bem construídos, que crescem e amadurecem conforme a história evolui. Recomendo a todos os fãs de romances de época!

Resenha completa no blog!

site: https://infinitasvidas.wordpress.com/2018/10/10/resenha-um-sedutor-sem-coracao-lisa-kleypas/
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EstanteColoridadaIsis 16/11/2018

#ResenhadaColorida
Devon Ravenel, um belo de um patife, herdou o título de conde, terras e muitas responsabilidades, tudo porque seu primo intragável morreu após cair de um cavalo. Sua situação fica pior quando ele descobre que o condado está afundado em dívidas e que as três irmãs mais novas e a viúva do antigo conde estão ocupando a casa. Agora, o que ele mais quer é mandar todos embora e vender as terras, para não precisar se preocupar com nada e voltar para uma vida regada à festas e rabos de saia. Mas o que ele não contava era conhecer Kathleen, a jovem viúva muito bonita e de língua afiada. Os dois não se gostam logo de cara, mas é impossível negar que, o que mais incomoda, é a atração inegável que sentem um pelo outro. .
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"Um Sedutor Sem Coração" é o primeiro livro que leio da Lisa e posso afirmar que estou apaixonada pela escrita dela. .
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Antes de iniciar a leitura, eu li vários comentários negativos sobre o casal protagonista no Skoob, mas não me desanimei. O que foi ótimo porque eu amei o casal, os personagens secundários, o enredo, o desenrolar da paixão, tudo !
Está vendo como é importante não considerar tanto as resenhas negativas? Só lendo para tirar as próprias conclusões.
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A narrativa intercala entre o ponto de vista dos personagens, o que adoro em um livro.
Devon e Kathleen são complicados. Eles foram negligenciados quando crianças, e isso resultou em duas pessoas céticas e fechadas em relação ao amor. Kathleen foi muito criticada pelo seu jeito, mas como sempre falo e repito, devemos levar em consideração alguns costumes da época, como criação sem amor e a preocupação de agir corretamente perante a sociedade hipócrita daqueles tempos.
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A autora não focou somente no casal principal, mas também incluiu algumas situações com os personagens secundários, que trouxeram um brilho muito especial à história. .
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Esse é o primeiro da série Os Ravenels e já estou ansiosa para ler mais sobre essa família que já me conquistou de cara.
Recomendo!

site: www.instagram.com/estantecoloridadaisis
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Glenda.Strelow 06/11/2018

Muito bom...
Claro que sendo Lisa Kleypas não tem como não gostar, as estorias dela são cativantes e deixam qualquer leitor apaixonado. Nessa estória em particular achei só a mocinha meio chatinha mandona apesar dela não ter sido desagradável a estoria toda só em algumas partes e confesso que já estou preocupada com a participação dela no segundo livro que concerteza será uma intrometida chata...mas espero que não de muita participação...o que eu duvido.
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