A Filha do Rei do Pântano

A Filha do Rei do Pântano Karen Dionne




Resenhas - A Filha do Rei do Pântano


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Livia Barini 22/05/2019

Chato
Este livro ficou um bom tempo parado na minha estante. A história da filha de uma menina, raptada aos 14 anos e mantida em cativeiro por mais de uma década, com seu raptor, um psicopata assassino realmente não me atraía.
O livro alterna a descrição da infância desta menina, que idolatrava o pai e a vida presente onde a mesma menina está literalmente caçando o pai.
Depois da página 100 eu já estava cansada de tantos bichos estripados ou degolados. E apesar de entender a admiração da menina pelo pai, morria de pena da apática mãe.
Pensei em abandonar a leitura mais de uma vez. E sinceramente não entendo o quê os skoober’s tanto gostaram neste livro.
Mas ao contrário da maioria até que achei o fim do livro razoável, bem melhor do que a maior parte dele. Muito chato, apesar de bem escrito.
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Victor Vale 24/04/2019

É difícil viver na sombra de um homem ruim e não se influenciar... As marcas são eternas e a violência um ciclo...
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Mi 12/04/2019

Uma visão paralela entre o amor de uma criança pelo seu pai e um sentimento ruim após formada/ adulta e com uma família formada.
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A menina do livro 16/03/2019

Forte e emocionante!
A Filha do Rei do Pântano - Karen Dionne | @taglivros

"Coisas ruins acontecem. Aviões caem, trens descarrilam, pessoas morrem em enchentes, terremotos e tornados. Motos de neve se perdem. Cachorros levam tiros. E meninas são raptadas."

Nesse livro vamos conhecer Helena. Sua história não é nenhum conto de fadas, muito pelo contrário, ela é uma enorme tragédia. Sua mãe foi sequestrada quando tinha 15 anos e desde então vive com seu raptor em um pântano escondida. Ela acabou engravidando e deu a luz a Helena ali mesmo.

A única coisa que a menina conhece é aquilo que seu pai a apresenta, suas informações sobre o mundo são tiradas de uma velha revista achada na cabana em que vive e ela acreditava que era amada por seu pai, até descobrir toda a verdade sobre sua "família".

Anos após, já morando na cidade e longe das atrocidades que viveu na infância, Helena segue a vida com suas filhas e marido, mas quando escuta no rádio que o Rei do Pântano, como ficou conhecido seu pai, escapou da cadeia, ela sabia que teria que desenterrar alguns segredos.

Helena sabe que é a única com capacidade de entrar no pântano e capturar seu pai e para garantir a segurança de sua família ela vai entrar nesse jogo. Uma caçada sem fim, o pior lado de seu pai está a todo vapor e ela vai relembrar coisas do seu passado que já estavam esquecidas há muito tempo.

"... As mortes têm que parar. Vou encontrar meu pai. Vou capturá-lo. Vou devolvê-lo à prisão e obrigá-lo a pagar por tudo o que fez."

- Um livro difícil de ler! A história é narrada por Helena que conta para nós o presente e passado de sua vida, onde antes a garota vivia sobre os cuidados do pai. Para ela era difícil não ama-lo, pois além de não saber o que ele havia feito, àquilo era a única forma de amor e cuidado que conhecia e acompanhar tudo isso é de deixar qualquer leitor enjoado. Criada sobre um teto de agressões e medos, caçando e vendo a maldade nos olhos do pai, Helena tenta a cada dia viver uma vida normal com sua família.

- Um dos pontos mais fortes desse livro que eu senti, foi o fato da autora nos mostrar o quanto ser criado num lar onde agressão e o ódio são normais pode formar o caráter de alguém. Helena convivia desde criança com a forma bruta de seu pai e em alguns momentos achava que a correção que ele aplicava a ela ou sua mãe era uma forma de amor vinda dele. A autora também mostra que existem o caminho do bem e o mal, basta a nós escolhermos o que achamos correto.

- Um livro para refletir! São menos de 300 páginas, mas que nos ensina uma grande lição. Além de tudo, vemos nessa forma de ficção coisas que realmente acontecem com jovens em todo mundo e podemos ter uma ideia do que a maioria passa nas mãos de seus sequestrados.
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Simone de Cássia 14/03/2019

Cansativo. Não tô gostando da narrativa, não tô gostando da protagonista, e não tô gostando da forma com que essa chata dessa Helena tá falando da mãe dela e defendendo o monstro do pai. Não preciso de motivo, mas esses já seriam suficientes. Abandonando.
Riva 15/03/2019minha estante
Só para variar, eu adorei a narrativa e entendi as razões dela defender pai, embora ele fosse um monstro. Que pena que não gostou!


Simone de Cássia 15/03/2019minha estante
Só pra variar eu viro pra esquerda e vc pra direita, ou vice-versa... rs rs Não sei como nós duas conseguimos nos encontrar ... rs rs


Riva 15/03/2019minha estante
Sempre há um livro de contato - kkkkkkk!




Aline 20/02/2019

Boa leitura mas final corrido
Gostei bastante do livro em geral. Os flashbacks, a caçada em si, foi muito bom. A habilidade descritiva da autora é sensacional. Por vezes eu conseguia me imaginar no pântano junto com a Helena e família.
Mas pra mim o final foi muito corrido. Senti falta de mais informações sobre o marido dela, o relacionamento dos dois depois do acontecido. Parecia que a autora estava correndo pra finalizar a história e encerrou tudo em algumas poucas linhas. Acho que o final podia ter sido melhor, mais emocionante. A Helena passou o livro todo contando sobre a raiva do pai e o medo de perder o marido e as filhas. Achei que podia ter mais sobre isso no final.
De resto, uma boa leitura. Fiquei intrigada até o fim. Mas quando chegou o fim, não foi assim tão impactante ou ?grandioso? como todo o resto do livro. Boa leitura, final medíocre. :(
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Guynaciria 17/02/2019



O livro é narrado a partir do ponto de vista de Helena, uma mulher com duas filhas, em um bom casamento, que vive de fazer geleias e compotas artesanais, além de ser uma ótima caçadora. 

Mas Helena guarda um grande segredo, ela é o fruto de um sequestro. Sua mãe foi raptada com apenas 16 anos, e ela veio a nascer 2 anos após o rapto. Ambas ficaram mais de 12 anos sobre o julgo de um homem cruel, que não media esforços para deixá-las aterrorizadas e submissas a sua vontade. 

Mas é claro que Helena não tinha consciência disso, afinal de contas aquela era a única realidade que a garota conhecia. O que faz com que o leitor tenha um sentimento ambíguo em relação a forma como a menina tratava a sua mãe, chegando muitas vezes a intimida-lá física e psicologicamente. 

Desde as primeiras páginas Helena deixa claro que esse não é um livro sobre seus pais, mais sim sobre a experiência vivenciada por ela, e as nefastas consequências que a acompanham por toda a vida. 

A garota foi a responsável pela fuga da mãe e pela prisão do pai, o homem que ela sempre admirou e em quem se espelhava. Aquele que moldou a base de sua formação, a quem ela sempre estava tentando agradar, a pessoa que por muito tempo detinha a sua lealdade. 

O livro basicamente trata sobre a necessidade que essa mulher tem de relembrar cada trecho de sua vida, colocando tudo em uma balança, separando o que foi bom, do ruim. Esse processo de autoanálise tem inicio com a fuga de seu pai da prisão, o que coloca a ela e a sua família em risco. 

A leitura vai fazer você refletir sobre o que é certo e errado, como o meio e a criação influenciam no poder de decisão do individuo, e  principalmente como um ponto de vista específico pode alterar a forma como você absorve uma história. 
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Thaís.Pinheiro 13/02/2019

Maravilhoso
Excelente livro!! Faz você se colocar no lugar de uma inocente fruto de um estupro e criada em cativeiro!!

Ouvi algumas pessoas dizerem que durante a narrativa a Helena (personagem principal), demonstra idolatrar o pai que é um doente/psicopata, e ignorar completamente a existência da mãe que é a real vítima da situação!! Mas para mim a graça do livro foi justamente essa... a Helena não sabe, até certo ponto do livro, que seu pai é um agressor e sua mãe é uma prisioneira... sendo assim o pai é quem lhe dá mais atenção... e a mãe tem sentimentos muito incertos com relação a ela, p q afinal de contas ela foi concebida em uma situação completamente agressiva, forçada e desfavorável!! Mas se você estivesse no lugar dela achando que os pais são um casal normal, mas o pai ensina tudo que ela quer saber e conversa com ela ao longo de todo o dia passando-lhe a sua cultura e seu ponto de vista distorcido, enquanto a mãe permanece apática dentro da cabana e só lhe passa tarefas domésticas e proibições, e pouquíssimo conversa com ela ou com o pai, quem seria seu herói?

Esse livro inteiro é uma questão de ponto de vista... e um belo exercício de compreensão da formulação das crenças e valores das pessoas, bem como a prova de que o meio influencia o critério de certo e errado do indivíduo!!

Amei demais toda a reflexão que o livro trás, bem como sua narrativa ágil e gostosa!!

site: https://youtu.be/JxuHgSESR6g
Gle 14/02/2019minha estante
Mas a leitura é super difícil. Tô achando pelo menos, porque é muito louco tentar entender a visão de Helena, por mais que seja muito simples. A mãe dela acaba sendo uma terceira na história e foi a maior vítima. Fico imaginando os anos de terapia necessários para auxiliar uma pessoa nessa condição. Surreal!


Thaís.Pinheiro 14/02/2019minha estante
É muito conflitante mesmo... eu tbm passei muito tempo tentando me colocar no lugar da mãe, e sinceramente eu acho q teria dado um jeito de morrer... p q é muito pra uma mulher tão jovem suportar!! Na pequena descrição do parto da Helena, meu estômago revirou de ódio pelo pai dela!! Eu não sei como a mãe sobreviveu a tudo isso!!

Eu gostaria muito que tivesse um livro 2, sob a perspectiva da mãe dela dessa vez... acho q seria muito interessante tbm!! P q realmente é muito doido pensar em como foi a vida da mãe dela (que dá a entender que nunca se recuperou), e saber tão pouco a respeito da maior vítima da situação toda!! Mais bizarro ainda é pensar que isso já aconteceu com várias mulheres na vida real... isso me destruiu durante toda a leitura!!


Gle 16/02/2019minha estante
O que está tornando a leitura mais difícil pra mim tbm é saber que apesar de fictício, retrata a realidade de muitas mulheres e preciso pausar a leitura várias vezes. Li 3096 dias e fico fazendo conexões a todo momento, porque esse livro é uma narrativa dos fatos e várias passagens em A filha do rei do pântano tem ligação com histórias que as vítimas reais contam quando estavam em cativeiro. Fora que esse lance da caça me incomoda muito, mas tô levando em consideração a perspectiva da Helena, por mais louca que seja, é muito coerente.


Thaís.Pinheiro 16/02/2019minha estante
Pois é... eu tentei ler dessa forma tbm!! É um livro pequenininho, mas leva um tempo pra digerir!!

O 3096 eu estou criando coragem pra ler... é muito triste q isso seja a realidade de muitas mulheres... =(




Ingrid.Oliveira 29/01/2019

Achei a leitura super fluida. A personagem é muito forte, bem construída. O conflito interno gerado ao final parece querer nos engolir! Adorei o livro e já estava fazendo recomendações antes mesmo de terminá-lo.
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Raissa 20/12/2018

Um bom livro para pensar
Gostei bastante da história, pois, trás algumas questões bem pertinentes para se pensar, também gostei da escrita da autora. No mais, é bom livro para se passar o tempo!
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Soliguetti 03/12/2018

Denso, ágil e envolvente
Pense num livro que, apesar de denso, te faz virar as páginas desesperadamente. Um livro em que tudo é narrado minuciosamente, com muitos detalhes, mas ainda assim possui uma leitura ágil. Difícil que uma história possa reunir todos esses elementos, à primeira vista destoantes e opostos. Karen Dionne, porém, consegue reunir tudo isso, criando o ótimo e envolvente "A Filha do Rei do Pântano".

No livro, conhecemos a história de Helena, que cresceu isolada em meio a um pântano, sem saber que era prisioneira de seu pai, que raptou a mãe muitos anos atrás. A autora conta muito bem a história, intercalando passado e presente e, de quebra, inserindo um conto de fadas no meio da narrativa, de forma a dar sentido ao que se passa com Helena.

Alguns leitores têm reclamado que "A Filha do Rei do Pântano" lhes trouxe um sentimento ruim. Ora, isso é um bom sinal. A vida de Helena, no livro, não foi fácil. Foi repleta de horrores e absurdo. Como passar essa experiência para as páginas de uma maneira leve? Na verdade, se Dionne assim o fizesse, a obra perderia muito de sua alma. Afinal, a arte serve para isso: instigar, incomodar, nos fazer refletir.

Com a obra dividida em presente e passado, e com a infância de Helena sendo tão magistralmente narrada, há, porém, uma sensação de que a vida presente de Helena foi um pouco negligenciada pela autora. Dionne poderia ter explorado muito mais o amor que Helena sentia pelas filhas - o que tornaria o enredo do livro ainda mais convincente -, e também o seu relacionamento com o marido Stephen.

Apesar de os acontecimentos serem narrados com muitos detalhes e descrições, surpreendentemente o livro não é maçante. O estilo de escrita da autora, bastante informativo e perspicaz, nos levando do ambiente aos pensamentos de Helena, contribuem para que a leitura seja muito ágil, apesar de descritiva. Mergulhando pela cabeça da protagonista, a autora consegue fazer o leitor compreender Helena e os motivos de seu relacionamento com os pais.

"A Filha do Rei do Pântano", assim, se torna uma leitura obrigatória para aqueles que curtem um bom thriller psicológico, com personagens profundos e ambientes ricamente descritos.
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Johanna Vangelote 28/11/2018

Pior livro da vida!
Um livro totalmente tóxico. A mulher é do mesmo sangue que o pai, de fato. Se o final é aquele final foi só pelas filhas dela, porquê se dependesse só dela não teria acontecido aquilo. Fala o livro inteiro que mesmo após ir ao psicólogo, e saber que tudo o que a mãe passou, continua endeursando seu pai e CULPANDO sua mãe. É TÓXICO! Por mim NINGUÉM leria.
Vilamarc 03/12/2018minha estante
Não entendi nada da sua resenha. Vim aqui procurando informações sobre a obra.


Patricia 19/01/2019minha estante
Spoiler
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Tbm não gostei da Helena, ela nunca realmente entendeu a pessoa doentia que era o pai dela e oque havia sido destruído no espírito da mãe ao ser sequestrada. Por mim ela facilmente podia ter morrido e encerrava-se o ciclo dessa família (a única pena seria o luto do marido e filhas). Logo no começo do livro ela fala sobre a diferença das meninas como se uma fosse inferior aos olhos dela por não gostar das mesmas coisas: acampar, pescar e tal, aí a personagem já me perdeu.


Aline 20/02/2019minha estante
Você leu o livro até o final?! Pq na realidade não parece. Em todo momento a Helena fala sobre as boas memórias que teve do pai e das más memórias da mãe, mas ao mesmo tempo a personagem adulta fala que hoje entende o que acontecia ou até mesmo dúvida de sua memória, dizendo que talvez o pai dela não fosse esse pai maravilhoso. Por diversas vezes ela mesma dúvida de sua própria memoria.
É interessante também entender que ela, diferente da mãe, foi criada desde pequena num ambiente desequilibrado. Mas ao longo do livro, vc percebe que ela passou a amar sua mãe e odiar seu pai, depois de entender tudo o que aconteceu quando ela era pequena.
Realmente não sei se você leu o livro todo ou só leu por cima. Se você leu tudo, recomendo olhar pelo ponto de vista da Helena, sem julgá-la. Se não leu, deveria ler para entender o que realmente se passa.




Grasi 25/11/2018

A história é ótima, a personagem principal bem construída. O livro é extremamente envolvente.
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Tony Nando 14/11/2018

Bom
Considero o livro, demora um pouco para engatar, mas depois a história se desenrola de forma favorável
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Valerya 09/11/2018

Lembranças não tem a ver com fatos, mas sentimentos....
Acho q essa frase resume bem toda emoção aflorada na protagonista.
Nossas lembranças são regidas pelo sentimento q ela deixou marcada independentemente de ter sido um fato ruim ou bom.
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