A vida mentirosa dos adultos

A vida mentirosa dos adultos Elena Ferrante




Resenhas - A Vida Mentirosa dos Adultos


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Ve Domingues 15/10/2020

Sem dúvida a Elena Ferrante é uma das minhas escritoras favoritas. Esse livro revela o doce e doloroso processo de amadurecimento, de um jeito bastante cru. Me fez voltar no tempo, para as experiências boas e ruins. Adorei a leitura!
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Erika.Karollyne 15/10/2020

Gente!
Ah quem goste desse tipo de livro mais para mim não funcionou, a escrita foi muito maravilhosa mais a história em suma não prende , a personagem é uma louca!
Nunca pensei em ler algo assim sério não acredito q são mais 400 folhas desnecessária em uma história chataaaa pq eu não chamaria de história!
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Aline 14/10/2020

?nem eu nem Vittoria nem meu pai podi?amos eliminar nossas rai?zes comuns e, portanto, acaba?vamos amando e odiando, dependendo do caso, sempre no?s mesmos.?

Elena Ferrante e? a autora da psique, das relac?o?es humanas escancaradas. Dai? adve?m tamanha identificac?a?o dos leitores com sua obra e o sucesso mundial da autora, seja ela quem for.

Em A Vida mentirosa dos Adultos na?o e? diferente. A narrativa envereda-se mais uma vez pelos caminhos ja? ta?o bem percorridos em obras anteriores. Fazendo uma ponte com Madame Bovary, de Gustavo Flaubert, o romance de Ferrante retrata a adolesce?ncia de Giovanna, uma menina de classe me?dia da cidade de Na?poles.

Nele, a autora permeia as sensac?o?es e as impresso?es mais i?ntimas, consegue descrever os desejos mais secretos, as tenso?es mais silenciosas e acessar sentimentos ambivalentes com uma capacidade u?nica. A descoberta da origem da fami?lia paterna leva Giovanna a uma imersa?o profunda no mundo dos adultos e, por conseque?ncia, em seu pro?prio mundo e a?s descobertas ti?picas da adolesce?ncia.

Impressiona o quanto essa adolescente, ainda ta?o jovem, dispo?e de uma conhecimento ta?o profundo de si mesma e das pessoas com as quais se relaciona. E? uma bela histo?ria. Soma-se a isso a fluidez da leitura, que prende o leitor ate? a u?ltima linha. E? o tipo de obra que nos leva ao autoconhecimento.
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Mada 14/10/2020

Ideal para quem deseja iniciar a leitura da obra da Ferrante
Primeiro, é preciso saber que sou mais uma apaixonada pela escrita e temáticas da Elena Ferrante. Fui completamente tomada por ela ao ler "A Filha Perdida" e, posteriormente, toda sua obra. Elena é hoje uma das minhas autoras favoritas.

Pensando nisso, digo que já iniciei a leitura de "A Vida Mentirosa dos Adultos" com a expectativa de acabar e favoritar. Mas... A gente sabe que expectativas não levam a lugar algum. Pois é, não gostei tanto assim (mas perceba que "não gostar tanto assim" em Elena Ferrante, é quase um "amar" em outros autores).

Mas eu explico: os motivos que me fizeram ter essa experiência de leitura são extremamente pessoais, de gosto mesmo. Eu não gosto de livros com personagens principais e/ou narradores adolescentes, na própria "Série Napolitana" não gosto muito do segundo livro. Fiquei esperando mais da personagem "Vittoria", acredito que o cerne da Ferrante estava ali, a temática que mais me interessa no trabalho dela estava ali, mas não foi desenvolvida. Achei um pouco longo, não cansativo - longe disso - mas acredito que muito poderia ter sido enxugado sem prejuízo da narrativa.

Fora isso, percebo que muita gente não gostou do final. EU AMEI O FINAL! Pra mim, a primeira parte e o final são os maiores pontos positivos da obra. Foi justamente esse desfecho e o olhar dado à relação de Giovanna e Ida, que me fizeram compreender a importância desse livro e dar a ele um outro valor. Acredito que se essa história não permeasse a narrativa ou o fim se desse de outra forma, seria para mim um livro apenas bom.

Mas, a quem deseja iniciar a leitura da obra da Elena Ferrante, acredito ser o livro ideal!
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Adriano.Santos 13/10/2020

Já dá pra sentir sua falta
Giannina, Ida, Ângela, Vittò, Giuliana, boas companhias para a vida de qualquer leitor.
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mpettrus 12/10/2020

Uma Adolescente Curiosa
De longe, foi um dos livros mais ?morno? que eu li da enigmática Ferrante.
A sua protagonista, Giovanna, é uma adolescente curiosa, inteligente, sagaz, porém, emocionada, birrenta, mimada, aliás, muito peculiar para alguém que é filha única.
Guardo uma certa empatia pela tia Vitória. Mas sua mania de reclamar da vida, das dores que carregará até o fim da vida me foram maçante. Além de ser uma exímia mentirosa.
De longe, nada lembra as mulheres da Tetralogia Napolitana, por exemplo.
Os personagens mentem para as suas próprias conveniências e por suas covardias veladas.

O que me valeu a pena da leitura sem sombra de dúvidas foi o Plot Twist da pulseira.
Simplesmente eu amei a reviravolta acerca da pulseira.
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Fabi.Filippo 11/10/2020

Maravilhoso
Sou fã de Ferrante de carteirinha e este livro veio para solidificar ainda mais meu status de fã.
Ferrante não romantiza personagens, demonstra a natureza humana do jeito que ela é.

No livro acompanhamos os conflitos existenciais de Giovanna dos seus 11 aos 16 anos.

Tudo caminhava muito bem até Giovanna ouvir seu pai falar que ela era feia igual a Vittoria, irmã dele . Os dois não tinham uma boa relação , aliás não tinham nenhuma .

Agora imaginem o efeito desta afirmação para uma criança , com seus hormônios começando a dar o ar da criança por causa da adolescência.

Naquele momento que tudo está se transformando Giovanna sai em busca da tia , para tentar entender quem realmente é. E com a simplicidade de sempre, a autora nos joga sentimentos e conflitos inerentes às relações humanas que muitas vezes reconhecemos pois nos rodeiam.

O cenário é Napoli, a diferença de classes sociais e estilo de viver.
Giovanna que sempre estudou em ótimos colégios , culta e de classe média conhece uma outra realidade ao ter contato com a tia.

Por 5 anos vemos seu amadurecimento. Seus pais se separam , a curiosidade pelo sexo , seu primeiro amor. Tudo permeado por desilusões e desconstrução do que ela estava acostumado até então.

O final pode dar margem a diversas interpretações, mas vejo como um início
de uma nova fase de sua vida; com segurança e amadurecimento provocados por todas aquelas desilusões e conflitos internos.
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MelQuezado 10/10/2020

Achei muito bom o livro. Não sei nem o que falar da Elena. Amo a forma como ela escreve,.como ela descreve os personagens.
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kkmoreno 10/10/2020

A perda da inocência
Gostei muito da história. Parece que você está lendo o diário de alguém. Representa muito bem o desenvolvimento dessa menina, da infância até a adolescência, adentrando no mundo adulto. Mostra as desilusões e descobertas em relação a tudo que ela idealizava quando criança. Tem passagens fortes e realidades brutais, mas que mostram a perda da inocência e que podem acontecer com todos de um grau mais leve a um mais elevado, levando a uma evolução da personalidade (ou não, dependendo de como cada um assimila os acontecimentos em suas vidas...).
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Vivi 10/10/2020

¨Mentiras, mentiras, os adultos as proibem , pórem dizem tantas¨. 

A vida de Giovanna nos mostra várias lições . Logo de inicio temos aqui a maior das certeza de que palavras  podem deixar mais marcas do que qualquer outra coisa no mundo. Principalmente ditas a uma criança.  Comparações , xingamentos qualquer coisa dita de forma negativa e pesada  pode ser um caminho sem volta.  Em seguida que adultos infelizmente para salvar alguém que ama de sofrimentos, ou para esconder alguns atos ou até mesmo por pura maldade /falsidade mentem. E sim mentem também para si mesmos e vivem aquilo como sua realidade. 
Mas não acaba ai são sabotadores não só com outras pessoas, mas consigo mesmas também. Que podemos acreditar que amamos alguém não por amor e sim porque fazemos uma transferincia a partir o momento que temos admiração por alguém mas não queremos admitir porque a magóa é maior.  Anos  de nossas vidas principalmente na juventude por acreditar nesse " amor " que na maioria das vezes não é correspondido mas vivemos acorrentados nessa situação.
Que o homem é muito mais uma relação carnal do que sentimentos ( claro que muitos casos isso não é novidade ).  Mas aqui vamos acompanhando devagar desde criança até os 16 anos ela descobrindo sua feminilade , se descobrindo e por vezes se perdendo novamente  de uma forma dolorosa ( nos somos assim na vida real)  e também desccobrindo as pessoas que a rodeiam. E  fica bem claro aqui o quão é perigoso se observarmos bem todos que admiramos, que nos devotamos  sejam eles nossos familiares, amigos ou amores. De repente o nosso castelo de ilusoes pode vir  a desmoronar. 
Mas também foram encontrardas coisas postivas por aqui. Que podemos amar e nos amarmos mesmo cheio de falhas todos são passivéis a isso e que, amizades apostamos em amizades erradas sendo que outras verdadeiras estão ali chamando sua atenção.
Nada é fácil crescer.
Acho que enfim fiz as pazes com Elena Ferrante . Não foi um livro nota 5/5 mas me fez pensar em vários tipos de relações me minha vida.
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Ana.Clemente 08/10/2020

A escrita da Ferrante sempre me enlança, tanto que considero uma das minhas escritoras favoritas.
Em seu último romance, mais uma vez explora as relações humanas, a crueza da existência, a vida em seus altos e baixos.
É uma leitura muito crua e real, a autora explora o humano de maneira primorosa, aqui explora sobretudo a adolescência, o encontro do sujeito com o desejo sexual, os conflitos, a confusão pulsional que se opera nesse momento.

"[...] Se cavamos um pouco, encontramos o sexo em qualquer coisa, mesmo nas mais elevadas; por que, para definir o sexo, um só adjetivo é insuficiente, são necessários vários - constrangedor, insosso, trágico, alegres prazeroso, asqueroso - e nunca um de cada vez, todos juntos; é possível um grande amor se privar de sexo? É possível que as práticas sexuais não estraguem a necessidade de amar e ser correspondido?"
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Joana.Borges 07/10/2020

A Vida Mentirosa dos Adultos
A escrita da Elena Ferrante é sensacional! Gostei muito como ela brincou com as descrições dos psicológicos de cada personagem, principalmente da protagonista, Giovanna. O motivo de eu não ter dado 5 estrelas é o final, que achei raso.
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Flá Costa 05/10/2020

Elena é uma incógnita
Digo isso porque nunca sei se amo ou odeio seus livros quando os termino. Este tem um início muito bom, mas a história vai perdendo força. O final é ridículo... Não pelo fato de ser aberto, mas do que ele se utiliza. No fim das contas é um bom livro... Mas não sei se gostei.
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Cássia 05/10/2020

Passagem da infância pra adolescência. Parece que tudo muda, mas o que muda é quem atravessa a fase, mudança de percepções.
Idealiza-se os pais, as pequenas paixões, as amizades, a inteligência alheia, a própria beleza.
Assim é a personagem do livro.
Ferrante é como a passagem da minha infância pra adolescência: os primeiros livros dela foram perfeitos, paixão. Depois, outros livros vieram, e percebi que nada tem de encanto. Que parece tudo igual (mesmo não sendo, claro).
Então não me empolgou. Esperava mais.
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@aliterizando 05/10/2020

Muito bom
? Giovana está em sua pré- adolescência quando começa a sacar o mundo dos adultos. Começa a reparar coisas estranhas e se passa por uma verdadeira detetive em sua própria vida. A garota, através de uma frase proferida por seu pai, vê seu mundo desabar e deseja conhecer de perto quem começou toda essa drama em sua vida, sua tia Vitória.
?
? Vitória realmente não é a pessoa mais estável, uma tia realmente bipolar e que odeia com todas as suas forças os pais de Giovana, que a odeiam na mesma proporção e culpam Vitória por esse ódio. Apesar disso, a garota vai descobrir que por trás das pessoas mais amadas da sua vida, escondem-se segredos horripilantes.
?
? Apesar de eu ter gostado do livro 99%, fiquei um pouco decepcionada com o final, achei muito vago para toda aquela história impactante. No entanto, acredito que o final tenha sido uma metáfora para todas as mudanças na vida da garota, talvez uma forma de tentar desesperadamente amadurecer ou mesmo simplesmente contrariar os adultos a sua volta.
?
? De forma geral, gostei bastante do livro, ele exprime o mundo em que vivemos de forma muito sucinta, a leitura é muito boa e você se sente com Giovana, vivendo as angústias dela e não deixa de comparar alguns momentos com sua própria vida
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