Renascença

Renascença Oliver Bowden




Resenhas - Renascença


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CooltureNews 31/01/2012

Publicada no www.Coolturenews.com.br
Olá pessoal! Bem-vindos ao CooltureNews 2012!!! Eu sei que o Júnior já deu as boas notícias para vocês, mas como essa é minha primeira postagem do ano, achei de bom grado saudá-los adequadamente.

Eu juro, juro mesmo. Sério, estou aqui de pés juntos da forma mais cristã possível, jurando para vocês que o meu objetivo era dar uma indicação positiva de um romance histórico para vocês. Eu sou simplesmente fascinado por romances históricos bem desenvolvidos, principalmente quando envolve “distorções” interessantes da História real. Some a isso a inclusão de sociedades secretas, uma guilda de assassinos e o fato de se tratar de um livro baseado em uma das franquias mais elogiadas e premiadas do mundo dos videogames.

Não tem como errar, certo? Errado! ERRADO! E R R A D O !!! Holy mother of god, o que o senhor Oliver Bowden fez com Assassin’s Creed?

Contextualizando, o livro é baseado no jogo Assassin’s Creed. Qualquer entusiasta dos videogames como eu já sabe do que se trata logo de cara. Mas, se você tem mais o que fazer do que passar 80 horas na frente de uma TV hipnotizado por personagem fictícios controláveis, eu explico. O livro é baseado no segundo jogo da série (Renascença), na minha opinião, aquele que apresenta o enredo mais interessante de todos. Você controla o rapaz Ezio Auditore, um cabra que logo no icício descobre que sua família vem de uma linhagem de assassinos MUITO SINISTRA e tem entre seus aliados ilustres homens como Leonardo da Vinci. Acontece que essa sua peculiar família se envolve em uma série de acontecimentos na Itália durante o período Renascentista e você literalmente vê a história sendo contada pela perspectiva de alguém que está vivenciado e influenciando seu fluxo.

Simplesmente espetacular. E a partir de agora eu começo a minha resenha fazendo a seguinte ressalva. Se você JOGOU Assassin’s Creed até o final, fez as missões extras e babou no enredo, pode parar de ler essa resenha após a próxima frase: Não leia o livro.

Se você não faz ideia nem de como se segura no controle do PS3 ou do XBOX, leia a resenha até o final.

O livro tem um ponto positivo. É um só, mas é bastante relevante. O enredo é simplesmente genial. A forma como os fatos ocorrem e vão se amarrando uns aos outros, o crescimento de Ezio até se tornar um assassino altamente letal, principalmente considerando que antes ele não passava de um playboy zé brigão qualquer. Mas é isso. E o pior de tudo é saber que isso não é mérito do “autor”. O enredo estava pronto, ele é exatamente igual ao do videogame. Aliás, o autor não é autor (e ele faz questão de deixar isso bem claro com o transcorrer pifio da narrativa), ele é um historiador que possivelmente viu no sucesso do jogo, aliado aos seus conhecimentos históricos, uma chance de fazer uma grana. E provavelmente funcionou, afinal, a franquia se vende sozinha.

O que mais me incomoda mesmo é ver que o livro é escrito por um total amador. Oliver Bowden não domina nenhuma técnica de construção de texto, não tem a capacidade de segurar a tensão ou de traumatizar e impactar os personagens (e, consequentemente, o leitor) com descrições. O texto não tem uma voz definida e não usa a velocidade das palavras para separar o que é relevante do que é acessório.

As falas, engraçadas na maioria das vezes (você consegue até ouvir o sotaque Terra Nostra dos italianos), são bem colocadas e, até o final do livro, a única forma de delinear a voz de cada um dos personagens. Novamente, não se trata de mérito do autor, dado que os melhores momentos são cópias fiéis dos diálogos do jogo.

Enfim, a minha indicação. Jogue o jogo. Ou peça para o seu irmão mais novo com habilidades no controle para jogá-lo e acompanhe a história ao lado dele. O livro? Infelizmente, não posso indicar. Trata-se de um enredo genial que foi maculado por uma péssima execução literária. Uma pena, a série Assassin’s Creed merecia entrar no mundo dos livros de forma mais impactante.

“- Não! Eu vim para matar o Espanhol! Não me importo com seu Profeta, se é que ele existe. Com certeza aqui ele não estã.”
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Bruno 08/11/2011

Link da Resenha: http://livrosempauta.blogspot.com/2011/08/resenha-renascenca-assassins-creed-1.html

É em 1476, em Florença, na Itália Renascentista, que conhecemos Ezio, de apenas 17 anos. Ele é filho de Giovanni Auditore, dono de uns maiores banco de Florença. A família Auditore é inimiga da família Pazzi, também dona de um banco.

Ezio odeia Vieri de' Pazzi, um garoto mimado da família inimiga. Sempre que os dois se encontram, é briga na mesma hora. Mas, ele ama essas brigas, ama vencer Vieri, ama a vida que tem. Ezio tem uma "namorada" chamada Cristina Calfucci, a quem ele ama muito, e é correspondido. De certa forma, vem de uma família rica; e uma família muito unida. Ele e seu irmão Federico são melhores amigos. Vivem apostando corridas pelos tetos das casas de Florença. Ezio é feliz!

Isso muda drasticamente em poucos minutos. Depois que ele volta para casa, após entregar uma encomenda para o pai, encontra seu lar totalmente destruído. Nos destroços do lugar em que morou, encontrou a governanta da casa (Annetta), sua mãe (Maria) e sua irmã (Claudia) que graça a Deus estavam vivas. Seu pai e seus dois irmãos foram presos, acusados de traição.

Após arrumar um lugar seguro para sua mãe e irmã, Ezio vai até a sela onde está Giovanni, sem ninguém ver, e pergunta o que aconteceu. Seu pai não explica muita coisa, apenas pede que Ezio pegue o conteúdo de um baú que está escondido em sua casa, e entregue os documentos de lá para seu amigo Alberti.

Ele faz o que seu pai manda, e encontra o Baú. Nele estão guardados vários documentos, e algumas armas. Ezio entrega os tais documentos para Alberti. O amigo do seu pai diz que aqueles papeis é que irão livrar seu pai e irmãos da forca.

O dia seguinte chega e é o dia do julgamento da sua família. Mas, para espanto de Ezio, Alberti não apresenta os documentos que livrarão seus parentes da morte. Ele é um traidor. Assim, seu pai e seus irmãos acabam morrendo enforcados. Mas, uma pessoa ainda é procurada, e essa pessoa é Ezio.

Ele passa a viver nas sombras, escondido de tudo e todos. O luto o consome, e um sentimento ainda maior passa a preencher seu corpo, e esse sentimento é a vingança.

Ezio não descansará até matar todos aqueles que estavam envolvidos na morte de sua família. Mas, ele acaba descobrindo que a morte de seus entes queridos faz parte de algo imenso. A vingança transforma-se em missão. E o jovem garoto, que teve que amadurecer mais cedo, terá que enfrentar fortes conspirações, velhos segredos e revelações que poderão abalar toda a terra. Pois é, ninguém disse que a missão seria fácil.

A VERDADE SERÁ ESCRITA COM SANGUE


Recebi o livro "Renascença (Assassin's Creed #1)" da editora Galera Record, parceira do Blog. Para quem não sabe, a série de livros Assassin's Creed é baseada nos jogos de mesmo nome da empresa Ubisoft. Não sou muito de jogar, mas fiquei com muita vontade de comprar o jogo só para viver as aventuras de Ezio. E quanta aventura...

"Renascença" é aquele livro que você encontra ação da primeira até a última página. E não estou exagerando, há bastante nele.

O autor é muito detalhista, ele descreve a cena com precisão, dos móveis ao teto. Em muitos livros, isso torna a leitura chata, mas no caso de "Renascença" eu não achei que ficou chato. Por se tratar de um livro que se passa em uma época diferente da minha, eu queria saber os detalhes dos lugares e das pessoas desse tempo.

Apesar de ser um livro de ficção, ele também é histórico. Aprendemos muito sobre a Itália Renascentista. Vemos a política da época e a evolução dos pensamentos de algumas pessoas. Com esse livro, dá para aprender mais sobre essa época tão importante para a história da humanidade.

Achei muito interessante a inclusão de pessoas reais na história, como Leonardo da Vinci, Catarina Sforza, Lorenzo de' Medici, Rodrigo Bórgia, entre outros. Isso faz com que toda essa ficção pareça verdade.

Os vários detalhes não deixaram o livro chato, mas outra coisa deixou. O autor simplesmente criou ação onde não tinha. O livro podia muito bem ter menos páginas. Mas Oliver Bowden não parava de criar intrigas desnecessárias. Várias cenas não contribuíram em nada para a história do livro, apenas o deixou, em alguns momentos, cansativo.

"Renascença" também tem muitos personagens, e todos eles muito importantes, que precisam ser lembrados. A editora Galera Record acertou em cheio ao colocar no final do livro uma lista, dizendo quem é cada personagem. Assim, sempre que esquecemos a quem pertence algum nome, vamos ao final do livro e solucionamos a nossa dúvida.

O final foi ao mesmo tempo surpreendente e confuso. A expectativa ficou enorme para o próximo livro da série.

É claro que recomendo o livro. Para quem gosta de muita ação, segredos e revelações, ou simplesmente é fã dos jogos Assassin's Creed, esse livro deve ser lido imediatamente.
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Diego Matos 01/03/2012

Torcer para um assassino? Eu!!!
Essa é uma pergunta a quem nunca foi apresentado ao universo de Assass's Creed. Saído direto dos games para o mundo literário, essa narrativa apresenta um cenário de ação e mistério. Sim, você torce para o assassino, principalmente por revelar um ser humano com amarguras, sofrimentos e paixões, algo bem diferente do que se espera da figura clássica de matador frio e calculista. Com um grupo de personagens geniais, incluindo figuras históricas clássicas. A leitura desse livro garante com certeza horas de diversões.
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Galo Doido 26/06/2012

Péssimo!!
Muito ruim. Decepção. E como diz o ditado "Não avalie um livro pela capa". A propósito, ela é linda, mas infelizmente o livro não condiz com a embalagem. Não vale a pena. Não tive coragem de ler o segundo por causa do primeiro, que lí TODO, acreditam? Sds.
Luk´s 28/06/2012minha estante
é um livro muito vago... o escritor não tem muita noção de tempo e o livro é bastante previsível!!!!! porém, da pra se distrair




ThiagoBH 21/03/2014

Decepção
Sou um grande fã dos jogos da série "Assassin"s Creed", entretanto, ao ler o primeiro livro desta mesma série eu fiquei realmente frustrado. Além de ser apenas um script do jogo sem se aprofundar muito na história, parece que o livro foi escrito às pressas (pelo menos no meu ponto de vista). Acho que o autor não soube desenvolver a história de uma forma eficiente, pois, existem algumas coisas que me incomodaram muito.
Por exemplo; existe um salto no tempo da história imenso (estou falando de anos), mas da forma como foi colocado no texto, parecia que haviam se passado apenas pouquíssimos meses. De repente o jovem Ezio Auditore(protagonista da história) se torna um senhor de 40 anos e você nem percebe, o autor não consegue fazer você sentir o personagem amadurecendo de uma forma convincente.
Foram erros básicos mas que pra mim mataram o desenvolvimento da história.

Esta é apenas a minha opinião... Mas como sou um cara curioso, provavelmente vou ler o restante da série, somente para ver se elimino esta minha primeira (má) impressão.

Grande abraço a todos!
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Aline Ramos 21/01/2012minha estante
Nunca joguei, mas também não muito curti o livro, não tem emoção, as passagens de tempo acontecem muito rápido. Vc até fica ansiosa para que o Ezio consiga chegar ao seu objetivo, vc torce por ele, mas realmente a narrativa do livro, o desenvolver da estória é ruim.




Cora 29/12/2012

Bem ruinzinho...
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Natalia 13/07/2012

Renascença
Onde eu estudo, a gente é livre para escolher o livro que quiser ler para depois ser avaliado, e a nossa turma escolheu Assassin’s Creed Renascença, pois queríamos ver se as críticas a respeito do livro eram verdadeiras. Elas diziam que até mesmo quem não gostava de ler, se apaixonava por esse livro.
Comecei a lê-lo com vontade, pois sabia que iria gostar, segundo as críticas. O início é intrigante, Ezio Auditore, um jovem de 17 anos que tem uma gangue na Renascença Italiana, tem seus próprios inimigos, que mais tarde descobrirá que são templários, e morre de amores pela jovem Cristina Calfucci.
O enredo é excelente: uma irmandade que combate o poder dos templários. Nesse primeiro livro, Ezio conhece o Credo e começa a ingressá-lo, combatendo a família Pazzi e mais tarde os Bórgia. Há uma incrível junção com a igreja católica, o que torna tudo mais eletrizante.
Até lá pela página 50 o livro é bom, depois que Ezio descobre da Irmandade dos Assassinos e tudo o mais, o livro é só mortes e mortes. Chega uma hora que você se pergunta: e agora, quem ele vai matar?
Enrolei-me muito para terminar de ler, porque ele se torna monótono ao longo das páginas. Tinha tudo para dar certo: uma história para lá de interessante, mas parece que o livro é só um rascunho, os diálogos são precários, enfim, parece que o autor teve pressa para escrevê-lo, e, portanto escreveu-o mal. Resumindo, as críticas no meu caso, estavam erradas.

http://antesdeler.blogspot.com.br/2012/07/assassins-creed-renascenca-oliver.html
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Joshua 14/09/2011

Magnifico!
Pela sinopse do livro, já podemos ver o quão a obra promete! Bem, eu fui nessa expectativa pra ler o livro, mas sabe, eu me dei muito mal! Vou explciar isso durante a resenha, que por sinal, poderá ser bem grande...

A estória do livro gira em torno de Ezio Auditore, um jovem que aparentemente é normal, e filho de uma família normal. Só que outra família, de sua mesma cidade, Florença, começa a difamar o nome de seus familiares, causando grande "burburinho" por toda cidade. Ezio, que tem o gênio bastante "vingativo", vai resolver esta confusão em briga, e acaba dando um "fim" a isso tudo. Dias se passam, tudo corre normal, mas os Pazzi - a familia difamadora - não vai deixar isso em branco. Arma uma emboscada para Ezio, e ele cai direitinho, algo que poderá atingir a sua família inteira. Depois de vários acontecimentos, Ezio vai em busca de vingança, contra todas as famílias e partidos que lhe fizeram algum mal ou a sua família. A estória caminha normalmente, cheia de cenas de ação e aventura de tirar o fôlego.

Agora direi: A estória, por mais que seja boa, tem seus defeitos. E ESSES DEFEITOS SÃO SÉRISSIMOS!

A primeira coisa que irei falar, é sobre a estória da obra. Vocês já devem saber que o livro é baseado em uma franquia de jogos, que foi uma das mais vendidas ultimamente. Quando se trata de um jogo, podemos visualizar mais o que se passa na cena, e até interagir nela - caso você esteja jogando o game. Mas quando você passa para o papel a estória do jogo, tem que haver algumas modificações, por mais que o autor do livro seja fiel ao jogo, tenho toda certeza, ele não vai alcançar a meta que o game alcançou. Explico bem. Se o jogo é de ação - digamos, sangrento - claro que o game vai estar recheado de cenas de ação. E isso é muito bom, já que quando você está jogando, o que agrada o jogador é ação pura. Mas quando você está lendo um livro, você quer conteúdo. O leitor se cansa quando há cenas repetitivas em uma obra. Parece que você está relendo um único capitulo do livro. Cansa muito Assassin'S Creed, pois quando se trata de um livro, o autor pecou muito nestes pontos. Ele podia ter improvisado mais, adaptado um pouquinho a estória do livro. Mas isso só é um dos pontos que eu não gostei...
O autor se importou muito em ser fiel ao jogo, que acabou criando uma obra cansativa, de quase 400 páginas, coisa que demora para ser digerida, pois quando um livro tem muitas explicações e pouco conteudo, você fica meio perdido na obra. O autor demora-se muito para narrar uma cena, coisa que no jogo é bem rápida, e deixa mais satisfeito o jogador, coisa que no livro não atingiu a meta esperada. Você pode ler tranquilo o livro, mas que vai cansar, vai. Acho que pode ser impossivel ler este livro em um dia. O máximo é em uma semana! Então aviso: este livro tem que ser digerido aos poucos, em lugares calmos, onde você possa compreender o que está lendo, até mais porque o livro se tratando de ser cansativo, você pode se acalmar um pouco enquanto ler. Assim, a leitura se torna leve, e você - pelo menos - entende o que se esta sendo tratado no livro. Mas em meu caso, eu não consgeui ler o livro em lugares calmos, até porque, eu estava lendo ele na escola! Bem, mas eu consegui ler, rsrsrs, graças a Deus!


Um ponto bom na estória, foram seus personagens. Gostei muito de Ezio. Ele tem tudo para ser o melhor Assassino - lendo o livro você entende - mas por causa de seus defeitos, ele muitas vezes dá aquelas mancadas, mas nunca desiste de acertar o alvo. Ele não se importa o quanto isso custe, mas a única coisa que ele se importa é terminar a missão dele...
A família de Ezio é pouco estudada no livro, até porque nas primeiras páginas da obra você entende a razão disso. Uma única coisa sobre a família de dele que foi um pouco focalizada, foi a relação de Ezio e seu irmão Federico. Ezio parece sempre querer ser como o irmão mais velho; para ele, ele é uma representação dele quando for mais adulto! E Ezio já expressa a amizade que ele tem e o amor pelo irmão. Gostei muito disso, pois eu tenho um irmão mais velho, e todo irmão mais novo tem como perfil o brother.
Falando do tio de Ezio, Mario, ele tem todo aquele humor, que não pode faltar em livro. Acho que muitas vezes foi este humor que salvou o livro da caracteristica sangrenta. Por mais que outros personagens e cenas do livro tivesse seu humor sem o tio de Ezio, acho que este personagem foi fundamental para a estória, a mais que seu humor, pois ele salva muitas vezes a vida de seu sobrinho.
Poderia falar de outros personagens, mas também, nesse decorrer, poderia soltar alguns sopoilers, então paro por aqui.
Vou falar então dos vilões da trama. Uma coisa que me desanimou, é que Ezio é ODIADO POR TODOS! Parece ser isso que a gente sente quando se depara com a estória de Ezio Auditore. Ele tem muitos inimigos, alguns fracos, outros fortes; uns espertos, outros desprovidos de inteligencia; alguns poderosos, outros nem um pouco. Ezio em seu caminhar em busca de vingança, vai acumulando muitos inimigos, as vezes sem querer, e outras por querer. Mas o legal é que Auditore sempre se safa de tudo isso.
Mas mesmo assim, o autor peca muito em se demorar na narração de como ele conhece seus inimigos, e como faz esta "amizade". Acho que cada três capitulos do livro explica como ele conheceu um de seus oponentes. Você pode dizer: Isto é pouco. Mas muitas vezes, esses capitulos costumam ser grandes e demorados. Sem falar que o mocinho da estória conhece muitos oponentes, muitos mesmo, e isso pode tirar um pouco do foco a estória.


O final não foi exatamente como eu queria. O autor se demorou tanto, que quando chega ao ultimo capitulo, ele começa a fazer com que as coisas se tornem corridas, fazendo com que Ezio e seus amigos descubram logo todo mistério que envolve a trama. É bem estranho a forma abrupta que o autor decidiu terminar a estória. Não me agradou, apesar de me deixar sedento pela continuação. O autor, em todo livro, pareceu encher liguiça com a estória, repetindo cenas, e deixando o leitor cansado. Mas quando chega ao final e conclusão da obra, ele acelera de repente tudo, todos os acontecimentos, e vai para a ultima cena do livro. Quando algumas revelações são ditas, o leitor fica meio cansado de tudo isso, pois o autor em todo livro quis retratar a ação do jogo, e como eu já disse, game e livro são coisas bem diferentes. Livro tem conteudo, jogo deste tipo, ação. Mas o final, que não foi como eu esperava, não foi tão ruim assim, mas o que me incomodou mesmo foi que o autor acelerou tudo rapidamente.

Um ponto bom do livro, é que os acontecimentos históricos são verdadeiros! Há uma participação - digamos especial, rs - de Leonardo da Vinci, Nicolau Maquiavel, entre outros. Gostei muito disso, e a obra é uma grande aula de História, rs.

Então, foi isso que eu achei do livro, e não posso deixar de dizer que nas ultimas páginas há uma lista dos personagens e um vocabulário contendo palavras em italiano e latim... amei isso, pois nos deixa muito informado e mais próximo desta lingua. E já ia me esquecendo, o livro é recheado de palavrões, que possam interromper a leitura, já que possa haver alguns leitores que se importem com isso. Eu não gosto de livros assim, mas também não paro a leitura

OBS: Foi dificil escrever esta resenha, pois o livro é bem grande, e a minha avaliação foi enorme. Tentem não se cansarem de ler a postagem toda, rsrs.
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O Velho Jack 23/02/2012

Uma Vingança Bem Elaborada
A saga de vingança de Ezio Auditore é de certa forma levada ao pé da letra em relação ao velho ditado "A vingança é um prato que se come frio". Ezio é o tipo de personagem que deveria ser um vilão, mas pelas circunstâncias é o grande herói que chega pra salvar o dia.
As tramas e subtramas dessa serie são muito boas também. O que me decepcionou foi o objetivo final alá "Indiana Jones", mas tudo bem. Personagems reais como Leonardo da Vince ou Nicolau Maquiavel, são integrados a trama como se realmente tivesse feito parte da estória, nesse quisito eu aplaudi o autor.

Que venha o próximo.
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Ivia 08/10/2012

Assassin's Creed - Renascença - Livro 1 - Oliver Bowden
Eu queria ler esse livro desde que vi seu lançamento, estava muito ansiosa para pegá-lo. No início achei muito bom, ele se passa numa época renascentista, na Itália. A partir do meio para o final não senti tanta "adrenalina" que Ezio Auditore estava vivendo, mas continuei lendo por que a narrativa é, pra mim, um ponto positivo do livro.
Ezio Auditore busca vingança após uma traição enfrentada por sua família, a morte de seu pai e seus irmãos, ele parte de Florença com o propósito de vingança. Em alguns momentos do livro o achei vago pela forma como os anos se passam, rápido demais, como se fosse uma cena cortada de um filme. As lutas e as brigas também deixaram um pouco a desejar, além de rápidas e sem enrolações, não transmitiram tanta ação. Eu gostaria de ter visto mais sobre a história dos Templários x Assassinos, sobre o Credo dos Assassinos, e mais envolvimento dos personagens que ajudaram Ezio ao longo de sua batalha.
Ezio foi destinado a ser um Assassino, muito bem treinado por seu tio Mario ele é preparado para seguir seu destino. Antes mesmo da tragédia acontecer com sua família, em Florença, Ezio conhece Leonardo da Vinci, se tornam amigos e desde então ele o ajuda a decifrar os códigos das páginas encontradas de um códex e projetos que o ajudam em sua saga.
"Ele abriu o baú e viu que continha um capuz branco, evidentemente velho e que parecia ser feito de um tecido de lã que ele não reconheceu. Algo o incitou a colocá-lo, e na mesma hora um poder estranho afluiu por ele. Abaixou o capuz, mas não o tirou da cabeça. Pág. 51"
O livro é originado de uma franquia de jogos já muito conhecida, nunca joguei, mas creio que seja melhor que o livro.
O personagem que mais me agradou foi Leonardo da Vinci, dono de uma bela inteligencia e digamos que responsável pelas vitórias de Ezio, pois foi ele quem decifrou e construiu as armas de defesa que Ezio usava em suas lutas.
Ao longo da leitura, o livro se tornou muito monótomo, custei a terminá-lo, mas quando o fiz não me surpreendi, pareceu ser um fim "forçado", mas de qualquer forma estou ansiosa para continuar a série, e espero ter uma boa leitura com Assassin's Creed - Irmandade.
"Naquele momento, Ezio soube que sua vida anterior havia acabado — Ezio, o garoto, não existia mais. Dali por diante, sua vida estava baseada em um único objetivo: vingança. Pág. 60"
Beijos,
Ivia.
Veja a resenha no blog: http://ceuliterario.blogspot.com.br/2012/10/resenha-assassins-creed-renascenca.html
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Caroles 07/10/2015

Tinha tudo para ser incrível, mas não foi!
O livro tinha o tema perfeito, o personagem perfeito, os locais perfeitos, porém o autor não soube desenvolver. Tudo muito simples. Explicações ralas, má demarcação de tempo (tinha momentos em que não parecia ter se passado um dia, e do nada, já haviam-se ido meses), "mistérios" óbvios de mais, pouca exploração da personalidade dos personagens, descrição de ambientes muito pobre em detalhes. Talvez eu esteja acostumada a ler livros mais complexos, com mais riquezas de detalhes, mas este livro fez-me sentir uma criança de 10 anos lendo um livro sobre guerras. Foi difícil concluir a leitura, pois é tudo muito simplório e mal desenvolvido. Dinheiro mal gasto. Simples assim!
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T. Ururahy 23/04/2012

Um pouco anticlimático
Eu juro, juro mesmo. Sério, estou aqui de pés juntos da forma mais cristã possível, jurando para vocês que o meu objetivo era dar uma indicação positiva de um romance histórico para vocês. Eu sou simplesmente fascinado por romances históricos bem desenvolvidos, principalmente quando envolve “distorções” interessantes da História real. Some a isso a inclusão de sociedades secretas, uma guilda de assassinos e o fato de se tratar de um livro baseado em uma das franquias mais elogiadas e premiadas do mundo dos videogames.

Não tem como errar, certo? Errado! ERRADO! E R R A D O !!! Holy mother of god, o que o senhor Oliver Bowden fez com Assassin’s Creed?

Contextualizando, o livro é baseado no jogo Assassin’s Creed. Qualquer entusiasta dos videogames como eu já sabe do que se trata logo de cara. Mas, se você tem mais o que fazer do que passar 80 horas na frente de uma TV hipnotizado por personagem fictícios controláveis, eu explico. O livro é baseado no segundo jogo da série (Renascença), na minha opinião, aquele que apresenta o enredo mais interessante de todos. Você controla o rapaz Ezio Auditore, um cabra que logo no icício descobre que sua família vem de uma linhagem de assassinos MUITO SINISTRA e tem entre seus aliados ilustres homens como Leonardo da Vinci. Acontece que essa sua peculiar família se envolve em uma série de acontecimentos na Itália durante o período Renascentista e você literalmente vê a história sendo contada pela perspectiva de alguém que está vivenciado e influenciando seu fluxo.

Simplesmente espetacular. E a partir de agora eu começo a minha resenha fazendo a seguinte ressalva. Se você JOGOU Assassin’s Creed até o final, fez as missões extras e babou no enredo, pode parar de ler essa resenha após a próxima frase: Não leia o livro.

Se você não faz ideia nem de como se segura no controle do PS3 ou do XBOX, leia a resenha até o final.

O livro tem um ponto positivo. É um só, mas é bastante relevante. O enredo é simplesmente genial. A forma como os fatos ocorrem e vão se amarrando uns aos outros, o crescimento de Ezio até se tornar um assassino altamente letal, principalmente considerando que antes ele não passava de um playboy zé brigão qualquer. Mas é isso. E o pior de tudo é saber que isso não é mérito do “autor”. O enredo estava pronto, ele é exatamente igual ao do videogame. Aliás, o autor não é autor (e ele faz questão de deixar isso bem claro com o transcorrer pifio da narrativa), ele é um historiador que possivelmente viu no sucesso do jogo, aliado aos seus conhecimentos históricos, uma chance de fazer uma grana. E provavelmente funcionou, afinal, a franquia se vende sozinha.

O que mais me incomoda mesmo é ver que o livro é escrito por um total amador. Oliver Bowden não domina nenhuma técnica de construção de texto, não tem a capacidade de segurar a tensão ou de traumatizar e impactar os personagens (e, consequentemente, o leitor) com descrições. O texto não tem uma voz definida e não usa a velocidade das palavras para separar o que é relevante do que é acessório.

As falas, engraçadas na maioria das vezes (você consegue até ouvir o sotaque Terra Nostra dos italianos), são bem colocadas e, até o final do livro, a única forma de delinear a voz de cada um dos personagens. Novamente, não se trata de mérito do autor, dado que os melhores momentos são cópias fiéis dos diálogos do jogo.

Enfim, a minha indicação. Jogue o jogo. Ou peça para o seu irmão mais novo com habilidades no controle para jogá-lo e acompanhe a história ao lado dele. O livro? Infelizmente, não posso indicar. Trata-se de um enredo genial que foi maculado por uma péssima execução literária. Uma pena, a série Assassin’s Creed merecia entrar no mundo dos livros de forma mais impactante.

“- Não! Eu vim para matar o Espanhol! Não me importo com seu Profeta, se é que ele existe. Com certeza aqui ele não estã.”
Lucas 24/04/2012minha estante
ainda to lendo mais notei isso sobre ele não conseguir construir o texto, parece que você ta lendo um simples texto qualquer e não um livro que deveria passar o sentimento da historia!


T. Ururahy 28/04/2012minha estante
Exatamente. Parece um pai contando uma história pro filho dormir sem mudar as vozes dos personagens.


Marco 08/05/2012minha estante
Se você gosta de literatura épicas, com fundo histórico mas certas distorções. Recomendo Valerio Massimo Manfredi e seus livros. O Spartan eu devorei em 3 semanas, detalhe: em inglês.
Sério pessoal, dublagem na Tv é horrível, traduções dos livros, não fica muito atras. Para quem ler um livro e inglês e depois em Português, sente a grotesca diferença. Infelizmente


T. Ururahy 08/05/2012minha estante
É verdade, Coala. Até por estudos literários, peguei para analisar alguns livros YA recentes. Em inglês a linguagem é fluida e simples. Em português, parece um texto erudito.




Don 26/12/2012

Um Lixo Espreita Nas Sombras.
MUITO RUIM. MUITO RUIM MSM. Não comprem, não leiam e não percam seu tempo. O livro tinha tudo pra ser contagiante desde a primeira página, mas o autor faz tanta merda... Desde coisas simples como interpelação do narrador ao leitor, quebrando completamente a magia de uma trama de imersão total; até o desprezo do autor com a obra deixando de lado explicações, falas e pulando no tempo cinco anos dizendo que 'muito tempo se passou e diversas coisas aconteceram'.
Extremamente desagradável, chato e improdutivo. Diálogos pobres, sem profundidade, ingênios e simplistas.
Completamente sem clímax.
Até o apelo histórico faz-se esquecível diante de frases tão mal amarradas associadas com o desperdício e falta de sílabas. Achei que aqueles que já tivessem jogado iam gostar da leitura, mas pelo que vi acho que não.
Ps: fica bom depois da página trezentos se vc conseguir ir até o fim numa auto-tortura que no final não chega a compensar.
Ps2: Talvez eu apenas não seja o público alvo...
Ps3: Talvez o público alvo seja quem não sabe ler. Vai saber.
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