Nudez Mortal

Nudez Mortal J. D. Robb




Resenhas - Nudez Mortal


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Tatiane.Reis 11/07/2019

Primeiro livro que leio da Nora Roberts, mas o livro escrito pelo seu pseudônimo, J.D.ROBB. Ela é considerada uma mestra por escrever romance policial futurístico e realmente, como fiquei impressionada! Levei um susto quando vi a data 2052 no livro e fiquei me imaginando nesse mundo.

A história gira em torno de um terrível assassinato. Tenente Eve Dallas, da Polícia de Nova York, é designada para descobrir quem foi o assassino e acaba se envolvendo com um dos suspeitos, o Roark.

Ela tenta de tudo para tirá-lo da lista dos suspeitos, pois acaba se envolvendo com ele, mas por conta de traumas, bem pesados, do seu passado, ela fica com medo de se envolver e fica se questionando se dá uma chance ou não, e seu coração acaba falando mais alto. Ele ganha a confiança dela de uma forma impressionante, dando suporte e tratando ela no seu jeito galã de ser.

O livro trata de um assunto bem sério, sobre abuso sexual, principalmente entre pai e filha. É bem delicado para se tratar disso e mostra como afeta a confiança de quem esta a sua volta, relacionamento com cônjuge ou com namorado.

Achei o livro incrível, gostaria de ter terminado ele no prazo certo da semana do livro, mas por motivos de provas finais não consegui hahaha mas como finalmente estou de férias, agora sim vai sair mais resenhas por aqui de livros que estão na minha listinha!
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Line 22/06/2019

Resenha de Nudez Mortal...
.
O livro relata a história da tenente Eve, logo no começo, temos um caso de assassinato de uma garota de programa, neta de um importante Senador e a trama envolve muitos mistérios onde a nossa personagem ficará responsável pela investigação e precisa tomar muito cuidado para não manchar a imagem do famoso Senador. Logo após outro assassinato ocorre, com as mesmas características e Eve tem certeza que foi o mesmo criminoso e fará de tudo para desvendar o caso e fazer justiça da forma que deve ser feita, sem colocar panos quentes devido a influência do avô da primeira vítima. No decorrer, Eve se apaixona por Roarke, porém ele seria um dos suspeitos dos crimes e isso fará com que Eve passe por certos transtornos pessoais e profissionais, pois estará se arriscando ao se envolver com o mesmo, mas ela é uma mulher extremamente forte, inteligente e ama o que faz, sempre se dedicando ao máximo.
O livro se passa em 2058 citando muitas questões tecnológicas, planetas habitados, o que facilita muito a investigação dos crimes. A história se torna um pouco tensa no momento em que é narrado um fato com um dos personagens secundários e se assemelha com o passado de Eve, porém é algo que infelizmente acontece no dia a dia de muitas famílias, de geração em geração, por fim digo que é uma série apaixonante, infelizmente pouco divulgada, mas para você que ama um romance policial, super indico e vocês não vão se arrepender da narrativa dessa autora fantástica!!
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Kakau 01/06/2019

Personagens:
Eva Dallas e Roarke
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Kakau 01/06/2019

Personagens:
Eva Dallas e Roarke
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Kakau 01/06/2019

Personagens:
Eva Dallas e Roarke
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Carolina DC 17/03/2019

“Nudez Mortal” é o primeiro livro de uma série policial futurística escrita pela famosa Nora Roberts, sob o pseudônimo de J. D. Robb.
O ano é 2058 e o cenário é Nova York. Com a tecnologia avançada, as armas tornaram-se item de colecionadores e o cotidiano é abençoado com a praticidade de invenções como o “auto chef” uma máquina que prepara as refeições e carros inteligentes, que dispensam o motorista humano. Apesar da modernidade, observamos que esses aparelhos possuem falhas (principalmente aqueles utilizados pela polícia, como os carros). Alguns itens como, por exemplo, o café, são raridades e normalmente utiliza-se uma versão sintética ou de baixa qualidade.
A protagonista da série é Eve Dallas, uma mulher na faixa dos 30 anos de idade e que atua como policial há quase uma década. Eve é marcada por um passado obscuro, que ainda lhe rende pesadelos e um senso de justiça implacável, fazendo com que mergulhe de cabeça em suas investigações.
Em 2058 a prostituição é uma atividade legalizada e até mesmo cobiçada por jovens que almejam uma boa vida. É em Broadway, local conhecido como “calçada das prostitutas” que um assassino violento dá início a uma onda de terror.
Eve é chamada para trabalhar em um caso código 5, ou seja, um caso sigiloso em que ela deve se reportar diretamente ao seu comandante, o Whitney. A cena do crime é hedionda. Uma jovem é colocada em uma pose altamente sexualizada, fazendo referência a sua profissão. Porém, o mais assustador é o bilhete indicando que novas vítimas irão surgir...
A vítima é Sharon DeBlass, a neta de um Senador americano que prega a moral e os bons costumes e que tenta controlar a investigação a todo custo.
Eve se vê entre a política e as evidências que vão surgindo. Afinal de contas, tudo indica que os assassinatos possuem um complexo motivo.
Durante a investigação, um nome continua surgindo inúmeras vezes: Roarke. Roarke é um colecionador de artes e antiguidades; proprietário de inúmeros negócios e propriedades. É um rosto mundialmente conhecido e seu nome abre praticamente todas as portas existentes.
Roarke é extremamente carismático. Ele é misterioso e observamos um lado mais selvagem, do tipo bad boy. Pelas descrições, Roarke é bonito, inteligente, uma das pessoas mais ricas do planeta e totalmente sedutor, ou seja, impossível de se resistir.
O livro mescla a investigação policial com a vida pessoal da protagonista. Nós conhecemos sua melhor amiga Mavis Freestone, um espírito livre cheio de personalidade e Nadine, uma repórter em ascensão com um código de honra. Temos também outros personagens que vão se destacando no desenvolver do enredo, como Summerset, o mordomo de Roarke e Ryan Feeney, o colega de trabalho de Eve.

Um dos pontos altos da trama é o fato da autora explorar a condição humana. Observamos que não importa o quanto evoluímos tecnologicamente ou o que temos a nossa disposição. O indivíduo possui uma crueldade inata escondida embaixo de um manto de moralidade.

“A morte raramente uma experiência tranquila ou religiosa, na opinião de Eve. Era apenas o fim sórdido, indiferente aos santos ou pecadores.” (p. 12)

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Carolina DC 17/03/2019

“Nudez Mortal” é o primeiro livro de uma série policial futurística escrita pela famosa Nora Roberts, sob o pseudônimo de J. D. Robb.
O ano é 2058 e o cenário é Nova York. Com a tecnologia avançada, as armas tornaram-se item de colecionadores e o cotidiano é abençoado com a praticidade de invenções como o “auto chef” uma máquina que prepara as refeições e carros inteligentes, que dispensam o motorista humano. Apesar da modernidade, observamos que esses aparelhos possuem falhas (principalmente aqueles utilizados pela polícia, como os carros). Alguns itens como, por exemplo, o café, são raridades e normalmente utiliza-se uma versão sintética ou de baixa qualidade.
A protagonista da série é Eve Dallas, uma mulher na faixa dos 30 anos de idade e que atua como policial há quase uma década. Eve é marcada por um passado obscuro, que ainda lhe rende pesadelos e um senso de justiça implacável, fazendo com que mergulhe de cabeça em suas investigações.
Em 2058 a prostituição é uma atividade legalizada e até mesmo cobiçada por jovens que almejam uma boa vida. É em Broadway, local conhecido como “calçada das prostitutas” que um assassino violento dá início a uma onda de terror.
Eve é chamada para trabalhar em um caso código 5, ou seja, um caso sigiloso em que ela deve se reportar diretamente ao seu comandante, o Whitney. A cena do crime é hedionda. Uma jovem é colocada em uma pose altamente sexualizada, fazendo referência a sua profissão. Porém, o mais assustador é o bilhete indicando que novas vítimas irão surgir...
A vítima é Sharon DeBlass, a neta de um Senador americano que prega a moral e os bons costumes e que tenta controlar a investigação a todo custo.
Eve se vê entre a política e as evidências que vão surgindo. Afinal de contas, tudo indica que os assassinatos possuem um complexo motivo.
Durante a investigação, um nome continua surgindo inúmeras vezes: Roarke. Roarke é um colecionador de artes e antiguidades; proprietário de inúmeros negócios e propriedades. É um rosto mundialmente conhecido e seu nome abre praticamente todas as portas existentes.
Roarke é extremamente carismático. Ele é misterioso e observamos um lado mais selvagem, do tipo bad boy. Pelas descrições, Roarke é bonito, inteligente, uma das pessoas mais ricas do planeta e totalmente sedutor, ou seja, impossível de se resistir.
O livro mescla a investigação policial com a vida pessoal da protagonista. Nós conhecemos sua melhor amiga Mavis Freestone, um espírito livre cheio de personalidade e Nadine, uma repórter em ascensão com um código de honra. Temos também outros personagens que vão se destacando no desenvolver do enredo, como Summerset, o mordomo de Roarke e Ryan Feeney, o colega de trabalho de Eve.

Um dos pontos altos da trama é o fato da autora explorar a condição humana. Observamos que não importa o quanto evoluímos tecnologicamente ou o que temos a nossa disposição. O indivíduo possui uma crueldade inata escondida embaixo de um manto de moralidade.

“A morte raramente uma experiência tranquila ou religiosa, na opinião de Eve. Era apenas o fim sórdido, indiferente aos santos ou pecadores.” (p. 12)
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Carolina DC 17/03/2019

“Nudez Mortal” é o primeiro livro de uma série policial futurística escrita pela famosa Nora Roberts, sob o pseudônimo de J. D. Robb.
O ano é 2058 e o cenário é Nova York. Com a tecnologia avançada, as armas tornaram-se item de colecionadores e o cotidiano é abençoado com a praticidade de invenções como o “auto chef” uma máquina que prepara as refeições e carros inteligentes, que dispensam o motorista humano. Apesar da modernidade, observamos que esses aparelhos possuem falhas (principalmente aqueles utilizados pela polícia, como os carros). Alguns itens como, por exemplo, o café, são raridades e normalmente utiliza-se uma versão sintética ou de baixa qualidade.
A protagonista da série é Eve Dallas, uma mulher na faixa dos 30 anos de idade e que atua como policial há quase uma década. Eve é marcada por um passado obscuro, que ainda lhe rende pesadelos e um senso de justiça implacável, fazendo com que mergulhe de cabeça em suas investigações.
Em 2058 a prostituição é uma atividade legalizada e até mesmo cobiçada por jovens que almejam uma boa vida. É em Broadway, local conhecido como “calçada das prostitutas” que um assassino violento dá início a uma onda de terror.
Eve é chamada para trabalhar em um caso código 5, ou seja, um caso sigiloso em que ela deve se reportar diretamente ao seu comandante, o Whitney. A cena do crime é hedionda. Uma jovem é colocada em uma pose altamente sexualizada, fazendo referência a sua profissão. Porém, o mais assustador é o bilhete indicando que novas vítimas irão surgir...
A vítima é Sharon DeBlass, a neta de um Senador americano que prega a moral e os bons costumes e que tenta controlar a investigação a todo custo.
Eve se vê entre a política e as evidências que vão surgindo. Afinal de contas, tudo indica que os assassinatos possuem um complexo motivo.
Durante a investigação, um nome continua surgindo inúmeras vezes: Roarke. Roarke é um colecionador de artes e antiguidades; proprietário de inúmeros negócios e propriedades. É um rosto mundialmente conhecido e seu nome abre praticamente todas as portas existentes.
Roarke é extremamente carismático. Ele é misterioso e observamos um lado mais selvagem, do tipo bad boy. Pelas descrições, Roarke é bonito, inteligente, uma das pessoas mais ricas do planeta e totalmente sedutor, ou seja, impossível de se resistir.
O livro mescla a investigação policial com a vida pessoal da protagonista. Nós conhecemos sua melhor amiga Mavis Freestone, um espírito livre cheio de personalidade e Nadine, uma repórter em ascensão com um código de honra. Temos também outros personagens que vão se destacando no desenvolver do enredo, como Summerset, o mordomo de Roarke e Ryan Feeney, o colega de trabalho de Eve.

Um dos pontos altos da trama é o fato da autora explorar a condição humana. Observamos que não importa o quanto evoluímos tecnologicamente ou o que temos a nossa disposição. O indivíduo possui uma crueldade inata escondida embaixo de um manto de moralidade.

“A morte raramente uma experiência tranquila ou religiosa, na opinião de Eve. Era apenas o fim sórdido, indiferente aos santos ou pecadores.” (p. 12)
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Fabio Shiva 07/03/2019

a vida é curta
Logo quando tomei conhecimento dessa série “Mortal”, escrita por J. D. Robb (pseudônimo de Nora Roberts, que por sua vez é pseudônimo de Eleanor Marie Robertson), minha primeira reação foi de repulsa. Aquela lista enorme de títulos (parece que já ultrapassam quarenta), todos com a mesma palavra “Mortal” (“Nudez Mortal”, “Glória Mortal”, “Fama Mortal”, “Êxtase Mortal” etc.) me dava a impressão justamente de algo produzido em série, em uma linha de montagem.

Contudo recentemente esse exemplar de “Nudez Mortal” (que descobri agora ser o primeiro da série) veio parar em minhas mãos, graças ao P.U.L.A. (Passe Um Livro Adiante), no momento em que decidi ler alguns livros “Best-Seller”, como estudo. Fiquei mais interessado nessa leitura em particular ao descobrir que a série segue o gênero “romance policial futurístico”, o que despertou minha curiosidade. E comecei a ler.

O tal “romance policial futurístico” é exatamente isso: uma história policial ambientada no futuro. Achei interessante o recurso de descrever as tecnologias do futuro inseridas em um cotidiano onde as máquinas dão defeito ou simplesmente não funcionam. Esse recurso ajudaria a dar mais realismo e credibilidade à parte ficção científica, se não fosse utilizado com muita frequência pela autora.

A narrativa é bem leve, com predomínio de diálogos. A trama é extremamente clichê (serial killer que mata prostitutas e deixa recadinhos para a polícia etc.), adornada com os tais elementos futuristas (como por exemplo os crimes serem cometidos por armas de fogo, que na época da narrativa seriam relíquias de museu, pois teriam sido banidas há muitos anos). Intercalada com a trama de mistério, um incipiente romance entre a protagonista Eve Dallas e o lindo e charmoso milionário Roarke.

Isso tudo eu meio que já estava esperando. O que me surpreendeu foi encontrar certas passagens no livro como essas que destaco:

1) Ao ser informada que a primeira vítima (uma prostituta) foi morta na cama, Eve Dallas dispara:
“- Parece poético, já que ficar na cama era a sua finalidade.” (pág. 12)

2) Um homossexual é descrito de forma irônica e chamado de “espantalho elaboradamente vestido”. (pág. 20)

3) Eve pergunta a um suspeito/paquera se ele gosta de ópera, e o sujeito responde:
“- Detesto. Dá para imaginar algo mais chato do que uma mulher gorda e peituda berrando em alemão por metade da noite?” (pág. 40)

4) Cena de sexo entre uma prostituta (a próxima vítima) e o assassino misterioso. O homem agride a mulher, e ela tem esse pensamento:
“Não lhe importava se ele a estava machucando ou não. Ela se vendera para ele.”

Vou tentar dizer com cuidado o que essas passagens e o climão do livro como um todo me sugeriram. Em minha opinião os livros de J. D. Robb são escritos visando um público bastante específico, formado principalmente de mulheres (mas não excluindo homens) com opiniões bastante conservadoras a respeito de moralidade e sexo, e que se sentem intimidadas por obras de arte ou da chamada “alta cultura”. Ao chegar a essa conclusão, fiquei curioso para ver como a questão racial seria tratada. Mas não aparece nenhum personagem negro até a página 77 – que foi quando eu decidi que a vida é muito curta para gastar em livros como esse.

Fiquei com a impressão de que o olhar da autora, na contracapa do livro, é de profundo desdém e escárnio por seu fiel público leitor.

https://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2019/03/nudez-mortal-j-d-robb-nora-roberts.html


site: https://www.facebook.com/sincronicidio
Aécio de Paula 07/03/2019minha estante
Entendo o seu modo de pensar. Mas vc pegou pesado no modo de avaliar o livro. Se não estou enganado, foi publicado em 1996, aqueles tempo eram diferentes e muito de hoje. A sua análise avaliativa do "politicamente correto" e outras formas de preconceito não era tão cultuada nos livros daquela época. Eu não acho que a Nora se excedeu em 1996. Achei o realismo dos EUA. Mas se julgado hoje lógico que existe aí vários preconceitos. Esse é o que eu acho e é minha opinião pessoal.


Márcia Naur 07/03/2019minha estante
Concordo com você, é realmente repulsivo.


Fabio Shiva 08/03/2019minha estante
Olá Aecio! Gratidão pelo comentário e pelas reflexões que somam certamente! Aqui estou expondo apenas a minha opinião, não tenho nenhuma pretensão de dar a última palavra sobre o assunto. Essa questão do "politicamente correto" é muito forte, por exemplo, nos livros de Agatha Christie, que são recheados de cenas horrorosas de racismo - mas que na época eram normais e aceitáveis. Contudo nesse texto de J.D. Robb tive a impressão (posso estar enganado, é claro) de que a autora não estava expressando inconscientemente os seus preconceitos, mas que estava deliberadamente reforçando os preconceitos de seus leitores. Achei que foi algo inserido de forma intencional. Por isso me provocou tanta repulsa e fui tão forte em minhas palavras. Gratidão!


Fabio Shiva 08/03/2019minha estante
Olá Márcia, gratidão por seu comentário, fico reconfortado ao ver que não sou o único a pensar assim. Antes de fazer a resenha fui fazer uma pesquisa ligando esse livro a machismo etc, e cheguei a encontrar um artigo louvando a série como propagadora de valores feministas! É muito interessante como pessoas diferentes podem ter visões tão diferentes da mesma coisa.




Duda 07/03/2019

Não é todo livro da Nora Roberts que me empolga, apesar de acha-la uma excelente escritora, mas essa série Mortal é realmente boa! A resolução do crime eu achei ok, nem supreendente nem super óbvia. De qualquer forma, a história é bem construída e a personagem principal é uma mocinha diferente daquelas que a Nora costuma criar.
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Estela 12/01/2019

Adorei o livro! A visão futurista da autora é muito interessante, e sabendo que este livro foi escrito em 1995 faz sentido, mesmo achando que não estaremos tão tecnológicos em 2058. A Eve é incrível, forte e inteligente. A escrita é leve e fluída, vc se prende rapidamente à história e não consegue parar de ler até terminar.
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Roberto.Proença 23/11/2018

Uma Série a Ser Lida e Saboreada
Em uma série a ordem de leitura é importante pois conforme o autor(a) alguns fatos são apresentados de forma cronológica. Esse é o caso de Nora Roberts / J.D.Robb nestes livros. Ela informa e assinala isso, inclusive.
O universo da Tenente Dallas é sombrio pelos abusos na infância. Além disto conhecemos e entendemos a origem e atração por Rourke. Por mais difícil e conturbada ela seja.
Um livro cativante, de fácil leitura e um suspense cheio de reviravoltas, como todos os bons livros devem ter.
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spoiler visualizar
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Angélica 16/10/2018

Magnífico
Que livro é esse?? Apaixonada por Eve e Roarke, livro que prende desde o começo e te vicia loucamente, nem os 28 livros publicados no Brasil não faz com que você desista de ler. Amei.
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Seliane.Bressan 24/08/2018

O inicio de um vício na minha vida literária *--*
O ano é 2058 e a história é sobre uma policial que faz jus a seu distintivo, Eve Dallas.
Há dez anos exercendo sua profissão, Eve é dedicada e obstinada, além de ter uma notável inteligência. Uma mulher forte que não tem medo do perigo, mas que devido ao seu passado difícil, aprendeu a criar uma barreira para que ninguém se aproxime muito dela emocionalmente.

O novo caso de Eve se trata de um assassinato, no qual mais uma vez ela irá se empenhar até achar o culpado e fazer justiça, não importando a quem tenha que enfrentar para conseguir.
Em meio a investigação, surge um nome muito conhecido, Roarke, o empresário irlandês, bilionário, e claro, um homem de forte influência.

Mas o que Eve não podia esperar, era que, ao conhecer pessoalmente Roarke, iria se sentir tão mexida, e que o mesmo aconteceria com ele.
E assim, enquanto Eve fazia seu trabalho, a atração entre eles só crescia, mesmo que sua intuição lhe pedisse para manter distância emocional do suspeito.

Sendo Roarke uma pessoa com passado encoberto, Eve tentará levantar suas barreiras mais uma vez, mas a paixão que os consome se mostra cada vez mais forte, e mesmo ele sendo uma peça-chave em sua investigação, será cada vez mais difícil negar o envolvimento entre eles.

Na busca pelo assassino Eve vai enfrentar muitos obstáculos, e terá poucas pessoas em quem poderá confiar. O perigo estará sempre a espreitando, mas ela não irá se deixar intimidar.
------------

Este é o primeiro livro da série Mortal, do gênero romance policial, com drama e suspense na medida certa. A série mais famosa da diva Nora Roberts, e digo que não é à toa que seja.
Agora me pergunto:
Como não iniciei a leitura dela antes???
Porque estou simplesmente apaixonada e surtando para ter os outros livros da série!!!

Nora me fez devorar cada página, tentar ver o crime como a Eve via, e criar suposições de quem seria o assassino. Com uma escrita fluída, a trama foi se desenvolvendo e me ligando cada vez mais a Eve e aos outros personagens, e a cada prova encontrada eu ia criando novas ideias de quem seria o culpado.

Quando Roarke apareceu tomei um baque, porque já estava encantada com a Eve, e ver o encontro deles, de dois personagens tão fortes, foi maravilhoso para mim.

O desenvolvimento do relacionamento, a luta que Eve travou contra si mesma, e a força que teve para manter o foco no crime que tinha que desvendar, só me fez admirá-la ainda mais. E Roarke com seu jeito sedutor, caído por Eve e se dedicando a mostrar o que queria e o que sentia por ela.

Tanto Eve quanto Roarke são personagens super bem construídos, com passados que foram superados, que deixaram marcas, mas que não ditou o que eles seriam no futuro, e sim os fez mais fortes.

Não posso contar muita coisa sobre o crime que Eve investigou, para evitar dar spoiler, mas digo que eu passei muita raiva e que me surpreendi com quem foi culpado. Nora como sempre tem uma escrita realista, e você sabe que as situações que ela descreve, infelizmente realmente acontecem.

Além de Eve e Roarke, a história conta com outros personagens cativantes e com papel importante na trama, entre eles: o agente Feeney, Mavis (amiga de Eve) e Charles Monroe.
Porém Eve e Roarke serão os protagonistas de todas as sequências.

Um fato interessante é a história se passar no futuro e mesmo assim, com muitos objetos e situações que a Nora criou, algumas são coisas que eu imaginei que poderão mesmo existir e outras me fizeram sonhar que sejam possíveis mesmo acontecer algum dia.

Atualmente foram publicados 29 livros da série Mortal aqui no Brasil, sendo que o indicado é ler sempre na ordem, já que a autora escreveu eles sequenciando o livro anterior.
Mas a Nora já escreveu até hoje 46 livros e mais alguns contos da série, que não tem previsão de ser finalizada.

Para concluir, eu amei de paixão e super indico a leitura, entrou para minha lista dos favoritos.
A cada livro que leio da Nora Roberts aumenta mais e mais minha admiração por ela e mal posso esperar para conhecer as próximas histórias da série Mortal.

Minha avaliação: 5/5 ⭐⭐⭐⭐⭐
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