Convergente

Convergente Veronica Roth




Resenhas - Convergente


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Hosanna 18/11/2013

Inexplicável.
Esse título descreve o que Convergente me passou.
Não tentar não dar spoilers, fiquem tranquilos.

Como fã incondicional de Divergente, talvez você possa não levar esse elogio tão a sério, mas é a pura verdade: Veronica Roth foi ousada. Com cada revelação, cada morte (primeiros capítulos e você já recebe a morte de pelo menos 2 personagens importantes, já antigos conhecidos nossos), e acima de tudo, a principal revelação, aquela mais aguardada por todos nós, simplesmente tira o fôlego (me tirou o chão, confesso).
Uma trama bem amarrada, e a todos os instantes você se pega pensando "MEU DEUS, NÃO... TIPO, É SÉRIO ISSO?"
Mas sim, é sério, é bem sério.
É de verdade.
Eu sei que com a liberação daquele PDF, a maioria provavelmente já deve ter lido uma boa cambada de spoilers, pode ter se chateado com algumas revelações, mas não desista.
LEIA.
Mesmo sabendo de algumas coisas que iriam acontecer eu li. E passei pela montanha de variadas emoções lendo o livro. Tudo é imprevisível, improvável, surreal, louco e as vezes absurdo! Aquela sensação recorrente de que algo está prestes a explodir é quase tangível. A narrativa alternada foi uma boa opção que a Veronica nos ofereceu para que conseguíssemos sentir Tris e Tobias em seus momentos pessoais.
Talvez você chore como eu, ou ria como eu, ou quando terminar o livro se pergunte "porque?" como eu, mas você vai acabar entendendo tudo. É chocante a maneira de como isso /leia 'isso' como se estivesse em itálico\ acontece, principalmente o porquê (ou seria por quem?). O amadurecimento da Tris é visivel e é gratificante saber que uma personagem é tão humana como ela. Erra, sente, ri, chora, se confunde (e como!) mas continua com um ideal fixo.
Tudo é gratificante ao experimentar Convergente, principalmente o foco da trilogia: Divergente não é nada mais do que uma forte demonstração do comportamento humano, em seus aspectos mais cruéis e muitas vezes puros; e, em Convergente você vê isso tudo se reafirmar. Tudo é assustador, mas nos leva a consciência de que, nós seres humanos, não importa onde estejamos ou no que cremos, sempre teremos a sensação de querer controlar, ter poder sobre tudo. Somente nossas escolhas em meio a estas situações nos dão forças para mudar isso.
Estou grata a Veronica. Por mostrar que assim como na vida, nem tudo sai bem, mas alguns sacrifícios simplesmente valem a pena.

Perdão pela resenha enorme, eu precisava vir aqui falar tudo que (ainda) estou sentindo.

"I'll say it one last time: BE BRAVE."
Tainah 22/11/2013minha estante
Muito boa a resenha binha, to ansiosa para ler :3


Taty 26/01/2014minha estante
Você sabe dizer quando o livro sera lançado no Brasil?


Sâmia 08/02/2014minha estante
Adorei sua resenha e agora tô ainda mais ansiosa pro lançamento.


Isa Macedo 14/02/2014minha estante
Sua resenha descreve todos os meus sentimentos quando li esse último livro! Adorei :)


_regi_ 21/03/2014minha estante
Li sem saber nenhum spoiler (pela primeira vez na vida!), mas meio que previ o que ia acontecer. Não que minha ~premonição~ tenha tornado as coisas mais fáceis (chorei horrores). Concordo com o que vc disse sobre a Veronica ter sido ousada. Até porque eu acho que uma história dessa não poderia ter aquele final "e todos viveram felizes para sempre". Também senti a Tris muito mais madura, e e olha que eu nem gostava muito dela, mas durante o livro passei a gostar. Ótima resenha!


lmontanher 26/03/2014minha estante
também acho que o final em parte era previsivel. Mas atrama foi boa e chorei horrores tb. Com certeza o livro e ousado.


lmaldonnado 10/04/2014minha estante
Você descreveu exatamente o que senti e sinto ainda com o livro... me apeguei tanto que ainda fico pensando... porque? Porque? porque?... eu ainda queria um felizes para sempre


Neide 10/04/2014minha estante
Terminei o livro agora pouco e ainda estou em choque. Inconformada... triste...e inexplicável com certeza descreve meus sentimentos.


Mônica 21/04/2014minha estante
Me senti da mesma forma. Acabei de terminar o livro e estou chocada, a Veronica foi muito doida de fazer o que fez, ja senti raiva, tristeza, enfim, tudo com esse final. Fiquei extremamente chateada com tudo e pra ser sincera, não gostei do final, mas realmente tudo foi escrito para nos dar reflexões. E conseguiu.


Dani 25/04/2014minha estante
Mais do que inexplicável, achei chocante. Mesmo tendo recebido tantos spoilers na cara, eu esperava que fosse mentira. Chorei bastante e não sei se vou me recuperar do que foi o final dessa trilogia.


shirley 04/05/2014minha estante
Foi difícil de ler as últimas 50 páginas...as lágrimas impediam de ver o que estava escrito.
Tô revoltada com a Veronica. Desnecessário o que ela fez...


Gabriel 04/05/2014minha estante
veronica roth foi burra. vcs que não querem aceitar


Adrieli 09/05/2014minha estante
Hosanna, gostei muito da sua resenha. Vou me apegar a ela para ler o terceiro livro, pois fiquei meio desanimada com os spoilers que li por ai... Mas a literatura imita a vida não é? Como você mesma disse, nem sempre as coisas saem bem...Então ja estou preparando meu coração para passar por Convergente e sair o mais ilesa possivel. :)


Gabi 09/05/2014minha estante
Acabei o livro neste momento, eu gostei desse livro pelo motivo de que a Veronica conseguiu explicar o pq de tudo aquilo, e exatamente por isso q pra mim nao fluiu tao bem quanto os outros livros, mas eu achei muito bom mesmo assim e terminei dizemdo: POR QUE? Hahaha otima resenha!


Letícia 12/05/2014minha estante
eu não sei se foi só eu, mas eu estou chorando ainda. Que coisa foi aquilo? Eu só não vou pegar ela e dar um murro na cara dela porque não tem jeito, mas... mas... what?


Talita 15/05/2014minha estante
Foi exatamente assim que eu me senti em relação a esse livro. O amadurecido da Tris foi uma das coisas que mais me marcou!
Essa trilogia me marcou muito.


Adrianny 20/05/2014minha estante
E é assim q eu senti ( na vdd, ainda sinto). Oq basicamente estava acontecendo era uma guerra. E ninguém sai ileso a uma guerra. Por mais q eu seja uma fã incondicionalmente obcecada pela trilogia e esse final ter me chocado assim como a todos, eu gostei e n. Simplesmente isso é um final MUITO poderoso e esse foi um final digno. Tia Roth foi uma das poucas autoras(o) q dão esse final para seus livros pois nem todos são audaciosos. E sim isso q Veronica é, assim como Tris, ela é uma perfeita audaciosa. Então leia por mais q saiba oq vai acontecer por conta dos spoilers, vale a pena, cada detalhe, pensamento e diálogo. Pq Convergente é sim uma história em geral, linhas e falas q merecem serem lidas . N é simplesmente um livro, mais um todo. Esse comentário foi enorme então encarem tbm como uma resenha


beleticia 03/06/2014minha estante
tento nem lembrar...senao fico triste ainda... :((((


Júlia 04/06/2014minha estante
Não gosto nem de lembrar do final desse livro,fiquei muito decepcionada,mesmo sabendo do que aconteceria com todos os spoilers que recebi.Tive que reler umas 3 vezes as últimas 50 páginas porque não acreditava no que tinha acontecido,me revoltei depois.Penso que poderia ter tido outro fim e que seria melhor.Mas é um livro excelente,que realmente vale a pena ler.


Kelly 16/07/2014minha estante
Teria sido audacioso se ela tivesse feito de uma maneira que tivesse sentido, se fosse duma maneira que nos fizesse acreditar que não havia outra alternativa. Mas o que ela fez foi só desespero por chocar.


KarinChristine 28/08/2014minha estante
Eu gostei muito da serie, os livros são bem escritos e ela soube amarrar bem as pontas que poderiam ficar soltas e acontece muito em distopias. Mas ela soube explicar cada detalhe maravilhosamente bem.
Mas convergente foi de longe o livro mais frustante que já li. O final poderia ser da mesma forma? Sim, mas como li em um cometário abaixo parece que ela quis chocar a todos e criou esse final apenas para isso.
Personagens que eu amava no livro, por causa do final me fez repensar o que sentia por eles.
Sinceramente, a palavra que explica o que senti com esse livro é frustração!


Leo 14/11/2014minha estante
Falou tudo!!! :'( estou triste por ter terminado de ler a trilogia.


Alva Ribhers 14/11/2014minha estante
Quando li aquele final. Eu parei. olhei pra parede e comecei a falar para mim: "Okay. É tudo brincadeira, é mentira, vai voltar a ser o que era...", mas continuei lendo até a ultima página. Difícil foi me segurar naquele momento, por isso, não o fiz. Chocante, emocionante, realístico, Allegiant- fiel, em tradução literal, e Convergente na versão oficial- soube nos dar um acorda-pra-vida e mostrar que contos de fadas não podem se camuflar em utopias. Em primeiro momento, odiei o final, mas então eu percebi que Veronica nos mostrou o que é ser abnegado e destemido o bastante para se por à frente do que não sente o mesmo que você. Tris nos provou o que é ser fiel. Veronica Roth


Mayara 27/11/2014minha estante
Adorei sua resenha...simplesmente vc disse td oq nós, enqnt fãs da série sentimos. Li diversos comentários em diversos lugares dizendo várias coisas a respeito do que acontece com Tris. É cruel? SIM, completamente...mas gente, se formos analisar, como poderia terminar uma história dessas? com o casamento dela e de Tobias com Christina e Caleb como padrinhos? ah fala sério! Não iria ter nada a ver com a trilogia...nada a ver. Foi triste...mas mesmo assim, mais real, afinal de contas, a nossa vida não é um conto de fadas não é mesmo?!


Rone 22/12/2014minha estante
Quero ler em breve;)


Fabrina 03/01/2015minha estante
Senti tudo o que você escreveu. Ainda estou triste com o final, pois ele praticamente nos acorda para a realidade, onde não vivemos em um conto de fadas e as coisas não terminam do jeito que queremos. Acredito que o decorrer da história fez jus ao final, mesmo ainda sofrendo com "ele".


Alice 22/01/2015minha estante
Amei todos os livros. Só fiquei triste com o final.


Gabi 19/02/2015minha estante
Juro que não sei pra que vim ler as resenhas...
Ainda estou lendo insurgente e os comentários me desanimaram muito seriamente... Ninguém diz exatamente o que aconteceu no final, mas pra bom entendedor pingo é letra...
Já estou desanimando com a série só de imaginar o fim... :/


Carol 05/03/2015minha estante
fiquei decepcionada com o final, chorei de raiva quando me dei conta de que era verdade, ela estava morta, no inicio pensei que ela estava gravemente ferida e que seria só um susto, mas quando Tobias descreve o corpo dela no necrotério fico decepcionada... pq ela?? queria dar um final legal? pra quem? ele poderia viver bem ao lado dela depois tudo, depois de sofrer tanto p/ chegar onde chegou... NÃO GOSTEI...@#&%$


adenilza.rodrigues.5 05/03/2015minha estante
Muito boa sua resenha Hosanna. Tambem fiquei chocada com o final da historia. Depois de tanta luta, guerra, torturas, sofrimento, dor, tristezas....acho que Tobias e Tris tinham o direito de um final feliz. Totalmente frustrada, como estou agora. Que pelo menos no filme tenha um final em nossos queridos sejam felizes.


ana.mazzelli 17/04/2015minha estante
Desde o primeiro livro, me apaixonei pela história. E sempre senti empatia pela personagem Tris. Foi emocionante do começo ao fim, sentia-me como um personagem na história que apenas observava. Fiquei extremamente triste com a morte da Tris, mas, acho que compreendo o porque de um final tão triste, acredito que Veronica quisesse passar para seus leitores, o que realmente a vida é, nós lutamos e lutamos, mas nem sempre conseguimos a vitória, e Tris foi uma heroína. Estou com uma sensação indescritível, mas esperando ansiosamente pelo que o filme trará a essa história sensacional que li. :)


brunoielpo 12/07/2015minha estante
Então não leia a série A crônica do gelo e fogo


Belle Dias 22/08/2015minha estante
Resumiu tudo!Eu achei bem inesperado-e tenho que admitir,o final foi bom,mas eu não gostei muito do livro,tipo,ele saiu tanto do rumo original de história,e isso foi bem inesperado,talvez por isso não caiu no gosto de todo mundo,mas acontece muito em final de saga...a gente não aceita tudo,mas final de saga é pra acabar com vc...hahaha-,e,mesmo que não tenha sido o meu livro favorito da série,eu não arrependo....não gostei tanto pq num certo ponto as coisas demoram a acontecer-igual vc disse,tem que persistir,o final surpreende mas vc tem que chegar lá,né-,e tem muita coisa que eu não vou aceitar por um tempo...
O meu conselho pra quem quer ler esse livro é ir até o fim,e mesmo que não tenha gostado em 100 por cento,reconheça a ousadia da Veronica em mudar totalmente o rumo das coisas,pq vc vai se surpreender!


Marcos Ogre 02/12/2015minha estante
Tô lendo esse livro, 46%, e ainda tô esperando essa avalanche de emoções ZzZzZz




Gabriel 08/03/2014

Uma história magnifica com um finalzinho patético.
Suélen 09/03/2014minha estante
Vc resumiu tudo em uma frase!


Day 17/03/2014minha estante
Concordo... e pior o que a autora falou sobre o final sem pé nem cabeça não entendi nada...
aff muito chateada.. :(


Bianca Nami 09/04/2014minha estante
Concordo! O último livro foi fraco em vários pontos, e deixou várias perguntas sem respostas...


shirley 04/05/2014minha estante
Aplaudo de pé!!!Descreveu perfeitamente esse último livro!!!!


Gabriel 08/07/2014minha estante
na verdade o ultimo livro cagou na magnificidade


Daniele 30/08/2014minha estante
Ela ficou com preguiça de dar um final bom a história :(


Gabriel 17/09/2014minha estante
não, ela simplesmente é uma péssima escritora!


Eleonilia 28/12/2014minha estante
Concordo Gabriel, ela é uma péssima escritora!


fabiana.dasilvapaulino 11/01/2015minha estante
Creio que o final poderia ter sido melhor sem a morte dela, pois o significado de altruísmo vejo que já tinha alcançado a percepção dela, e o que ela fez no final do divergente em decorrer do insurgente e no convergente todos são atos de altruísmo, e aquela historia dela querer viver , querer viver , outra coisa que não entendo como algo guardado aparentemente na prateleira pega(sora da memoria) e abre e alcança o complexo inteiro???? e arma dela ter simplismente desaparecido em pleno combate e correria com os guardas quem faz isso ???? mata uriah tbm desnecessário, creio que o final poderia ter sido melhor e ter agradado mais os fãs , pois pelo que li em varios cometários de outros sites n tem muita gente satisfeitas com o final n.. espero que o filme seja melhor e que tenha um final surpreendente e diferente do livro....


Marcos 12/01/2015minha estante
Concordo completamente!
Na verdade, a autora exagerou no significado de "altruísmo". Por quê? Porque aquilo não foi um sacrifício, foi suicídio! Tris foi treinada para matar, matou vários profissionais e, acima de tudo, enfrentou um impressionante soro da morte no final. Se ela morresse na exposição ao soro, seria um sacrifício; mas não. A menina morre baleada por um idiota numa CADEIRA DE RODAS. Aí vem todo o melodrama patético finalizando a história, e o mundo não mudou em nada pela morte dela.
Veronica Roth acabou perdendo o significado de altruísmo, pois ao perder a vida, Tris não alterou qualquer coisa, apenas acabou machucando aqueles que eram seus amigos - e os leitores, é claro.


Gisela 02/02/2015minha estante
Excelente comentário!!!!!


thefoggylight 04/03/2015minha estante
Concordo. A história poderia ter sido explorada de uma maneira que faria com que o livro fosse bom (mesmo eu não tendo gostado nem um pouco do fim das facções e, principalmente, da morte da Tris). Achei a morte da Tris desnecessária, bem como a morte da Tori e do Uriah, mas claro, Veronica queria ser "original" apesar de tudo, deixando de lado até mesmo a coerência, a lógica e o bom senso. TOMARA QUE MUDEM O FINAL NO FILME. Ou pelo menos que façam dois finais, e um deles seja um "alternativo", nos extras do DVD, com a Tris e o Tobias juntos, felizes - fiz até uma petição! (agradeceria muito se assinassem e divulgassem) https://www.change.org/p/two-different-endings-in-allegiant-movie


adenilza.rodrigues.5 05/03/2015minha estante
Cocordo com voce Gabriel. Me decepcionei com o final.




spoiler visualizar
Claudinei Menez 03/04/2014minha estante
BRAVO BRAVO!!! que resenha bonita. Não tema meu amigo, ninguém irá te criticar, pois como pode ver muita gente detestou a série, e reze muito para que o filme tenha uma péssima bilheteria pra ficar engavetado. Eu não li o livro, mas li os spoilers da wikipedia e alguns trechos do livro, e foi o suficiente pra odiá-lo. Na boa cara, mulher é mais ambiciosa que os homens, foi o que tu disse "ja ia ficar rica mesmo né ae escreve um final de qual quer jeito" por isso eu sou um machista de coração. Tem mais, e se ela fosse brasileira e escrevesse e publicasse o livro aqui, será mesmo que teria o mesmo sucesso? Claro que não, os EUA tem aquele jornal chamado New York Times que faz qualquer jogada de markete cretina.
Portando não tenha dó de falar o final pra alguém, é só falar como foi que assim que todo mundo saber, ninguém vai querer saber de gastar dinheiro com cinema, DVD, e livro, pra ver aquele desfecho babaca.
EXPERIMENTE!!


Lucas 08/04/2014minha estante
Claudinei eu gostei da serie , odiei foi o ultimo livro


Mirian 02/05/2014minha estante
Você disse tudo que eu pensei. Quando me disseram que Divergente seria uma distopia parecida com a de Jogos Vorazes, li o primeiro livro com um pé atrás, porém, assim que iniciei a leitura achei o livro fantástico, bem escrito e com bastante ação,me prendeu do começo ao fim. Me deram um Spoler de que a Tris iria morrer, me decepcionei a partir daí, acho que já comecei a ler o livro sem vontade. O inicio foi muito rápido. A morte do Edward foi meio tosca, a de Tori mais ainda, parece que a Autora queria mesmo que nós ficássemos com raiva dela, pra que deixar o Irmão da Tori viva e matar ela horas antes? A morte de Tris foi horrível, se fosse pra ela morrer sem motivos assim poderia então ela morrer com o soro da morte. Pra que o tiro? Sem contar que nem isso a autora explicou, por que somente ela era tão resistente? Até os nascidos puros fora do experimento não tinham imunidade quanto aos soros. Sem contar que as levantes nem foram postas em pratica. A morte do Uriah tbm foi muito chata e pra que deixar ele em coma o livro inteiro? Tudo muito chato, me decepcionou mto, não foi nada parecido com os livros anteriores, terminei a trilogia com uma decepção infinita


Lucas 04/05/2014minha estante
que bom que concordou comigo Miriam , em fim decepção msm esse ultimo volume


Laís 26/05/2014minha estante
Parabéns pela resenha! Descreveu tudo o que eu senti. Achei que eu era a estranha, porque todo mundo AMA essa série e eu enrosquei com ela desde o começo. Achei a história sem pé nem cabeça desde o primeiro livro, mas achei que ia melhorar. No segundo ficou pior, a Tris fazendo burrice atras de burrice e os outros tendo que consertar os erros dela. O final, sem comentários. Essa explicação para toda a história, os genes, os experimentos, essa coisa de se rebelar toda hora, contra tudo e todos, sério, achei horrível e sem criatividade. Só fiquei feliz com o final pela Tris ter morrido, porque, meu Deus, que personagem chata!


Erlane 17/07/2014minha estante
Concordo com o que você disse.
Achei a morte da Tris desnecessária e ficaram alguns furos na história. O último livro realmente estragou tudo.
Eu também tentei imaginar que o final foi diferente, acho que foi a opção que restou.


Carol 04/09/2014minha estante
Eu admito que divergente sempre será um dos meus livros favorito e talvez por eu ser tão apaixonada pela série que a morte da tris teve um impacto diferente sobre mim, ela n foi só um personagem qualquer foi minha amiga, e o Tobias n merecia isso, a veronica é uma ótima escritora de verdade, eu tb n amei a ideia de tudo ser uma mentira, mas tenho que considerar que ela foi extremamente criativa nos livros anteriores e apesar do final ser tão trágico a saga é e sempre será uma das minhas top 10


Milla Ribeiro 22/11/2014minha estante
Eu assisti ao filme e fiquei super curiosa sobre o restante, não é o tipo de livro que eu gosto de ler, mas a curiosidade foi maior, em 4 dias eu li os dois primeiros e AMEI, de chato só a traição de Caleb.
Comecei a ler convergente e minha paciência foi indo por água abaixo, pesquisei na net e descobri que a Tris ia morrer, como assim ? Continuei lendo pra ver até onde ia parar, ODEIO deixar o livro pela metade, mas está difícil, vim no skoob pra ver se tinha alguém que pensava igual a mim e me deparei com sua resenha.
Ainda não terminei o livro, estou na parte que Tobias foi preso depois da invasão, mas está MUITO difícil.
Estava comentando com minha mãe sobre a Verônica parecer perdidinha da Silva, parece que escreveu por escrever sem nem saber o que estava fazendo.
Vou ler até o fim para ter uma opinião completa, espero que não me decepcione muito, mas pelo que diz na sua resenha é só isso mesmo.


thefoggylight 04/03/2015minha estante
Não gostei da ideia de não haver facções, de que Chicago era um experimento, e da morte da Tris. Muitas coisas não foram explicadas, e continuamos com uma dúvida que eu tenho desde Divergente, que aumentou em Insurgente, e durante Convergente eu ansiava por resposta: por que a Tris é tão resistente? por que aptidão para 3 facções e não só 2, como os outros divergentes?

Veronica perdeu toda a sua habilidade de escrita. Divergente foi perfeito. Insurgente foi bonzinho, mas tenho minhas críticas. Porém, nada relevante, então o livro não foi uma decepção. Só podia ter tido um pouquinho mais, mas foi bom. Só que Convergente foi terrivelmente decepcionante. Chego a estar irritada do modo como a série acabou. Um final tão mesquinho, uma escrita tão pobre, uma "explicação" tão insuficiente (divergente é quem tem gene puro, etc). Questões sem respostas (por que Tris é tão resistente?; por que Tobias tem algumas características de divergente mas não é?; entre outros), reconciliação de Tobias e Evelyn foi forçada, o livro foi confuso - o que prova mais uma vez que a escrita foi horrível...

Mudaram muitas coisas no filme de Insurgente, isso é óbvio só vendo o trailer... espero que essas mudanças tenham feito de Insurgente uma experiência melhor (pois achei que faltou algumas coisinhas), e espero que essas mudanças levem a um final diferente em Convergente - e que eles mudem muitas outras coisas além do final!

Acho difícil mudarem o final, mas pelo menos um alternativo nos extras do DVD tem que ter! Peço que, por favor, assinem e divulguem minha petição: https://www.change.org/p/two-different-endings-in-allegiant-movie


Beatriz Lira 12/07/2015minha estante
minha opinião é que a melhor frase da sua resenha foi: "o pior final de uma saga que já existiu , consegue ser pior até que a esperança". Pensei que ninguém mais compartilhasse do meu desgosto! :)




Bruh 25/10/2013

Para fechar a trilogia "Divergente", Veronica Roth trouxe algumas mudanças bastante claras em "Allegiant" (no Brasil, "Convergente). Temos a adição de um novo POV, o de Tobias, e o ritmo desse terceiro livro é diferente dos dois anteriores. Como tinha gostado muito dos dois primeiros, principalmente pelo ritmo acelerado, essa mudança foi um pouco incômoda no começo.
"Insurgente" termina com uma grande revelação que proporcionou o aparecimento de diversas teorias sobre aquilo que se encontra "além da cerca". Grande parte do livro é dedicada a explicar o que existe no restante do mundo, como os EUA chegaram até a situação apresentada nos livros e a real intenção do experimento realizado em Chicago.
Veronica Roth consegue explicar tudo, fechar as pontas soltas e dar um final aos personagens.
O POV de Tobias foi, para mim, a parte mais decepcionante do livro. A transição entre ele e Tris não ficou clara, em alguns momentos era necessário me esforçar para lembrar qual dos dois estava narrando. Creio que a voz de Tobias precisaria ser mais definida para que funcionasse no livro.
"Allegiant", apesar dos problemas, apresenta um fechamento satisfatório e condizente para a série. Não vou dizer que fiquei feliz com o final, não creio que ninguém vá ficar feliz nem que essa seja a intenção, mas ele é crível e faz muito sentido.
Camila 30/10/2013minha estante
ja tem o livro traduzido para ler?


Jess 02/11/2013minha estante
OMG fiquei com medo do que você disse sobre que ninguém vai ficar feliz com o final... Não me diga que Tobias e Tris não vão ficar juntos O.o ou que a Veronica vai matar mais 10000 de personagens que eu gosto O.o


Lucas 03/12/2013minha estante
ela disse bem claro "NÃO creio que ninguém vá ficar feliz" ou seja, não é todo mundo que vai se decepcionar, leiam antes de comentarem :)


Letícia Rodrigues 11/03/2014minha estante
Adorei os livros, curiosa pra ler o ultimo livro, ainda mais agora depois de ler sua resenha...


gaabdias 17/03/2014minha estante
Realmente acho dificil alguém ficar feliz com esse final :(


Vivian Caroline 18/03/2014minha estante
Também gostei muito de Divergente, mas em Insurgente já percebi como poderia ser o final da trilogia e mesmo assim não acreditei quando eu cheguei nas últimas páginas de Convergente, mesmo que seja uma conclusão que faz sentido, tinha margem para ser diferente.


Diana 13/04/2014minha estante
Eu também tive bastante dificuldade de gostar do livro na primeira metade, mas estou em estado de choque com o final. Li as últimas páginas na esperança que fosse uma mentira, uma ilusão, qualquer coisa. A conclusão é crível e Veronica Roth se mostrou corajosa para fazê-la daquele jeito. Fiquei confusa se acho um livro decepcionante pela forma como foi escrito ou genial por um final tão audacioso.




Anna 07/04/2014

Decepcionante.
Divergente é uma das séries mais bem sucedidas da atualidade. Disso ninguém pode discordar.
Com o final chocante e rápido de Insurgente, minhas expectativas para o último volume da saga, Convergente, foram às alturas. Eu esperava de tudo. Passei meses imaginando o que diabos havia depois da cerca, o que levou a sociedade a criar o experimento em Chicago e os motivos.
Mas o que eu li passou longe de tudo o que eu imaginava. E a minha decepção foi ENORME.
A sensação que tive ao ler o livro foi de que Verônica Roth se perdeu na própria história. O livro tinha tudo para ser fantástico. Os argumentos não convencem. Os personagens perdem a personalidade. A matança é desnecessária, e, não, eu não digo isso só porque um dos meus personagens favoritos morreu. Eu digo isso porque é realmente desnecessário tanto sangue derramado.
A narrativa é monótona, diferente da que recebemos nos dois volumes anteriores. Passa-se quase que em um lugar só. Outra coisa que senti muita falta na história foi à abordagem de como o mundo fora de Chicago estava. Durante todas as quinhentas páginas, ficamos presos em uma ladainha cansativa que, em minha opinião, poderia ter sido preenchida com coisas muito mais importantes e dinâmicas. O que aconteceu com os Estados Unidos? O que aconteceu com os outros países? O que aconteceu com o mundo, afinal?
A narrativa intercalada entre Tobias e Tris também não funcionou. Foram incontáveis às vezes em que eu me perdia, sem saber quem estava narrando. Não há uma forma de diferenciar os dois. E é aí que você percebe que o motivo para Verônica ter colocado a narração de Tobias na história foi somente uma: a morte de Tris.
#!@%$!!!!!!
SÉRIO. QUE. MORTE. DESNECESSÁRIA.
Os motivos que levam Tris para a morte simplesmente NÃO CONVENCEM.
Eu terminei o livro com a sensação de que Roth tentou dar um final épico para a saga, e no lugar disso conseguiu estragar uma história que poderia SIM ter sido épica, mas se tivesse sido mais bem trabalhada e desenvolvida.
Não vejo isso aqui como uma resenha, e sim como um desabafo de uma pessoa indignada que sequer tinha a saga como favorita. Se eu que li por puro desespero de saber o que iria acontecer , me senti indignada com a história, imagino o que um fã tenha sentido.
Para quem ainda vai ler o livro, já logo digo que sua reação será de duas, uma: ou você irá amar ou irá odiar. Porque, no fundo, a impressão que dá é a de que, Convergente, é um livro sem meios termos.
Gabi Braun 02/06/2014minha estante
Concordo com tudo o que você disse. Também me perdia entre narrativas Tris/Tobias. Quando via, já tinha lido uma página e tinha que voltar pro começo do capítulo, focar bem quem estava narrando e continuar.
Chorei horrores por causa da morte de Tris. Achei sem sentido, ainda mais por ela se sacrificar pelo irmão, e não ter sido morta pelo soro, e sim por um tiro. Porque ela era tão imune afinal?
E o Quatro, tão forte e firme, com tanto caráter, ficava só se remoendo por não ser geneticamente puro, caindo naquele plano obviamente furado e não explicado da Nita... Odiei. Prefiro imaginar um final alternativo.
A saga tinha tudo para ser fantástica, mas no fim foi como se ela simplesmente não soubesse descrever o próprio universo que ela criou, nem preencher as lacunas e simplesmente escreveu um final aos trancos e barrancos.


Ana Paula 25/07/2014minha estante
"Por que ela era tão imune afinal?" Foi a minha principal pergunta. E não foi respondida. Como assim?
E o Quatro parecia uma criancinha de 5 anos, ai quando eu acho que ele pode ser melhor, se não fosse a Christina, tava morto também. Nossa, que corajoso você, Quatro.
Veronica não só cagou com a série quanto me fez perder todo o amor que eu sentia pelo Tobias :/


Cris Dornelas 26/07/2014minha estante
A trama toda podia ser épica. Fui a unica que sentiu que tudo não teve alma? Sabe quando você pega um livro e lê e fica pirado, adora tudo, casa com o livro, abraça, ama, mozim da mamãe e etc? Esse não convenceu. Nem do primeiro, nem do segundo e esse terceiro é....nossa...
Fãs, dó de vocês =/


Marcos 12/01/2015minha estante
Concordo. Tento até encontrar razões para esse buraco no meio da história. Talvez a autora tenha levado um "pé na bunda" e decidiu descontar nos fãs, sei lá. Mas a série estava super esquematizada, sem nenhum furo. É como se o último livro fosse feito apenas para confundir o leitor. E é óbvio que ela decidiu matar a Tris de uma hora para outra, porque, senão, ela teria narrado em Terceira Pessoa desde o começo da estória.
Além disso, sinceramente, acredito que ela esteja errada, o mundo realmente é um caos, mas aqueles que sofrem merecem sonhos e utopias. Nem tudo é sofrimento!! Eu tive a impressão de ler uma ficção criada por um paciente de depressão. O livro inteiro é formado por brigas e dramas; a última gota de esperança é perfurada por uma bala - atirada por um cadeirante. E não sou contra a morte de protagonistas, até porque, na maioria das vezes, elas têm algum sentido forte na trama. Dessa vez, não, dessa vez eu senti que não foi um idiota que matou a protagonista, mas a própria autora.


Anna 17/01/2015minha estante
Marcos, a pergunta que fica é a seguinte: qual o sentido da morte se a Tris era tão imune a todos os soros? Sobreviveu a TUDO para ser morta com um tiro no final? É sem sentido, é ruim, é péssimo! Fez a história perder todo o sentido, abriu buracos em uma história que poderia ter sido épica.
E foi o que você disse. Se desde o começo ela tivesse pensado na morte da Tris, teria escrito em terceira pessoa.
E não foi só a morte da Tris que foi desnecessária. Parece que hoje em dia, para uma saga fazer sucesso, metade dos personagens precisam morrer. E não é assim! A morte do personagem precisa ser necessária, precisa ter motivos condizentes com a história. E em Convergente não foi o que aconteceu.
Li o livro há vários meses, mas ainda sinto uma puta indignação. E das fortes.


thefoggylight 04/03/2015minha estante
Concordo com exatamente tudo o que você disse. Não poderia ter dito melhor. Ainda tenho esperanças que mudem o final no filme, ou que façam como eu propus nessa minha petição: https://www.change.org/p/two-different-endings-in-allegiant-movie


Sofia 31/07/2015minha estante
Acho que você poderia ter marcado a opção "spoiler" ;)




Carolina 02/04/2014

Prêmio de pior final possível.
Um prêmio para quem conseguir escrever um final pior que Verônica Roth para a Saga Divergente! Sério.. tinha adorado a saga, mas o final foi de longe um dos piores que eu já li. Definitivamente não recomendo.
Falando a verdade, o 3º livro, antes mesmo do final trágico, já era bem inferior aos 2 primeiros.. mas ao se aproximar do fim, achei que poderia terminar bem.. infelizmente não foi o que aconteceu.
Lucas 02/04/2014minha estante
concordo , foi tudo horrível , livro parado explicações medíocres e final sem emoção


Gabriel 04/05/2014minha estante
muito bom saber que ainda existem pessoas sensatas que leram este livro [se é que pode ser chamado de livro]


Cris Dornelas 26/07/2014minha estante
O primeiro pra mim foi uma imitação de Jogos Vorazes (e que digam o que quiserem, foi o sentimento que me passou e pronto.)
O segundo passei uma raiva dos infernos pra ler. Foi irritante.
O terceiro? Broxou tudo. Adorei a morte que teve, de tanta raiva que os livros me passaram. Sério, não é o pior final, mas o troço todo foi péssimo de ler.
Fico imaginando que é fã. Deve ter ficado mega decepcionado mesmo =/


thefoggylight 04/03/2015minha estante
Tomara que eles vejam a minha petição e decidam fazer o que eu proponho: https://www.change.org/p/two-different-endings-in-allegiant-movie (ou melhor ainda: que mudem o final xD)




Driele 02/12/2013

Sofra com esse final!
É óbvio que você não pode dizer que a trilogia não presta, porque ela é incrível! Amei o ritmo e ela tem um ótimo enredo com diversas reviravoltas do tipo que você para e respira devagar estagnada demais!
É óbvio que as lições e conceitos filosóficos são bons e bem construídos.
Mas...
Nem George R. R. Martin conseguiu matar personagens tão carismáticos, a ponto de me fazer sofrer tanto quanto a Veronica fez... Poxa... Triste mesmo...
Fiquei tão triste e com raiva que cheguei a pensar: "Bem que essa autora podia 'se sacrificar também...'"

Sabe quando a vida é trágica demais, aí vem alguém e escreve um livro só para mostrar que a vida é trágica demais? Pois é! É esse livro.

Isso nem pode ser considerada uma resenha, porém eu tinha que dizer isso! (`^` )
Valeria 10/12/2013minha estante
Acho que me sinto igual... do mesmo jeito trágico...




Patricia 16/02/2014

Trilogia Divergente
Primeiramente, quero dizer que não vou focar na história em si (mortes, personagens, final, etc.), mas esse texto pode conter algumas informações reveladoras que são necessárias para o entendimento da minha percepção sobre a história.

Assim que comecei ler Divergente, confesso que não achei nada demais na distopia; nada contra, nada a favor. Inclusive, tive a impressão de que a distopia não era bem fundamentada, mas continuei a ler pelo fato de que a leitura decorre de forma gostosa e nem um pouco cansativa, de modo que te prende e, quando você se dá conta, o livro acabou. Então continuei a ler a saga. Em Insurgente, continuei com a mesma impressão até ler aquele final épico. Quando descobrimos a real intenção da distopia de Veronica, nos damos conta que é algo genial e que, de certo modo, nada tão “fora da realidade”, afinal, a violência é algo tão crescente que não faz a distopia ser fantasiosa.

A partir desse fato, obtemos um real entendimento da distopia. A violência torna-se algo tão incontrolável que o governo decide reeducar as mentes através de uma lavagem cerebral, implantando falsas memórias e criando cidades-experimento (no terceiro livro, descobrimos que existem várias sociedades isoladas com o mesmo propósito). Em Chicago, especificamente, os moradores devem escolher uma virtude, a qual acreditam ser a mais importante e dedicar suas vidas à ela (facção antes do sangue), o que é a intenção final do sistema de facções. Neste ponto é interessante tentar entender o porquê da separação da família. Na sociedade atual, a função de ensinar essas virtudes compete justamente à família. Levando em consideração que o mundo se tornou um caos, entende-se que a família não conseguiu exercer seu papel, sendo assim, podemos chegar a conclusão de que o governo apresentado na distopia considera a família um sistema fracassado, fraco e incapaz. Também é interessante nesse ponto ver como isso refletiu nesse sistema de facções. Ao longo dos livros, vemos que Caleb fez muitas coisas consideradas rudes, insensíveis e traiçoeiras contra a própria família; mas no ponto de vista de quem criou o sistema, ele estava agindo certo (facção antes do sangue). A Tris tenta a todo momento resgatar os laços familiares com seu irmão, mas ele não é capaz de entender porque ela age daquela maneira, o porquê ela age contra o sistema. Mas nós sabemos o motivo: Tris é divergente.

Os Divergentes são, em um primeiro momento, pessoas que conseguem exercer várias virtudes ao mesmo tempo. No terceiro livro, descobrimos que quando as pessoas são “dotadas” para mais de uma virtude, significa que são geneticamente puras, ou seja, os pesquisadores que criaram as cidades-experimento acreditam que a causa da violência descontrolada da humanidade dá-se em função de genes deficientes.

A trilogia de Veronica é, ao mesmo tempo, utópica e distópica. Utópica porque a sociedade criada foi implantada em uma cidade isolada do mundo para fazer com que os humanos reaprendessem a viver pacificamente. Distópica porque podemos observar que a violência conseguiu nascer até mesmo nessa sociedade isolada com cidadãos que nada sabiam sobre ela e dedicavam suas vidas a exercer os valores de suas facções (o que provavelmente aconteceu para mostrar como laços afetivos também são importantes na formação de uma pessoa, e de nada adianta fazê-la focar em algo que traria benefícios a todos se ela torna-se desprovida de sentimentos). Assim, paira em nossas mentes um questionamento: os humanos criam a violência ao longo da vida ou já nascem com ela?

Desde os primórdios, quando os primeiros grupos de humanos foram se formando, existiam conflitos. Como em qualquer grupo do reino animal. Mesmo tendo conseguido alcançar a plenitude da consciência, os humanos continuam sendo animais e cultivam seu lado irracional a espreita, só esperando o momento certo para passar por cima da mente racional. É um traço que a evolução nos deixou para que nos lembremos de nossas origens. É algo que a manipulação genética jamais conseguirá apagar.
César 05/03/2014minha estante
EXCELENTE.


_regi_ 21/03/2014minha estante
Isso. Exatamente isso. Ótima resenha.




sonia 10/04/2014

porque escrever uma trilogia?
Muitas trilogias pecam por não serem realmente trilogias - 3 assuntos, 3 gerações, 3 histórias, ou 3 qualquer outra coisa que estão interligadas e no entanto podem existir independentemente, ganhando sentido quando conectadas

Em muitos casos, o primeiro livro de uma trilogia é brilhante - interessante, forte, cativante - o segundo uma ponte para o final e o terceiro uma clara enrolação, um capítulo final perfeito e concise que foi esticado para virar livro, e no processo ficou destruído.

É o que acontece, em minha opinião, com esta trilogia que não é trilogia - o segundo livro poderia ser resumido a uns poucos capítulos e o terceiro a um único, bem elaborado, conciso e mais lógico.

O romance entre os personagens principais enfraquece e fica cada vez mais bobo no desenrolar do livro, e o final, depois de um começo tão bom, decepciona, para dizer o mínimo.
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César L. Gomes 30/03/2014

Prometia demais, no entanto acabou se perdendo no meio do caminho ...
Existem finais épicos de livros que lhe marcam, lhe deixam sem ar e um gostinho de quero mais (As peças Infernais, Hex Hall e Percy Jackson são bons exemplos). E, existem finais que lhe deixam a sensação que foi uma tremenda perca de tempo, dinheiro e papel você ler aquele livro. Nessa segunda categoria infelizmente (ou felizmente) eu tenho que colocar como exemplo o mais recente lançamento da editora Rocco: Covergente (Allegiant no inglês). O terceiro e último livro da trilogia Divergente e que fecha a saga literária protagonizada pela heroína Tris Prior, escrita pela autora americana Veronica Roth.

() Uma mentira por omissão continua sendo uma mentira.

Para aqueles que ainda não estão familiarizados com a história abordada na trilogia, a saga conta a história de uma Chicago futurística, onde a sua população é segregada em cinco facções: Abnegação, Audácia, Erudição, Amizade e Franqueza. Após os tórridos acontecimentos do livro anterior (Insurgente), que inclui uma revelação um pouco surpreendente sobre a verdadeira condição de todos os habitantes da cidade. Motivado pelos recentes acontecimentos, e outros fatores, Tris, Tobias e uma parcela das Facções Abnegação e Audácia, devem tomar a decisão de atravessar a cerca que delimita os arredores da cidade e descobrir que tipo de mundo existe depois dela e o tipo de pessoas que está por trás do experimento de Chicago.

É a Abnegação dentro de você diz Amah. Faz com que você odeie este lugar. Dá para notar.

Há muitas coisas dentro de mim.

É algo que notei em Quatro também. A Abnegação produz pessoas muito sérias. Pessoas que automaticamente enxergam coisas como necessidade diz ele. Percebi que, quando as pessoas mudam para a Audácia, alguns perfis comuns surgem. Pessoas da Erudição que vão para a Audácia se tornam cruéis e brutais. Pessoas da Franqueza que vão para a Audácia costumam se tornar viciados em adrenalina, exaltados que gostam de arrumar briga. E pessoas da Abnegação que vão para a Audácia se tornam Não sei, acho que soldados. Revolucionários.


Eu sou meio suspeito na verdade sou bastante suspeito mesmo para falar desse livro e do final polemico que ele trouxe à trilogia. Não pelo fato de ser fã, pelo contrario. A trilogia em questão desde inicio não conseguiu a minha simpatia. O enredo, os personagens e as próprias relações construídas ao longo da narrativa criada por Roth sempre me incomodaram. Creio que o livro Convergente pode ser considerado o ápice deste incomodo. Mas como se deu esse fato? Marcado inicialmente para ser lançado em meados do mês de novembro do ano passado, quando subitamente alguns fãs (em sua maioria aqueles que optaram por comprar a versão digital do livro) recebem antecipadamente seus respectivos exemplares (seja em livro físico ou digital). O que aconteceu? Soltaram um spoiller do final. Mas não foi qualquer spoiler Foi O Spoiler.

Pouco tempo depois, para ser mais exato, no inicio desse mês, tive a oportunidade de finalmente ler o livro e entender (ou pelo menos tentar) toda essa controvérsia gerada pelo final da trilogia. Quando finalmente acabei, percebi que situação provocada pelo frenesi não se comparava com o verdadeiro problema em questão que passou um pouco despercebido na mente de alguns leitores: o próprio enredo do livro.

Senti ao longo da leitura aquela estranha sensação sempre presente na narrativa de Roth. Como se a autora estive perdida no próprio enredo e no mundo construído por ela. Como bons leitores sempre estamos esperando por algumas situações que nos incomodam durante a apreciação de um determinado livro sejam superadas (ou pelo menos amenizados) nos volumes futuros. Algo que em Convergente não ocorre, parece até que se agravou mais. Para inicio de conversa o livro é narrado em primeira pessoa. Todavia, ao contrario das obras antecessoras a narrativa de Convergente é dividida entre as perspectivas dos protagonistas (Tris e Tobias). Particularmente, quando eu soube desse fato o meu sexto sentido foi logo me alertando que isso não iria dar certo. E de fato não deu. Quer destruir a imagem que publico tem de um determinado personagem?? Faça que ele se torne um narrador do livro.

O caso é que já foi comprovado que nem todos os livros publicados em primeira pessoa fluem como deveriam. Na questão de Convergente o problema foi que Veronica Roth conseguiu varrer todo aquele estereótipo de protagonista masculino forte, determinado, centrado e corajoso comuns nessa categoria de personagens. E nos revelar um individuo mimado, birrento, com uma alta necessidade de provar para ele e para outros a sua volta que ele não é um defeituoso (Cof cof Spoiler Cof Cof). Além de que muitas vezes dava uma estranha confusão em saber quem estava narrando o que. Apesar de estar evidente quem estaria narrando no momento, na própria escrita da autora não ocorre esse tipo de ruptura, dando a impressão que os personagens são à mesma pessoa. Ainda defendo a hipótese que se o livro tivesse sido escrito em terceira pessoa, e não se centralizasse demais no relacionamento de Tris e Four, minhas expeditivas com o livro teriam sido um pouco diferentes.

Outro fator foi à estranha sensação que autora estava escrevendo uma nova história e não informou esse pequeno detalhe aos leitores. Não estou sendo chato (na verdade um pouco), mas é a pura verdade. Dá uma ligeira impressão que ela esqueceu todos os confrontos, as lutas e as batalhas que ocorreram anteriormente na história e jogou os personagens dentro de um mundo paralelo, conservando apenas os seus nomes. Mais um elemento que também me incomodou bastante na leitura foi o fato que nenhum momento a autora explica o porquê dos Divergentes serem tão importantes para o experimento de Chicago. Ela até lança um pouco a certa provocação, justificando a separação de facções usando uma teoria muito complicada de genética (oi????) que apesar de parecer está cientificamente pautada no fim acaba não convencendo muito ninguém.

O romance presente entre os protagonistas não tem muito do que falar, já que continua a mesma coisa: sem sal, sem açúcar, sem animo. Na verdade eu sempre achei o romance meio forçado. Além de que sempre achei ridículo as crises de ciúmes e as briguinhas, na maioria das vezes por motivos fúteis entre eles. E o final?? Que final foi aquele?? Não foi bom foi péssimo. Antes da leitura já tinha visto algumas resenhas elogiando a autora pelo final. Dizendo que ela foi inteligente, que o fechamento que ela tinha dado a história tinha sido épico. Sinceramente, não consegui visualizar essa inteligência toda não. Vejo apenas uma autora que queria causar e para isso ela utilizou do artifício da ação e da matança, que a meu ver são as únicas coisas que realmente seguram alguém durante toda a leitura.

Relativo à estética do livro não tem muito do que se reclamar. A Rocco, grupo editorial que comprou os direitos de publicação da trilogia em terras brasileiras, optou por preservar a capa original e só alterou o titulo do livro. Para quem não sabe o termo em inglês Allegiant não possui uma tradução exata para o português, por isso teve que se adaptado. Tanto a tradução, diagramação e a revisão estão muito boas. Na verdade só encontrei um errinho só, porém nada muito importante ou que vá atrapalhar bruscamente a leitura.

Em suma, repleto de muitas conspirações, ação, sangue e polemica, o livro Convergente de Veronica Roth provavelmente entrou para a história literária na categoria das obras de ficção cientifica com uns dos finais mais controversos de todos os tempos e com um poder avassalador de até mesmo dividir os fãs da trilogia. Se eu recomendo? A trilogia não funcionou comigo. Por isso ela conseguiu a proeza de entrar nos halls dos livros que nunca mais lerei em minha breve vida. No entanto, se você gosta de ação e curte livros de literatura distópica e com uma leve pitada de romance, creio que A trilogia em questão vai lhe agradar e muito. Vale ressaltar que devido ao sucesso da adaptação cinematografia baseada no primeiro livro da trilogia, as futuras adaptações das sequências da trilogia já estão previstas para 2015 (Insurgente) e 2016 (Convergente) respectivamente.

Resenha originalmente publicada em:

site: http://www.perdidoempalavras.com/resenha-convergente-divergente-3-veronica-roth/
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Kenia 03/01/2014

No final de Insurgente, uma grande revelação foi feita. Um vídeo de Edith Prior revelou que tem um mundo lá fora. Mas Evelyn Eaton não se importa. A líder dos Sem-Facção se tornou líder de toda a cidade. Usando de seu autoritarismo, controla toda a cidade, impôs um toque de recolher, além de punição a qualquer um que tente agir como sua antiga facção, já que a ideia fixa da mulher é acabar com todas as facções.
Em meio a esse novo sistema, Tris deve ser julgada por sua traição juntamente com seus amigos, enquanto Tobias precisa fingir que terminou o relacionamento com ela.

"Eu me apaixonei por ele. Mas não estou com ele como se não houvesse outro disponível para mim. Fico com ele por escolha, cada dia que eu acordo, cada dia que nós lutamos ou mentimos um para o outro e desapontamos um ao outro. Eu escolho ele uma e outra vez, e ele me escolhe."

Algumas pessoas não aceitam esse novo sistema e acreditam que um grupo de pessoas deve ir lá fora e tomar conhecimento do que está acontecendo. Esse grupo de rebeldes se chamam Allegiant (Convergente) e claro, Tris é convocada para explorar esse mundo.
Tris, Tobias, Tori, Uriah, Cara, Christina vão ao encontro do desconhecido, já que o vídeo de Edith Prior não explicava muita coisa, além de não terem a menor ideia de quando aquele vídeo fora gravado. Quando eles conseguem chegar a esse "mundo", eles percebem que a verdade não era bem o que eles esperavam. O mundo em que vivem não é o mundo que eles conhecem. Os problemas são mais assustadores e mais uma vez eles devem lutar, pela paz que eles tanto almejam, pelas pessoas que eles amam, por eles mesmos. Pela vida.
Tris, Tobias, Christina, Uriah, Cara, Peter, Caleb. Eles devem lutar. Mesmo que essa luta represente perder alguns em meio a batalha.

"Suponho que um fogo que queima tão brilhante não é feito para durar."

Gostei bastante da conclusão, a escritora desenvolveu essa trama de forma sensacional. Esse último livro, narrado por Tris e Tobias, foi mais dinâmico ao meu ver. Gosto muito do Quatro, e ver a história a seu ponto de vista, foi excelente. Mesmo depois dele ter feito muita besteira nesse último livro. Nos outros a impulsiva sempre foi a Tris, nesse ele se superou.
Não importa a quantidade de spoilers que você já deve ter lido por aí, nada substitui a emoção de ler e acompanhar cada momento, seja pra ficar com raiva da autora, seja pra buscar entender o sistema e o porque de muita coisa.
Esse livro ensina o que é lealdade, perdão, amor e altruísmo.

"Uma escolha decide quem são seus amigos.
Uma escolha define suas crenças.
Uma escolha determina sua lealdade... Para sempre.
Uma escolha pode te transformar." Divergente


"Uma escolha se torna um sacrifício.
Uma escolha se torna uma perda.
Uma escolha se torna um fardo.
Uma escolha se torna uma batalha.
Uma escolha pode te destruir." Insurgente
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Mafi 21/11/2013

Se gostei? Sim e Não.
Não porque a autora arrancou-me o coração e não quis saber dos fãs. =(
Sim porque todo o livro faz sentido, como a autora explica lá no seu blog e para os leitores mais atentos o que acontece sempre foi nos dado em várias pistas ao longo de toda a trilogia. Mas como eu estava mais interessada em observar o Four pouco liguei ao que foi dito de sacrificarmos-nos pelos os outros. Sim notei que a autora estava sempre a bater na mesma tecla, principalmente no 2º livro mas NUNCA PENSEI que fosse tão corajosa em realmente ir com a ideia para a frente!


Eu já tinha percebido o paralelismo que há na estória, acho que qualquer um percebe a comparação que há em volta da Tris e de outras personagens. Principalmente nesta trilogia apela-se ao máximo ao sacrifício e à união. E é isto que vamos acompanhando desde os primeiros momentos de Divergente. O dar tudo de nós pelos outros foi sempre algo constante na narrativa da trilogia e não poderia ser diferente, onde tudo culmina, no derradeiro livro, Allegiant. Se gostei deste twist? Volto a dizer que não, e por isso mesmo se chama twist pois era algo que ninguém estava à espera (a maioria pelo menos). Tal como milhares de fãs eu ansiava pelo final-mais-que-feliz entre a Tris e o Four, mas a autora soube trocar as voltas e surpreender-me. Primeiro pela negativa, confesso. Fiquei chateada, aborrecida, zangada. E depois pela positiva quando compreendi a mensagem que a autora quis passar (já desde o primeiro livro e como a própria diz este sempre foi o fim o que mostra que sempre teve a estória planeada e pensada desde o início) e revi-me bastante nas escolhas e nas acções da Tris. Ela que sempre duvidava do seu eu, a qual facção pertencia, se uma ou outra, se ambas ou nenhuma, Tris revelou aqui que pertence àqueles que sacrificam tudo pela família, pelos que já passaram e pelos que continuam ainda por cá. "Um sacrifício por amor e não por culpa" citando a autora.

opinião completa no link abaixo

site: http://algodaodoceparaocerebro.blogspot.pt/2013/11/compilacoes-trilogia-divergente-de.html
Thais 17/01/2014minha estante
eu tbm me senti assim, queria o final feliz,
mas eu acho que pelo menos o final, aquela morte poderia ter acontecido de outro jeito, com eles juntos pelo menos, pra ter as ultimas palavras sei lá, e no cap. antes da pratica de tiro, antes de acontecer tudo que aconteceu, ela devia ter ido mais alem né .. nem pra ela dar uma apimentada no negocio.. pelo menos uma felicidade momentânea pra eles.


Vivian Caroline 18/03/2014minha estante
Em Divergente a Tris era uma pessoa e tudo mudou quando os pais dela morreram e foi aí comecei a perceber as tais "pistas" que nos indicam como seria o desfecho da trilogia.




Padronizado 14/04/2015

Resenha: Convergente - Veronica Roth
Convergente foi e ainda é um livro polêmico. Existe uma grande parcela de pessoas que detestam o final, isso se o número não chega a 50% (ou mais). Em minha opinião, o livro realmente é monótono e tudo o mais, mas não chega a ser tão detestável quanto muita gente parece achar.
Sei que ainda só li o primeiro livro de Maze Runner, Correr ou Morrer (e pretendo mudar isso logo!), *maze runner spoiler alert* mas acho que Roth seguiu um pouco pelo mesmo caminho no final de Insurgente, quando ela revela que existe uma outra cidade fora do que os personagens conhecem.
Conforme acredito que umas 90% das pessoas já saibam o final desse livro pelos inúmeros e inevitáveis spoilers, acho que isso também tenha trazido um grande descontentamento e desistência da parte de muitos.
Bom, a história tem um final triste, mas acho que provavelmente Roth fez tudo o que fez para manter o "realismo" quanto à humanidade dos personagens, como toda distopia deve ser feita: sentirmos dentro do mundo criado.
Resumindo, não é a melhor distopia de todas: como disse ontem na resenha de Insurgente, depois do primeiro livro, Roth tinha de tudo para criar uma grande obra, mas as continuações foram um pouco mal recebidas pelo público. Acho uma boa trilogia para distração e, para quem gosta de distopias (assim como eu!), acho que não custa nada ler.

site: http://blogpadronizado.blogspot.com/2015/04/resenha-convergente-veronica-roth.html
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spoiler visualizar
Talita 20/04/2014minha estante
Obs.: Desculpem não ser exatamente uma resenha, mas eu precisava me posicionar e por isso pra fora...


Eddy 21/04/2014minha estante
faço de suas palavras as minhas.
acabei de ler de manha cedo e estou com um no na garganta até agora. :(


Jenifer 22/04/2014minha estante
nossa você falou exatamente o que eu pensei. Ela quase morre em todos livros,mas de uma vez, sobrevive a mil coisas, e no fim. também acho que não era necessário esse final. Terminei de ler esse livro ontem, e continuo decepcionada e frustrada. Você não foi a unica que esperou um final feliz!


Vivian Caroline 22/04/2014minha estante
Acho que esse final deu uma sensação de que não se deve ter esperanças, que depois de tudo o que ela ganhou foi a morte, tá era a morte que ela queria, mas ainda assim. Achei muito injusto pro Quatro.


Talita 22/04/2014minha estante
Concordo Vivian, tipo: "Seja legal, faça tudo que você pode por todo o mundo, salve o povo, mas não tenha esperanças de se dar bem, muito menos tenha a ideia de se tornar especial por isso!" Pq no fim ela até ficou tida como "rebelde"! Tipo, WTF???


Jenifer 22/04/2014minha estante
É bom saber que eu não fui a única que se sentiu assim sobre esse livro. É bem injusto se for parar pensar que depois de tudo que ela fez, que eles passaram juntos, no final ele fica sozinho.


Lucas 02/05/2014minha estante
Concordo com tudo. E olha que eu sempre apoio finais fortes. Mas a minha decepção com Convergente começou já no início do livro com ela mudando tudo, passando grande parte do livro enchendo ele com respostas de coisas que ninguém perguntou, e ainda me vem esse final, completamente do nada. Dei 4 estrelas porque ainda é bom, e realmente, ela sabe escrever, nunca ficava entediado. Mas esse foi o pior livro da série e tinha tudo pra ser o melhor, já que era o último né..


Talita 03/05/2014minha estante
Verdade mesmo... tbm dei 4 estrelas pq é inegável que foi uma boa obra. Mas realmente não concordei com essa parte específica do final, pq de resto eu até achei legal, mas volto a dizer que esse papo de "Suponho que uma chama que arda de forma tão brilhante não foi feita para durar" não foi legal.


Gabi Braun 02/06/2014minha estante
Concordo com vocês. Onde está a esperança e a recompensa pelo sacrifício? Não que ele tenha que ser recompensado, mas no caso da Tris foi sem sentido. Ela não salvou quase ninguém, afinal quase todos os amigos dela morreram mesmo... E deixar o Quatro sozinho? Ela salvou o irmão traidor de um destino que ele havia aceitado, mas para isso acaba punindo o Quatro, na minha opinião. E para que? Apagar a memória do departamento? Havia outros modos de se revoltarem e resolverem a situação.




Yasmin 24/09/2014

Um fim que não esperava, que mudou os personagens e que ficou estranho de várias formas.

Ao contrário da maioria das pessoas nunca amei a trilogia criada por Veronica Roth e portanto não estava muito ansiosa para esse final. Para piorar a situação pouco tempo antes de o livro ser lançado ano passado fiquei sabendo sobre o final graças a um suposto vazamento. Não adiantou. Depois que soube do final da trilogia não conseguira me sentir curiosa em relação a esse fim. Foi ótimo a Rocco ter antecipado o lançamento, porque só assim conseguia encerrar o assunto. Conferindo o final com meus próprios olhos. 528 páginas depois posso dizer que foi diferente do que esperava, preferia um fim diferente, com mais consistência do que controvérsia.

Desde as revelações feitas no vídeo a sociedade está dividida. Evelyn está no comando, agindo com severidade contra todos os que se opõe ao fim das facções. Enquanto ela julga as pessoas que considera traidores um grupo de rebeldes que se intitulam Leiais cobram a volta das facções e à medida que a tensão entre os grupos aumenta a cidade se torna um lugar perigoso, onde um olhar pode levar a morte. Tris, Tobias e muitos outros pensam no que está do lado de fora da cerca. Nos motivos que levaram o povo a trancá-los na cidade. Quando os dois partem da cidade ao lado de Tori, Uriah, Christina e Cara não imaginam o que encontrarão do lado de fora. O que Tris e Tobias descobrem em um posto avançado há alguns quilômetros da cidade vai contra tudo o que eles esperavam. E em um conflito que já estava ficando perigosamente fatal um novo fator é inserido. Três lados em conflito, decisões difíceis, poder, traições e pessoas destruídas pelas escolhas alheias.

É a partir daí que a trama se desenvolve. Não posso falar muito da trama porque seria falta de educação para quem não leu e a resenha ficaria grande demais também. Antes de tudo gostaria de dizer que gostei muito dos dois primeiros e adoraria ter gostado desse também. Mas não foi o caso. Em minha opinião Veronica Roth errou em cada pequeno detalhe desse livro. Tris não amadurece nada nesse livro, tenta passar essa impressão, mas não passa. Tobias, de um cara forte, decidido e que enfrenta seus medos passou a um cara fraco, em constante batalha contra medos imaginários e que passa mais tempo amedrontado do que tudo.

Para piorar a situação diversas pontas da trama foram resolvidas de forma a simplificar o máximo possível o processo. Soro aqui, soro ali e soro no final. Uma história que simplifica sua resolução assim não termina do modo que terminou porque era para ser assim. Terminou da forma que terminou porque Roth quis mostrar que sua trilogia é mais madura do que outras e que as vezes a vida é triste e chocante. O que aconteceu no fim foi apenas para chocar. Se a autora estivesse realmente preocupada com redenção, maturidade e sacrifícios em favor do que amamos e achamos certo o que aconteceu teria sido com outro personagem. Um que realmente estava precisando mostrar que suas ações passadas foram erros e que ele iria até o fim para fazer o que é certo. O fim que Roth deu foi só para causar e desnecessário.

Leitura rápida, mas que a cada capítulo se mostra mais confusa e irrita bastante o leitor. Ora descrevendo demais alguns processos ora trazendo a mesma velha solução para os problemas. Além disso a autora introduziu algumas pontas na história que ficaram desamarradas e se mostraram inúteis. Não precisavam ter sido citadas. Sou a favor de mortes, mas quando elas casam com a trama, quando elas não são apenas para dizer que a trilogia é mais adulta e blablablá. A edição da (...)



site: http://www.cultivandoaleitura.com.br/2014/04/resenha-convergente.html
Karine Coelho 02/05/2014minha estante
Exatamente o que pensei! Perfeito.




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