Cidade dos Etéreos

Cidade dos Etéreos Ransom Riggs




Resenhas - Cidade Vazia


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mamamia 25/04/2016

Just F**king perfeito
Ok.
Respira.
Eu li o primeiro livro dessa maravilhosa trilogia a algum tempo e eu achei brilhante. os personagens. a história. AS IMAGENS
o segundo livro não decepcionou em nenhum aspecto
os elementos que eu amei no primeiro foram ainda mais explorados
e o romance que eu já achava meio bizarro ficou mais bizarro ainda
amei
recomendo que você compre e devore essa obra... obrigada pelo seu tempo
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Lucas 30/03/2016

ISSO NÃO É UM SIMPLES LIVRO. É UMA OBRA PRIMA.
ESSE LIVRO NÃO É UM SIMPLES LIVRO.

VAI TER SPOILER DO ANTERIOR E UM POUCO DESSE ENTÃO JA SABE NE NON

Nessa resenha vai ter minhas impressões, comentários e um pouquinho do que eu espero do filme (adaptação do primeiro livro) e claro, minhas expectativas para o #3 livro.

(comprei esse livro na pré venda e enrolei com medo de saber o que ia acontecer. Ficou encostado um mês e quando decidi nele. Li em um dia. TO SÓ O CACO)

Nesse livro, nossos peculiares favoritos saem da ilha e começam sua caçada pelas outras fendas temporais em busca de ajuda para salvar a Srta. Peregrine que está em sua forma animal.

Ai você fica: nossa quer dizer que o livro inteiro vai ser só isso? uma caçada para curar a Peregrine?
Não.

Eu não sei como explicar. Ransom elevou a escrita dele num nível em que me deixou de boca aberta. Vi muita gente falando sobre o #1 livro, que ele era previsível demais, que o vilão era algo também previsível. UM LIVRO PREVISÍVEL.

Só uma ressalva: Peregrine não é um livro pra te por medo ou te surpreender com uma versão peculiar de Xmen. Peregrine além de tudo é um livro visual. Nós vemos o que está acontecendo, é um livro criado em base visual e de uma qualidade surpreendente. Além disso é um livro infanto juvenil. ERA.

Cidade dos Etéreos tira o rótulo de livro infanto juvenil depois de incríveis cenas de ação e um plot twist incrível. (Igual Harry Potter que começa daquele jeito e termina de uma forma madura. Esse livro é nesse ritmo).

Nossos amigos vão viajar o mundo peculiar atrás da cura da Peregrine, mas, vão se ver numa teia de mistérios, de intriga e mentiras. Sim. E tem tudo isso? Tem. Se for ler esse livro se segura pq é tiro.

O começo do livro é arrastado? Sim. Mas, no fim do livro é explicado toda a enrolação. (DEPOIS EU PERCEBI QUE NÃO ENROLAÇÃO. O RANSOM COMEÇA A TE DAR PISTAS DO MISTÉRIO E VOCÊ NEM PERCEBE. Chega no final e você leva uma pancada. INCRÍVEL.

RANSOM RIGGS VOCÊ JÁ É UM DOS MEUS AUTORES FAVORITOS.

O Riggs é tão genial que ele usa e abusa de sua criatividade. É Invejável.

Por exemplo, nesse livro temos: Um exorcismo de aves, uma Jumirafa (mistura de Jumento + Girafa), um palhaço que deseja montar um exercíto e tantas outras coisas. Ele pega elementos infantis e monta um mundo tão louco. Chega a ser bizarro.

Um exorcismo de aves é bizarro. Mas, o Riggs é tão habilidoso que faz tudo ser instigante e emocionante. Uma riqueza de detalhes, a descrição do Mundo Peculiar e etc.
EU SÓ TENHO QUE BEIJAR OS PÉS DO RIGGS.

Se você achou o #1 um livro fraco, nesse você pensar duas vezes quando focar nos detalhes. Detalhes é a alma desse livro.

ALMA. ALMA.
SÓ É PRESTAR ATENÇÃO.

Sabe o que é mais incrível?
Que no fim do livro, há uma pequena entrevista com o Ransom e ele fala um pouco de como montou o segundo livro e aqueles plot twist maravilhoso. ATÉ ELE FICOU SURPRESO COM QUE FEZ. EU FIQUEI: SEU FDP QUER ME MATAR.

Outra coisa que é importante de ressaltar, muitos podem ficar: Um livro cheio de crianças e ele o autor não vai por mortes e etc (ACHO QUE DEU PRA ENTENDER).

O que mais tem nesse livro é morte. E o que mais assusta não é a morte em si e sim as crianças para com a morte. GENTE É UMA COISA LOUCA.

SE ESTAO ESPERANDO CRIANÇAS MEDROSAS E FUJONAS FECHEM ESSE LIVRO. NESSE LIVRO TEMOS CRIANÇAS QUE MATAM PARA SALVAR SUAS VIDAS E DE SEUS AMIGOS.
É MATAR DE MATAR MESMO. SEM DÓ SEM PENA.

Chega muitas vezes ser tratado de forma banal. (MAS N É GORE NE NON. É TIPO: A abelha morreu? *exemplo* Que bom.)

#FAIL.

Mas, deu pra entender eu acho.

Livros de sequências por muitas vezes, são arrastados e etc.
ESSE LIVRO CONSEGUE SUPERAR SEU ANTERIOR EM TODOS OS QUESITOS. TODOS.

(Sobre o filme: Muita gente resolveu após ver o trailer e ver que o diretor é o Tim Burton. Muita gente se decepcionou e etc. Só uma coisa: Não vá na onda do Tim Burton. Ele mudou muita coisa para essa adaptação. - FIQUEI ULTRA MEGA REVOLTADO -.Mas é uma adaptação. Então ne. Mas, só isso: Não vão se ludibriar por ser o Tim Burton. É uma história infanto juvenil com aquele teor negro e não uma versão mini do xmem. Vou ver o filme? Claro. Mas, um pouco decepcionado pelo fato de não poder ver a complexidade e genialidade do mundo que o Riggs criou.)

O PLOT TWIST DESSE LIVRO É INCRÍVEL. Quando acabei quis jogar o livro na parede. Eu fui feito de otário o livro todo. Me senti tão pra baixo. N VOU MENTIR ADORO QUEBRAR A CARA.

Intrínseca ainda foi lá e na edição colou o #1 capítulo do próximo livro que já tem título: Biblioteca das Almas.
EU N TENHO O QUE DIZER SÓ SENTIR.

TODAS MINHAS TEORIA JOGADA NO RALO (CHORANDO EM PECULIAR LANGUAGE)

Essa história se virou uma das minhas favoritas de todos os tempos.

RIGGS EU TE AMO. VIROU UM DOS MEUS AUTORES FAVORITOS DE TODOS.

UFA. ACABOU. BOM DEMAIS AI ESCREVO MUITO QQ

EU QUERIA PODER FALAR DESSE LIVRO PRA SEMPRE EU N CONSIGO PARAR DE LEMBRAR DO TIRO NA MINHA CARA. SOS MEU PAI.

THE END.
#STAYPECULIAR.
Lucas 30/03/2016minha estante
acho que ainda escrevi pouco sos


Lua @epigraph9 30/03/2016minha estante
MORTA COM O TESTAMENTO KKKKKKKKK


Lucas 30/03/2016minha estante
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK AMEM RANSOM RIGGS


Diego Transpadini | @_mdevaneios 31/03/2016minha estante
"Eu fui feito de otário o livro todo."
Tamo junto, dear friend. Tamo junto.
Leu o primeiro capítulo do terceiro? Não to com psicológico pra ler. ~SOCORRO!!!~


Lucas 31/03/2016minha estante
Diego, eu li. Mas, fiquei tão sem ação que assimilei tão pouca coisa. A única coisa que eu lembro é que ja tem morte :v


Diego Transpadini | @_mdevaneios 03/04/2016minha estante
Ai, eu resolvi não ler. Prefiro evitar a fadiga kkkkk
Intrínseca disse na turnê aqui na minha cidade que o lançamento é no início de agosto.


Lucas 03/04/2016minha estante
ja juntando as moedas para pré-venda :v


Mariana 19/04/2016minha estante
Eu li o livro e achei fantástico!


Maize 03/07/2016minha estante
Estou sem chão. Quando virá a continuação? Muito ansiosa.


Ana 29/03/2017minha estante
nem fala levei um susto quando terminou o "exorcismo da ave", misericórdia não esperava isso, já comecei a ler biblioteca de almas e realmente não faço ideia do final do livro *-*




Cláudio Dantas 24/10/2016

O que tinha me conquistado no primeiro livro foi justamente o que me fez não gostar tanto desse: o ritmo. Foi incrivelmente desestimulante a estrutura narrativa escolhida pelo autor. Demorei muito tempo para terminar.
Outro coisa que também não gostei, de jeito nenhum, foi o famigerado romance. Toda a motivação do protagonista foi resumida à um interesse amoroso. Sério que precisava disso?
Além de algumas conveniências de roteiro. Por exemplo: personagem x lembra do nada de algo essencial para todos os personagens se safarem de situação de perigo y. Isso aconteceu pelo menos umas 3 vezes.
Sem falar no final que não consegui engolir completamente.
Tirando esses problemas, o livro é apenas bom, e olhe lá.
Edianara.Lino 27/11/2016minha estante
Exatamente o que eu penso, finalmente alguém tem a opinião igual a minha referente a este livro




Nena 02/05/2016

Bom, eu já não curti muito o primeiro. Esperava uma coisa e era outra. Não q seja ruim, mas não me cativou, não faz meu estilo literário. O segundo (este) achei mais parado q o primeiro. As crianças peculiares partem em busca de uma Ymbryne q possa trazer a forma humana da Srta Peregrine. Nisso deparam com novos peculiares e novas fendas. Aventura, fantasia e ficção, é isso. Só achei nada a ver uma ymbryne desconhecer completamente a identidade de outra, mas enfim... Só li mesmo pq li o primeiro e quero terminar a história, detesto deixar coisas pela metade. Mas desejo ardentemente q o próximo seja o último.
Maria Fernanda 13/05/2016minha estante
Idem!


Marci 24/06/2016minha estante
Exatamente, como uma Ymbryne pode desconhecer a identidade da outra!? -_-




Elvis Alves 26/05/2016

Chega de distopias. Que venha a fantasia e a ficção.
Parabéns Ransom Riggs, você "deu um tapa na minha cara" e talvez na de outros leitores também. Isso porque eu sou o tipo de pessoa que gosta de ler e tentar adivinhar o final. Mas esse final não passou nem perto do estado onde moro.
No primeiro livro a gente fica um pouco confuso até entender os personagens e suas peculiaridades. Nesse, RR explora mais a fundo o mundo peculiar. Insere outros personagens (obviamente fica autoexplicativo a capa do livro), outras épocas/fendas temporais e coloca muita, mas muita ação.
Em tempos de distopias, essa obra literária foge na contramão e puxa os leitores para um mundo novo onde deve-se desconfiar de cada coisa que estiver fora do lugar. O problema é: o que está fora do lugar?
Cidade dos Etéreos supera o primeiro livro em muitos aspectos. Aqui a história é esmiuçada a ponto de "quase fazer o cérebro explodir".
Leia com gosto, pois no final você verá que esse livro é aquele do tipo amor e ódio. Mas cada pessoa deve encontrar seu sentimento para com as páginas.
O meu amor é para com todo o livro, já meu ódio é por não saber o que vem pela frente.
Obrigado RR, essa é uma obra peculiar.
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Maria Fernanda 14/04/2016

Ainda não me convenceu.
Por que eu me dei o trabalho de ler Cidade dos Etéreos se não achei O Orfanato da Srta. Peregrine lá aquelas coisas? Respondo com a cara mais lavada do mundo: a curiosidade matou o gato. (E também porque tenho de cumprir o meu papel de parceira da Intrínseca, né?)

Preciso ser franca comigo mesma e confessar que iniciei a leitura com má vontade, o que fez das primeiras 200 páginas uma dor inexplicável, uma batalha da qual quase me retirei com uma bandeira branca erguida e rogando por misericórdia. Gente, sério, eu lia um parágrafo e parava, tão abaixo de 0 era a minha vontade de continuar lendo. Ainda bem que de vez em quando consigo ser bastante teimosa e persistente.

Após cinco dias e 200 páginas (216, para ser exata) de muita enrolação e negação, eu resolvi abrir a minha mente e me entregar ao mundo para o qual Ransom Riggs estava me abrindo as portas. E não é que acabei curtindo? Cidade dos Etéreos cumpre muito bem o seu papel de continuação, solifidicando o enrendo enquanto vai imergindo o leitor em uma maré cada vez mais fantasiosa e mágica. Se eu tivesse 10 anos, com certeza estaria completamente maravilhada e sem palavras.

Não, eu não mordi a língua. Continuo achando a estória bobinha e meio sem pé nem cabeça. Os personagens são tão rasos e com quase nada de personalidade que é fácil se perder tentando definir quem é quem. Os vilões, tadinhos, não têm a menor consistência e são o cúmulo do clichê. Mas é como eu disse na minha resenha do livro anterior: esse é um conto de fadas perfeito para o público infantil. E, por isso, eu não me acho no direito de reclamar de algo que não foi criado para mentes mais exigentes.

Só para concluir, não posso deixar de elogiar a sacada que o autor teve no final. Jogada de mestre! E a última página me pegou de tal forma que eu me sinto na obrigação de ler o próximo porque não conseguirei seguir sã enquanto não souber como termina a aventura das crianças peculiares.
Lu 15/10/2017minha estante
Não penso que quem gostou do livro não tenha uma "mente mais exigente". Não é necessário desmerecer o gosto de alguém só porque você se decepcionou com a história. Ler com a mente aberta e não criar expectativas ajuda bastante na hora de ler um livro . E humildade na hora de dar sua opinião...




J. J Coelho 30/11/2016

Querido Ransom Riggs... o que caralhos aconteceu com você?
Queria ter dado cinco estrelas.
Queria tanto...
Mas não consegui.
Não teve como eu ficar satisfeito com o que eu recebi em "Cidade dos Etéreos".

Li "O orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares" no começo desse ano. A história me impactou tanto, me fez ficar tão encantado pelos mistérios, magias, reviravoltas e os personagens que carrega que eu cheguei a colocar o livro no pódio do meu TOP #3 de leituras favoritas desse ano.

Aguardei pacientemente até o dia do meu aniversário, que era no final do ano, para que eu pudesse ganhar de presente as versões físicas da Intrínseca, em suas edições exuberantes, para que eu pudesse ter a experiência completa de vivenciar a saga das Crianças Peculiares na qual eu tinha a absoluta certeza que ia ser uma das minhas favoritas e que eu iria amar para sempre.

"Tinha".

Sério, sem poupar linguagem popular, o que que aconteceu nesse livro???
Francamente, tudo que eu amei no primeiro livro não ocorreu nesse. Tudo que me fez amar o Lar da Srta. Peregrine simplesmente sumiu desse como fumaça. Todo aquele mundo mágico, misterioso, atraente e inovador simplesmente sumiu no livro dois.
Eu terminei o livro com o sentimento de que fui traído, iludido. Um sentimento péssimo de que nadei, nadei e nadei pelas 350 páginas para morrer na praia da página 358.
O mais próximo que eu consigo justificar o que eu senti no volume dois seria "broxante".

Comecei o livro extasiado pelas reviews ótimas que os críticos abrangiam. Algumas até dizendo que Ransom Riggs era, sem eufemismo, um "rei" no quesito de enredos. Engoli as páginas em questão de dias... a cada capítulo me decepcionando mais e mais... a curiosidade matou o gatinho aqui iludido pelo sensacionalismo.

O que aconteceu com aquela escrita absurdamente caprichosa e encantadora do primeiro volume? Nesse volume eu me deparei com uma narração extremamente arrastada, seca, preguiçosa... fiquei com a sensação de que os editores trancafiaram Ransom Riggs num calabouço e o obrigaram a escrever até ele terminar desmaiando de cansaço. (não sei se essa escrita mais "seca" foi proposital para coincidir com a visão do Jacob sobre o mundo peculiar que já estava mais conhecido e menos estranho para ele, ou se foi porque o autor tava incapacitado mesmo). O que de certo modo não foi uma mentira, o próprio autor cita, de forma passiva, que foi pressionado inúmeras vezes pela editora desesperada por um segundo volume.

O enredo foi um completo "coito interrompido". O ritmo é lento, enrolado, lento, enrolado... quase tudo pareceu arrastado e forçado. Muitas das coisas no livro, inclusive reforçadas pelo próprio autor (!), foram feitas às presas, com um despreparo inconveniente. Ransom Riggs muitas vezes parecia não saber aonde iria com a história (e não sabia mesmo, de acordo com o que ele disse nas entrevistas). Eu fiquei triste com isso tudo, o modo com que a história se sustentou (ou que pelo menos tentou se sustentar), o plot-twist (que geralmente eu considero a parte mais importante de uma história que usa dessa técnica) passou longe de ser surpreendente ou chocante (como foi para mim no primeiro livro), pareceu corrido e desesperado para soar como algo impactante.

A história, e o seu processo criativo, se resumiram à frustração. E eu também, depois de terminar de ler.

Acho que no primeiro, Ransom se viu mais livre para criar, o que terminou em algo único e pessoal. Diferente do segundo. Fora isso, eu ainda acredito na capacidade de Riggs de escrever uma boa história. Não posso dizer que tudo nesse livro foi ruim, eu estaria mentindo na cara de pau. O livro tem pontos fortes sim! O autor tem um potencial ~peculiar~ excelente dentro de si ;) As (poucas) coisas que eu não havia gostado no primeiro volume se mostraram melhores nesse. Como o romance. Na primeira edição, eu achei Jacob x Emma muito forçado e desnecessário. Já em "cidade dos etéreos" o autor evoluiu MUITO no romance, eu consegui imaginar (e shipar fortemente :3) os dois juntos com muita facilidade.

Não sei se eu esperei demais do livro, ou se ele apenas pisou levemente na bola comigo desta vez. Eu me sinto incerto, tão incerto que não sei decidir entre 3 ou 4 estrelas. Por via das duas fica 3.5 mesmo.
E é isso.
Cecília 10/01/2017minha estante
Eu concordo com você. Espero que o terceiro livro me supreenda... Porque eu achei esse segundo muito chato. O que me surpreendeu mesmo foi o final. E só. Até a Emma ficou chata.




Bekah Abreu 29/07/2016

"Mais acontecimentos. Mais revelações. Mais aventura. Mais peculiares. Mandou bem Riggs!"
Gente, há seculos que li esse livro. Agora que notei, que tragicamente, ainda não tinha dado meu pitaco aqui.


Essa trama continua exatamente do ponto onde o primeiro parou, por isso não temos passagem tempo de um para o outro. As nossas crianças ficam em apuros (de novo) e perseguidas, conseguem chegar a seu destino. E em barquinhos! É mole?

A partir daí, com ajuda do livro de estória da Miss Peregrine, eles tem que encontrar outras fendas, em busca de ajuda, para salvar sua protetora.


O Ransom tem uma sacadas ótimas. Mesmo matutando demais, você não consegue ver o que vai ocorrer mais a frente. Normalmente sempre envolve algum ataque inimigo (unica coisa que notei).

Jacob, querendo ou não tem que assumir responsabilidades e muita pressão. É legal ver o personagem ir crescendo e se tornando alguém realmente heroico, sem forçar a barra ou inventar demais.


Nesses pulos temporais, as partes que mais foram interessantes (ao meu ver), foram o encontro com com ciganos, o encontro com os irmãos (não gêmeos) e uma vista da guerra.

(Tudo quanto é coisa legal desse mundo envolve ciganos, né? Já notei aqui)

Uma das coisas que deu mais nervoso, é o fato de muitas coisas vista, já terem ocorrido. Então, basicamente, as crianças não podiam fazer nada. Tinham apenas que sobreviver (e é só isso que elas fazem).

Se o livro passado foi sombrio, esse aqui é duplamente pior. As fotografias ajudam demais! Tinha horas que dava um arrepio na espinha. O Ransom é mestre em criar cenas de deixar cabelo em pé, mas sem perder a elegância (e até o bom humor).


Entre o primeiro e o segundo livro, o segundo ganha em disparada. Não notei embromação ou paradas para pensamentos metafísicos e metadramaticos. A coisa vai se desenrolando de uma vez só, com surpresas e descobertas.


E é com essa, que vamos para ‘Biblioteca das Almas’!
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Marci 24/06/2016

É meio que nadar, nadar, nadar e morrer na praia..

O livro é cativante, você termina um capítulo querendo ler o próximo, mas tantas páginas, imagine só, para terminar incompleto. Ainda tem o terceiro volume!

A história é muito boa, mas tem muita enrolação. Acredito que, com dois livros (o primeiro e este), o escritor conseguiria finalizar a história, pois o "Cidade dos Etéreos" relata acontecimentos de apenas 3 dias.

Vou ler o terceiro, porque quero saber o final da história, mas se houver um quarto volume, aí vai ficar "massante" demais!
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Biazinha 09/12/2017

;-;
AAA FIQUEI TÃO DECPCIONADA , o começo do livro até que é interresante porém depois só fica chato, confuso , totalmente sem graça , demorei muito pra ler e fiquei com uma ressaca literária depois , por causa deste livro eu não vou ler o próximo , Realmente esperava mais ,o plot twist deste livro foi um fiasco não conseguiu salvar o livro em nenhum aspecto.
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Bartolotto. 01/12/2016

Fiquei muuuuuuuuuito surpresa com o final do livro, muito mesmo, e adorei. :)
Lightwood 09/05/2017minha estante
Estou querendo ler essa história há um tempo, mas tenho muito medo kkkk. O primeiro é legal, mas não quero ler mais uma história coma as outras. Você acredita que esse livro difere do primeiro ou continua no mesmo trilho?


Lu 15/10/2017minha estante
Lightfoot, o livro é surpreendente!!




Victor Piacenti 25/07/2016

Um mundo novo e cativante.
Cidade dos Etéreos continua muito bem o que foi começado em ‘O Orfanato da Srta Peregrine..’ além de dar um novo fôlego para a trama, com um tom mais caótico e menos sessão da tarde como de sua primeira parte. Não que ele tenha sido deixado de lado, mas aqui a história é um pouquinho mais pesada e você consegue sentir a tensão dos personagens, resultado da escrita super detalhada de Ranson Riggs. Curte livros lotados de aventura e fantasia? Então não pode perder esta série, você será transportado para um mundo totalmente novo e não vai conseguir largar enquanto não explorar ele todinho 🙂

site: http://academiadosofa.com.br/cidade-dos-etereos-ranson-riggs-resenha/
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Eugênia 04/12/2016

Decepção
O universo que esse cara criou é genial, por isso insisti em ler esse segundo livro, mas é impressionante como ele não consegue construir a história (não que a leitura seja difícil, na verdade é bem fácil), pois o romance é péssimo, as cenas de ações vão na mesma linha, os personagens não são bem construídos, não todos, e tudo mais... Tem coisas legais, claro, mas são momentos pequenos que se perdem nesse livro.
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Felipe 28/07/2016

Cidade dos Etéreos – Quando a sequência supera seu antecessor
Antes de tudo, é preciso entender que a trilogia das Crianças Peculiares se encaixa na categoria infanto-juvenil. Se você é um leitor desavisado, se impressionou com a imagem de capa e espera por um grande livro de terror, desculpe, mas não é isso que você irá encontrar. Neste livro, você encontrará uma história sobre superação, amadurecimento, diferenças e preconceito. Acredito ainda, que, o universo criado por Ranson Riggs é um dos melhores criados desde Harry Potter e terá uma grande importância na construção dos novos leitores.

Por se tratar de uma continuação, esta resenha pode conter spoilers do primeiro volume.

“Também me despedi, em silêncio, de um lugar que me transformara para sempre, de um lugar que, mais que qualquer cemitério, guardaria para sempre a memória e o mistério de meu avô”.

Depois de muito tempo órfãos, a Intrínseca deu continuidade com a série O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares, se tornando a responsável pelos direitos autorais da trilogia. No segundo volume, ‘Cidade dos Etéreos’, a editora os presenteia com um trabalho gráfico tão digna quanto o primeiro volume merecia. A jacket, capa dura e o livro colorido dão muito mais significado a história apresentada. Nesta continuação, Ransom Riggs mantém o clima sombrio e misterioso, assim como fez no primeiro volume. Agora, ainda mais pesado e com uma cidade devastada pela guerra, Jacob e os peculiares precisam se proteger e encontrar uma cura para a Srta. Peregrine.

“Eu estava ali por um motivo. Havia algo que eu precisava fazer, não apenas ser; e não era fugir ou me esconder, muito menos desistir no instante em que as coisas começassem a aparecer aterrorizantes ou impossíveis”.

No final do primeiro volume, os peculiares vão até a baía e partem em direção ao País de Gales. Durante a travessia, o barco em que eles estavam acaba virando e eles perdem tudo, exceto um baú com os contos peculiares. Ao chegarem à Costa, são surpreendidos por vários acólitos que desejam captura-los e fogem para uma floresta (a mesma descrita nos contos) e descobrem que lá pode haver uma fenda temporal. Ao entrarem na fenda, somos apresentados a novos personagens, dessa vez, animais peculiares, como Addison e Deirdre.

Em Cidade dos Etéreos, Jacob e Emma precisam ir urgentemente para Londres, caso contrário, não conseguirão salvar a Srta. Peregrine, que pode perder sua ‘humanidade’ para sempre. Com uma Londres afetada pela Segunda Guerra Mundial, acólitos e etéreos sempre aterrorizando suas vidas, conseguir salvar a Srta. Peregrine em menos de três dias passa a ser uma tarefa muito mais difícil do que eles imaginavam.

(…) eu optara por mergulhar em um mundo que jamais imaginara, onde vivia entre as pessoas mais vivas que eu já tinha conhecido, onde fazia coisas que nunca tinha imaginado ser capaz de fazer e sobrevivia a coisas às quais nunca tinha sonhado sobreviver.”

Nesta continuação, Riggs mostra o amadurecimento do protagonista, apontando suas preocupações e incertezas e dá mais espaço para conhecermos os personagens secundários, nos fazendo entender um pouco sobre as angustias e aflições de ser um peculiar. A narrativa continua boa e mais sombria que o primeiro. Por mais sobrenatural que seja, Cidade dos Etéreos aborda temas importantes como lealdade, coragem e escolhas.

Após muitas reviravoltas, temos um final intenso. Muitas decisões são colocadas em jogo e descobrimos o motivo que provocou esse conflito entre os acólitos, etéreos e peculiares. As revelações acabam mexendo com o leitor e nos deixa ainda mais ansioso para o desfecho dessa história. Nossa sorte, é que o último volume da série chegará 19 de agosto nas livrarias!

5 motivos pelos quais Cidade dos Etéreos supera nossas expectativas e consegue ser melhor que seu antecessor:

- Ao comparar o primeiro livro com o segundo, percebemos um nítido amadurecimento na escrita do autor.

- Riggs conseguiu uma das tarefas mais difíceis: expandir o universo peculiar além do lar em que as crianças moravam. No decorrer da leitura, passamos a conhecer mais da ‘mitologia’ criada pelo autor, tais como o conceito das fendas temporais. Expandir um universo não é uma tarefa fácil, mas Riggs conseguiu com maestria.

- Além do universo expandido, Riggs também nos faz conhecer os personagens de forma muito mais aprofundada. Por exemplo: você já parou para pensar que Olive, Hugh e Emma são, de certa forma, adultos presos em corpos de crianças? Na ausência da Srta. Peregrine, Emma assume o comando do grupo, e muitos personagens passam a ganhar mais importância.

- Riggs foge da maldição do segundo livro e consegue fazer uma sequência muito melhor que o primeiro volume. Cidade dos Etéreos adota um tom mais sombrio, uma aura negra pesada ao limite do que poderíamos encontrar em livros juvenis. O ritmo é mais rápido que seu antecessor em termos de enredo, criando uma leitura rápida e impossível de largar até saber o desfecho.

- Criar uma história infanto-juvenil ambientada durante a Segunda Guerra poderia ser um fiasco nas mãos de alguém sem habilidade para desenvolver uma ideia tão rica, mas o autor usou ao seu favor e criou um uma obra bem contextualizada com cenários de guerra dignas para sua história.

site: http://www.cinemadebuteco.com.br/buteco-literario/resenha-cidade-dos-etereos-quando-sequencia-supera-seu-antecessor/
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Diego Transpadini | @_mdevaneios 23/03/2016

Ranson fucking Rigss is the king of plot twist
Cidade dos etéreos é o segundo livro da trilogia Orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares, escrita por Ransom Riggs. cidade dos etéreosEste segundo volume vai trazer a continuação da história exatamente do ponto onde ela terminou, em seu livro antecessor.

Após a ilha ser bombardeada e o orfanato destruído, Jacob e seus amigos peculiares se veem obrigados a ir em busca de um novo local que seja seguro e que os ofereça proteção e, principalmente, que tenha uma ymbrine que seja capaz de lhes ajudar com o problema da Srta. Peregrine, já que ela ficou presa no corpo de uma ave e não consegue desfazer a transformação.

Passando de fenda em fenda, em busca de refúgio e ajuda os peculiares vão encontrar novos personagens (muito mais peculiares do que já vimos) e vão se meter em aventuras bem perigosas durante toda essa jornada.

O autor descreve cada uma dessas passagens de forma bem detalhada permitindo a você imaginar exatamente o que os personagens estão vivendo. E, assim, você mergulha mais uma vez nesta história incrível.

Quando finalmente achamos que tudo vai se resolver (e os personagens também acham) o autor mete aquele plot twist maroto que vai garantir o gancho para o terceiro e último livro da trilogia. É incrível como o autor consegue amarrar as histórias sem parecer forçado ou parecer que foi interrompido bruscamente só para que fossem lançados outros livros. Ransom Riggs é, de fato, o rei dos plot twists.

- Sobre a edição

Diferente do primeiro volume, lançado pela LeYa, este foi lançado pela EDITORA INTRÍNSECA numa edição belíssima, em capa dura. Com direito até a uma jacket lindona. O livro sem a jacket também tem um acabamento muito lindo. O livro tem um tom de azul na capa e a lombada também foi bem trabalhada. O livro por si só é um exemplo de que a edição foi muito bem pensada e muito bem feita.cidade dos etéreos meros devaneios

O que eu achei muito interessante nesta edição foi o fato de, antes de começar a história, ter algumas páginas com um breve resumo dos peculiares da Srta. Peregrine.

As páginas trazem o nome, a foto e a peculiaridade de cada um. Isso acaba sendo importante para o leitor que precisou dar um tempo grande entre uma leitura e outra e, por alguma razão, não se lembra destes detalhes. A história por si só já te faz lembrar do ponto que o livro anterior parou, mas para os que sofrem de memória fraca e não tem tempo para reler o primeiro livro, este lembrete é uma mão na roda.cidade dos etéreos meros devaneios

No final do livros temos um bate-papo com o autor, onde ele responde algumas perguntas sobre o processo de escrita dos livros e sobre a história em si. Ele traz pontos interessantes que vale a pena conhecer.

Além disso, a edição também traz o primeiro capítulo do terceiro e último volume da série, que já tem nome em português e vai se chamar Biblioteca de almas, e vai ser lançado também pela Editora Intrínseca no segundo semestre de 2016. Espero que eles sigam o estilo da edição deste segundo livro. Espero também que eles tenham a intenção de adquirir os direitos de publicação do primeiro livro e, assim, façam um relançamento do Orfanato da Srta. Peregrine com essa mesma estética. Mas eu, sinceramente, não sei com funcionam essas coisas, então me resta esperar.

Não tive como não dar cinco estrelas e favoritar este livro. A história me envolveu do início ao fim e mesmo tendo alguns problemas eles foram irrelevantes ao meu ponto de vista. Recomendo que leiam este livro e venham surtar comigo.

site: http://merosdevaneios.com.br/2016/03/23/resenha-cidade-dos-etereos/
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