Jogos do Prazer

Jogos do Prazer Madeline Hunter




Resenhas - Jogos do Prazer


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Fernanda 14/04/2014

Resenha: Jogos do Prazer
Resenha: “Jogos do Prazer”, de Madeline Hunter, é o terceiro volume da série “Rothwell Brothers”. Nessa história, o romantismo se faz mais presente e é fácil descrever as emoções diante das ações dos personagens. O ritmo de leitura é leve e ao mesmo tempo intenso, há uma enorme valorização diante de cada pensamento e atitudes. Uma coisa é certa: esta obra se mostra menos clichê em comparação aos livros anteriores.

O enredo se mostra consistente e novamente há aspectos relacionados a personalidade de mulheres destemidas, corajosas e fortes. Roselyn Longworth é irmã de Timothy Longworth (já citado nos livros anteriores) e prima de Alexia Welbourne (a protagonista de As regras da Sedução) e se encontra num momento bem complicado e difícil de sua vida. Ela perdeu toda a sua dignidade e esperança por causa de algumas atitudes de sua família e de confiar em quem só quis desonrá-la.


CONFIRA A RESENHA COMPLETA NO BLOG SEGREDOS EM LIVROS:

site: http://www.segredosemlivros.com/2014/04/resenha-jogos-do-prazer-madeline-hunter.html
malu 12/12/2014minha estante
Fazia tempos que não pegava um livro tão bom,sentei só parei quando acabou e ficou aquela sensação de quero mais




Cris Paiva 22/09/2014

No geral eu estou gostando dessa série e dos livros da autora. Mas ela tem um jeito mais lento de escrever e de desenvolver a historia.

Algumas vezes, essa lentidão me irrita, mas também não chega a dar sono. E confesso que detesto historia onde o casal de apaixona à primeira vista e já caem nos braços um do outro. Principalmente nos romances de época! Não era assim que as coisas aconteciam lá em 1800, e querer apressar as coisas em um livro assim, é forçar a barra. Então acho que estilo da autora combina perfeitamente com o tipo de romances que ela escreve.

A pobre Roselyn já estava caída em desgraça desde o primeiro livro, onde o seu irmão havia fraudado a Petrobrás, digo, o banco onde era presidente, se escafedido e deixado a irmã para lidar com a bagunça. Agora, a pobre foi engabelada por um dos nobres que seu irmão roubou, e esta prestes a ser leiloada como prostituta em umas das festinhas do safado. Só que na ultima hora ela é salva por um arquiteto, um homem do povo, que estava lá a trabalho.

Kyle tem de raspar o tacho de suas economias, mas resolve agir contra aquela indignidade e salvar a pobre mocinha indefesa, não que ela seja muito cordata com o salvamento, e tenta fugir na primeira oportunidade que tem. Até que é convencida e despachada para a casa da prima.

Depois, uma manobra muito bem orquestrada pelo Lorde Easterbrook, transforma a história sórdida em praticamente um conto de fadas, com direito a mocinha indefesa e príncipe no cavalo branco, e o casal improvável acaba unido. Kyle, um filho de mineiro, orfão, que se tornou arquiteto pela caridade de um nobre; e Rosalyn, uma mulher bem-nascida que se viu com a reputação arrastada na lama pelas falcatruas do irmão.

Os dois não tem nada a ver, mas resolvem se apoiar mutuamente e fazer o melhor possível diante das possibilidades apresentadas.

Gostei bastante do casal. Kyle é um mocinho atípico, nós sempre estamos acostumadas com nobres ou que nadam em dinheiro ou endividados que procuram uma herdeira rica para resolver os problemas, mas um mocinho que se fez trabalhando é raro!! Rosalynd por outro lado é a tipica mocinha indefesa, mas soube lutar quando a situação exigiu e por isso também gostei bastante dela.

Agora, quem esta prometendo mesmo é o Lorde Easterbrook, espero que não arruínem o livro dele quando chegar a hora.
Silvana Barbosa 22/09/2014minha estante
Que legal ! Gosto quando o casal de protagonistas foge do lugar-comum !


Cristine 22/09/2014minha estante
"...seu irmão havia fraudado a Petrobrás, digo, o banco onde era presidente,"
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk


Lari 16/02/2015minha estante
Amei sua resenha, também estou esperando ansiosa pelo livro do Easterbrook. Espero não me decepcionar.


Fran 27/05/2015minha estante
Adorei sua resenha, Cris! A fraude na Petrobrás, kkkkk Estava em 50% do livro e nada de romance...mas foi extraordinário ver o desenrolar e a descoberta do amor deles, aos poucos. Em cada atitude deles. E e as noites quentes do casal...hummm, amei!


Erika Villarinho 21/01/2016minha estante
Nossa, achei que só eu achava um saco essa maneira lenta.




Tania 23/05/2014

Jogos do Prazer
Olá, Envenenados!

Aqui e de volta, outra vez!
Até onde estamos dispostos a ir, movidos pelo orgulho?
Quantas vezes nossa cabeça dura nos coloca em determinadas situações muito complicadas. Tão difíceis que nem percebemos que há alguém que deseja mesmo nos ajudar.
A bela Roselyn Longworth já aceitou seu destino. Depois que o irmão fraudou o banco em que era sócio e fugiu do país levando o dinheiro dos clientes, suas finanças ficaram arruinadas, assim como suas chances de conseguir um bom casamento. Por isso foi fácil acreditar nas falsas promessas de amor de um visconde. Mas a desilusão não demorou a chegar: quando Rose não se sujeitou a seus caprichos na cama, o nobre se vingou leiloando-a durante uma festa em sua mansão. Ela acredita que o destino lhe reserva um fim trágico. Ainda mais ao ser arrematada por Kyle Bradwell, um homem que venceu na vida pelo próprio esforço, mas não é bem-vindo nos círculos mais exclusivos. Mas a jovem é surpreendida pela atitude dele, que a trata com um respeito e uma gentileza que ela não recebia desde antes do escândalo envolvendo o irmão. Quando Rose finalmente descobre o que está por trás do comportamento de Kyle, é tarde demais: já foi fisgada pelo homem que conhece seus segredos mais íntimos.
Quando conheci Rose que pretensão a minha, parece mesmo que eu conheci a moça pessoalmente em Regras da Sedução, não fazia a mínima ideia do destino bizarro que lhe estava reservado.
Inicialmente, ela fica indignada com o fato da prima casar-se com o homem que supostamente arruinou sua família, rejeitando todo e qualquer auxílio que pudesse vir do casal. Posteriormente, ciente de toda (ou pelo menos de boa parte) da situação, envergonhada pela atitude do irmão e pela sua postura, ela acaba aceitando o apoio de Alexia e seu marido Lorde Hayden Rothwell, mas apenas para que consigam salvar o futuro de sua irmã caçula.
Desde então, Rose passa a viver na mansão de sua família, sozinha, amargando a solidão e a desolação da ruína financeira, emocional e social na qual o irmão a abandonou.


E é quando começa a história de Jogos do Prazer da minha querida Madeline Hunter, publicado pela Editora Arqueiro há algumas semanas.
Aqui Roselyn Longworth se redime para mim e, ao lado do batalhador Kyle Bradwell, entra para a calçada envenenada da fama como absinto da vez.
Digo que ela se redime, pois sua postura orgulhosa chega a passar certa antipatia no primeiro livro dessa série, mas agora ela tem a oportunidade de nos mostrar que não é tão indefesa como até mesmo ela se considera.
Claro que para cair na lábia do Visconde de Norbury, com a promessa de um futuro de redenção, ela era de fato bastante inexperiente e inocente, como deveriam ser as moças de boa família do século XIX.
Roselyn Longworth refletiu sobre sua desgraça.
O inferno não era feito de fogo e enxofre, concluiu. Era feito de um cruel autoconhecimento. No inferno, você aprende a verdade sobre si mesmo. Enfrenta as mentiras que disse à própria alma para justificar um erro.
O inferno era também a humilhação infinita, exatamente o que ela sentia naquela festa numa casa de campo.
Ao redor, os outros convidados de lorde Norbury riam e brincavam enquanto aguardavam o chamado para o jantar. No dia anterior, ao chegar na carruagem de lorde Norbury, descobrira que a lista de convidados não era o que ela esperava. Os homens faziam parte da sociedade culta, mas as mulheres...
Um grito interrompeu seus pensamentos. Uma mulher que usava um espalhafatoso vestido de noite azul-safira fingia afastar o homem que a agarrava. Os outros incentivavam o companheiro. Até Norbury fazia isso. Após a falsa resistência, a cativa se rendeu a um abraço e um beijo que não deveriam ser dados em público.
Roselyn avaliou os rostos maquiados e as roupas exageradas das mulheres. Os homens não tinham trazido suas esposas. Não tinham sequer levado suas amantes refinadas. Aquelas mulheres eram prostitutas dos bordéis de Londres. Ela desconfiava que algumas nem ao menos teriam esse status.
E ela estava no meio.
Não podia negar a dura conclusão a que isso levava. Os homens trouxeram suas prostitutas e lorde Norbury trouxera a dele.
Da noite para o dia, ela é lançada num mundo vil, onde a vingança é a palavra de ordem, pois tanto Norbury quanto a maioria dos homens presentes em sua festa têm contas a acertar com o irmão de Rose.
Durante toda sua exposição e humilhação, ela é arrematada por um total desconhecido, e para aumentar seu desespero, ele desafia os demais a superar sua oferta. É quando Rose passa a prestar mais atenção ao homem que irá levá-la como prêmio afinal.
Quando o silêncio ficou demasiado, ele se levantou e caminhou pela sala. Rose reparou em seu porte e suas maneiras. Seu instinto a alertou de que estaria melhor com o corpulento e alegre George, ou até com o perigoso Sir Maurice. E melhor ainda com lorde Norbury, que, como a jovem acabara de descobrir, havia levado a sério sua ameaça de se tornar violenta.
Não encontrou nada visivelmente ruim no Sr. Bradwell. Os trajes eram apresentáveis e elegantes, os cabelos negros e ondulados eram ainda mais eficientes que o lance que ele dera em indicar que se tratava de um homem rico. O rosto parecia grosseiro à luz das velas. Se alguém dissesse que era bonito, como de fato era, acabaria acrescentando a seu modo.
A pele tinha mais cor que a dos outros homens presentes, como se ele passasse muito tempo ao ar livre; o desenho da roupa mostrava que ele gostava de esportes. Tanto seu corpo alto como seus movimentos suaves e seguros demonstravam força.
Não havia nada especialmente ameaçador nele; mesmo assim, ela se assustou. Parecia que o ar se movimentava para abrir espaço para ele. As ondas formadas por esse movimento a atingiram e ela teve vontade de se esgueirar por elas. Sua preocupação era similar à que se sente ao encontrar cães desconhecidos na estrada. O instinto lhe dizia que seria sensato evitar aquele animal.
Ele ficou ao lado de Norbury e seu rosto foi iluminado pelos castiçais. Ela notou os olhos mais azuis que já vira. Aquelas duas piscinas profundas não olharam para Rose. Fixaram-se no homem que continuava a segurar o braço dela como por vício.
Terminamos? perguntou em voz baixa o Sr. Bradwell. Ou ainda quer buscar um martelo?
Ainda que Bradwell pudesse estar se referindo a encerrar o leilão batendo o martelo, lorde Norbury achou que o homem aludisse à forma agressiva como ele mantinha Roselyn. Ruborizou.
Você perdeu a cabeça ao oferecer tanto dinheiro.
Sem dúvida, mas se um homem não pode perder a cabeça por uma linda mulher, para que serve o dinheiro?
Você só fez isso para... Norbury se conteve antes de terminar a acusação petulante e raios gélidos iluminaram seus olhos. Veja aonde seu orgulho a levou, Rosie. Passou de um visconde para um homem vindo das minas de Durham. Sua decadência pode ser a mais rápida da história da prostituição.
O Sr. Bradwell não reagiu à agressão.
Pode soltá-la agora. Ela vem comigo. O dinheiro será entregue em sua residência de Londres em dois dias.
Lorde Norbury a soltou. Rose viu as marcas dos dedos dele no braço. O Sr. Bradwell também as percebeu. Uma leve irritação se fez notar em sua expressão calma, uma energia animal até então contida deixando-se transparecer. Não era um homem que apreciasse danos à sua propriedade.
Está ansioso, não? perguntou Norbury, em tom alto, para que os demais apreciassem o desfecho.
De maneira alguma respondeu o Sr. Bradwell. Venha comigo, Srta. Longworth.
Ela não queria ir. Achava que, uma vez que estivessem a sós, ele não continuaria a se comportar como um cavalheiro. Sentiu o estômago revirar quando imaginou o que a aguardava.
Ele se inclinou sobre ela. Céus, ia beijá-la! Bem ali, na frente de todos.
O beijo não passou de um hálito quente, mas a sala de jantar explodiu em aplausos e assobios. Enquanto os rostos estavam próximos, ele lhe recomendou, falando em seu ouvido:
Não resista. Eles já se divertiram demais à sua custa. Tenho certeza de que não quer que continuem.
Realmente, ela não queria. Assim, partiu com Bradwell.
Mesmo com toda a resistência que Rose demonstra, Kyle consegue convencê-la a seguir com ele para longe da mansão de Norbury.
Durante o período em que ficaram juntos na carruagem dele, tiveram a oportunidade de conversarem e acalmarem os ânimos. Só então foi que Rose pode perceber que o alto lance que seu salvador deu lhe causaria um sério rombo nas finanças. Surpresa pela forma gentil como ele a tratava, ela começa a sentir-se culpada por seu comportamento.
Mais surpresa ainda ela fica quando Kyle revela que não se aproveitará dela e, ainda por cima, a levará para a casa de sua prima Alexia.
Não, ele não iria se aproveitar de uma jovem indefesa. Não Kyle. E não seria a primeira vez que ele vivera este tipo de situação.
Jogos do Prazer é uma história muito forte sob muitos pontos de vista, sobretudo sobre a violência contra a mulher e a impunidade de poderosos. Ela nos envolve pela força e poesia dos personagens, pelo heroísmo e amizade, pela sedução e paixão.
Como todos os Romances de Época que a Arqueiro tem publicado, este não é uma historinha água com açúcar, que visa apenas o encontro romântico de um casal.
Só há uma coisa que me incomoda na obra, que é a escolha do título. Não procurei saber as razões, mas acho que o original Segredos da Rendição, na minha humilde opinião, é mais o perfil do livro.
Não se trata de uma rendição pela força física, mas uma rendição de alma, daquele tipo em que deixamos nossas defesas caírem e permitimo-nos a oportunidade de sermos felizes.
São duas personagens totalmente opostas.
Kyle vem de uma família de mineiros e pela sua personalidade, raciocínio e hombridade, e por razões que somente com a leitura vocês conhecerão, teve a oportunidade de estudar em bons colégios e inclusive fazer faculdade, apadrinhado pelo Conde de Cottington, pai de Norbury.
Fez engenharia, é admirador das artes e da arquitetura e vem trabalhando duro e honestamente para fazer jus ao investimento do Conde. Mas, por sua origem humilde, só é aceito nas altas rodas da sociedade por conta de seu ofício.
Já Roselyn vem de uma família abastada e vai assistindo a sua ruína desde antes do falecimento de seu pai.
Ela foi vendo seus sonhos e esperanças seres derrubados um a um e o golpe final foi a perda de sua inocência e a degradação a que foi exposta tão cruelmente por Norbury. Obviamente toda Londres ficaria sabendo que Roselyn Longworth fora leiloada numa das famosas festas do visconde libertino.
Depois que a deixa aos cuidados da prima e de lorde (salve-salve) Hayden, Kyle segue para sua casa, onde terá que lidar com a cratera que abrira em suas finanças. Dias depois ele recebe um convite do marquês de Easterbrook para quem não sabe, ele é o irmão mais velho de lorde Hayden.
Grato pelo tratamento que Kyle deu à prima de sua amada cunhada, Christian Rothwell lhe faz uma proposta indecente e louca, porém tentadora.
Case-se com ela.
Kyle olhou bem para Easterbrook. Diabos, o sujeito estava falando sério.
? Você está maluco.
? É a solução perfeita.
? Então, case-se você com ela.
? O cavaleiro não era eu. Nem ela é esposa para mim. É tão bela que cheguei a pensar em tê-la como amante, mas, como é prima da minha cunhada, bem...
Maldição, ele não era melhor do que Norbury.
? Tem razão. Às vezes desprezo homens como você.
? Eu disse que a ideia passou pela minha cabeça. Não disse que a realizei.
O marquês não parecia nem um pouco ofendido.
? Mas entendo porque isso pode ofender a sua noção de honestidade. Coitada da Srta. Longworth, ficou tão vulnerável com a falência da família, o empobrecimento, que agora atrai abutres aristocratas...
? Sim, me ofende, dane-se.
O xingamento permaneceu no ar. Kyle trincou os dentes e conteve o inesperado surto de raiva que causara a explosão.
? Assim sendo, o futuro dela talvez seja a cama desses abutres, mas se ela se casar, terá a chance de uma vida decente previu Easterbrook. Esta manhã, pensei quanto me custaria conseguir que você fizesse isso. Considerando-se como ficou irritado, poderia não custar tanto.
? Compre um homem da sua espécie. Um homem mais à altura da posição social dela. Certamente, há um filho desgarrado de algum barão à venda por aí.
? Não cabe no meu enredo. Se você se casar com ela, aquele leilão se transformará num começo romântico, não num final sórdido.
Easterbrook continuava olhando daquele maldito jeito arrogante. Kyle queria dar um soco naquela cara convencida. Em vez disso, levantou-se e foi em direção à porta.
A voz de Easterbrook o acompanhou.
? Vai ascender socialmente, se casar com ela. Você tem dinheiro e educação. Aprendeu a se vestir e a conversar, mas sozinho jamais conseguirá entrar na sociedade. Por outro lado, eu e toda a família o receberemos, se for casado com Roselyn Longworth. E se nós o recebermos, outros farão o mesmo.
Já irado, Kyle seguiu seu caminho.
? Não faço questão de passar por essas malditas portas.
? Acredito, agora que o vi. Mas os seus filhos...
Isso chamou sua atenção: ele poderia viver uma vida inteira sem se envolver, a não ser profissionalmente, com gente como Norbury ou como Easterbrook. Isso não mudaria nada em sua vida. Mas, e se algum dia viesse a ter filhos? Não quereria que fossem recebidos de maneira mais honrada do que ele jamais fora?
Enfim, muita coisa ainda para acontecer, muita emoção a vivenciar.
Só digo que a relação de Kyle e Rose é muito clara para ambos, apesar de ele ser um mistério para ela. Sei mesmo é que sua relação vai crescendo aos poucos, ao mesmo tempo em que vamos conhecendo-os de verdade.
Kyle e Rose me alertaram para algo que já vinha acontecendo há alguns anos, algo que eu mesma não via em mim: havia uma fera romântica adormecida em mim, não daquelas que acreditam em contos de fadas, mas daquelas que acreditam que uma relação feliz se faz a cada dia, a cada gesto, e que podemos nos apaixonar todos os dias pela mesma pessoa, mas não existe receita, fórmula. É por isso que amo esses livros, essas autoras.
Gosto daquilo que posso realizar, conquistar. Essas histórias são possíveis, não são inalcançáveis. Gosto da maneira como os personagens vão aprendendo a se amarem. A honestidade de cada um. Nossa! Como a honestidade é importante.
É muito difícil ter que lidar com pessoas que não passam esse valor em suas atitudes e palavras.
Quando Kyle diz algo sobre sua beleza, sobre sua relação, podemos ter certeza de que é real.
? Você é muito bonita, Roselyn.
A beleza não tinha sido de muita utilidade sem eu erro. Ainda assim, o elogio a agradava. Ele a olhava com tanta intensidade que Rose teve medo de que ele se desapontasse com o que visse.
? Você já ouviu isso muitas vezes. Desde criança, imagino.
? Se você me achar linda esta noite, estarei feliz.
? Sempre achei. Eu a vi uma vez, há anos. Num teatro. Não sabia quem era, só que nunca tinha visto uma mulher tão encantadora [...]
? Entregue-se. Vai entender o que quero dizer. Deixe acontecer. Solte-se.
Em outras palavras: renda-se aos seus anseios e aproveite os momentos de prazer e felicidade.
Mais uma vez, apaixonada por um personagem e ainda mais pelos irmãos Rothwell que, felizmente, não ficaram de fora dessa história. Só espero que a Arqueiro não tarde a publicar o último livro dessa série, onde quero me deliciar com a história do Marquês de Easterbrook.
Fico por aqui, desejando a todos uma sexta divina, cheia de rendições e prazeres.

site: http://asenvenenadaspelamaca.blogspot.com.br/2014/03/sexta-envenenada-jogos-do-prazer.html
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Rascunho com Café 08/04/2015

Um amor bruto e sedutor
Logo que vi a sinopse de Jogos do Prazer fiquei empolgada para iniciar a leitura. Apesar do tema “cônjuge comprado que posteriormente vira amor verdadeiro” já ser um tanto batido na literatura (e nas novelas da Globo), fiquei curiosa para saber a maneira com que isso seria trabalhado por Madeline Hunter. Esse é o único livro da série “Os Rothwells” que não tem um Rothwell como protagonista, apesar da família ter ligação com Roselyn e um papel importante na trama. Ao término da leitura senti que não fui decepcionada, e apesar da trama clichê, Hunter me arrancou uns bons suspiros.
Após sofrer as consequências de um golpe financeiro aplicado pelo irmão que fugiu e a deixou a mercê da própria sorte, Roselyn Longworth se vê em uma ladeira que desce rumo à ruína. Após ser enganada pelo lorde Norbury, que aproveitou de sua fragilidade para seduzi-la e levá-la para cama, Rose se vê na iminência do fim de sua reputação, e para piorar, Norbury, como parte de sua vingança por ter sido lesado pelo irmão de Rose, resolve leiloá-la por um preço ridiculamente baixo.
Mas quem arremata Rose é justamente a pessoa mais bem intencionada da festa, Kyle Bradwell, um jovem de origem pobre que se tornou um arquiteto de sucesso, que decide dar o lance na garota para evitar o pior. O que mais me agradou em Jogos do Prazer foi a personalidade de Roselyn, que me surpreendeu por ser muito desconfiada, impulsiva, sem nenhum momento deixar de condizer com a personalidade de uma mulher de seu tempo e temer por sua reputação. A relação de Roselyn e Kyle foi algo que se construiu de uma forma muito verdadeira para mim, sem aquela coisa de “amor à primeira vista”, apenas uma leve atração, que só foi se tornar amor bem à frente. Os dois construíram a confiança um no outro com o tempo, algo que me agradou bastante.
Apesar de se tratar de um romance de época, senti um pouco de falta de uma ambientação um pouco mais elaborada. Tudo bem que Roselyn era pobre e Kyle classe média, não tem como esperar descrições de objetos luxuosos ou ambiente ricos, mas senti falta de um pouco mais de detalhamento sobre a época e o local em que os personagens estavam inseridos.
Os personagens de Rose e Kyle tornam a trama deliciosa, seja pela inocência de Roselyn e de seu gradual amadurecimento sexual ou por Kyle (que homem é esse, minha gente?), que aos poucos se liberta de suas ambições que o tornam um marido frio, de ações calculadas e se transforma em um homem apaixonado e sincero. O amor dos dois é uma explosão, especialmente porque Kyle é um homem um tanto rude, devido a suas origens simples, então nas cenas de sexo é tudo muito intenso e romântico.
Outro ponto que achei bacana na história foi o fato de apesar de Roselyn estar falida, ela ainda era uma moça da sociedade que Kyle, um rapaz que trabalhava em uma mina, jamais poderia sonhar em um dia ter em seus braços, então há um certo deslumbramento em Kyle sobre ter aquela mulher muito superior a qualquer outra que ele pudesse sonhar em ter.
É um romance muito terno e ao mesmo tempo picante na medida certa, que aos poucos ganha intensidade e o coração do leitor, seja fã de romances de época ou não. Há sim muitos clichês e o desfecho principal é um tanto previsível, mas ainda assim surpreende no final com um pouco de humor.

site: www.rascunhocomcafe.com
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Ana 29/07/2014

Por Ana Zuky
O que leva um leitor a gostar de uma escrita, a forma em que ela é desenvolvida? Heis uma pergunta que me pegou quando vasculhando a net e me deparei com leitores e blogueiros que entram em controversas sobre a escrita de Madeline Hunter.
É difícil citar ou mencionar o que lhe agrada ou não, contudo acredito que pessoas que não gostam da escrita de Madeline é por que não prestaram atenção na forma em que ela trabalha . Não estou aqui para criticar, nada disso. Apenas quero ressaltar minha opinião de leitora de 'quase' todos os gêneros. Sim meus queridos eu tenho os prediletos - e quem não os tem - mas acredito que para termos uma opinião decretada devemos nos abrir a novas experiencias e tentar entender - o minimo, ao menos - para dizer que não gostamos.

A leitura deste livro como outros da autora, me surpreende na simplicidade da sua escrita, mesmo sendo um romance de época ela consegue nos fazer focar e se imaginar naquela dita época.
O romance em si como sempre nos deixa encantados e amando cada cena e personagem. Como explicar, seria um tanto difícil, a não ser que vocês leiam ou já tenham lido para entender o que digo.
Como vocês podem notar a sinopse já diz o que esperar da leitura, mas não se engane, a leitura vai surpreender a todos com as reviravoltas, emoções, caprichos e sedução.

Roselyn é uma personagem revoltada com o rumo que sua vida tomou apos seu irmão roubar e fugir, deixando ela e sua irmã a vê navios. Ela acabou que se entregando ao Visconde, achando que ali encontraria uma nova vida e amor. Porem ela se pega na maior injustiça que poderia lhe acontecer. Foi leiloada.
Roselyn poderia ser aquela personagem forte, que não se entregaria tão fácil - não digo por ela ter aceitado a proposta - mas, ela se faz um tanto melodramática, principalmente quando se tratando do irmão. Mesmo ter aprontado tudo, o julga como inocente, assim fazendo o que o irmão pede.
No romance, quando a proposta foi dada, ela se pega na indecisão, não sabendo como agir, até que sua prima lhe mostra a qual razão deve dar ouvidos.
Roselyn foi a personagem que menos me conquistou, achei ela um tanto indecisa, e cruel com quem não devia. Deveria ver e aceitar o que o destino que arranjou. Porem apos umas "reviravoltas" ela acaba mostrando-se uma personagem cabível ao papel que lhe foi consignado. Assim, tornando-se aceitável ao meu gosto.

Kyle, o personagem mais admirável dos livros da serie, ele vem de uma família simples de mineiros, que conquista tudo com garra e força. Resumindo lutou para chegar onde esta.
Apos ele ver o que acontecia a Roselyn - isso acontece quando ele vai a casa do Visconde tratar de assuntos que tinham, e é convidado ao banquete sem saber o que acontecia - ele decidi dar o arremate mais alto, onde não houve nenhum a vence-lo. Se engana quem pensa que ele faz isso por motivos vulgares. Ele o faz para ajuda-la.
Kyle nutre um amor por Roselyn deste quando a viu no teatro( acontecimento no primeiro livro da serie), mas se acha indigno dela. E com isso não cria nenhuma expectativa que o levasse a crer de algo a mais que ajuda-la.
Este personagem como disse algumas linhas acima, foi o que me conquistou e me cativou dos livros que li da serie, além de ter uma vida um tanto miserável quando criança, teve a oportunidade de mudar, e com isso ele agarrou com unhas e dentes e hoje é admirado e apresentável a sociedade da época.

Agora as reviravoltas do livro não mencionarei muito, apenas digo que Roselyn os deixara um tanto atormentados com alguns acontecimentos, em outros os deixara com um leve sorriso.
Kyle tem segredos que os prenderão, e farão imaginar mil e uma coisas, o que no final lhe fara ficar boquiabertos.
Madeline como sempre nos enriquece com sua escrita, nos fazendo nos apaixonar e ao mesmo tempo odiar certos personagens, e no final fara com que sentimos apreciados e maravilhados. Sua escrita mesmo sendo simples, esta cheia de detalhes que enriquece a obra em si, além de que soube encaixar pontas que ficaram soltas no primeiro livro e arremata nesta leitura, fazendo que compreendamos todas elas.
Uma leitura super recomendada aos apaixonados pela leitura,e pelo gênero, vocês iram se surpreender, alem de ficarem fascinados. Espero que tenha agradado a todos com a resenha e tirado alguma duvida que houvesse com a mesma.

site: http://www.sanguecomamor.com.br/2014/04/resenha-jogos-do-prazer.html
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Livros e Citações 16/02/2015

Tem como não indicar?
Autora: Madeline Hunter
Editora: Arqueiro
Páginas: 240
Classificação: 5/5 estrelas

http://www.livrosecitacoes.com/resenha-arqueiro-jogos-prazer-madeline-hunter/

Jogos do Prazer conta a história de Roselyn Longworth, que teve sua vida devastada quando seu irmão mais velho morreu e o mais novo cometeu fraude contra seus clientes e fugiu para o exterior com todo o dinheiro.

"Deixe acontecer. Solte-se."

Assim, com suas finanças arruinadas e com as chances de um bom casamento indo por água abaixo também, torna-se fácil para ela acreditar nas promessa ilusórias de um visconde, algo que acaba mal quando ela não satisfaz suas exigências e ele decide leiloa-la em uma festa em sua residência. Roselyn acredita que um fim trágico a espera, só que as coisas mudam quando ela é arrematada por Kyle Bradwell, um homem que não tem berço nobre, mas foi o único naquele lugar a trata-la com gentileza e respeito, sendo que ela mal podia imaginar como aquele resgate ia mudar totalmente suas vidas.

Quem é leitor sabe que quando você lê vários livros de um certo gênero é fácil começar a perceber que os autores utilizam um certo padrão na forma de conduzir a história, os famosos clichês, sendo que isso deixa os livros quase uma cópia do outro, sempre naquela mesmice que cansa e que deixa o leitor enjoado daquele gênero. Só que nós sabemos também que existe certos autores que conseguem pegar esses clichês e transformá-los em uma história maravilhosa e envolvente, algo que a Madeline Hunter faz com maestria nesse livro.

"Você faz meu coração arder, doer e se encher de orgulho. De toda a sorte que tive na vida, você foi o maior presente que o destino me deu."

De longe ela é minha autora predileta de todas as que foram lançadas pela Arqueiro até esse momento, principalmente porque ela sabe como construir um romance da forma mais realística possível, os personagens não se apaixonam avassaladoramente um pelo o outro nos primeiros cinco minutos que se conhecem. Existe no primeiro momento uma atração que vai crescendo aos poucos e te deixando tão apaixonado pelo livro quanto Kyle e Roselyn ficam um pelo o outro.

Além disso, todos os assuntos não resolvidos acumulados nos livros anteriores, como a fraude cometida pelo irmão de Roselyn, Timothy, e suas consequências, são trabalhados nesse livro. Assim, a trama pode ser considerada mais rápida se comparada aos outros da série, principalmente porque vamos chegando a conclusão dos fatos que ocorreram no primeiro livro, dessa forma a autora aproveita para fechar as pontas que foram soltas e também se aprofundar e desenvolver melhor os laços que se formam e personagens como Kyle, que é um herói atípico dos romances de época, já que ele conseguiu tudo através do seu esforço e suor do seu trabalho, mas que mesmo ascendendo socialmente em relação aos seus pares nunca deixou de carregar suas raízes em seu coração.

E claro, Madeline Hunter não se esqueceu dos personagens secundários; os Rothwell continuam cativantes e Christian já ganha uma parcela do coração do leitor, é difícil não ficar louca para ler seu livro. Além dele, nós também conhecemos Jean Pierre, o amigo cientista de Kyle, que acaba roubando a cena em várias partes do livro, sendo que o seu romance com a Henrietta só coroou sua participação.

Jogos do Prazer é mais um romance arrebatador da autora, com outra trama deliciosa de se conferir e mais personagens para desvairar as mulheres. Tem como não indicar?

"Ela perdeu a fortuna e a inocência. Ele a fez esquecer todos os erros do passado."

Resenha por: Debora

site: http://www.livrosecitacoes.com
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06/04/2014

Essa foi a única série na qual comecei diretamente a leitura pelo terceiro volume; mas, preciso logo deixar claro que não há motivo para se preocupar, pois não há nenhum elemento no livro que deixe dúvidas ou ponderações sobre o que deve ter acontecido nos volumes anteriores. Portanto, podem ler sem culpa!
Não sobrou muito a Roselyn Longworth além do orgulho depois que seu irmão, Timothy, roubou o dinheiro de diversas pessoas que investiram em um banco onde ele era sócio e fugiu com tudo, deixando muitas pessoas arruinadas. Renegada pela sociedade e falida, Rose não vê muita alternativa a não ser viver na simplicidade, recusando toda e qualquer ajuda de sua prima Alexia e de seu marido, Lorde Hayden, a não ser no que diz respeito a sua irmã mais nova, Irene, que ainda pode sair com a reputação imaculada dessa confusão toda.
Desamparada por ver sua família destruída, ela pensa ter encontrado o amor nos braços de lorde Norbury, mas, quando suas exigências na cama não são atendidas por ela, ele encontra uma forma cruel e humilhante de livrar-se dela. Assim, ela cai nos braços de Kyle Bradwell. Kyle não é o que a sociedade da qual Rose faz parte poderia chamar de cavalheiro; sua origem humilde se sobressai a todas as suas conquistas feitas na base de honestidade e muita força de vontade.
Ainda assim, o Sr. Bradwell parece estar melhor do que Rose e seu salvamento poderia gerar comentários nos círculos sociais que a arruinaria por completo. Envergonhada por tudo o que fez e decidida a não arrastar o resto de sua família para a desgraça, inclusive sua querida e amada prima Alexia, Rose se isola em uma das propriedades dos Longworth e, sem perspectiva alguma, sofre em silêncio, principalmente por ainda amar seu irmão que, agora, tem a cabeça a prêmio por todos os nobres que roubou.
Kyle vê em Rose uma oportunidade para salvar a reputação da moça ao mesmo tempo em que estaria sendo agraciado com a companhia de uma bela mulher, por isso, faz-lhe uma proposta irrecusável. Preocupada que seu fim esteja cada vez mais próximo, Rose aceita a ajuda de Kyle, mesmo que ele seja um completo estranho. Encorajada por Alexia e sua família, a jovem começa a perceber que, talvez, ainda não seja tarde demais para encontrar o amor e que ele pode acontecer, sim, independentemente de quanto se tem no banco ou de quem sua família é. Roselyn compra a luta de se restabelecer perante os círculos sociais que uma moça de sua descendência deveria frequentar, ao mesmo tempo em que encontra muitos outros obstáculos.
Mas ela não estará sozinha. De uma forma ou de outra, ela contará com a ajuda das pessoas que a cercam e, por um momento, deixará o orgulho de lado para sair em busca da própria felicidade e liberdade. Poderá o amor nascer entre dois completos estranhos?
A escrita de Madeline Hunter é uma delícia; muito tranquila e leve, a história que ela teceu em Jogos do Prazer é de uma fofura sem tamanho! A relação entre Rose e Kyle vai evoluindo de tal forma durante o livro que eles ainda fazem progressos, da primeira à última página, tendo muitas barreiras e cordialidades para transpor. Dois completos estranhos, aparentemente sem nada em comum a não ser uma reputação duvidosa.
O que mais gostei foi a retratação de duas pessoas que, a seus modos, possuíam problemas. Nenhum deles tinha uma família perfeita e rica, nobre e importante. Mas o livro acabou mostrando que, às vezes, ser exatamente tudo isso pode estar no lado errado da moeda. Kyle tem origem humilde e a todo momento é lembrado disso por descendentes da nobreza que, em sua maioria, se acham superiores a ele. No entanto, não podemos ignorar que ele é um homem de posses, que construiu seu patrimônio do zero, com muito esforço e dignidade. E isso, sem dúvida, é excepcional. Por outro lado, temos a família Longworth, falida e arruinada por um escândalo de fraude. Rose e sua irmã Irene são os alvos mais próximos do que seu irmão Tim fez e Rose tenta a todo custo proteger a irmã de tudo isso, defendendo o irmão e aceitando martirizar-se com ele.
Duas pessoas tão diferentes e, ainda assim, tão semelhantes. Rose e Kyle veem nessa união improvável diversas oportunidades de se reerguerem aos poucos, principalmente para a jovem srta. Longworth. É incrível como ambos tem segredos, principalmente Kyle e, aos poucos, vamos descobrindo um pouco mais desse jovem simples, mas de grande caráter! Outra coisa impressionante é o apoio que a família dá a Rose, principalmente a começar de sua prima Alexia e seu marido, Lorde Hayden que já ajudou os Longworth por demasiado, chegando a deixar Rose sem jeito. Esse apoio e generosidade é de aquecer o coração!
Eu adorei a história, pois foi de uma delicadeza maravilhosa. Um romance que, aos poucos, foi sendo construído e descoberto; uma relação de confiança e apoio mútuo, proteção e carinho, amor e desejo. Simplesmente linda demais! Fiquei completamente maravilhada com a leitura, simples, mas emocionante. Temos segredos sendo descobertos o livro inteiro, então em momento algum a narrativa cai na mesmice. Muitas coisas a descobrir e muitas intrigas a serem resolvidas.
Apesar de ter encontrado alguns errinhos de revisão, a capa, mais uma vez, é lindíssima, mas eu preciso ressaltar que não vi motivo para a tradução do título ser Jogos do Prazer. O original, Secrets of Surrender (Segredos da Rendição, em tradução livre), acho que faz muito mais sentido. De qualquer forma, a história é valiosa e muito delicada. Uma leitura leve, deveras divertida, que te faz torcer desde o início por Rose e Kyle.
Uma história apaixonante sobre redenção, esperança, liberdade, confiança, família e, é claro, a descoberta do amor. Devo dizer que os patifes encontrados nesse livro, como Lorde Norbury, terão justiça, fazendo prevalecer o mais inocente e verdadeiro sentimento nascido entre dois jovens adultos que, de alguma forma, encontrarão segurança um no outro para se permitir entregar-se inteiramente.
Algo peculiar que encontrei na narrativa foi a ausência de datas. Nas outras duas séries que já li, havia datas do século XIX. Acabei sentindo um pouco de falta, embora saiba, pelas demais descrições, que Jogos do Prazer deve se passar mais ou menos na mesma época. Simplesmente encantadora e traiçoeira essa sociedade tão atenta às descendências e títulos de nobreza!

site: http://onlythestrong-survive.blogspot.com.br/2014/03/resenha-jogos-do-prazer-madeline-hunter.html
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Michele Bowkunowicz 27/04/2014

otimo
Roselyn Longworth desceu quase tão longe quanto possível na escala social. Sua família respeitável foi empobrecendo e depois da morte de seus pais, seus irmãos se tornaram banqueiros. Mas, devido aos roubos feitos por seus irmãos, Roselyn perdeu seu status, dinheiro e sua dignidade. Somando-se a sua angústia, seu irmão mais velho foi morto como um combatente na Grécia, e seu irmão mais novo fugiu para Paris, após seu desvio de fundos do banco foi descoberto. Sem saber da ligação de Lorde Norbury com seu irmão, Roselyn concordou em ser a amante dele pensando que ele se importava com ela, mas suas atenções são tudo menos românticas.

Kyle Bradwell é um arquiteto que se fez na vida por méritos próprios. Um dia vai até a casa de Lorde Norbury para discutir alguns assuntos. Chegando lá, descobre que há uma festa, Lord Norbury o convida para ficar o tempo suficiente para jantar com o resto dos convidados que Kyle ainda não conhecia. Entrando na sala de jantar, Kyle fica deslumbrado com uma mulher bonita e graciosa, mas logo percebe que ela está aqui com Lorde Norbury. Durante o jantar, Lorde Norbury diz a seus convidados que Roselyn já não lhe serve mais como amante e que ele tem o prazer de se livrar dela, porque ela é tão fria e desqualificada. Ele quer ser compensado pelo dinheiro que ele gastou com ela até agora e ele à oferece em leilão, quem der o maior lance, à leva embora. Kyle fica horrorizado com isso e percebe, ao olhar para os homens que estão lá, que Roselyn está em grave perigo. Eles não são homens agradáveis, independentemente da sua posição na sociedade. Kyle consegue ganhar o leilão, e ele sai rapidamente com uma Roselyn ingrata que não teve o reconhecimento de seus motivos honrados. -

Leia mais em
http://www.lostgirlygirl.com/2014/04/resenha-346-jogos-do-prazer-madeline.html

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Vivi Martins 25/05/2014

Roselyn Longworth, irmã do infame e ladrão Timothy Longworth que causou um grande rombo no banco em que era sócio e fugiu, está conformada com a sua desgraça... Após a fuga do irmão, ela se deixou levar pelas falsas promessas de amor de lorde Norbury, um visconde devasso e pervertido e agora se encontra prestes a ser leiloada numa das famosas festas do referido lorde.
Kyle Bradwell que infelizmente tem negócios a tratar com Norbury, vai a casa deste resolver assuntos de negócios e termina sendo convidado pelo mesmo para o jantar e quando tem início o escandaloso leilão, num lance alto ele arremata a jovem Roselyn.
Mas o que ela não esperava era que o único que não era um cavalheiro naquela festa e que a arrematou, fosse um homem tão nobre e correto e que a leva para a segurança da casa de sua prima Alexia, não exigindo dela como pagamento o quer que seja.
Após alguns acertos e incentivos, Kyle pede a mãe de Rosalyn em casamento e ela termina aceitando, mas ela não poderia imaginar o que o futuro guardava para ela, não só em relação a seu casamento, como na sua tentativa de ser mais uma vez incluída na sociedade e quanto ao seu irmão fugitivo...
Certamente, ela jamais poderia supor que encontraria no casamento e no marido, tanta paixão e companheirismo...
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Caio Chaves 27/07/2016

A sinopse do livro me atraiu e muito, comprei no mercado e posso ser honesto me decepcionei ao decorrer da história.
A narração é muito lenta e arrastada, a história fica presa em diversos pontos que poderiam ser agilizados para melhorar o ritmo, mais não, fica sempre preso em algum ponto por pelo menos umas 20 páginas. Também achei o relacionamento dos protagonistas um pouco frio, faltaram mais cenas de amor entre eles, não apenas sexo. Queria algo mais meloso mesmo, admito e pela sinopse achei que poderia encontrar isso aqui, porque a ideia de um leilão, uma protagonista indefesa e um herói, parecia muito bom para um tarde de chuva. Pra piorar, achei o final muito ruim mesmo, o vilão merecia uma punição por todo mau que ele fez durante a história e terminou na minha opinião,muito confortavelmente e pra piorar os mocinhos não tiveram um final tão bom assim.
Arrependimento, A história prometia tanto e não me conquistou nenhum um pouco.
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Mais Clube 31/03/2017

Nesse terceiro livro há uma “fugida” da sequencia. Primeiro eu esperava pela história de Christian, o mais velhos dos Hothwells, mas heis minha surpresa quando me deparo com um personagem nunca visto e outro que é comentado o primeiro livro, e é aí que a sequencia foge novamente, já que esse livro é mais uma continuação do primeiro (apesar de se tratar um ano depois é mais uma continuação dos fatos marcantes do primeiro livro)…
Em Jogos do Prazer conhecemos um pouco mais a Roselyn, prima da Alexia (mocinha do primeiro livro), que após passar por maus bocados, devido ao roubo que seus irmãos fizeram e que levaram sua família a mais completa ruína, Roselyn é duramente enganada mais uma vez…
Só que desta vez pelo homem que pensava que a amava mas que na verdade só queria vingança…
Humilhada e preste a ter o pior dos destinos, ela ainda se mantém altiva e orgulhosa, e antes que o pior aconteça um salvador vem resgatá-la de um destino cruel (ela estava sendo leiloada e humilhada…).
Kyle só estava naquela festa horrível para tratar de negócios, porém quando ver a belíssima Roselyn sendo leiloada de forma humilhante e totalmente degradante ele não consegue não salvá-la e devido a isso oferece uma quantia enorme e arremata Roselyn.
Kyle cresceu trabalhando nas minas, mas com a ajuda de um benfeitor ele teve estudo, uma carreira e conseguiu superar vários obstáculos e ter um relativo sucesso na vida…
Quando o “destino” oferece uma proposta surpreendente, ele acaba aceitando e se casando com Roselyn, afim de salvar sua reputação. Porém o que era para ser somente um casamento amigável, nenhum dos dois esperava nada mais que a amizade e desejo, aos poucos esse sentimento vai ganhando mais intensidade e o desejo se transforma em algo mais. Mas será que esses sentimentos tão novos serão suficientes para superar as adversidades encontradas no caminho, as mentiras e as omissões???
A história é maravilhosa e me encantei por Kyle e Rose *-*
E, apesar de estar super ansiosa pelo livro do Christian, me maravilhei com esse casal… tanto que se tornaram, no momento, o meu casal favorito 🙂
Eu recomendo muito essa série da Madeline Hunter… Eu adoro romances e em especial Romances Históricos. Adoro a Madeline e os livros dela, que são cheios de romance, erotismo e uma trama bem desenvolvida. A escrita dela é mais séria que a grande maioria dos históricos (que tem um certo humor por trás), porém acho super envolvente e sou apaixonada pelos seus mocinhos..kkkk
*****


site: http://maisclube.com.br/2014/03/resenha-jogos-do-prazer.html
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Thais.Randall 27/03/2017

Me deixando levar....
O livro começa de uma maneira intrigante. A Sra. Longworth está vivendo um momento muito dificil da vida dela, em função da decadêcia de sua família.
O próximo passo é ser leiloada, literalmente, após ter sido seduzida...O que começou como uma maneira de contrage-la, agora parece uma grande reviravolta. No entanto, ela parece mais assustada com o que está por vir, do que a vida de lastima que ela ja vinha levando.....Vamos ver onde está história vai parar!
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Maskarella 20/01/2017

Jogos de Prazer - Resena por Um Romance A Qualquer Hora
"Madeline realmente me surpreendeu nesse livro em especial. Já havia lido a série “As Flores mais raras” da mesma autora e tinha gostado muito, mas esse livro até agora foi o que eu mais gostei. O motivo é bem simples: Kyle e Roselyn.

Levando em conta apenas o casamento deles não há qualquer grande reviravolta. A história segue essa linha linear e até comum onde os mocinhos se casam sem amor, mas tem uma vida sexual atraente e um companheirismo mútuo até que se veem apaixonados um pelo outro. A grande diferença é que a autora não faz grande caso sobre isso no processo.

É comum os mocinhos encararem o amor que sentem um pelo outro como uma grande revelação, um momento único de epifania, onde toda a vida começa a fazer sentido e tudo muda para sempre. Com Kyle e Roselyn é diferente. O momento de epifania dos dois não é o amor, mas sim quando através do relacionamento eles passam conhecer melhor a si mesmos e a sua relação com o mundo a sua volta. O amor é uma grata surpresa que não é tratada com alarde. A revelação sobre a existência dele não é um momento de clímax, mas sim um momento de resolução."

Leia toda a resenha em: https://romanceporhora.wordpress.com/2017/01/20/jogos-de-prazer/

site: https://romanceporhora.wordpress.com/2017/01/20/jogos-de-prazer/
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MárciaDesirée 22/06/2014

Roselyn estava pagando todos os seus pecados. Como pudera acreditar nas promessas de um homem sem honra como Norbury? Agora ela estava passando pela mais vil das humilhações: sendo leiloada como uma cortesã, ou nem isto, pior até. Sendo alvo do deboche e do escárnio de homens que queriam se vingar de seu irmão Timothy. Para sua sorte naquela noite estava presente Kyle Bradwell, uma homem bonito e forte, mas sem berço nobre, mas que ainda assim arriscou uma pequena fortuna para salvá-la daquele martírio e levá-la de volta à casa da prima Alexia, esposa de lorde Hayden Rothwells. A reputação de Roselyn que não era boa em virtude das falcatruas do irmão, agora se tornou pior, pois perder a virtude com um homem sem escrúpulos será o escândalo sem precedentes e com isto ela decide se retirar para a residência da família no campo, vivendo em exílio absoluto para não manchar a reputação de sua família com mais este escândalo. Principalmente Alexia e Hayden que tanto fizeram para ampará-la.
Kyle é um homem que conquistou seu espaço, ainda que não tenha antecedentes nobres, soube aproveitar as oportunidades concedidas por conde Cottington, pai de Norbury, e este também foram um dos motivos que alimentou a ira do mesmo por toda a vida, pois ele sabia que seu pai fazia isto em função de seu comportamento do passado. Kyle estudou e se tornou um profissional respeitado, mas ainda assim sempre seria um filho de mineiro sem nome, mas que caiu nas graças de Easterbrook, cunhado de Alexia e que por muito estimá-la, propõe a Kyle um acordo matrimonial e que ele vai ter que escolher...

- Calcule seus ganhos e perdas, Srta. Longworth, e deixe que eu calcule os meus. Se eu não quisesse, não me casaria por nada, independente de sua fortuna, família ou pureza. (Pág.80)
Falar desta série é puro amor! é difícil dizer qual livro é o melhor, mas posso dizer com certeza, todos são maravilhosos, todos são muito amor e sedução. Tem toda a questão da sociedade puritana e de falso recato, mas também é permeado pelos dramas pessoais de cada um. A peculiaridade deste livro é a condição dos protagonistas, que são marginalizados. Ela por ser irmã de um homem que lesou seus clientes e ele por ser um filho de mineiro que nasceu sem nobreza no nome, mas uma enorme nobreza de coração. Uma união perfeita que os fará se apaixonar.
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