1Q84

1Q84 Haruki Murakami




Resenhas - 1Q84


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Gabê 15/08/2017

Maravilhoso
"Se não consegue entender uma coisa sem receber explicações, significa que continuará não entendendo, apesar das explicações." - Livro 2, pg. 136.
Essa passagem é crucial para explicar o mar de descontentamento que vi aqui no Skoob. Por ser pop nas livrarias, Murakami acaba enganando quem está acostumado com a literatura fácil das explicações óbvias. Não quero parecer arrogante, não sou nem de longe. Mas me incomodou a postura das pessoas de sequer se perguntar porque o livro não estava fazendo sentido. Adorei os livros! A narrativa é de uma sensibilidade extrema. Uma história de amor belíssima em meio a um mundo onde as pessoas estão evidentemente perdidas. O autor tem muita coragem de tratar de temas muito pesados e consegue fazer isso de maneira bem cuidadosa. Apesar do diagnóstico de um mundo onde coisas muito ruins acontecem, Murakami consegue nos mostrar como ainda há esperança.

Achei simplesmente incrível. Me apaixonei pelos livros, recomendo a todos.
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Vanessa 15/05/2014

1Q84
Decidi deixar pra escrever uma resenha só depois de ler a trilogia toda, e o que tenho pra dizer, é que odiei o final!!!
Valério 05/08/2015minha estante
Iniciei o terceiro livro hoje. Vejamos onde vai dar. Não gostei muito dos dois primeiros. E sou meio avesso a best sellers. Por enquanto, se não é uma obra grandiosa e excelente, é aceitável.
Mas fico triste de perder tempo com obras aceitáveis, enquanto há tantas obras magníficas por aí.




Mari 05/12/2014

Um livro vazio. (para aqueles que já leram os livros)
Eu começo essa resenha na forma de um suspiro. Ufa!

Mais de 900 páginas depois e absolutamente nada se alterou dentro de mim. Sim, essa é uma resenha um pouco indignada, mas, calma lá, toma um fósforo, acende teu cigarro (Augusto dos Anjos feelings) que a viagem vai só começar.

Para uma melhor compreensão, resolvi separar em tópicos.

1. O Enredo.
Olha, senhor Murakami, que viagem a sua, hein. Nada contra, adoro literatura que desafia o conceito de realidade concreta. Porém, digamos que a Aomame e o Tengo tinham um potencial absurdo, e acabaram por serem desperdiçados. Não apenas os protagonistas, mas TODA a estória do Povo Pequenino e dohta, maza, e violência infantil (???? sério, Murakami, que o senhor coloca um tema desses sem desenvolver?) e Fukaeri e membros duros e seios fartos e.... OPA! É isso mesmo, 1Q84 também pode funcionar como soft porn. Nada contra, mas, né... Para uma narrativa tão perdida, quanto menos desperdício, melhor.
E desperdício, essa é a palavra. Páginas perdidas para descrever o almoço de Aomame, o estado de ereção de Tengo, o lance da Crisálida de Ar e a constante (aqui eu friso, constante) repetição de características clichês. Mulheres com seios pequenos e fartos (e nem vou tocar no ponto da caracterização infantiloide do corpo feminino) e um detetive que, inexplicavelmente, ganha voz no encerramento da trilogia. Mas isso eu vou falar mais para frente.

2 - Número de Páginas.
MEU DEUS! Que livro absurdamente longo. Levando em consideração que a maioria dos romances contemporâneos possuem em torno de 200-300 páginas, 1Q84 é uma exceção: o The Independent (jornal da terra dos Beatles) denomina o livro como um épico. Fechando os olhos, lembro sempre de E o Vento Levou, esta sim uma obra que merece a denominação, pois temos um arco dramático e personagens que representam a metamorfose humana, adaptando-se à diferentes situações. Mas, me digam, o que muda no fim de 1Q84? Sem spoiler, só digo: nada. Ok, aqueles que leram sabem que o final, pelo menos, abraça as expectativas do leitor. Porém, que arco dramático, que mudança existencial ou do próprio enredo podem ser apontadas?
Reflitam.

3 - O Homem do Nobel.
Todos os leitores de plantão sabem que Murakami é um dos apontados à ganhar o Nobel de Literatura. E confesso que isso me fez pensar, de um certo modo, se a evidência do maior prêmio literário também não subiu a cabeça do escritor. Quando Tengo está reescrevendo a Crisálida de Ar, o narrador explica como ele exclui aquilo que julga desnecessário. E isso me preocupou. Afinal, tenho minhas dúvidas se Murakami realmente exclui algo durante o seu processo de escrita, pelo menos durante o desenvolvimento de 1Q84.
Há tudo demais. Personagens demais e mal desenvolvidos. Repetições inacreditáveis e escolhas de narração bem questionáveis. Não é precisos ser um gênio da literatura para sentir algo estranho quando, ao abrir o último livro, vemos que o detetive Ushikawa também tem capítulos individuais. E para quê?
Para repetir, caro leitor, o que já nos fora socado goela abaixo por 3 livros (!).

Enfim, uma pena. Uma decepção. Um livro cercado de suspiros e ideias desperdiçadas. Eu realmente achei bacana a sinopse, e dei a chance para Murakami. Mas nem tudo é perfeito, escritores também são humanos, e também podem falhar.

E que falha, hein, Mura. Te aguardo na próxima esquina, com esperanças renovadas.


Kelvin 04/05/2016minha estante
Bem, é o estilo do Murakami. O estilo dele não foca em enredo ou "desenvolvimento de personagens". Não achei que os personagens foram mal desenvolvidos, pelo contrário, ele os detalha ao máximo.

Os livros dele, no geral, não se preocupam com enredos cheios de reviravoltas mirabolantes, tudo fica mais no plano metafísico/filosófico, o prazer da leitura (pelo menos para quem gosta do Murakami) dos livros dele fica mais no plano estético do que no plano do enredo.

Dito isto, o livro é todo metafórico, ao mesmo tempo que parece explicar demais deixa vários e vááários conceitos nas entrelinhas. As constantes citações à Proust e a citação a Carl G. Jung no final não foram a toas. Na verdade, muita coisa que parece estar simplesmente "jogada" ali é proposital, muita coisa que parece "descrição repetitiva" tem algum significado.

Não vou me alongar, mas se te interessar pesquisa sobre: Proust, Carl Jung, Sinfonieta de Janacek, etc. dentre várias coisas que aparecem no livro. Enfim... Pode ser que você veja o livro com outros olhos.

Para mim, foi um dos poucos livros que realmente mudou alguma coisa em mim, e olha que já li coisa para caráleo, inclusive E O Vento Levou, que apesar de reconhecer o mérito da obra, para mim não foi tão impactante quanto 1Q84.




Laura M 30/12/2013

O melhor dos 3 volumes.
Terminei este livro em 2 dias. A história me marcou muito e ainda lembro de muitas citações do livro, como se tivesse decorado. Ótimo autor!
Rodrigo 30/12/2013minha estante
Murakami é um gênio... Sem dúvida. O livro te marca de alguma maneira.




Taisa 31/03/2016

Quando eu terminei o primeiro livro de 1Q84 não fazia ideia da onde tinha me metido. Não sabia se era um romance, uma fantasia ou se os personagens tinham transtornos psicológicos.

Quando terminei o terceiro livro uma amiga veio me perguntar: "Nossa nunca ouvi falar desse livro, sobre o que é?". Ótima pergunta, pensei.
Até agora não sei a resposta, nem em qual local encaixar.

Por incrível que pareça foi uma ótima experiência, talvez não faça sentido, mas vou tentar explicar....

Como nos livros anteriores temos diversos pontos de vista, infelizmente não mais o de Fucaeri, no lugar dela passamos a enxergar pelos olhos do pitoresco Ushikawa. Surpreendentemente foi agradável, ele é a peça chave que faltava para juntar Tengo e Aomame.


Mas aqui, dentre todos os personagens o que mais me afeiçoei foi o Tamaru. Sua inteligência e perspicácia foram bem vindas a cada aparição, mas a característica mais presente nele sem dúvida é fidelidade, tanto com a Madame quanto com a própria Aomame. Mesmo com toda objetividade, a fé que ele tem em quem confia é admirável.

Sobre a história em si, não tinha a pretensão de ter todas as minhas dúvidas elucidadas, e realmente elas não foram. Mas acho que a intenção do autor era essa mesmo, deixar lacunas, dúvidas no ar. Não interpretei essa característica como desleixo por parte dele, vi mais como um fator que já fazia parte desse universo que ele criou.

O 1Q84 começou como um mistério e terminou sendo um mistério. Com diversas informações deixadas pelo caminho ele termina com um final claro e legível, mas é como se essa história não fosse feita para os leitores e sim para os próprios personagens dessa trama. Senti como se o próprio mistério fosse um dos personagens.

Aomame e Tengo só queriam se encontrar e fugir desse mundo louco que possui duas luas, apenas isso importava, tudo o mais que veio nesse meio tempo perdia a importância para ambos. E na minha humilde opinião esse foi o motivo dessas tantas "janelas", pois tudo que se referia a esse tão esperado encontro foi explicado.

Eu gostaria de saber o que aconteceu com os outros vários personagens secundários? Saber mais sobre o Povo Pequenino? Mais sobre Sakigake? É óbvio que sim, não posso falar que não fiquei frustrada, mas consegui respeitar as escolhas que ele fez pela originalidade do livro.

É muito bom também sair do universo "americanizado" e conhecer um pouco mais da cultura Ocidental. Durante toda a série há diversas reflexões e referências super interessantes, há muitas lições nas entrelinhas.

Eu indico essa série sim. Ela é diferente de um jeito quase excêntrico, entendo que não serão todos que vão gostar, para mim funcionou muito bem, experimentem!

site: leiturasdataisa.blogspot.com.br
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Carol 31/05/2016

Livro ok.
Esperava mais dessa trilogia.
O último livro da série dá um desfecho totalmente previsível.
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Fer 24/09/2014

A melhor trilogia que li na vida
Murakami é realmente um gênio. A trilogia 1Q84 é simplesmente fascinante, não conseguia parar de ler. Conta a história de uma jovem chamada Aomame cuja profissão é misteriosa e de Tengo, um professor de matemática e aspirante a escritor. Ambos tem a mesma idade, porém vivem vidas completamente diferentes. De início a vida dos dois personagens que são contadas em capítulos separados não tem nada a ver com a outra (pelo que parece). Mas Murakami entrelaça as histórias de forma tão brilhante que não se vê uma lacuna. No terceiro e último livro, mais um personagem entra na história, um investigador particular um tanto quanto esquisito Ushikawa, portanto o livro passa a ser divido em 3 capítulos distintos, cada qual contando a história de um personagem.
A história mistura realidade com ficção e as coisas começam a se tornar um tanto quanto "estranhas". Devido a isso o livro chama-se 1Q84, porém Q em japonês tem a mesma pronúncia do número 8.
É uma trilogia imperdível, que faz referências à música clássica, 1984 de George Orwell e ao livro Os Irmãos Karamasov de Dostoievski.
Rodrigo 25/11/2014minha estante
Também considero a melhor que li. Impossível ler sem pesquisar depois a Sinfonietta de Janacek rsrs




Guilherme Vieira 04/09/2016

Prepotência demais
Para a galerinha pseudo-intelectual que fica falando coisas do tipo "Vcs estão mto acostumados com literatura fácil!! Essa obra inteligente é recheada de metáforas para se pensar!"
Não há problema nenhum em ter muitas metáforas. "O Processo" do Kafka é puramente isso mas dá pra saber do que se trata e tirar suas conclusões. O mesmo para diversos do Kundera e do Saramgo. Eles usam metáforas mas se vc pega UMA dica deles, já saca sobre oq é o livro. O que não é o caso de 1Q84 em que o autor joga um monte de enigmas, não responde nada e se virem para achar as respostas! E são enigmas abstratos demais. Por exemplo, o livro pode tanto ser sobre a vingança feminina contra o machismo como a opressão de seitas religiosas... Ou até mesmo sobre a corrupção no mundo editorial. Ou sobre pessoas que só vivem para trabalhar. Não tem um norte. É tudo muito vago e abrangente.
E também outra. Acho uma baita prepotência essas obras (não só em livros, mas em filmes também) em que o autor escreve algo NON-SENSE para que as pessoas debatam depois. Algo do tipo "Fiquem aí debatendo sobre A MINHA OBRA pq ela é mto boa." Sinceramente... Sou do time que o autor tem que expor sua ideia e fim.
E outra. Ele, de fato, escreve mto bem. Assim como Victor Hugo, Alexandre Dumas... Mas isso não justifica a enrolação nas descrições.
Por fim, esse livro é tipo Donnie Darko. Ninguém entendeu; e quem diz que entende e fala que é uma obra-prima, é pq quer pagar de intelectual.
Gustavo 18/01/2017minha estante
"Se você não consegue entender alguma coisa sem receber explicações, significa que continuará não entendendo, apesar das explicações"
sr. kawana. ( pai de Tengo).




spoiler visualizar
Lucas 11/08/2014minha estante
Vou sentir falta da Fukaeri. hahaha. acho q ela poderia ter tido pelo menos um fim extra, dizendo o q aconteceu c ela.




Amadeu 02/02/2015

Final a la Lost - decepcionante
Após fechar o livro 2 , onde o fantástico tomou conta, minha expectativa era que a história se aprofundasse mais no non sense.

Não foi isso que aconteceu, o autor volta ao cotidiano, o povo pequenino é praticamente ignorado e há muitas redundâncias (principalmente até a metade do livro)

A história tem um desfecho a la Lost, uma única explicação (até sem originalidade, diga-se de passagem) e muitas pontas são abertas e não fechadas por causa deste único desfecho.

Murakami poderia ter feito melhor, a não ser que ele tenha planejado um quarto livro (até onde eu sei aqui é onde se fecha a saga)

Reavaliei 1Q84 como um todo.
Daniel Araújo 06/02/2015minha estante
Esse livro foi decepcionante.


Amadeu 06/02/2015minha estante
Pois é Daniel, ficou tudo solto, como se fosse um sonho e vc acordou e tudo acabou.

O que mais irrita é que o autor é cotado para ser Nobel de literatura, mas com este maldito final...


Kelvin 10/05/2016minha estante
Há uma diferença entre o final de Lost e o final de 1Q84. O final de Lost claramente foi um descuido de quem escreveu a história, já o final de 1Q84 não foi um "Murakami perdeu a mão". O livro inteiro é construído em cima de metáforas, não é um livro de ficção científica e muito menos um mistério escrito por Dan Brown, é um livro de realismo fantástico. Ao pesquisar sobre o gênero, você vai entender o porquê do final, e se você tiver a paciência de prestar atenção às coisas banais que são citados no livro (principalmente Thecov, Jung, Proust, Sinfonieta de Janacek). Ao amigo que falou que o livro foi como um sonho, esta foi uma das intenções do Murakami também, na verdade isso é algo presente em diversos livros de realismo fantástico.




joabe.lins 11/03/2016

O cara é bom mesmo, não explica nada e pronto. Não estou nem ai se vc leu os outro dois livros querendo saber mais sobre o Povo Pequenino, na verdade "ema ema ema cada um com seus problemas"
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mila antares 03/06/2014

Volume 3 da Trilogia 1Q84

Caídos em outra realidade, o mundo de 1Q84, Aomame e Tengo, os protagonistas, dividem a narrativa da trama em primeira pessoa e assim nos arrastam junto com eles para essa dimensão paralela que parece existir em nosso próprio mundo.

A bizarrice da estranheza vai ficando tênue até que a divisão de mundos fica em dúvida. O absurdo faz sentido, o impossível é uma lei natural.

A leitura é deliciosa, acompanhamos a trajetória deles que vira uma busca incessante por se encontrarem; como vão entender que o mundo em que estão vivendo foi uma ruptura da realidade; e o mais importante, como sairão desta sufocante dimensão, como voltar para o mundo real.

Adorei. Uma excelente experiência da escrita oriental, altamente recomendado.


Gildo 19/05/2014

As duas luas e as muitas histórias
Murakami desfecha a trilogia de Aomame e Tengo. As duas luas no céu, que acompanham os personagens no incoerente mundo de 1Q84 contribuem para a fabulosa fantasia a respeito do povo pequenino e da crisálida de ar.

É tenso o ritmo de escrever do autor japonés. Mesmo com flashbacks explicativos e com descrições de divagação, o bater do coração dos personagens não se perde. Há uma perseguição a Aomame neste terceiro volume, já que ela é responsável pela morte do líder da seita Sakigake. Como pensa seu perseguidor, Ushikawa, ele caminha a passos lentos, mas contínuos. Vai chegando cada vez mais próximo de alcançá-la. Ao mesmo tempo, consciente de que está sendo seguida, Aomame não deixa de amar - incondicionalmente - Tengo. Este reencontra-se com um passado confuso e divago. E conclui, sob a luz das duas luas, que nem tudo precisa ser explicado. Há tempo para as dúvidas e incertezas e elas não impedem que se continue a caminhar.

Com personagens obscuros e esféricos, realidade fantástica e toques de romance policial, 1Q84 atinge seu clímax com uma hsitória de amor. Maza e Dohta, alma e alter ego, são parte de um conceito psicológico sobre as várias personas que existem em todos nós. Uma exímia e emocionante obra de um dos autores mais cultuados do momento.
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Claire 30/12/2014

Leitura incomum
A escrita do Murakami segue um ritmo próprio e um tanto lento, porém me agradou e eu sempre quis saber o que se passaria com os personagens.
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anjapsi 08/11/2015

Tres Volumes de frases que me marcaram:
Lua de Papel [p.469]

Os ventos da realidade não podiam apagar a chama de seu coração [p.445]

Noções do tempo [p.427 !]

Não importa... [p.415]

Você disse que vai para longe - O quão longe? ...- Uma distância que não pode ser medida em números ... - como a distância que separa o coração de cada um [p.414]

Explicar algo ilógico de modo lógico é muito difícil [algo do Ilógico não pode ser explicado dentro da Forma Cartesiana] (p.410)

A Morte de uma pessoa, qualquer pessoa, é algo que sempre se deve lamentar...ninguém é capaz o suficiente para viver eternamente [p.400]

Carl Jung [p.392]

A dor é um conceito que não se pode generalizar. O sofrimento de cada um possui características próprias. Se me permite parafrasear Toltoi, toda a felicidade é igual (!?), mas cada dor é dolorosa à sua própria maneira... [p.388]

O calendário indicava que faltava 1 mês para o fim do ano [hoje é 06deNovembro de 2015!p.380]

Eu não fui trazida para cá ao acaso.
Eu estou aqui pq preciso estar aqui.
Não deve ser só isso. [p.371]

Notívago [da Noite... p.359]

"Como um homem realista: Princípios e lógicas não faziam surgir a realidade. A realidade vinha ANTES e só depois apareceriam o princípio e a Lógica. Por Isso, Ushikawa decidiu aceitar a existência das 2 LuAs no céu como um fato" [CUNHA E O ESTADO LAICO - a menos que a notícia não seja um fato - p.356]

site: https://www.facebook.com/anja.psi
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