Perdido em Marte

Perdido em Marte Andy Weir




Resenhas - Perdido em Marte


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Nathália 27/04/2015

Um livro que não foi feito para os leigos em relação à esse tema
O livro é muito técnico, cheio de termos científicos que pessoas como eu, não entendem praticamente nada. É Repleto de matemática, biologia, física, química etc.
A vantagem é que através dessas ciências, das infinitas explicações, a história toda parece ser possível de acontecer, é algo com fundamentos e fatos já conhecidos. Mas confesso que em diversas partes eu meio que passava o olho, pois é muita coisa que eu não sei o significado, o que acabava impedindo minha mente de conseguir imaginar as cenas.
No geral, eu gostei do livro. Adoro ficção científica e viagens espaciais e tal. Mas o final foi tão óbvio que não fechei o livro em êxtase, com aquele sentimento incrível da surpresa, e isso me decepcionou :(
Contudo, estou ansiosa pra adaptação cinematográfica de Perdido em Marte, que estreará dia 29 de novembro desse ano, se eu não me engano.
Por fim, recomendo esse livro se você gostar muito desse tema e não se importar de não saber o significado e representação de muitas coisas.

PS: O protagonista (WATNEY) é muito legal
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Marcus 12/07/2015

A primeira ficção científica a gente não esquece
Em mais um dos meus muitos passeios nas livrarias de Salvador, me deparei com o título “Perdido em Marte”. Um nome meio bobo, típico de filmes exibidos na Temperatura Máxima. Li a sinopse e achei bem interessante. Até me lembrou um pouco do excelente “Gravidade”, filme em que a Sandra “Miss Simpatia” Bullock fica à deriva no espaço. Pensei: Por que compra-lo? Por que não compra-lo? Por que compra-lo? Por que não compra-lo? Comprei! O livro ficou estacionado um bom tempo na minha estante até eu saber que ele ganhou uma adaptação cinematográfica, prevista para estrear por aqui em outubro. Dei uma trapaceada na minha TBR e resolvi ler as desventuras do astronauta forever alone.

O livro narra a história de Mark Watney, um astronauta numa missão da NASA no Planeta Vermelho. Depois de uma forte tempestade de areia, a tripulação é orientada a cancelar a missão e ir embora. Durante o trajeto de volta à nave, Mark sofre um grave acidente. Todos os outros acreditam que ele está morto, então seguem com o plano de voltar pra casa ( #PartiuTerra ).

Por incrível que pareça, Mark sobrevive ao acidente e, ao acordar, percebe que está sozinho em Marte, sem ter como se comunicar com a Terra e com suprimentos suficientes para apenas mais alguns dias. Mas Mark é persistente, não do tipo que desiste fácil. Sendo assim, vai usar todos os seus conhecimentos de engenheiro e botânico para travar uma difícil batalha pela sobrevivência.

E foi exatamente nesse ponto que a leitura de “Perdido em Marte” ficou um pouco complicada para mim. O autor enche o livro de embasamentos científicos para mostrar como o personagem estava fazendo para conseguir oxigênio, água e até plantar batatas em solo marciano. Mas como isso pode ser ruim? Mostra o quanto Andy Weir pesquisou sobre o assunto e como tudo aquilo era plausível. Ok, eu concordo. Mas para uma pessoa que não é da área de química e biologia (lê-se: que não gosta/entende desses assuntos), pode parecer informações e técnicas demais. Muita ciência e pouca ficção.

No entanto, isso permanece somente nas páginas iniciais. Com o decorrer do livro, diversas situações vão ocorrendo. Situações bem angustiantes que prendem a nossa atenção. E, mais uma vez, os detalhes de Andy Weir (dessa vez utilizados na parte fictícia da história) são fundamentais para criar um clima de tensão constante. Não existe um momento de calmaria. Sempre tem alguma coisa acontecendo. Boa ou ruim.

A escrita do autor é bastante agradável e flui num ritmo bacana. E o personagem principal, Mark Watney, é um dos caras mais bem humorados e carismáticos que já encontrei num livro. Sem falar na sua inteligência. Ele manja dos paranauê.

Enfim, esse foi o meu primeiro livro de ficção científica e uma experiência diferente para mim. Apesar do estranhamento inicial, de ficar perdido no meio de moléculas, elementos e reações químicas, a história me conquistou e se tornou uma surpresa bem agradável. “Perdido em Marte” nos mostra que não há nada tão forte e poderoso quanto o espírito humano.


site: http://blogentrelinhas1.blogspot.com.br/2015/07/perdido-em-marte.html
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Sydney 05/12/2016

Absoluto!!
A ficção realística que Weir usa para contar essa estória é quatro ou cinco vezes maior que o filme. Envolvente do início ao fim.
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Vitor 19/07/2016minha estante
Oi =D
Eu concordo com você, o livro tem bastante comedia em um livro de ''fic''

Porém, gostaria de que você me explicasse, onde esse livro pode ser considerado de auto-ajuda ? , so por curiosidade mesmo.


GryphoS 30/07/2016minha estante
Vitor.Paty, a parte da "auto-ajuda" é demonstrar que tudo o que o fez sobreviver ao acontecido foi manter o bom humor e a cabeça erguida, enfrentando os problemas sempre olhando o lado otimista. O fina meio que revela isso... falando sobre os seres humanos se unirem para ajudar um ao outro em uma dificuldade. Vale a pena reler o último diário de bordo (em especial Os ÚLTIMOs parágrafos, acho que você vai entender o que eu quis dizer.




Horroshow 13/02/2016

Resenha por Wallace Santos (Blog Horrorshow)
Acredito que os gêneros que rotulam os livros hoje em dia devam ser repensados. Usando-os como base, não há como categorizar “Perdido em Marte” de Andy Weir. Não é policial nem romance. Aproxima-se de ficção científica, mas com os avanços no campo da exploração aeroespacial e a proximidade com a realidade alcançada, é difícil chamar de ficção. É algo científico, isso com certeza, mas ainda falta algo para definir a dose de quase 400 páginas de pura ação. Tem drama, tem uma pontinha de romance, mas tem ação demais. Muita mesmo. Tá pronto?

Mark Watney é a décima sétima pessoa a pisar em Marte. É sim, deixa rolar. Um dos seis tripulantes da missão Ares 3, que explorava o planeta vermelho, Mark é deixado para trás porque sua comandante toma tal decisão acreditando que ele estava morto. Mark então começa seu diário em Marte e é basicamente nisso que consiste o livro: Watney contando seus dias tentando sobreviver na atmosfera hostil do planeta. E põe hostil nisso. Estando sozinho, ele deverá fazer uso do estoque limitado de coisas que possui para sobreviver até que a outra missão tripulada chegue até Marte e possa resgatá-lo. Os problemas nisso: tal missão só chegará em alguns anos, Marte não possui solo cultivável ou atmosfera respirável e sua comida não vai durar um quinto desse tempo. Mas ele vai tentar.

(... continue lendo no link abaixo)

site: http://bloghorrorshow.blogspot.com.br/2015/11/perdido-em-marte-andy-weir.html
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Lorran Pegoretti 14/01/2015

Fantastico!
Livro totalmente fantástico, impossível para de ler.
As tramas, problemas encontrados e a forma que são resolvidos são simplesmente fantásticos!

Para quem tem um conhecido básico de física o livro é melhor ainda.
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ale 18/09/2016

Desisti
Desisti desse livro porque achei muito chato, não vou para Marte, não me interessa as formas de obter oxigênio na falta de ar, kkkkkkk.... vi muita gente dizendo que se divertiu muito e riu muito endo esse livro, não senti nada disso, me perdi várias vezes naquelas datas de um diário diferente, porque afinal acabava me distraindo e nunca sabia o que estava lendo.. O filme é bem melhor, porque foi tudo traduzido para imagens, então não tem a descrição de tudo as açoes vão dando conta de toda a história.... nao pretendo voltar a ler
Glauci 18/10/2016minha estante
Kkkkkkkkk "não vou para marte" foi ótima! Eu assisti ao filme e fiquei mega curiosa por mais detalhes, embora eu também não tenho a menor pretensão de ir a marte.


Sydney 05/12/2016minha estante
Ale, fui assistir ao filme na semana da estréia. Acho que gostaria muito de ir a Marte, mas por enquanto é só um desejo. :D
Ja assisti "Perdido em Marte" umas 10 vezes, seis delas prá conferir com o livro e uma prá acompanhar a trilha sonora, que também é sensacional.
Quanto ao livro, acho que pode ser um manual de emergência prá um monte de situações do nosso dia-a-dia que, esse sim, eu acho chato demais.




Max 31/05/2015

Por que o Aquaman controla baleias? elas são mamíferos, não faz sentido. ( Mark Watney)
Matemática, Química, Física e Engenharia aparecem constantemente nesse livro, o que o torna para pessoas não dotadas de um nível de inteligência acima da média ( como eu) um pouco difícil de compreende-lo. Mas essa linguagem técnica não interfere em nada na história, ainda é possível compreender sua mensagem.
É um livro extremamente engraçado. confesso que ri muito do começo ao fim, o bom humor de Watney, personagem principal, parece não ter fim, mesmo com tudo conspirando contra ele, ele não perde o humor.
É uma leitura cativante, que te prende do começo ao fim, que faz você não querer parar de ler ( li ele em dois dias). Apesar do final bastante óbvio ( spoiler: ele é resgatado), diante o desenvolver acontecem situações que te surpreendem, que vão te fazer ficar triste e feliz por Watney.
Pra quem ama ficção científica e astronomia, e um ótimo livro, sem exageros e situações absurdas ou impossíveis. Andy Weir escreveu um dos melhores livros que já li
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Valt 21/11/2014

PQP! Esse livro é otimo
Nas primeiras 50 paginas eu quase abandonei a leitura, pois foi muito confusa devido a varias citacoes de quimica ( e eu nao entendo nada de quimica). Mas depois esse assunto ficou de lado e a leitura foi simplismente incrivel. Ja nao bastava a historia ser boa por ser passar em marte o autor fez um personagem muito bem humorado que foi o diferencial. Teve um dia em que eu estava lendo no ônibus, voltando do trabalho, e eu estava na pagina 64 e nao me aguentei e comecei a rir.
Espero que o cinema nao mude a historia, na minha opinião o livro ja é um roteiro pronto.
Luan 21/11/2014minha estante
Quero ler!


Valt 21/11/2014minha estante
tu vai gostar ;)


Leonardo 22/11/2014minha estante
Quero muito ler esse livro !




Gaby 19/10/2015

Andy Weir. Guardem esse nome!
"Então, esta é a situação: estou perdido em Marte. Não tenho como me comunicar com a Hermes nem com a Terra. Todos acham que estou morto. Estou em um Hab projetado para durar 31 dias. (...) Então, é isso mesmo. Estou ferrado."

O Programa Ares tem como intuito explorar o planeta vermelho enviando tripulantes devidamente treinados para estudar e expandir o horizonte da raça humana. Duas missões tripuladas foram executadas com sucesso; a terceira acabou se tornando um pesadelo.

A Ares 3 é uma missão que deveria durar dois meses em solo marciano, mas que acabou abruptamente no sexto dia, em decorrência de uma forte tempestade de areia com ventos de 175km/h. Em meio à inesperada tempestade, o astronauta Mark Watney foi atingido por uma antena arremessada em uma velocidade assustadora. O restante da tripulação, certos de que ele tinha morrido, abortou a missão e, seguindo os protocolos criados pela Nasa, abandonou o cadáver de Watney em Marte.

Ferido, sozinho e sem contato com as pessoas na terra, Mark Watney está certo de que será a primeira pessoa a morrer em marte, mas não naquele dia.
Munido com suas habilidades em botânica e engenharia, além de um raciocínio rápido e um humor inabalável, Mark terá que usar toda sua inteligencia para tentar entrar em contato com a Nasa usando nada mais que seus cálculos, sua genialidade e fita adesiva.

Mesmo em contato com a Terra, demoraria anos até que outra missão chegasse ali; até lá seus mantimentos já teriam acabado e Mark estaria morto há muito tempo. Para não morrer de inanição ele irá plantar batatas em Marte. Sim, nosso engenhoso astronauta irá plantar batatas em um planeta famoso por nada crescer ali.

Iremos acompanhar seu dia a dia através de seus diários de bordo, que começa a escrever confiando que alguém, um dia, irá lê-lo. Ele provavelmente já estará morto, mas ainda assim quer que todos fiquem ciente de tudo o que ele realizou ali.



“Foi uma sequência ridícula de acontecimentos que quase me fez morrer, e uma sequência ainda mais ridícula que me fez sobreviver.”

Além das atualizações de Mark em seu diário, acompanhamos também o que está acontecendo na terra e com a tripulação da Ares 3, que se culpa por ter deixado um deles para trás com vida, mesmo que não pudessem adivinhar isso na hora.

O mundo inteiro acompanha o desenrolar dessa história com ansiedade e medo. Mark, em poucos dias, se torna uma celebridade mundial e todo e qualquer recurso do governo será usado para trazê-lo de volta, e com vida.

Um diferencial da narrativa que fica logo em evidência é que toda a situação do nosso protagonista, apesar de extrema e com poucas chances de um final feliz, quase não é dramatizada. Isso se deve ao bom-humor e carisma que fazem de Mark Watney um dos melhores personagens já criados, em minha opinião.

Tudo o que pode dar errado na estadia dele em marte, dá errado. São dezenas de situações perigosíssimas que são contornadas pela criatividade e instinto de sobrevivência de Mark. Ele sabe que está em perigo e sabe que são pouquíssimas as chances de sobreviver até a chegada do resgate, mas o que ele pensa é: se for para morrer, morrerei lutando.

A narrativa tem um embasamento científico detalhado e realístico. Tudo o que o personagem faz ganha uma explicação à altura. São assuntos realmente muito difíceis de entender, o que requer mais atenção durante a leitura. Muita física, muita química e muita biologia. Porém, apesar de toda essa carga científica, o autor tem uma escrita muito fácil e consegue prender o leitor do começo ao fim. É certo de que a leitura se torna um pouco massante nessas partes, mas nada que comprometa o entendimento e divertimento do leitor no restante da obra.

O final foi muito bem planejado e deixa margem para uma possível continuação, mesmo sendo um livro único; e ainda assim não existem muitas pontas soltas. Logo que concluí a leitura senti uma imensa vontade de reler, só para não ter que me despedir da maravilha que é essa narrativa.

Perdido em Marte é, no mínimo, genial. A construção do enredo é de uma precisão técnica incrível, e a mesma precisão se repete com os personagens, diálogos e etc. Andy Weir, em seu primeiro livro, dá um show de ficção cientifica da mais alta qualidade. Um prato cheio para os fãs do gênero, sem sombras de dúvida.

Com o filme já nos cinemas, o livro foi relançado com o cartaz do mesmo. Eu não tenho problema algum com capas de filme, e definitivamente não tive em relação a este. Aliás eu adorei! A tradução está ótima e a revisão também. As páginas são amarelas e diagramação está boa.

Para os fãs de ficção científica ou curiosos do gênero, fica aqui minha indicação.
Andy Weir. Guardem esse nome!

site: http://www.osnosdarede.com/2015/10/resenha-perdido-em-marte-andy-weir.html
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Nath @biscoito.esperto 08/01/2017

Um retrato do instinto básico da humanidade.
Terminei este livro faz pouco mais de uma hora e ainda nem consegui reorganizar meus pensamentos direito.

Vamos começar o maravilhoso (até agora?) ano de 2017 com uma resenha de um dos livros mais irreverentes que eu já li (esse ano!) (brincadeira!) (é que ainda é dia 8 de janeiro, risos).

Perdido em Marte (ou O Marciano, do original) conta a história de Mark Watney, o décimo sétimo astronauta a pisar no planeta vermelho. No sexto dia da missão da tripulação da Ares 3, uma tempestade de areia terrível acontece e os tripulantes são obrigados a embarcar na nave de volta para a Terra. No meio da confusão, os cinco outros tripulantes da missão acreditam que Mark morreu e deixam seu corpo para trás.

Mas Mark não morreu.

Ele foi abandonado à própria sorte num planeta estéril, sem comida, sem recursos, apenas com seus conhecimentos. Mark sobrevive à tempestade e logo percebe que, se não começar a trabalhar, poderá ser a primeira pessoa a morrer em Marte. Ele então começa a anotar em seu diário de bordo todas as suas soluções para problemas como: morrer de fome, morrer sufocado, morrer sozinho, etc. A pesar do otimismo e do bom humor de nosso protagonista (sério, ele faz piada de TUDO) é muito difícil imaginar um futuro no qual ele sobreviva.

O grande ponto inovador de Perdido em Marte com certeza é a exploração da natureza científica de tudo o que Mark faz para sobreviver. Admito que achei que o livro seria tedioso por causa disso, mas na verdade as longas páginas de Mark explicando como criar batatas num planeta morto e como retirar oxigênio com compostos químicos é muito interessante. Claro que eu sempre tive uma enorme pré-disposição e interesse por ciência, mas acredito que mesmo a pessoa mais leiga do mundo poderia se surpreender com a engenhosidade do Mark. E, é claro, torcer por sua sobrevivência.

Na minha humilde opinião, o que me fez gostar tanto do livro eram os personagens. Claro que temos Mark, nosso protagonista perdido em Marte, mas também temos os tripulantes da Ares 3 voltando para a terra e todos os funcionários da NASA que trabalham dia e noite para trazer Mark de volta pra seu planeta natal.

Perdido em Marte cobre quase dois anos de Mark preso no planeta vermelho e todos os esforços de pessoas na terra e no espaço para ajuda-lo. O livro é muito divertido de ler, mas também é uma história emocionante sobre como a humanidade funciona. Se – quando – você ler este livro, ao chegar na última página haverá um parágrafo tão lindo que fará todo o livro mais especial ainda. Espero que você chegue lá, e depois me conte o que achou!

Recomendo!

site: www.nathlambert.blogspot.com
Lorena 08/01/2017minha estante
Indo para minha lista em 3, 2, 1... rs
Fiquei interessada!!


Nath @biscoito.esperto 08/01/2017minha estante
Tenho certeza de que você vai adorar, esse livro é incrível!




eduardoin 16/07/2015

Uma grata surpresa.
É curioso como um diário de bordo lotado de cálculos e dados científicos pode ser divertido e gerar incríveis momentos de tensão. O autor Andy Weir (um desenvolvedor nerd filho de um físico de partículas) acertou em cheio em como balancear a diversidade de lados de uma história de sobrevivência. Manter o ponto de vista do protagonista em um diário de bordo permitiu que ele aplicasse um altíssimo teor de ciência na história, escalando cada detalhe e tomada de decisão de Mark Watney em algo palpável e calcado na realidade. Voltando a falar da ciência do livro, é louvável como o autor conseguiu com tantos dados e números desenvolver uma narrativa dinâmica e leve, e boa parte disso está no desenvolvimento do nosso heroi perdido em Marte. É impossível não gostar de Watney. Termino esta obra com aquela nostálgica sensação de me despedir de bons amigos, em especial do astronauta que se arma de bom humor para encarar o maior desafio da humanidade. Espero ansioso por ver Matt Damon nas telas!
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Babi 31/01/2017

Seria trágico se não fosse cômico
Finalmente me curei da ressaca literária! Obrigada Andy Weir

site: http://www.ummetroemeiodelivros.com
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