Perdido em Marte

Perdido em Marte Andy Weir




Resenhas - Perdido em Marte


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J.C.S.Rabelo 22/05/2017

Normalmente eu só consigo me prender na história de um livro por volta dos 30% de leitura. Antes disso eu leio bem devagar e capenga, enrolando, passando alguns dias sem nem passar perto. Aí a coisa engrena e eu termino o resto bem rápido. Com Perdido em Marte não foi assim. Eu já me senti presa logo na primeira página, porque esse cara é genial. É um livro cheio de linguagem científica com detalhes técnicos que mesmo assim conseguiu ser extremamente leve e agradável. Sem falar que é hilário! O cara tá lá sozinho em Marte passando por mil situações de quase-morte e ainda faz piada e te faz rir!!! Muito maneiro. Muito massa. Adorei cada página, fiquei apreensiva nos momentos críticos, amei vários personagens mesmo com pouca descrição psicológica deles.
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Junior 17/01/2016

O que falar de Perdido em Marte ? ?????
Quando peguei o livro para ler já esperava muitoooo, vi várias resenhas positivas. E já embriagado na narrativa do autor não deu outra. Foi amor a primeira vista.
A princípio pensei que teria dificuldades em ler, pois a narrativa mescla elementos técnicos com uma boa dose de humor. Mas estava completamente enganado. O autor coloca sim termos técnicos e digamos complicados. Alias não sou um astronauta para saber de tais termos kk
Mas ele narra com suavidade, com leveza. Facilitando a leitura ao extremo.
E o que falar do Mark ? Nosso astronauta completamente perdido em Marte ? Impossível não se tornar seu melhor amigo.
Simplesmente amei cada pagina. Super recomendo.
Amanda Ferreira 21/01/2016minha estante
Também amei esse livro




Thiago 17/11/2014

Quando vi Perdido em Marte na estante da livraria, confesso que o que me chamou atenção pela primeira vez foi a capa, junto com o título. Sempre gostei de obras, cinematográficas ou literárias, que demonstrassem como seria uma situação hipotética (como estar sozinho em marte) com bases sólidas, e esse livro foi a perfeição nesse conceito.
Quando peguei para ler, nunca imaginaria o que a linguagem seria tão técnica e explicativa, e é simplesmente fantástico como a explicação científica fica acessível para qualquer um no livro. Eu não sou nenhum expert em física ou química, mas entendi perfeitamente todas as explicações.
Perdido em Marte é diferenciado, pois não é uma ideia somente jogada e imaginada, ela é embasada, e se me falassem que tudo ali realmente aconteceu, eu realmente acreditaria, e é isso o que mais admiro em uma ficção científica.
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Leo M 20/11/2017

Um conto aleijado...
O livro tem muitas virtudes, mas desagrada na sua visão limitada sobre o aspecto psicológico de um desafio dessa magnitude...

Tenho extrema admiração pela matemática, pela ciência, e pela capacidade do homem em superar obstáculos, entretanto ao ignorar o componente emocional de forma tão sistemática o autor demonstra que desconhece o ser humano na sua característica mais instintiva e emocional..

Ainda assim, apesar de aleijado, é um bom livro infanto-juvenil.
Paiva 09/12/2017minha estante
Só não podemos pensar que, nossa condição psíquica seja igual a do personagem ou de qualquer outra pessoa. Ela pode ter se saído bem, havia muita coisa a se fazer e com a mente ocupada como estava foi suprimindo alguns problemas. Não podemos comparar nossa subjetividade a dele, porque casa um tem a sua. Eu nesse caso com certeza não me sairia bem, mas outras pesssoas se saem. E cada um reage diferente. É um livro no mínimo angustiante e bem elaborado.




Lucas 24/06/2015

Pode parecer que um livro que se passa em Marte mostrando a sobrevivência de um único homem que lá se encontra seja chato e monótono. Mas não é isso que acontece em Perdido em Marte, romance de estreia de Andy Weir. Nele, acompanhamos Mark Watney, astronauta que acaba ficando em Marte após seus colegas de missão pensarem que ele havia morrido.

É a partir daí que a história se desenrola. Acompanhamos o protagonista utilizando seu conhecimento e o equipamento disponível para sobreviver. O livro tem bastante embasamento científico e ele realmente explica o que está fazendo para que o oxigênio não acabe ou para estabelecer contato com a NASA. Mas isso não torna a leitura chata ou lenta. O autor sabe trabalhar esse lado da obra de forma a não deixá-la tediosa.

Isso se dá, em grande parte, pelo bom humor do protagonista. Apesar de estar sozinho no planeta vermelho, ele é divertidíssimo. O livro é narrado, em sua maioria, em primeira pessoa, pelo ponto de vista de Mark. Mesmo quando a situação estava nada favorável, a forma como ele contava tudo era divertida. Esse, com certeza, foi um dos pontos positivos da obra. A leitura é leve, rápida e engraçada. Algumas passagens chegam a ser hilárias devido ao sarcasmo e ironia do protagonista.

Em certo ponto, passamos a acompanhar a equipe que está trabalhando na Terra para resgatar Mark. (Isso não é spoiler, OK?) Essa adição de ponto de vista deu uma boa dinâmica para a história. Mesmo a trama já estando interessante somente com o que estava acontecendo em Marte, ver o que se passava na Terra só deixou a história ainda melhor.

O livro é mais do que recomendado, principalmente para quem procura uma trama surpreendente e que prende o leitor até o final. Além de ser uma leitura tranquila, é bastante engraçada e diferente do que estamos acostumados a ver ultimamente.

site: Para mais resenhas, acesse: www.estantenerd.com
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Glaucea 18/01/2015

Então, esta é a situação: estou perdido em Marte. Não tenho como me comunicar com a Hermes nem com a Terra. Todos acham que estou morto. Estou em um Hab projetado para durar 31 dias. Se o oxigenador quebrar, vou sufocar. Se o reaproveitador de água quebrar, vou morrer de sede. Se o Hab se romper, vou explodir. Se nada disso acontecer, vou ficar sem alimento e acabar morrendo de fome. Então, é isso mesmo. Estou ferrado". Pág. 14.

Uma ficção científica incrível, que possui um embasamento teórico muito rico e mesmo assim não deixa a leitura chata ou cansativa.

Quando Mark sofre um acidente e a tripulação precisa ir embora de Marte as pressas acreditando que ele está morto, o astronauta começa um 'corrida' contra o tempo para conseguir se manter vivo até que a próxima expedição chegue ao planeta, o que deve ocorrer em quatro anos. O principal problema é que a comida disponível não durará até o resgate e ele não tem comunicação nenhuma com a Terra para avisar que está vivo.

Nos cinco primeiros capítulos o personagem começa a pensar em formas de sobreviver e a colocar em prática vários planos. Quando comecei os primeiros capítulos, pensei que seria muito cansativo a leitura, já que na maior parte do tempo Mark está explicando como vai fazer para aumentar o reservatório de água, para criar hidrogênio, fazer um solo fértil e mais um monte de coisas científicas.

Mas a partir do capítulo seis as coisas começam a mudar e o livro fica mais dinâmico. Através de satélites a Nasa descobre que Mark está vivo e começa a acompanhar, através de fotos, a saga do personagem, ao mesmo tempo em que começa a traçar planos para resgatá-lo com vida.

"Minha conversa com a Nasa sobre o reaproveitador de água foi chata e cheia de detalhes técnicos. Portanto, vou parafraseá-la para você.
Eu: 'Isso com certeza é um entupimento. Que tal eu desmontá-lo e verificar os tubos internos?'
Nasa (depois de cinco horas de deliberação): 'Não, você vai ferrar com tudo e morrer'.
Então eu o desmontei".

Os capítulos são divididos entre narrações em primeira pessoa de Mark e em terceira pessoa quando se trata da Nasa ou as coisas que se passam na Terra. A parte de Mark é narrada em forma de diário de bordo, onde ele vai contando o que acontece nos seus dias para o caso de se morrer em Marte, alguém encontrar seu diário.

O personagem é muito bem construído e passa por vários momentos diferentes, mas ao mesmo tempo é muito bem humorado e irônico tendo em vista toda a situação pela qual está passando. Em várias o livro deixa o leitor agoniado, quando você pensa que vai dar certo o plano do personagem, acontece alguma coisa que muda tudo e a gente se envolvido para que ele consiga sair dali.

E as partes com as explicações científicas, que no começo achei cansativas, no decorrer da leitura considerei como ponto positivo, já que o autor vai esclarecendo, em forma de narração do próprio personagem, os passos para conseguir tais coisas de forma que a história não fique tão absurda, e até para mim, leiga no assunto, ficou fácil de entender.

"Fico pensando se algum dia vão descobrir o que realmente aconteceu. Tenho estado tão ocupado tentando me manter vivo que nunca pensei no que meus pais devem estar passando. Neste momento, estão sentindo a pior dor que alguém pode suportar. Eu daria tudo para avisá-los que ainda estou vivo.
Acho que vou ter que sobreviver para me redimir". Pág. 22.

* O livro teve os direitos comprados e o filme está previsto para ser lançado em 2015.

site: http://www.baseadoemfatosliterarios.com.br/2015/01/perdido-em-marte-andy-weir.html
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Alcione 18/05/2017

Perda de tempo
Não valem nem comentários!!!Eca pra plantação de batatas e a chatice das fitas adesivas?Um saco!!Não recomendo!!!
Rafa P. 21/10/2018minha estante
Não li o livro, mas o filme é sensacional , você ja assistiu? A trilha sonora é incrível !




Wendell 27/04/2015

Espetacular
Essa obra se resume em apenas uma palavra: espetacular. Andy Weir escreveu mais que uma estória, mas talvez um dos melhores livros de ficção científica que já li ao longo de minha vida. Não irei resenhar o livro, creio que a melhor maneira de fazer isso é lendo-o. Mais do que recomendado. Além de ciência e tecnologia, o texto tem uma dose gostosa de muito humor, do início ao fim, mesmo o personagem passando todo tipo de dificuldade. Não há como não torcer e dar bosas risadas. Mark Watney é o cara! Não deixem de ler o livro. Como disse, é uma obra espetacular!
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tatty 03/02/2016

Em Perdido em Marte conhecemos Mark Watney, um astronauta que fazia parte d'O Programa Ares, que realizam missões enviando pessoas à Marte.
Mark foi um dos tripulantes da missão Ares 3. Em seu sexto dia em Marte, um acidente aconteceu com Mark durante uma tempestade de areia e todos acharam que ele estava morto, o que ocasionou no abortamento da missão e na volta dos tripulantes à Terra, deixando o corpo de Mark lá.

"A Ares 3. Bem, essa foi a minha missão. Certo, não exatamente minha. A comandante Lewis era a responsável. Eu era apenas um dos tripulantes. Só ficaria "no comando" da missão se fosse a última pessoa que restasse.
Quem diria?... Estou no comando." Pág. 9

Quando Mark acorda e percebe que fora abandonado, faz de tudo para se comunicar com alguém. Em vão. E mesmo que conseguisse pedir ajuda, seria impossível resgatá-lo, já que seus mantimentos não durariam até lá.
Ele estava completamente ferrado e sabia disso, mas não pretendia desistir de sobreviver.

"[...] Tenho estado tão ocupado tentando me manter vivo que nunca pensei no que meus pais devem estar passando. Neste momento, estão sentindo a pior dor que alguém pode suportar. Eu daria tudo para avisá-los que ainda estou vivo.Vou precisar sobreviver para me redimir." Pág. 22

Mark então começa a ter ideias mirabolantes e perigosas para conseguir mais água e alimento (SIM, ELE TENTOU FAZER ISSO NO MEIO DO NADA!!!) e um dos objetivos era plantar batata, sabe-se lá como.
Na verdade, ele é engenheiro e botânico e explica exatamente como, mas vamos ignorar a parte científica.

"[...] Vou ter que me tornar minha própria Nasa, descobrindo como explorar o planeta longe do Hab. A boa notícia é que tenho muito tempo para fazer isso. Quase quatro anos." Pág. 66

Ao longo da história temos as aventuras do astronauta abandonado, que é tão bem descrita que conseguimos imaginar com perfeição tudo ao redor dele. Também temos algumas cenas na Terra, então o autor nos deixa a par de tudo o que está acontecendo em ambos os planetas, tornando assim o livro mais interessante e gostoso de ler.

"Tudo bem, chega de lamentações. Estou conversando com alguém: a pessoa que ler este diário. É um pouco unilateral, mas vai ter que bastar. Talvez eu morra, mas alguém vai saber o que eu tinha a dizer." Pág. 96

***
Mesmo com tudo dando errado para o Mark, foi impossível não torcer por ele e ficar aflita em alguns momentos. Quando algo dava certo, depois outra coisa dava errado, era agoniante! hahaha O fato de ele ser um homem super engraçado e descontraído ajudou muito durante a leitura, foi o que deixou a história mais leve, já que por várias vezes fiquei triste por ele.

Eu adoro livros com formato de diário, esse é um deles! O que tornou a leitura um pouco mais demorada foram os "termos científicos" e coisas do tipo que ele usava para explicar os procedimentos que ele fazia, porém quem é da área de química e derivados provavelmente vai achar interessante. Se você não for uma dessas pessoas, pode se acalmar e ler o livro mesmo assim, pois não é um bicho de sete cabeças, ok? Tenho certeza que o humor do Mark vai compensar tudo isso. hahaha

site: curaleitura.blogspot.com
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JPHoppe 27/11/2016

Histórias de sobrevivência, lutando contra todas as adversidades, são excelentes. Mostram que, mesmo quando tudo parece perdido e a saída mais fácil é desistir, ter força de vontade e esperança fazem toda a diferença. Melhor ainda quando a ciência é posta no centro de tudo isso, guiando os problemas, soluções e toda a história.

Watney não se perdeu em uma floresta ou em uma montanha. Fora as bactérias e outros microorganismos que carrega consigo, ele é a única forma de vida em Marte. E está completamente sozinho. Como sobreviver?

O filme fez um excelente serviço, especialmente ao dar um rosto aos personagens e ao cenário, especialmente a sensação de isolamento. Mas o livro consegue fazer algo que é muito difícil no cinema: entrar na mente do personagem, ver tudo do seu ponto de vista. Seja em situações de solução de problemas que ninguém conseguiria prever, os adoráveis momentos de bom humor, ou mesmo nas situações onde tudo parece perdido e não há mais o que fazer. As curvas dramáticas na história estão bem posicionadas, com subidas e descidas, fazendo ser difícil largar o livro.

Vi muita gente reclamando da parte científica. Que tem matemática, química, ciência demais no meio, e que isso torna o livro entediante. Talvez esse seja apenas mais um reflexo do quanto o Brasil, mesmo o público que lê livros e fica na região bacana da média de livros lidos por ano, ainda é muito imaturo em relação à ciência.

Se um pouco de ciência te incomoda, passe longe. Caso contrário, pegue e não pare de ler até o fim. Sem dúvida uma das melhores histórias de ficção científica recentes.
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Jean 29/08/2016

Me surpreendi...
Capítulo 1, primeira frase: Estou ferrado. (Mark Watney)

O que dizer desse livro que já se inicia simpaticamente?
Na verdade eu nem sei (essa é minha primeira resenha, e essa frase do Mark me representa nesse exato momento kkk), mas acredito que o título já é um resumo do que eu sinto.

Impressionante, essa é a palavra que define essa obra do autor Andy Weir. Quando li a sinopse do livro, imaginei que seria exatamente como muitos esperavam ser(creio eu), ou até mesmo o motivo pelo qual o "condenam": O "drama" de um homem Perdido em Marte (e agora o que vou fazer, chorar até a morte? Esqueceram de mim, cadê minha família? kkkk), ou seja, todo aquele choro de ter sido abandonado e estar sozinho no espaço. Mas na realidade o autor optou por seguir uma outra linha, o humor e a inteligência do protagonista Mark Watney. Este se manteve sempre muito bem humorado e extremamente calmo diante de várias situações difíceis (pra não dizer algo pior) resolvendo problemas que pareciam impossíveis de serem solucionados . E sim, ri muito em várias partes onde, supostamente, deveriam ser mais dramáticas visto a situação de Watney, mas mesmo assim o humor negro do mesmo, consegue arrancar risos do leitor aqui e ali. Então claro, isso me surpreendeu bastante pois o livro fugiu do padrão, sendo esse não o seu ponto fraco, mas sim o seu diferencial.
Digo isso porque li em alguma resenha que falava que o Mark meio que perdeu um pouco seu lado humano, pois não lamenta tanto a falta da família e amigos, e que queriam ver mais esse lado dele. Mas se for analisar, ficar lembrando da família ou amigos o tempo todo, na situação em que ele se encontra não era de grande ajuda, até porque ele tinha muito mais com o que se preocupar, como por exemplo, respirar, comer, beber...hahaha. E sem contar que a última coisa que ele precisa ali é se sentir depressivo.
A escrita do autor é clara, a leitura flui facilmente, o enredo é atrativo, então sim, eu recomendo. Mas enfim, sobre as informacoes técnicas que são recorrentes no livro, eu sou um pouco suspeito pra falar sobre, pois estas me atraíram muito, pode ter ligação com o fato de eu cursar engenharia (quem gosta de matemática, física e química? Só louco kkkkkkkk ), por isso não vou escrever muito sobre isso.
Então só pra finalizar, o livro é incrível em todos os aspectos, o personagem principal é muito carismático, achei que o drama foi na medida certa nem muito e nem pouco e quero, com toda certeza, ler outros livros do autor.
Leiam e tirem suas conclusões!!!
Jemilly 29/08/2016minha estante
Adorei esse livro, me surpreendeu também pelo humos! Muito boa a resenha!


Jean 29/08/2016minha estante
Obrigado Jemilly ;)


Adalberto 30/08/2016minha estante
Bom dia, vocês sabem os conhecimentos físicos relacionados com do filme Perdidos em Marte, quais os assuntos da física envolvido no filme?




Mitopacheco 27/04/2015

Livro digno de pertencer ao gênero científico
Mark Watney é um astronauta que participa da missão ares 3, que por conta de tempestades de areia é abortada, e a partir disso fica isolado em marte.
Passando por todas as adversidades que um terráqueo (e um marciano) pode passar, ele luta pela sua sobrevivência sempre com ânimo e bom humor.
Livro digno e comparável a grandes obras de ficção científica, com o tom científico bastante impregnado, o livro desenvolve uma história onde detalha com perfeição a área aeroespacial, a física, engenharias e botânica, e sua importância para a sobrevivência dos personagem incrivelmente construídos e carismáticos, sentirei falta das brincadeiras de Watney !
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Ricardo Brandes 16/12/2014

Perdido em marte
Para os amantes da ficção científica, a Editora Arqueiro apresenta uma aventura cheia de perigos e desafios de um astronauta Perdido em Marte!

A proposta da obra chama a atenção, pela inovação e criatividade do tema: Após um acidente, astronauta tenta sobreviver no planeta vermelho plantando... Batatas! Sim, o personagem se vira nos 30 para permanecer vivo, e respirando em solo marciano...
Mas... Antes de mais nada, caros leitores, é importante lembrar que há um choque de realidades entre a literatura e realidade na obra em questão. Abalada por fracassos e acidentes nas últimas missões espaciais, a NASA (agência tida como modelo de eficiência e futuro científico) enfrenta agora a pior crise de sua história, com suspensão de seus principais programas e uma grave crise de confiança.
E para tentar amenizar seus problemas, justamente neste cenário de dúvidas e incertezas foi lançado o livro Perdido em Marte, do escritor Norte Americano Andy Weir. Este é seu primeiro livro, que será adaptado para o cinema em uma super produção estrelada por Matt Damon e direção de Ridley Scott. Uma grande história de ficção científica, criada para dar confiança e crédito ao trabalho de quem já não os tem, justificando os milhões de dólares que são mandados para o espaço todos os anos...
Sim, o livro é bem escrito e tem ótimo embasamento científico, graças à experiência e profissionalismo do autor. Algumas boas dicas de cultura, dadas pelo personagem perdido em marte em seus devaneios. E o ponto positivo da obra são as peripécias que o astronauta Mark Watney tem que fazer para sobreviver sem sua equipe. Um verdadeiro MacGyver do espaço, fazendo tudo para se virar em um planeta estranho e inóspito.
Durante a leitura, o leitor acaba percebendo que muitas coisas impossíveis acabam acontecendo, beirando o absurdo na maioria das situações. Toda a agência espacial norte americana (e mundial) é posta à prova, todos os astronautas e equipe são desafiados ao máximo pelo perigoso e tempestivo ambiente marciano.
Mas, o que poderia ser algo positivo, se fosse abordado de forma mais realista, torna-se o principal defeito na obra: o autor toma uma postura chapa branca, justificando a competência e profissionalismo brilhante da equipe da agência espacial norte americana, sempre acaba se ajustando ao tão sonhado modelo de perfeição e inteligência da NASA.
Uma história que poderia surpreender, caso fosse menos direcionada como propaganda ao trabalho da NASA e seus milionários programas espaciais.
PERDIDO EM MARTE torna-se assim um bom passatempo para quem quiser embarcar na história fazendo uma leitura livre e despretensiosa, assim como para quem quiser fazer uma análise leitura mais crítica sobre a eficácia dos programas espaciais de hoje em dia.

Por Ricardo Brandes / Escritor


site: http://www.amoreselivros.com.br/2014/12/perdido-em-marte-andy-weir.html
Márcio Lima 20/01/2015minha estante
Propaganda da NASA? Modelo de perfeição? Você não está exagerando um pouco não? O autor nos apresenta, por exemplo, Annie Montrose, figurinha nada simpática (e ironicamente é a "relações públicas" da NASA). Não me pareceu que ele retocou com maquiagem a NASA e os profissionais que estão por trás dela...




Raquel 07/10/2015

Empolgante e Nerd do início ao fim

Perdido em Marte é um livro estilo ficção científica que narra a aventura de Mark Watney, o 17° homem a pisar em Marte, e o primeiro homem deixado para trás no planeta vermelho devido à um acidente durante sua missão. interessante, divertido e explicativo, o autor expõe a rotina do nosso terráqueo na luta pela sobrevivência longe de casa. Uma leitura mais que obrigatória para quem curte o estilo. ‪#‎Amei‬
Camila 07/10/2015minha estante
Oba! Bom saber sua opinião. Vou furar a lista de leitura pra ler esse livrinho logo. :D


Raquel 09/10/2015minha estante
Super recomendo Camila, tem muita química também, creio que vc vai se identificar!


Camila 10/10/2015minha estante
Sim!!! Adoro livros com bom embasamento científico! :)




Rodrigo 05/10/2015

Por vezes cansativo
O livro prende a atenção, mas é, por vezes, cansativo e entediante, principalmente quando o protagonista descreve, minuciosamente, aspectos científicos da vida em Marte. Os trechos que se passam na NASA, com a equipe discutindo como salvá-lo e mostrando a repercussão do caso trazem um necessário refresco a uma trama excessivamente detalhista e minuciosa. Ainda assim, prende a atenção e diverte.
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