A Mulher do Viajante no Tempo

A Mulher do Viajante no Tempo Audrey Niffenegger




Resenhas - A Mulher do Viajante no Tempo


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TainAires 17/03/2019minha estante
Ainda não terminei o livro e nem sabia que era tão grande pois leio no kindle, mas a relação deles quando a Clare é adolescente eu odiei, da vontade de vomitar até. Eu entendo que se passa nos anos 80 ne, quando era mais aceitável um homem muito mais velho com uma mulher muito mais nova, mesmo assim é nojento.


Krous 18/03/2019minha estante
Sim, me incomodou bastante. Eu vi o filme antes de ler o livro e lá eles conseguiram fazer melhor.


Flávia Pasqualin 22/03/2019minha estante
Concordo em gênero, número e grau. Esse livro tem tanta, mas taaaanta coisa errada que eu fiquei pasma com o fato de quase ninguém ter notado. Tudo bem que ele se tornaria marido dela no futuro, mas eu achei de extremo mau gosto um homem de 40 anos ficar de papinho com uma criança, romantizaram a pedofilia. Sem contar que os personagens são insuportáveis.




Julia G 17/10/2012

A Mulher do viajante no tempo - Audrey Niffenegger
"Consulto meu eu.
- Quer explicar?
- Estou cansado. Vá em frente.
Então explico. Explico o fato de eu ser um viajante do tempo, os aspectos práticos e genéticos disso. Explico como a coisa é mesmo um tipo de doença que não posso controlar. Explico sobre Kendrick, e como Clare e eu nos conhecemos, e tornamos a nos conhecer. Explico sobre eventos recorrentes, mecânica quântica, fótons e velocidade da luz. Explico sobre a sensação de viver fora das restrições do tempo que a maioria dos humanos está sujeita. Explico sobre as mentiras, o furto e o medo. Explico sobre a tentativa de ter uma vida normal." (p. 357)

Imagine se sua vida não seguisse o mesmo tempo cronológico como acontece com todos os outros. E se você soubesse de algo que ainda acontecerá, porque simplesmente já viveu aquilo antes dos outros? Ou pior, descobrir que algo que está vivendo agora, na realidade já aconteceu há muito, muito tempo, para todos que você conhece? Confuso, não? Bem vindo à vida de Henry.

Henry é um viajante no tempo, e não tem controle sobre quando e aonde vai. Não sabe quanto tempo passará no lugar, nem quanto demorará para voltar à sua realidade. E isso é perigoso. Tudo o que leva em suas viagens é aquilo que nasceu com ele, e ele pode aparecer em qualquer lugar: no meio da rua, na mata, em uma avenida movimentada. Alguns lugares que marcaram momentos importantes de sua vida são alvos mais constantes de suas idas e vindas, como o campo na casa em que Clare viveu quando criança. Mas muitas vezes ele se vê perdido, nu e com fome.

Clare o conheceu aos 6 anos; ele, mesmo sendo apenas 8 anos mais velho, conheceu-a apenas aos 28. E o destino deles, em qualquer época, já estava definido: eles se apaixonariam e se casariam. Quase como algo circular, presente, passado e futuro se mesclam e acontecem ao mesmo tempo, o tempo todo.

Muitas histórias podem ter os requisitos mínimos para se tornarem nossas favoritas, mas A mulher do viajante no tempo, de Audrey Niffenegger, ultrapassa esses limites. Essa é uma daquelas histórias que incomodam, que ficam latejando na mente muito tempo depois de termos acabado, que deixam um rastro de angústia, desespero, mas também de felicidade. Porque não é possível se conformar que todo um destino esteja traçado daquela forma, sem outras alternativas; e ao mesmo tempo, é de se agradecer por ter sido como foi, até porque, se houvesse opção, seria exatamente igual.

Abordando dessa forma, pode até parecer que a narrativa seja confusa, mas está longe disso, é maravilhosamente bem delineada e hipnotizante. Audrey divide as passagens entre os pontos de vista do casal de protagonistas, permitindo conhecer um pouco mais profundamente o que se passa com cada um. O amor entre Henry e Clare se faz e refaz no tempo, e não foi uma ordem cronológica que impediu que isso acontecesse; pelo contrário, foi a incerteza e a desordem que mostrou que o que se sente de verdade é atemporal.

Não se pode dizer que a leitura do livro é indispensável, porque não aborda, à primeira vista, questões existenciais. Mas pode fazer pensar, questionar a vida e o destino. Poderia citar centenas de razões para não ler, e mais ainda para ler, mas apenas uma interessa: o amor verdadeiro, seja de pais, de amigos ou casais, está ali, em formas diferentes e encantadores, simples assim.

- Mas o senhor não acha - insisto - que é melhor ser extremamente feliz por pouco tempo, mesmo que se perca essa felicidade, do que passar a vida inteira apenas bem? (p. 203)
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27/04/2010

Perfeito!
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larissa bacanhim 01/08/2010

A escrita não é nem um pouco fascinante, mas os conceitos de morte, tempo e amor foram excepcionalmente explorados. Poderia ser melhor, porém não é uma leitura perdida.
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Beca 18/03/2010

Um exemplo de amor!
Maravilhoso, ao mesmo tempo que eu queria que acabasse eu queria continuar lendo... pra mim foi um livro para refletir, uma história de amor de verdade, Clare a mulher do viajante do tempo é uma guerreira, muitas vezes lendo senti um aperto na boca do estomago por ela, é muito dificil esperar por alguem!


No começo achei a escrita confusa, mas depois eu vi que era um diferencial, e amei, amei os personagens, amei Clare pequena, o cuidade de Henry com ela... amei tudo
Sofri bastante tambem! Mas valeu a pena, recomendo!
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Marjorie 12/08/2010

Sem palavras
Um dos livros mais lindos que já li!!!!
Chorei horrores... =)
Mas valeu cada pagina...

Recomendo!!!!
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Livs 24/10/2012

Uma história apaixonante. *-* {literarioecultural.blogspot.com}
Henry possui um estranho dom de viajar no tempo, ele pode ir para o futuro conhecendo coisas que muita gente nem sequer pensa na possibilidade de existir, assim como ele pode voltar ao passado. Clare o conheceu quando tinha 6 anos e Henry estava com 36, ele apareceu no quintal de sua casa nu e desorientado e desde então, Clare sempre deixava roupas e comida para ele, ansiosa por suas próximas visitas. Eles se tornam melhores amigos e confidentes, toda vez que eles se viam durantes os anos que durou esses encontros, Henry sempre aparecia com uma idade diferente.
Agora com 20 anos, Clare é uma estudante de artes e não via Henry há 2 anos, porém no primeiro encontro deles Henry não lembra dela, para o bibliotecário, ele nunca viu Clare na vida. Pode parecer completamente esquisito, mas a autora escreve tudo de uma forma tão brilhante e certa que fica impossível você vê algo errado na narrativa.

E é a partir daqui que começa - para Henry - o romance dos dois.
O dom de Henry não é algo tão bom - digamos assim - ele não pode controlar suas viagens no tempo, ele simplesmente desaparece, não podendo levar nada consigo e indo parar nu e confuso em lugares estranhos, em qualquer ano, lugar e estação. Durante essas viagens Henry consegue visualizar acontecimentos chocantes e situações vergonhosas de sua vida e ele nunca pode mudar nada.

Devido aos sumiços repentinos de Henry, o relacionamento fica complicado, eles precisam enfrentar muitas dificuldades e aprender a lidar e se adaptar a essa situação. Por ficar muito tempo sozinha Clare deseja ter um filho e mesmo que a condição genética de Henry diga que é impossível eles decidem tentar, depois de vários abortos sofridos por Clare deixando-os tristes e desesperados, eles conseguem ter uma filha, Alba que se torna uma personagem fortíssima e muito importante desde o primeiro momento que ela surge na narrativa.

LEIA MAIS: http://literarioecultural.blogspot.com.br/2012/10/resenha-mulher-do-viajante-no-tempo.html#more

^^
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Marina *-* 29/03/2010

Ah estou desidratada de tanto chorar g.g que livro lindo meu deus *-* ele é bom do começo ao fim /) muitas coisas me suspreenderam, e a leitura consegue de prender do começo ao fim .-. é realmente uma história muito comovente, que vale muito a pena ler *-* eu amei a história o/ eu recomendo 8)
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Hildebrando 22/04/2010minha estante
Hé hé! Gostei do "desidratada de tanto chorar"!


Pollyanna 03/05/2010minha estante
A principal palavra para definir este livro é surpreendente. A história é surpreendentemente diferente e é muito atual: a linguagem é atual, os problemas são atuais e o contexto é atual. A obra é muito bem escrita e traduzida.

Ao contrário de muitos outros livros bons que li, este não despertou em mim curiosidade sobre o que viria no final. Isto porque cada acontecimento do livro é novo, surpreendente e interessante. Não precisa de nada que desperte a vontade de continuar lendo para chegar ao final da história porque cada frase, por si só, vale a pena. Além disso, a autora trabalhou com dois aspectos que eu adoro: tempo descontínuo e dois narradores diferentes.

Como Henry viaja no tempo a história varia entre passado, presente e futuro o tempo todo. Quando a gente acha que as viagens acabaram, lá vem mais uma. A história tem sua cronologia linear com começo, meio e fim, mas é sempre invadida pelas outras épocas.

E sobre os narradores, temos o Henry e a Clare, ambos narrando em primeira pessoa durante o livro todo. Então, quando vi que A Mulher do Viajante do Tempo não é narrado somente pela mulher do viajante do tempo, achei muito legal. Acho que assim entramos muito mais na história, já que a vemos de ângulos diferentes.

Henry descobrindo e amando cada vez mais sua mulher quando visita o passado dela e Clare ficando sozinha a espera de Henry enquanto ele viaja no tempo é somente a ponta do iceberg. Tem muito mais coisa por trás desta história. Poder acompanhar o dia-a-dia das personagens e esperar de camarote, junto com elas, o que está para acontecer é maravilhoso.

Enfim, motivos para ler este livro não faltam. Afinal, se mais de 5 milhões de exemplares dele foram vendidos em todo mundo alguma coisa de bom deve ter. E eu garanto que tem!




Analu. 22/03/2010

Nossa, nem sei por onde começar... acabei de terminar de ler esse livro e to emocionada até agora, é um livro LINDO daqueles, que te faz parar pra pensar, e suspirar . Porem é fora do comum, um romance MUITO fora do comum, e na minha opinião é o que deixa o livro mais interessante e viciante. No começo fiquei confusa com com tudo e achei que nao consegueria entender nada, mais depois acostuma, e pega o jeito e tudo faz sentido, vai se encaixando tudo perfeitamente, e você se acostuma a ler em datas diferentes, e ai fica estranho quando vai em data normal :D. as mudanças de personagens e ano foram os mais incriveis pra mim, porque em nenhum momento eu enjoei do livro ou ficou monotono, eu só queria logo saber o que ia acontecer com eles no fim. E poxa nem sem como falar, é lindo , por ver como pode ter um amor assim, entre anos, e tempos diferentes, mais não deixa de ser triste . teve varias partes do livro que me emocionei, mais pra mim o final foi o melhor, e mais tocante . Henry e Claire, são um dos meus casais favoritos se nao O meu favorito, dos que eu ja li, me apaixonei por esse livro com todo meu coração.
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railer 24/06/2013

quando se espera por alguém...
o livro conta a vida de henry (eric 'hulk' bana) e clare (rachel mcadams). ele é um viajante do tempo que a visita desde criança. quando adulta, ela o encontra e ele não a reconhece, já que as viagens à infância dela ainda vão começar a acontecer. mas isso não impede o início do relacionamento entre os dois, uma história de amor muito bacana, mas que precisa lidar com o fato de que ele não controla quando viajará no tempo nem quanto tempo ficará fora, em outra época.

assim, conflitos vão começar a aparecer e eles vão precisar lidar com essa falta, com a ausência nos momentos em que se precisa da outra pessoa. como em um relacionamento à distância, a maneira como cada um aprende a trabalhar essa questão pode definir tudo.

mas até que ponto vale esperar por alguém que se ama?

o livro trata disso de forma leve, oscilando entre a tristeza e a esperança, mas mostrando que a vida está aí pra gente viver bem e aproveitar tudo de bom que ela tem pra oferecer.

a história deu origem a um filme (o título brasileiro foi 'te amarei para sempre') e vale a pena vê-lo pois ficou muito bom.
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Jessi 22/05/2012

A mulher do viajante no tempo - Audrey Niffenegger.
‘As coisas parecem simples até pensarmos nelas. Por que a ausência intensifica o amor?’

Foi com essa frase marcante que me deparei logo na primeira página de ‘A mulher do viajante no tempo’. Acredito que essa simples frase, pode explicar o livro inteiro. Tem um enorme significado para mim, e para qualquer um que ler, com certeza.
‘A mulher do viajante no tempo’ é um livro forte e marcante. É um livro que vai te fazer sentir coisas inexplicáveis. A forma como é escrito é linda. A forma como é usado o amor, é linda. Maravilhosa.
A autora usa uma forma de ótima compreensão, utilizando a historia do ponto de vista de Clare e Henry, mudando sucessivamente. Conhecemos Clare desde sua infância, porém só vemos flashes da vida de Henry pequeno. Para quem não sabe, ou não conhece, Henry é um viajante no tempo. Ele não usa disso uma forma de mudar passado ou futuro, porque não é possível. Ele não faz isso porque quer, ou porque gosta. Se pudesse escolher, optaria por não ter esse ‘super poder’. Cada vez que chega a um lugar, não sabe onde está. Não sabe o ano, ou o dia que está. Chega sem nada, sem roupas, e se vai sem nada, deixando tudo que estava com ele. Mas é justamente graças a esse ‘super poder’ que sua vida se cruza com a vida de Clare (ex-presente-futura mulher de sua vida).

‘Quando estou em outro tempo, me sinto pelo avesso, transformado numa versão desesperada de mim. Viro um ladrão, um andarilho, um bicho que corre e se esconde. Assusto velhas e assombro crianças. Sou um truque, uma ilusão da mais alta ordem. É incrível eu ser mesmo real.’

Apesar de todas as dificuldades, Clare não desiste jamais de Henry. O que é muito lindo de se ler. É um amor lindo, um amor puro e verdadeiro. Daqueles que não se curam por nada. Não se apagam, nem se acabam. Mesmo com a distância, ou os acontecimentos. Clare conhecia Henry e Henry conhecia Clare de uma forma inexplicável.

‘ E Clare, sempre Clare. Clare de manhã, sonolenta e de cara amassada. Clare com os braços mergulhados na tina de fazer papel, puxando o molde e sacudindo-o assim e assim, para misturar as fibras. Clare lendo, com o cabelo solto sobre o encosto da cadeira, passando hidratante nas mãos vermelhas e rachadas antes de dormir. A voz baixa de Clare está em meu ouvido com frequência. Odeio estar onde ela não está, quando não está. No entanto, vivo partindo, e ela não pode vir atrás.’

E para finalizar:
‘Clare, quero dizer, de novo, que te amo. Nosso amor foi o fio no labirinto, a rede em baixo de quem caminha na corda bamba, a única coisa verdadeira e confiável nessa minha vida estranha. Esta noite, sinto que meu amor por você tem mais densidade neste mundo do que eu mesmo tenho; como se pudesse permanecer depois de minha morte e te rodear, te proteger, te segurar.’

Apesar de ser um pouco confuso, principalmente as partes das viagens de Henry pelo passado-futuro, é um livro extremamente essencial de ser lido. Um livro com uma historia de vida, uma historia de amor. Um livro que vai te fazer ficar pensando um bom tempo depois de ter terminado-o. Um livro nota 1000.
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Camila A. Meireles 24/01/2016

“Don't you think it's better to be extremely happy for a short while, even if you lose it, than to be just okay for your whole life?”
É o melhor livro sobre amor.

“It’s dark now and I am very tired. I love you, always. Time is nothing.”
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naniedias 16/06/2010

A Mulher do Viajante no tempo
Sobre o livro:
Determinismo.
Quando o conhece ele tem 41 anos e ela apenas 6.
Quando a conhece ela tem 20 anos e ele 28.
Ela parece já conhecê-lo - e isso é um pouco confuso. Mas assim é a vida deste casal.
Henry é um viajante do tempo - de repente ele sai de onde está e aparece em um outro lugar, em um outro tempo. E não é só isso - ele não tem controle sobre essas viagens, não sabe para onde ou quando vai e não tem controle sobre a duração dessas viagens. E o pior de tudo ele não consegue levar nada consigo, nem mesmo roupas.
Clare é uma garota normal, filha de uma família de posses. Ela já conhece o homem com quem vai se casar desde criança... Ela sempre encontra com ele e conversa com ele - mas é sempre o Henry do futuro - ela só vai conhecê-lo no presente quando tiver 20 anos. Ela fica esperando Henry - sem saber para onde ou quando ele foi e sem saber quando irá voltar. Às vezes, fica confusa, porque esquece que ele ainda não viveu aquele momento pelo qual ela passou há tantos anos.
Este livro incrível conta a história de um casal atemporal - um casal que se ama muito - hoje, ontem e sempre.


O que eu achei do livro:
Adorei esse livro. É uma história maravilhosa, tocante, cativante e muito emocionante.
Acompanhar a vida desse casal, esse elástico temporal que é o amor dos dois é uma delícia. A autora escreveu uma história para tocar o coração, para emocionar.
Vou confessar... chorei muito no final do livro.
Mas eu amei esse livro.
A história de Clare e Henry é maravilhosa e até mesmo de dar inveja. Os dois têm uma sintonia incrível.
O estilo de escrita é gostoso de ler - não utiliza linguajar complexo e tem uma estrutura dinâmica. Porém, acho que quem não está muito acostumado a ler, pode encontrar algumas dificuldade, não por causa da escrita da autora, mas por causa da estrutura do livro - que é como uma mola que vai e volta no tempo. Mas com certeza, esse livro é uma leitura obrigatória.

Nota: 9
Dificuldade de Leitura: 8

Mais resenhas em http://naniedias.blogspot.com
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Alba 26/09/2010

Emocionante!!!
Uma história de amor ímpar… É isso que se encontra em cada página do livro “A Mulher do Viajante no Tempo.”

Henry tem uma condiçao genética que o leva a viajar no tempo de forma inesperada, e sempre sem saber aonde esses surtos o irão levar. E é numa dessas viagens que ele se vê num campo, perto de uma casa enorme, e lá encontra Clare ainda criança. A partir daí os encontros entre Henry do futuro e Clare do passado se dão de maneira memorável e o amor entre os dois só cresce a cada ano que passa.

Pode parecer estranho para o leitor e até incoerente para entender como Henry com mais de 30 anos segue visitando uma garotinha de 7, 10, 15, anos e o que representa para o futuro esses encontros. A verdade é que o passado, o presente e o futuro desses dois personagens está tão entrelaçado que Clare desde sua infância já conhece seu futuro marido e encara isso da forma mais natural possível. E Henry respeita a Clare adolescente, só ousando tocar nela após a maioridade.

A primeira vista, o livro pode parecer confuso… Ele é narrado por Clare ou por Henry, mas no começo de cada “episódio” sempre existe a explicação da idade de cada um deles no momento. Algumas vezes com dois Henrys no mesmo lugar.

E foi essa, em minha opinião, a inovação que o texto de Audrey trouxe os livros que costumam ter essa janela temporal.

Henry costuma “se encontrar” com seu eu do passado ou do futuro. E não só se encontrar, não! Henry conversa, troca impressões – sem nunca soltar nenhum “spoiler” do futuro – e “se ajuda” quando necessário.

Clare também acostumada a encontrar seu amado quando ele viaja no tempo, não se incomoda com as aparições dele e tenta sempre entender o porquê da visita naquele momento.

Gostou? Quer ler mais?? Acesse o blog:

http://www.psychobooks.com.br/2010/09/mulher-do-viajante-no-tempo-audrey.html#more
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Nathália Mel 08/12/2015

Henry tem uma falha genética que faz com que ele viaje no tempo a qualquer hora e a qualquer lugar para onde ele não leva nada além do próprio corpo nu. As viagens são normalmente causadas por estresse e isso faz com que ele viaje constantemente para seu passado e raramente para o futuro, onde presencia acontecimentos passados ou futuros.
Clare, por sua vez, tem que conviver com o tempo que passa normalmente. Ela conhece Henry quando pequena, ele vem do futuro onde são casados (isso não conta como spoiler, né? Ta no título do livro).
As viagens de Henry o mantêm muitas vezes longe de Clare, que por sua vez tem que lidar com sua ausência. Henry por diversas vezes acaba com problemas ou tendo que se explicar para alguém e contar a verdade, mesmo que muitas vezes demorem a acreditar.
O que mais marcou foi a maneira como o livro te faz ficar feliz, ansioso, curioso e até triste. É uma mistura completa de sentimentos. As vezes me sentia como se eu fosse Clare, através do detalhes poderia me colocar facilmente em seu lugar ou no de Henry e então sofrer ou me alegrar.
Esse livro com certeza é um dos meus preferidos, com ele a gente aprende a lidar com coisas da vida, aprendemos sobre o amor, sobre como lidar com os acontecimentos e aceitar como eles foram.
Confesso que é um dos poucos livros que me fez chorar, é lindo, é emocionante, tanto que me faz sentir como se eu não pudesse descrevê-lo de forma correta.
Quando li esse livro eu realmente me apaixonei pelos personagens, pelos acontecimentos, pela maneira como o livro é escrito, pela ideia da historia, enfim, pelo livro em geral.

site: https://bandejadeideias.wordpress.com/2015/12/14/resenha-do-livro-a-mulher-do-viajante-no-tempo/
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