O Vendedor de Armas

O Vendedor de Armas Hugh Laurie




Resenhas - O Vendedor de Armas


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Camila 06/02/2010

O Vendedor de Armas
O livro é sensacional e Hugh Laurie mostrou que além de um excelente ator é um escritor muito bom!! Apesar do livro ter sido escrito a mais de 10 anos, a linguagem é super atual e o tema então nem se fala!! O ritmo da história é ótimo e o personagem central é tão sarcástico e irônico que é impossível não adorá-lo! Uma boa leitura com certeza!

http://leitoracompulsiva.wordpress.com
Rodrigojean 15/08/2013minha estante
nao entendi nada a historia se enrola




Tatah 14/10/2010

Meh.
Assim, esse livro é um roteiro pronto pra um filminho super sem graça que teria uma audiência pífia em um sábado à noite num SuperCine da vida. Sem graaaaaçaa... termina e vc diz: é. Ok. Tsc... queria entender como o "House" conseguiu publicar isso lá nos anos 80, mas entendo porque só ficou famoso agora (afinal, só agora ele é o astro de uma das séries mais comentadas na TV). elaiá
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Leonardo 04/07/2011

História boa, linguagem cansativa, edição sofrível
Disponível em: http://catalisecritica.wordpress.com

Quem gosta de House – e eu gosto muito – deve ficar minimamente curioso com o livro que tem a foto do médico tomando uma pequena parte da capa desse livro e toda a contracapa. E ainda diz: “o bestseller do ator da série House” ou algo parecido.

Eu fiquei curioso, sem dúvida, e após convencer meu irmão a escolher esse livro para ganhar de presente do outro irmão, acabei levando para mais uma viagem e terminei ontem a leitura. Eu gosto das tiradas ácidas de House, sem dúvida. Mas ler um livro todo assim cansa. Muito. O livro foi escrito por Hugh Laurie antes da série, em 1998, mas House está lá. É possível muito bem identificar o tipo de humor, algumas citações mais ou menos sofisticadas, mas, principalmente, a ironia. Só que no seriado, por mais que House dê o nome à série e seja o personagem principal, ele fica calado algumas vezes, outros personagens falam, enfim, dá tempo para você descansar das piadas e até começar a sentir falta delas.

No livro, não. Thomas Lang é o narrador e há momentos de overdose de ironia, de acidez. Cansa e cansa e cansa. A história é até legal. Não é um livro profundo, mas uma história meio Bourne, meio James Bond, com um personagem inteligente e cínico, mas que se torna meio idealista (?) e que acaba não me convencendo.

Assim como aquele livro O menino do pijama listrado tem todas as características de ter sido escrito para virar filme, esse O Vendedor de Armas parace ter sido escrito para que o personagem principal, Thomas Lang, seja Jason Statham, Sarah Woolf seja alguém como Zooey Deschanel e Lonnie seja Emily Blunt. Eu assistiria com um certo entusiasmo ao filme, talvez o mesmo com que eu veria Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes…

P.S.: Só um acréscimo, que havia esquecido: a edição dessa editora Planeta é horrível. Vários erros ortográficos e de concordância, de regência e de tradução. Apenas para citar alguns exemplos que minha péssima memória me permitiram lembrar, a palavra “DECENTE” é duas vezes (não uma, mas DUAS) grafada “DESCENTE”; usa-se a palavra “ACENTO” referindo-se ao banco do carro; seguindo a cartilha do MEC, pelo menos duas vezes utilizou-se a construção “A gente viu isso, depois fomos a tal lugar”; utilização de ele no lugar de ela, falta de preposições ou artigos, e umas duas vezes pelo menos aquela tradução que foi feita literalmente e que não cola, fica sem sentido…
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Raul Oliveira 06/06/2010

Um dos livros mais enfadonhos que já li
Quando li a resenha do livro acreditei que havia esperança de encontrar um clima descontraído e um livro que realmente fosse possível de ler, entreter e divertir.

Muito pelo contrário. O livro é entediante. Cansativo. Fraco. Toda a trama é superfícial e os diálogos curtos como se fosse um roteiro. Além de desatualizado. Pegaram um texto escrito pelo Hugh Laurie e diante do sucesso da personagem dele, venderam como se realmente fosse um ótimo livro ou uma ótima aquisição.

Um total caso de marketing que deu certo e assumo que cai feito um patinho. Péssimo livro, marketing perfeito.
Gabriel 22/11/2011minha estante
"...trama superficial e os diálogos curtos como se fosse um roteiro.." você resumiu de forma brilhante o livro.

Se eu quisesse uma histórinha de james bond tinha alugado um filme que seria muito melhor que este livro e não teria feito eu perder o meu tempo.


Winder 24/04/2012minha estante
Concordo plenamente, Raul. Li até o final por "preguiça" de parar. Mas a trama é mesmo muito superficial.

Logo logo vira filme, se brincar.




Gabriel 02/12/2011

Poutz...
Não vou escrever nada pois o que li em dois comentários resume de forma BRILHANTE este livro:

"...trama superficial e os diálogos curtos como se fosse um roteiro.."

"...você tinha ouvido falar desse livro, que é bem antigo, antes do seriado House ser um sucesso?"


Desculpa gente, mas é fraco demais, e o final, Poutz...
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Nalí 30/03/2012

“Imagine que você precisa quebrar o braço de alguém”

Não vou dizer que é um livro excepcional, mas ele é um bocado divertido! Logo de cara eu estranhei a citação que aparece no primeiro capítulo. Achei um barato ele ter usado umas citações disparatadas! E se não for algo original de se fazer, é bem incomum e já prenuncia o humor do autor.

É bem verdade que o fato de Hugh-Laurie-House ser igualzinho a quem me emprestou o livro também deu um gostinho a mais na leitura, especialmente pelo humor sarcástico e divertido constante, mesmo em cenas pesadas. Thomas Lang é homem de brio, mas sem ser um chatonildo. Diga-se de passagem, se você não é fã de sarcasmo e acidez na literatura, este livro não é para você: Hugh Laurie certamente deve ter gasto mais tempo pensando nas piadinhas que no lance político todo.

O livro foi publicado em 1996 antes do autor se tornar particularmente famoso como House. Como diz na sinopse do livro, o protagonista tem esse quê de James Bond, com essa coisa de espionagem, missão e ter mulheres bonitas no meio. Thomas Lang é um ex-oficial das guardas escocesas e foi convidado para um trabalho sujo ao qual recusou. Assim ele foi introduzido à conspiração, e se embrenhou numa história envolvendo o comércio de armas para poder salvar a mulher por quem se apaixonou.

Lang se apaixonar pela filha de Woolf, a mocinha que deve ser salva ao mesmo tempo que se evita uma catástrofe mundial, é bastante clichê, mas segue o clima do tema proposto. Por outro lado, o autor desvia desse rumo na trama em certo ponto para algo menos bobão e mais pé no chão: Sarah é decepcionante. Yay!

Vale salientar que o revisor desta primeira edição merece alguns puxões de orelha.
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Komay 01/06/2010

Tradução desaponta
Estou achando o livro muito bom, o senso de humor, canastrice e inteligência da narrativa é excelente. Mas o que peca, nesse livro é a tradução mal feita, o excesso de erros de grafia, de português. Pra um livro que foi traduzido e revisado, que custa quase 40 reais, é um absurdo. Estou extremamente insatisfeito com a editora.
Carol_K 22/06/2010minha estante
Percebi o mesmo problema com a tradução do livro.
Como comprei junto com alguns amigos, reclamamos junto à editora e copiamos à livraria onde compramos. Resultado a Editora Planeta enviou outra cópia a 3ª Reimpressão que continua com erros de gramática e concordância como na página 139 "meio milhão de pessoas VAI construir"! Um absurdo!
A livraria informou que já retirou o lote da loja e nós poderemos trocar o livro pelo original.
Acho com que mais pessoas reclamem pois a Editora está ganhando em cima da fama de Hugh Laurie e sem merecimento.
O e-mail para reclamar é atendimento@editoraplaneta.com.br




Babi 26/02/2010

É...
O vendedor de armas, conta a história de Thomas Lang, um ex-militar convidado para matar um mega empresário por muito dinheiro, digo muito. Pessoas com mentalidade fraca aceitariam no mesmo minuto, mas não Thomas, ele na verdade não tinha muito a perder, sem família, sem namorada e sem nada, um dinheiro a mais seria muito bom para ele, porque já tinha feito isso no passado mesmo, mas o pedido foi recusado.

Quem diria que mesmo sendo um grande ator, Hugh Laurie seria também um ótimo escritor. Parece que não é uma boa combinação, pelo fato que já conhecemos junções que não certo depois. Mas o talvez Hugh tenha pego como exemplo Clint Eastwood, ator/diretor/roterista/produtor e um monte de coisa a mais.

Voltando ao Hugh, pelas entrevistas que vimos, o ator é bem parecido com o personagem do House M.D., tirando o sotaque americano, lógico que numa escala muito mais sociável e menos sarcástica. Hugh incorpora isso também para seu primeiro livro, mas em uma escala bem maior, sempre faz uma brincadeirinha em cada frase, torna-se cansativo, mas talvez seja a sua forma de escrever. Dá para comparar com Markus Zusak em EU SOU O MENSAGEIRO.

O livro em si tem uma história bem legal, diversos personagens, estilo Identidade Bourne (o filme) com um toque de surpresa. O problema do livro, é a forma de contar a historia, chega a confundir, às vezes me perguntava: mas da onde veio esse personagem? Mas não se torna motivo para abandonar o livro. E no fim tudo se encaixa :).

Se houvesse uma adaptação para o cinema, lógico que a escolha mais obvia seria colocar Hugh Laurie como o ator principal, mas às vezes os atores querem fugir um pouco do padrão, então se ele não aceitar, minha melhor escolha seria Woody Harrelson. :)

Apenas uma crítica a editora Planeta, o livro tem diversos erros de português, a maioria por falta de letras, nada que uma nova edição não resolva.

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Carol_K 16/06/2010minha estante
Acho interessante que tenha conseguido ler o livro, pois os erros não foram somente de ortografia, há erros de concordância como "as pessoas VAI construir", muitas traduções literais, frases desconexas e MUITO, mas muito mesmo de gerúndio em excesso. Nossa língua precisa do gerúndio em certos casos, mas em todos os parágrafos "iria dizer, iria fazer, ia andar", nossa língua aceita perfeitamente o diria, faria, andaria...

Fiquei muito decepcionada com essa editora.




PHSG 07/03/2011

Boring
Poucos momentos de empolgação, me parece mais uma montagem de cenas cheias de descrição detalhadas.
Na mão de um bom roterista, podem vim a ser um filme bom.
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Erica 12/02/2012

Humor rápido e ácido. Bem gostoso de ler, me tirou risos. Um bom livro pras férias.
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luizmerino 06/06/2010

Hugh Laurie é o cara!
O que esperar de um personagem criado pelo conhecido Hugh Laurie?

No mínimo, um pouco de sarcasmo em sua personalidade. Tivemos isso e muito mais.

O começo do livro já começa com ação :
" Imagine que você precise quebrar o braço de alguém. "

A partir daí iremos conhecer Thomas Lang, um ex-militar que recebe uma proposta de 100 mil doláres para matar alguém, mais recusa a oferta como um homem honesto faria. Melhor ainda, e porque não avisar essa pessoa que teria um assassinato e que ele seria a vítima?

O estilo de narração é extremamente inteligente e afiado no senso de humor que Thomas Lang transmitia a cada página.

O final desse livro é espetacular, eu não conseguia parar de ler um segundo se quer. Ele conseguiu reunir ação, dúvida, humor e ainda mais o cenário de Casablanca e ainda uma pitada de Ingrid Bergman que não podia faltar em seus pensamentos.

Hugh Laurie é mil e uma utilidades. É ator, tem uma banda com atores famosos como integrantes e agora também é escritor. Cada vez mais sou fã desse cara.

E que venha a continuação!

O livro é pura diversão.

ps = O único ponto negativo é a própria editora, que traduziu o livro e deixou em alguns pontos, vários erros de ortografia.
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Lorran 28/06/2010

WWW.SUBTITULO.COM.BR
Resenha publicada no blog Subtítulo - www.subtitulo.com.br

Neste post irei fazer minha resenha do livro O Vendedor de Armas, de Hugh Laurie, lançado no começo do ano aqui no Brasil pela editora Planeta. Mas, antes de qualquer coisa, uma informação se faz necessária: The Gun Seller, a versão original do livro, é de 1996. Ou seja, antes de o ator tornar-se o muldialmente famoso Dr. House. Antes mesmo de sua aparição em sucessos como Stuart Little e O Homem da Máscara de Ferro.

O aviso acima faz-se necessário à medida que é impossível não comparar o personagem da trama com o sagaz Dr. House. O humor aguçado é o ponto forte do livro, que possui um forte viés jamesbondiano e um anti-herói super carismático.

Tudo começa quando Thomas Lang, um ex-militar de elite, recebe uma proposta de 100 mil dólares para matar um empresário americano. Cínico, sarcástico e irônico, mas de forma alguma um assassino profissional. Lang procura descobrir as implicações desta proposta e acaba envolvido numa trama internacional, com muitas mortes, brigas e, é claro, lindas mulheres. O personagem sofre poucas e boas com as reviravoltas do enredo, dessas que você tem que ficar voltando as páginas para saber quem são os heróis e quem são os vilões.

O livro é extremamente gostoso de ler. Laurie brinca o tempo inteiro com chavões literários e interage de forma intensa com o leitor. É curioso observar como uma pessoa pode ter tantos talentos ao mesmo tempo. Ator, diretor, músico e agora escritor - não necessariamente nessa ordem. E quem sabe não adicionemos roteirista num futuro próximo. O ator/escritor/músico/diretor está trabalhando no roteiro para a adaptação cinematográfica do livro, cujos diretos foram vendidos à MGM, mas, assim como seu segundo romance, The Paper Soldier, ainda não saiu do forno.

Se pensarmos no fato de que o Dr. Gregory House possui inúmeras características semelhantes com um dos mais importantes detetives da literatura policial, Sherlock Holmes, me arrisco a dizer que pode ser até que o criador da série, David Shore, tenha lido o livro de Laurie. Estou apenas palpitando, mas, se não leu deu muita sorte, pois a leitura bastava para ter certeza de que Hugh Laurie era o cara certo para o papel.

"Como escritor, Hugh Laurie é brilhante, fascinante, envolvente e cheio de humor." - New York Times Book Review
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Regiane 23/08/2012

Início ótimo, muito irônico e engraçado, mas depois se torna cansativo.
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Juliana Piovani 14/05/2012

Hugh Laurie que me desculpe,mas como escritor ele é um ótimo ator.A história não prendeu minha atenção,é confusa em alguns momentos e os personagens não são interessantes.Achei a leitura cansativa e longa.Acho que o livro ficaria melhor se fosse adaptado para o cinema,funcionaria mais como um roteiro mesmo.
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Andre Batista 25/08/2010

Realmente Hugh Laurie não deixa nada a desejar em sua carreira artística. Todos já conhecem suas atuações, quer seja no simples "Stuart Little", no apagado "O Homem da Máscara de Ferro" ou na genial "House". Alguns conhecem também seu perfeccionismo musical, aliás estou muito ansioso para ouvir o primeiro CD de blues de sua carreira que será lançado em novembro. Como comeiante no final dos anos 80 no esquecido programa "Brothers Qualquer-Quer-Coisa" ele já mostrava seus dotes. Agora chega às livrarias "O Vendedor". Por que não ler?
Simples: é a história mais comum possível. Com um herói-agente secreto-destemido-ex-veterano de guerra que desafia a todos. Só falta a gente desenhar o rosto de Cruise e dizer que é mais um Missão Impossível (vale lembrar que, em 95 quando o livro foi escrito, só havia 1 MI).
Acontece que não é tão simples. A genialidade de Laurie faz com que essa história que todo mundo conhece e sabe o final se torne instigante, hilária e envolvente. É fácil descobrir que David Shore não participou em nada na criação de Gregory House. Tomas Lang É Greg House. Laurie não buscou métodos infalíveis para escrever e vender livros, ou fórmulas prontas para fazer sucesso. Escreveu a história mais simples com sua genialidade. É o melhor livro leio em muitos anos. E olha que são muitos livros...
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