Pandemônio

Pandemônio Lauren Oliver




Resenhas - Pandemônio


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Brena 14/04/2013minha estante
#teamalex


Kmilinha 24/04/2013minha estante
#teamalex ³³³³


Agny 26/04/2013minha estante
CARA, acabei de terminar e tive a mesma sensação de "WHAT?"
Na verdade eu estava a ponto de dar uns 3,5 pro livro, apesar de todo o "Pandemônio" e tau, estava esperando algo mais, ficava o tempo todo pedindo pra que ela não se apaixonasse pelo Julian, que o Alex estava vivo, dae quando estava perdendo as esperanças e aceitando a ideia, aos 46 do segundo tempo.... AAAAAAAAAAAAAAAAAH, CARACA, cadê Requiem?! Isso é maldade !


Juliana Walker 05/05/2013minha estante
Concordo com voce!


Stefany 08/05/2013minha estante
Acabei de ler....e estou como vocês...o que foi aquele final eu quase morri, mas eu meio que tava esperando por isso, porque convenhamos a Lauren não podia matar o Alex, se não eu que ia morrer kk'
Sou team Alex também...o Julian poderia sei lá ficar com a Hana, quem sabe?!
aiii MEU DEUS quando vai lançar o próximo????
estou quase comprando Requiem mesmooo O.O
ansiedade que me mata!!!


Kelly 17/08/2013minha estante
Eu sou totalmente team Julian. Quase não engoli Delírio exatamente por causa do relacionamento da Lena com o Alex.


Stephanie 25/11/2013minha estante
#teamalex


caroolbu 08/04/2014minha estante
Acabei de ler, bom tava super torcendo para Alez estar vivo e ele está uhul! E se a Lena não ficar com ele vai ser um crime!
Não gostei que ela se apaixonou pelo Julian apesar de fazer sentido! Tô loca pelo próximo quando será que lança no Brasil? #teamAlex Só tô com medo do fim, esse nome Requiem aí tá me dando desespero!




Michelly 21/04/2013

Love hurts...
Pandemônio é o segundo volume da trilogia Delírio, e como eu adorei o primeiro livro fiz a besteira de nutrir altas expectativas com relação à sua continuação. Pois é, me dei mais ou menos mal.
Claro que não chegou a ser um desperdício de tempo, porém senti que a história acabou ficando meio superficial. Mas em compensação, o final... Bom, depois eu falo disso.

Os capítulos revezam entre 'antes' e 'depois', distribuindo a narrativa em dois momentos distintos da vida da nova Lena.
Em 'antes' descobrimos o que aconteceu logo após a fuga desastrosa do final de Delírio. Nesses capítulos também conhecemos a galera da Selva, entre eles Graúna, alguém que Lena encara como um tipo de segunda mãe, apesar dela não ter idade pra isso.
Já os capítulos entitulados como 'depois' nos mostra o presente, com Lena já fazendo parte da resistência. É aqui que a história se desenvolve, de fato.

Ai eu já vou começar a reclamar: por que revezar os capítulos?
Parece que Lauren só quis deixar o livro com um formato diferente, já que não há nada que justifique esse vai e volta.
Se ainda tivesse um mistério, ou algum segredo que precisasse ser revelado aos poucos, como em Bela Maldade... Mas não. É só firula mesmo.
Eu acho que se ela tivesse narrado os acontecimentos em ordem cronológica, normalmente, a leitura teria ficado mais agradável.
Além do mais, as partes do 'antes' são muito chatas, e se não fosse pelo fato de que a gente tinha que saber o que foi feito de Lena depois da fuga, seria completamente dispensável.

Desabafo feito, vamos continuar falando da história.
Lena, já como parte da resistência, conhece Julian, que é o símbolo da ASD (América Sem Deliria). Os dois são obrigados a conviver por um tempo e, lógico, começa a rolar um clima.

Aí você me pergunta: e o Alex???
Lena acredita - e tem motivos pra isso - que ele esteja morto. Mais pra frente nós ficamos sabendo o que aconteceu.

Julian me pareceu uma figura quase infantil, totalmente o oposto de Alex, mas gostei da forma com que a autora desenvolveu a aproximação entre ele e nossa protagonista.

Em determinado momento, o novo quase casal têm que enfrentar a fúria dos Saqueadores e Lena acaba descobrindo que o perigo nem sempre vem de fora e que ela não pode confiar em ninguém.
Se tem uma coisa que Lauren sabe construir, são cenas de ação. Ela coloca seus personagens em cada situação que a gente pensa: como eles vão sair dessa? E foram justamente essas partes que não me deixaram perder o interesse pela história.

Agora o final... Eu não me lembro de ter lido um final tão bom como o de Pandemônio!
Meu coração foi na boca e eu passei do nível 'sei lá se vou ler Requiem' para o nível 'eu quero Requiem AGORA'.
Fechei o livro satisfeita, perdoei Lauren pelas minhas decepções e já estou aqui fazendo a besteira - ou não - de nutrir altas expectativas com relação ao último volume da trilogia.

http://maisumapaginalivros.blogspot.com.br/
Mais Uma Página
S 28/04/2013minha estante
Muito boa sua resenha, é impossivel deixar de perdoar Lauren depois daquele final!


Michelly 29/04/2013minha estante
Foi O final, né Sabrina!


Andreane 05/06/2013minha estante
Eu tbm tive essa sensação no final do livro, A lauren conseguiu me impactar com o final de pandemônio do msm jeito ,ou ainda mais intensamente, que com o final de Delírio, eu não esperava isso... E definitivamente, Ela não gosta de finais felizes! Então, talvez seja melhor se preparar psicologicamente para o final de Requiem.


Michelly 08/06/2013minha estante
Tenho até medo de pensar em como tudo isso vai acabar, Andreane!


cdomecg 19/11/2013minha estante
Adorei a resenha! Conseguiu colocar em palavras tudo que eu achei do livro.


Stephanie 25/11/2013minha estante
Estou com o mesmo medo de nutrir esperanças para requiem, vou começar a ler agora mesmo .


Lu 09/01/2014minha estante
Adorei a resenha, falou tudo haha estou ansiosa para ler Requiem!




MiCandeloro 21/04/2013

Bombástico
Oi pessoal, hoje eu vou fazer a resenha do livro Pandemônio, da Lauren Oliver, a tão esperada continuação do livro Delírio.

Pandemônio foi o primeiro livro que solicitei para a Editora Intrínseca logo após fecharmos parceria. Eles me enviaram junto um bótom muito fofinho. A capa é tão linda quanto à de Delírio, ótimo trabalho de diagramação.

ATENÇÃO. Essa resenha pode conter spoilers sobre o primeiro livro da trilogia: Delírio. Se vocês ainda não leram Delírio, confiram a resenha dele AQUI.

Pandemônio começa exatamente do ponto em que Delírio terminou. Lena havia recém cruzado a fronteira, adentrado na Selva e perdido o amor da sua vida. Alex morreu para tentar salvá-la. Baleada, desnorteada e extremamente fraca, Lena tenta avançar em meio a Selva, um território desconhecido por ela e cheio de perigos. Quando ela tem a certeza de que não vai aguentar e vai morrer é salva por um grupo de Inválidos.

Depois de se recuperar, Lena passa a viver com esse grupo de sobreviventes. Aprende a dinâmica de funcionamento do local e divide tarefas que aparentemente poderiam ser banais, mas que na Selva são de suma importância, como procurar por água, alimentos, controlar o recebimento de mercadorias vindas da "Zumbilândia", etc.

Com a chegada do inverno o grupo é obrigado a rumar para o Sul, mas as coisas não são fáceis e muitos acabam morrendo no meio do caminho. Além disso, eles contam com duas ameaças: dos Reguladores que querem dizimá-los a todo custo e dos Saqueadores, um grupo de Inválidos rebelde e desgarrado que querem saqueá-los.

Lena e seu grupo percebe que está cada vez mais difícil viver fugindo, portanto, eles resolvem se infiltrar no mundo dos curados para tentar fazer com que os não curados "acordem" para a realidade e lutem contra a cura. Lena vai morar em Nova York junto com Graúna e Prego, portando uma nova identidade, um novo nome e uma nova história.

Sua grande missão é se infiltrar na ASD, uma associação liderada por Thomas Fineman que tem como objetivo reduzir a idade da intervenção e aplicar a cura em todas as pessoas o quanto antes possível. Em uma das manifestações que acaba sendo invadida pelos Saqueadores, Lena é sequestrada juntamente com Julian Fineman, o filho do líder do movimento.

Lena e Julian passam por maus bocados aguardando pelo resgate que nunca chega. Lena acaba tendo que tomar uma grande decisão e conta para Julian que é uma Inválida, torcendo para que ele entenda e a ajude mesmo assim a escapar do cativeiro. Mas durante as tentativas de fuga Lena descobre que as coisas não são como ela imaginava. Existe uma linha muito tênue entre o movimento a favor e contra a cura e segredos sombrios vêm à tona e sua vida vira de pernas para o ar.

Em quem Lena poderá confiar? Será que ela irá escapar e sobreviver? Até que ponto vale a pena lutar pelo amor? Leiam e descubram!

***

Gente, faz alguns dias que terminei de ler Pandemônio e confesso que até agora a história está reverberando dentro de mim. Às vezes me dou conta de que estou pensando no livro, ainda de boca aberta, ainda chocada pelas coisas que aconteceram. A Lauren simplesmente acabou comigo e fico maluca pensando que terei que esperar pelo último livro para descobrir o que aconteceu com Lena!! Minha nossa, haja nervos de aço.

Bom, todos os capítulos são alternados entre o "antes", período em que a Lena estava na Selva, e o "agora", momento em que ela estava morando em Nova York. De início achei que os capítulos alternados dificultaram o andamento da história. Demorou um pouco para engrenar porque quando estava acontecendo algo bombástico o capítulo terminava e os acontecimentos mudavam. Depois achei uma jogada interessante, porque simplesmente me fez não querer largar o livro para ficar constantemente querendo saber o que ia acontecer em seguida.

Senti certo estranhamento em relação à Lena no início da história, porque no primeiro livro ela era tão doce e inocente, e neste segundo ela já está muito amargurada, endurecida, mas também né, depois de tudo o que ela passou, não podia ser diferente. Rapidamente esse estranhamento passou e me acostumei com a pessoa que ela se transformou.

Pandemônio é um livro de muita ação, muitos acontecimentos bombásticos, diferentemente de Delírio que basicamente é uma linda história de amor proibido, apesar de ter ficado mais eletrizante no final. Pandemônio não, ele é eletrizante do início ao fim, mal deixando a gente respirar e pegar um fôlego.

E o final!! Meudeusssssssss do céu!! Que final é aquele. Se em Delírio morri chorando, em Pandemônio morri chocada. Gente, não creio que "aquilo" aconteceu no final. E agora?????

Simplesmente amei demais Pandemônio. A narrativa é fluída, leve, gostosa. A gente se aventura nas cenas de ação, torce e teme pela Lena e se delicia com as pequenas cenas de romance e de amor que a Lauren delicadamente pôs no enredo para a história não ficar maçante.

Para quem leu Delírio, Pandemônio é leitura obrigatória. Para quem ainda não leu nenhum dos livros, leiam, essa trilogia é uma das que mais amo, em se tratando de distopia/ação/romance. Vale super a pena.

Quem já tiver lido Pandemônio, me digam o que acharam.

Resenha originalmente postada em: http://www.recantodami.com/2013/04/resenha-pandemonio.html
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Desi Gusson 20/04/2014

Porque um gancho no final não é o suficiente...
“O outro lado da liberdade é: quando você está completamente livre, também está completamente sozinho.”

Ah, o final de Delírio.

Como proceder depois daquele final? Como dona Oliver, como??
Lembram que, a muito tempo atrás, eu disse que Delírio era tão devagar no começo que quase o chutei pro fim da fila? Então, Pandemônio começa de onde Delírio acabou, e é tudo, menos parado!
Enquanto Delírio foi focado em amor proibido e na alegria de novas descobertas, Pandemônio é todo sobre Lena e sua nova vida. Eu sei que muita gente detestou a coisa do Antes e Agora, eu, particularmente, amei. Deu um ritmo inesperado para a leitura, como quando você fica indo de um personagem ao outro, só que desta vez eles se juntam e formam um só no final. Muito bom!

Então a Lena está na Selva. Ou devo dizer, aquela que um dia foi Lena está na Selva. Imaginem um personagem que evoluiu, mudou, se transformou completamente e não em uma só aspecto, mas em vários. A Lena de Delírio era uma coisinha tontinha, assustada e fragilizada pelas próprias descobertas, a Lena de Pandemônio já não tem mais nada a perder, somente memórias dolorosas.

Ela pensa no Alex, é claro que ela pensa, acho muito injusto que digam que a Lena o deixou de lado! Só que ela tem coisas mais urgentes pra se ocupar, tipo não morrer de inanição, não morrer de sede, não morrer de frio, esse tipo de situação chata que pode tomar o tempo de uma pessoa… Na minha humilde opinião ela até usa essa nova realidade como escudo contra suas feridas emocionais.

Temos mais ação agora. Lena encontra Graúna, Prego e outros ‘Inválidos’ que a ensinam o que há para ser ensinado em termos de sobrevivência com quase nada. Apesar de amar romances, gosto muito de livros com perseguições, correria, tiros de um lado pro outro. Não estou dizendo que temos tiros de um lado pro outro sabe, porque isso seria um spoiler sabe, mas não vai te fazer mal ter uma arma pra se defender enquanto estiver lendo, sabe, só por precaução…

Também é bom se preparar para toneladas de novos personagens e apenas lembranças dos antigos, essa mudança não poderia ser mais emblemática, tudo aquilo que Madalena um dia conheceu se foi. Ela se deu conta disso quando se deu conta que já havia passado tempo suficiente para Hana ter passado pela Intervenção e que a única pessoa que compartilhava e, mais importante, entendia os segredos de Lena estava perdida para sempre.

Para sempre é meio pesado né, eu pessoalmente acho que essa coisa toda de curar amor parece algo que daria para ser revertido, mas sei lá, é só uma especulação, quem sabe que tipo de agonia a Lauren Oliver ainda planeja para a gente?

Em suma, Pandemônio não tem delicadezas, mas tem paixão, não tem romance, mas tem saudade, não tem respostas, mas tem várias perguntas e, principalmente, tem um gancho de matar no final, assim como Delírio. Vamos esperar que Réquiem seja conclusivo, tenho medo dessa mania de deixar os leitores com o coração na mão da Oliver…

site: http://desigusson.wordpress.com/2014/04/19/pandemonio-lauren-oliver/
Carol 24/07/2014minha estante
Adorei a resenha. Também achei o livro ótimo, e mesmo muita gente reclamando do "antes" e "agora" para mim isso ajudou a manter o suspense...
O final me deixou tão sem chão que tenho até medo do próximo livro. Não vejo a hora de ler Réquiem *-*




Junior 01/06/2013

Infelizmente decepção.

Eu estava louco para ler este livro, pois Delírio termina e deixa nossos nervos a flor da pele, querendo a continuação.
Pois bem, finalmente li Pandemônio, e desculpe a palavra pois o livro foi uma DECEPÇÃO.
O livro continua com Lena sozinha, atras da fronteira entre a selva e a cidade, após sua fuga.
E acompanhamos o renascimento de uma nova Lena, uma Lena que é obrigada a deixar o passado para trás e continuar com sua vida, SOZINHA.
O livro intercala entre ANTES e AGORA, o antes na selva e o agora numa nova cidade, onde Lena está vivendo uma nova vida, disfarçada como membro da ASD.
Que chato!!!!
Eu sei que muita gente gostou da reviravolta da história, mas eu ainda acho que a autora deveria dividir esse livro em dois, pois o momento do ANTES foi contado muito rápido, e eu senti um pouco de pressa na estória.
Outro ponto negativo foi o simpático Alex, a autora consumiu com ele, e eu achei muito estranho, pois no primeiro livro o romance entre eles foi simplesmente MARAVILHOSO e neste livro ela apagou essa maravilha, colocando um triângulo amoroso clichê.
Julian entra na estória como um amigo da Lena, mas depois os dois vão descobrindo uma nova química, eu não consegui gostar de Julian, ainda torço para Alex.
A estória tem romance, ação e suspense, se você gosta de distopia com muitaaaaaaa repressão do governo, prepare pois o livro é um prato cheio.
Infelizmente vou dar 4 estrelas para o livro, mas eu ainda acho que a autora não poderia ter esquecido personagens tão marcantes, como Alex e Hana.
Espero que no próximo livro tudo volte ao normal.
Cathy 10/07/2013minha estante
Concordo com o seu ponto de vista. É exatamente o mesmo do meu.




@ketstrapazzon 26/08/2013

Sabe quando você lê um livro tão bom que qualquer coisa que você fale dele para as outras pessoas parece não fazer a justiça merecida? Estou vivendo isso enquanto escrevo a resenha de Pandemônio para vocês.
Este livro me pegou pelo pé. Eu havia adorado o primeiro volume da série (Delírio), mas quando comecei a ler Pandemônio não criei grandes expectativas, pois já me acostumei com o fato de que, geralmente, as continuações perdem um pouco o ritmo. E não é que o danado me surpreendeu e acabou sendo melhor que o início?
Pandemônio, no dicionário, significa confusão, tumulto, baderna. E é num estado de total tumulto que Lena, nossa protagonista, se encontra neste volume da série. O livro começa onde o anterior terminou (e por isso é bem importante ter lido Delírio para entender Pandemônio): Lena confusa e ferida, perdida dentro da Selva, correndo e tentando se salvar dos Reguladores. Depois de escapar de uma emboscada que quase lhe tirou a vida e a fez deixar Alex para trás (vivo ou morto, ela não sabe), Lena acaba, finalmente, tendo contato com os habitantes da Selva, os Inválidos, que na sua vida antiga ela tanto temeu – e que agora são a sua salvação. Vivendo do outro lado da cerca, ela precisa lutar por comida, por água e por abrigo, junto com pessoas estranhas que acabarão se tornando uma espécie de família para ela.
Ao mesmo tempo em que temos contato com a Lena vivendo na Selva, também temos contato com a Lena na cidade, pois o livro é dividido em capítulos intitulados “antes” e “agora”. Nos capítulos de “antes”, a autora nos faz vivenciar o dia-a-dia de Lena com os Inválidos e nos capítulos do “agora”, Lena já está de volta à cidade, em um tipo de missão coordenada pelos Inválidos, onde ela é uma das peças principais. Parece confuso, mas os capítulos se completam totalmente, a ponto de que você querer ler o mais rápido possível para saber como a Lena da Selva acabou numa missão dentro do território regulado. E é dentro desta missão que ela vai conhecer Julian, um membro do partido que defende a cura dos jovens da doença “amor deliria nervosa”, que vai acabar se tornando – por força das circunstâncias – alguém muito importante para ela…
O livro é maravilhoso, para não dizer mais. Pandemônio é muito bem escrito, e o enredo é mais ágil e bem desenvolvido do que o de Delírio. A história é incrível e a protagonista amadureceu muito, deixando para traz todas aquelas características chatinhas da maioria das adolescentes de livros. Lena é uma lutadora. Uma menina que, de repente, perdeu tudo que sempre teve e precisa lutar para se manter viva dentro de um sistema opressor e injusto, onde as pessoas fora das cidades controladas são caçadas como animais doentes e abatidas sem piedade.
Pandemônio possui 301 páginas, mas bem que podia tem mais 100 que eu nem notaria já que a leitura foi super rápida =)



site: http://foforks.com.br/2013/07/fora-de-forks-pandemonio/
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Lygia 16/05/2013

Sequência arrastada!
Lena está viva, mas preferia não estar, a princípio. Depois de sobreviver à "travessia", agora ela terá que adaptar-se à nova vida no mundo dos Inválidos. A garota junta-se a um grupo de sobreviventes, liderado por Graúna, e Lena começa a entender como as coisas são muito mais difíceis do que ela imaginava.

Como muitos de vocês já devem saber, o livro é dividido entre o 'Antes' e o 'Agora', ou seja, uma Lena fragilizada e sobrevivente, e uma Lena forte, moldada para uma missão. No grupo à que pertence no 'antes', tarefas são divididas entre todos, sejam crianças ou velhos, a comida é muito escassa e toda uma série de rituais e cuidados devem ser respeitados e executados. Na narrativa do 'agora', Lena está de certa forma sozinha e com uma responsabilidade em suas costas, tudo por uma grande causa.

'Pandemônio' é o típico livro que serve como 'elo' para o grand finale. Sim, coisas importantes acontecem, é fato, mas senti um grande excesso de coisas desnecessárias. Lena tem alguns surtos de chatice, mas nada completamente insuportável. Eu entendo que muita coisa serviu como justificativa para a lapidação de seu caráter. Temos também novos personagens, como Graúna já citada, Prego, Azul, entre outros, com personalidades bem distintas e obrigados a conviver no mesmo local. Ponto para a Lauren que soube desenvolver essa espécie de 'Big Brother' forçado. Impossível não haver desavenças entre pessoas tão diferentes, e ainda mais quando é a sobrevivência que está em jogo.

Do 'outro lado', temos como personagem apresentado também Julian, filho (não curado do Deliria) de um dos maiores nomes da ASD, a maior organização existente pela luta da cura do Deliria. Eu gostei da construção do personagem à princípio, que está pronto para morrer pela causa (se submeter à cura do Deliria pode matá-lo), mas após algumas páginas Lauren conseguiu, infelizmente, desconstruir o personagem que ela havia criado! u.u

Apesar de ser um livro predominantemente de ação, não consegui lê-lo em uma velocidade satisfatória. De alguma maneira a narrativa ficou truncada, e tinha que intercalar com outros livros. Agora uma coisa é fato: Lauren Oliver sabe como terminar um livro e deixar o leitor ansioso para o próximo! =P 2 linhas no final e o leitor fica "OMG! Cadê Requiem?". É, e eu estou assim também. Cadê Requiem? X_X
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Gabriela 27/07/2013

A Lena, antes e agora
Não sei por onde começar esta resenha, pois foi tanta coisa que aconteceu, tantas emoções, e ainda por cima teve um fim que é de cair o queixo!! o livro começa meio que sem graça, até a página 40 mais ou menos, mas aí você não consegue parar de ler.



Quando acabei Delirio, fiquei louca pra ler Pandemônio, pois o fim foi tipo "Ai, meu Deus e agora???" e não me decepcionei, e sim me surpreendi. A personagem Lena "cresce" e fica muito diferente neste segundo livro. Mas também achei uma pena a amiga dela Hana, não aparecer, gostava muito dela, mas em compensação novos personagens entraram. A Lena está em uma nova vida e com isso novos amigos.



Não sei se vou me decepcionar, mas pra mim o próximo livro promete bastante, tem MUITA coisa pra acontecer, MUITA coisa pra ser explicada. Não tenho a mínima ideia de como essa trilogia terá fim. A lena mudou muito de um livro paro o outro, não sei se vai acontecer também em Requiem.



Assim que a Lena foge para a selva ela fica muito "pra baixo" sem o seu amado Alex (do qual também amo) mas aí com o tempo ela vai voltando ao normal, na selva ela faz várias amizades, Graúna, Prego, Azul, e também Julian. Não vou falar demais senão acabo soltando um spoiler!!!!


A trama é narrada em duas partes que é dividida em "antes" e "agora" nunca tinha lido um livro escrito assim, mas gostei. Fez com que a pessoa vesse como a personagem vai se tornando mais forte a cada dia que ela passa na selva. Gostei muito mais da Lena em Pandemônio do que em Delírio.



Não preciso nem falar que estou louca pra ler Requiem, pois o fim de pandemônio foi do tipo "OMG!!!" amei, amei, amei!!!recomendo essa história onde o amor é proibido para todos, principalmente para aqueles que amam romances e amores impossíveis como eu!!!!





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AndyinhA 04/08/2013

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Eu tenho visto um padrão se repetindo nos livros de distopias. Mudam-se os enredos, mas no geral quase sempre podemos dizer que:
Livro 1 – Menina descobre a verdade sobre o sistema, encontra o carinha e foge do sistema;
Livro 2 – Ela volta infiltrada (pelo sistema ou pelo grupo rebelde), entra em cena o segundo carinha;
Livro 3 – Ela vira o ícone da liberdade.

Quase todos os livros que li seguiram a teoria acima, alguns um pouco mais, outros um pouco menos, mas no geral, quase tudo infelizmente pode-se resumir nisso e como esse é o livro dois de uma trilogia, poderia terminar a resenha pedindo para vocês lerem a minha teoria. Mas vou falar dos personagens (chatos) da trama.

AiMeuDeusDoCéu que Lena mais chata ever!!!!!!! Quase larguei o livro porque a personagem ficou de mimimi o tempo todo e sem contar que o livro é dividido entre o “Antes” e o “Agora”. Sendo o antes quando ela conta os eventos que aconteceram após o fim do livro anterior. Mas o agora estava tão chato e monótono quanto a descrição do antes. Preferia que a autora tivesse pulado esse livro, ter feito um compilado de 50 páginas e colocasse no início do próximo. Resumindo, esse livro nem deveria existir.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2013/05/poison-books-pandemonio-lauren-oliver.html
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isa 04/03/2014

Chocante
um dos melhores finais q eu já li quase tive um ataque cardíaco, vale a pena ler pelo final indescritível
Rob 07/05/2014minha estante
Os finais do livros da Lauren Oliver são incríveis! Fazem o livro inteiro valer a pena.




Carol 21/11/2014

Essa dona Oliver...
"Pandemônio" é o segundo livro da trilogia "Delírio" escrito pela queridona da Lauren Oliver. Comecei a lê-lo (devorá-lo) com toda animação/tristeza do mundo. Queria me envolver na história, mas ainda triste pelo final sangrento do último livro...
Eis que esse começa mostrando o Antes e o Agora de Lena, que depois de meses na Selva entrou para a Resistência. Vi aqui no Skoob que muitas pessoas criticaram essa sequência lógica (ou não) que Lauren criou. Devo confessar que em alguns momentos fica cansativo e quando queremos saber sobre tal momento a sequência lógica muda de novo, o que é no mínimo frustrante HUAHUA mas entendo o que a autora fez: queria que entendessemos a raiva contida de Lena, o desespero que sentia por estar sem o Alex e todo o sofrimento que passou na Selva, vendo vidas serem perdidas graças a um governo sem deliria, ou seja, sem amor, sem ódio e sem compaixão...
A dona Oliver tem um dom, eu acho. O dom de nos matar com esses finais, como proceder depois do final desse livro? (Assim como no primeiro haha)
Apenas desejando ler "Réquiem" com todas as minhas forças HUAHUA
Mimi 19/01/2015minha estante
Assim msmo. Ela tem o dom de nos infartar nos finais, só pode. Gostei MTO do segundo volume, assim como o primeiro e nao vejo a hora de ler o Requiem. :D




Day Privado 25/03/2013

Sipnose
Sipnose- Dividida entre o passado — Alex, a luta pela sobrevivência na Selva — e o presente, no qual crescem as sementes de uma violenta revolução, Lena Haloway terá que lutar contra um sistema cada vez mais repressor sem, porém, se transformar em um zumbi: modo como os Inválidos se referem aos curados. Não importa o quanto o governo tema as emoções, as faíscas da revolta pouco a pouco incendeiam a sociedade, vindas de todos os lugares… inclusive de dentro.
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ste 28/01/2014

Mil vezes melhor.
Para ser sincera, achei 'Delírio' um livro bem chato, que não te prende e é cheio de detalhes que não contribuem em nada para o desenvolvimento da história e a emoção só começa a aparecer no final, mas bem no finalzinho mesmo.
Como comprei "DELÍRIO" e "PANDEMÔNIO" juntos, resolvi ler a continuação pra não ficar com a sensação de dinheiro jogado fora... e me surpreendi.
Claro, tem coisas que eram características da autora e provavelmente não melhorariam. Ainda acho que a história tinha detalhes desnecessários e etc., mas o segundo livro tem muito mais ação e, consequentemente, te prende bem mais.
Lena conhece Julius, o filho de um grande líder da ASD (America Sem Deliria) e eles se vem obrigados a contar um com o outro após serem sequestrados pelos Saqueadores. Como será ter que dormir com seu maior inimigo? Com o garoto que foi criado para odiar e desprezar mais que qualquer um os Inválidos? Pior ainda, qual a sensação de perceber que a única forma de sair dali é se unindo com ele?
Magdalena se vê obrigada a colaborar e, ao longo da história, percebe que Julius não é tão mal assim, ele só é um 'zumbi', que não tem ideia de como as coisas realmente são, assim como ela era até Alex aparecer.
Alex, Alex, Alex.
Lena ainda se prende a ele? Ainda pensa que é impossível viver feliz sem a sua companhia? Sem o seu amor?

"Pandemônio" tem reviravoltas impressionantes, é um livro que vale a pena ser lido. Não posso falar muito sobre ele sem dar spoilers, mas se você realmente quiser saber mais é só me mandar um recado ;)
Brenda 31/01/2014minha estante
Concordo com você quando diz que há detalhes desnecessários, mas discordo quando diz que 'Delírio' não prende, há muitas expectativas no decorrer da história.




Marcinha 17/05/2014

Simplesmente maravilhoso!
Por algum motivo os livros dessa série são muuuito difíceis de achar. Mas o que é essa série?! Tem muito tempo que não leio algo assim. Me prendi totalmente. Esse livro se passa em uma alternancia de "antes" e "agora" que é agoniante. Tinha horas que eu estava lendo um capítulo e o suspense era tanto que eu pensava em pular o próximo capítulo para continuar a história que eu estava lendo. Maravilhoso esse livro! Aliás, a autora só escreve livros assim... agoniantes de bom!
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Natália 06/05/2013

http://www.vireapagina.com
AI. MEU. DEUS.
Desde o comecinho, a sequência de Delírio prometia. Após a fuga no fim do primeiro livro, Lena se arrasta pela zona livre de Portland sem rumo, ferida e à beira da morte. Por sorte, ela é encontrada por um grupo de Inválidos e, sem muita escolha, se junta a eles. Nesse segundo volume, ela vai perder a identidade, descobrir que existe uma resistência e ela está puta da vida.

Esse livro, pra mim, foi muito melhor que o primeiro. Antes, o foco foi a desconstrução das crenças de Lena, seu romance com Alex e a formação da ideia da fuga, que começou tímida e foi ganhando força aos poucos. Em Pandemônio, o leitor é jogado em situações de perigo o tempo todo, até porque, na Selva, a tensão é um elemento constante. Mesmo recebendo suprimentos da cidade, os Inválidos precisam se virar de todo o jeito. São ameaçados pela própria natureza e por doenças que podem ser fatais. Lauren não poupou personagens que conquistam o público, o que é incomum em YAs.

Aliás, Lauren me surpreendeu com a sua habilidade de criar suspense. O começo é bem leve, mas com o decorrer da trama e a aproximação do clímax, a narrativa é carregada de eletricidade. Sabe quando você fica com os olhos grudados no livro, sentindo o mesmo nervosismo do personagem, com o coração acelerado? Foi exatamente assim. Com o julgamento baseado em Delírio, eu não diria que Lauren era capaz de escrever dessa maneira.

Um aspecto que colaborou muito para esse aspecto foi a divisão dos capítulos, que é sensacional. Ao invés de seguir um ordem cronológica, Lauren intercalou entre "antes" e "depois". O "antes" é a vida de Lena na Selva, antes de se juntar à resistência, morar em Nova Iorque e conhecer Julian, o nosso mocinho. O "depois" é a vida dela na cidade grande, infiltrada entre os curados. Do meio para o começo, todos os capítulos terminam em pontos cruciais, mas o próximo capítulo conta outra parte da história, que é tão tensa quanto E AI MEU DEUS MUITA TENSÃO MEU DEUS. ESSA não é uma novidade, mas o modo como foi feito é sim. O último capítulo é o "agora" de Lena, sequência do último "depois".

Na resenha de Delírio, eu disse que achei Lena irritante. Nem lembro mais porquê disse isso. Em Pandemônio, ela foi bem real, como no outro livro, mas de um jeito mais agradável. A autora não teve medo de colocar atitudes mesquinhas nas mãos de sua protagonista, como se esquivar das tarefas mais pesadas na Selva. Tudo faz parte da carga emocional que a personagem carrega, depois de ter abandonado sua vida, sua família e ver Alex, a razão disso tudo, ter sido capturado. Por causa dessa compaixão que a gente sente por Lena, é difícil simpatizar com a líder dos Inválidos, Graúna.

Graúna é uma mulher forte, endurecida e muito jovem pro tipo de responsabilidade que carrega. Pela vida que leva na Selva, ela e os outros moradores podem parecer ríspidos e ignorantes às vezes. Algumas de suas atitudes me deixaram furiosa, porque eles fugiram das cidades pelo direito de amar. Na minha cabeça, a Selva seria um lugar para manifestar o amor, uma coisa meio hippie, talvez. Não faz sentido que sejam tão mau humorados assim, apesar das adversidades. Mas, no fim, a gente acaba entendendo. Não é fácil sorrir quando se passa fome, frio e medo de ser pego pelos curados.

Já Julian, o par romântico de Lena dessa vez, parece meio deslocado no início. Não faz sentido ele ocupar o lugar de Alex! Porém, com o andar da carruagem, ele acaba conquistando nossos corações. É um rapaz também forte que, apesar de levar uma vida perfeita aos olhos da sociedade, sofreu muito nas mãos do pai zumbi. Na verdade, a gente vai se apaixonando por ele na mesma medida de Lena.

Olha, eu gostei MUITO mais de Pandemônio do que Delírio. Teve muito romance, como a premissa da série promete, e teve ação também, bastante ação, tensão e suspense. Só teve um aspecto que me decepcionou, mas não posso falar porque é spoiler.

Faz um tempo que não me animo desse jeito com uma série :')
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