A Aprendiz

A Aprendiz Trudi Canavan




Resenhas - A Aprendiz


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Ana Memória 28/08/2016

Uma bosta
O que acontece em 534 páginas, podia ser contado em 300!!! O livro ficaria muito mais dinâmico e agradável.
Matteo 03/09/2016minha estante
kkkkkkkkkkkkkk demorou tanto pra ler e não ser tão bom assim. Sacanagem kkkkk


Léo Memória 03/09/2016minha estante
Hahahahaah


schuusantos 15/01/2017minha estante
O mesmo que eu penso.. completamente repetitivo esse livro.


Andrea 02/06/2017minha estante
acho que nem de 300 precisava rs




Ana 22/03/2014

Atenção... Alerta Spoiler!!

Bem, eu achei este livro um pouco decepcionante! Acho que criei expectativas demasiado elevadas com o final do primeiro livro, esperando, sei lá, um clima pesado, uma espécie de preparação para o desfecho final... mas não encontrei nada disso. Achei que a autora desperdiçou uma história que prometia muito, ou está a cometer o erro de guardar todo para o final.

Os capitulos de Sonea achei aborrecido e fiquei muito irritada. Sonea é alvo de partidas cruéis por parte dos colegas e o seu líder é o irritante Regin. Era óbvio que isto iria acontecer porque ela é uma garota das favelas num mundo de gente rica e mimada. No entanto, fiquei com raiva de Sonea por não fazer nada e permitir que eles continuassem as partidas. No primeiro livro fiquei com a sensação que Sonea era daquelas que ia à guerra, levava, mas também dava! Neste, ela fazia isso como último recurso, mesmo sabendo que ela era mais poderosa que ele. Agora pergunto: Era realmente necessário prolongar esta disputa entre estes dois até, praticamente, o final do livro? Com uma trama que poderia dar muito mais que isso?

Mas nem todo foi mau! Adorei Akkarin, embora ele seja o vilão. Em muitas conversas com o seu amigo Admistrador, senti que ele era perigoso e inteligente, mas de alguma forma humano. Como se lhe doesse fazer aquilo que ele fazia. Chega daquele cliché que o vilão é vilão porque já é mau de natureza! ( Ou sou eu que sempre gostei mais dos vilões em maior parte dos livros que li).

As passagens com o mago Dannyl e de Lorlen, para mim, foi o que salvou o livro. Lorlen envia Dannyl para Eylne com o intuito de deste refazer os passos de Akkarin e, com sorte, descobrir algo do passado do Lorde Supremo que possa ser usado contra ele. Enquanto Lorlen "investiga" uma série de assassinatos e ele está cada vez mais desconfiado que o Lorde Supremo esteja por detrás deles.
Surpreendeu-me o facto de Trudi Canavan abordasse o tema da homossexualidade. É tão raro em livros "juvenis" este tema ser abordado com tanto foco, principalmente em personagens principais e queridas do público como Dannyl certamente o é ( os únicos que me lembro de ler é em Heróis do Olimpo e não se sabe bem se é mesmo homo ou bi, ou em Harry Potter com o personagem Dumbledore embora quase não se note isso.). Por isso aplaudo a ousadia de Canavan ao trazer este assunto para o livro.

Eu acho que este livro deveria ter trazido revelações, mas sinto que não trouxe nada de novo há história. Sinto que estamos às escuras quando podíamos ter uma indicação do que poderia estar para vir no terceiro livro. Parece um daqueles sonhos onde corremos, corremos, corremos e não saímos do mesmo sítio. é o que eu senti quando acabei de ler o livro.

Irei ler o terceiro livro, porque quero ver como acaba a história, mas esperava muito mais deste!!



Matheus 24/04/2014minha estante
Depois que voce lê livros como harry potter.. voce acaba esperando MUITO de outros livros sobre magia...
e esse tema sempre me fascina.
Santi falta de detalhes das aulas...
é como se ela falasse "a aula foi boa"
ao invez de falar mais sobre a aula em si...
não a vi misturando uma poção numa aula de alquimia...
o maximo que aconteceu foi regin sabotar uma das poções dela... sem muito aprofundamento.


E uma outra coisa que eu não curti muito, e esse ponto acho que é mais pela edição do livro, é que quando muda de ambiente, o pulo de paragrafo é de 2 linhas.
às vezes na empolgação, voce fica perdido nem nota que mudou o ambiente todo...


Ana 29/04/2014minha estante
Matheus-- É verdade. Depois de leres um grande livro de um determinado género, espera-se que os restantes estejam á altura, o que é errado pensar dessa maneira. Concordo com o que tu disseste sobre as aulas. Como ela está mais avançada em relação aos restantes alunos, se calhar a autora não quis aprofundar tanto isso.

Quanto a isso dos paragrafos, estás te a referir, no mesmo capitulo, eles mudarem de personagem e não darem uma espécie de aviso? Torna-se confuso de ler, ao principio, mas depois a gente habitua-se, pelo o menos no meu caso!




Leitor Cabuloso 15/03/2013

http://leitorcabuloso.com.br/2013/02/resenha-a-aprendiz-um-romance-em-que-a-pitada-de-misterio-poderia-ser-mais-generosa/
Saudações, caros leitores! Antes de prosseguir em minha resenha do segundo livro d’A Trilogia do Mago Negro, recomendo que leiam a análise do volume anterior, para melhor compreensão desta – clique aqui. Agora, posso continuar. “O Clã dos Magos” serviu para criar as bases do cenário, fazendo o leitor assimilar este mundo fascinante, entretanto não chegou a ser um romance deslumbrante, devido a coisas que já mencionei. Com a chegada do Livro II, também senti que agora poderia exigir mais da Trudi Canavan, afinal eu já tinha sido apresentado ao seu modo de escrever e a trama em desenvolvimento. Vistam uma túnica e vamos andar pelo Clã, assim poderemos dialogar melhor.

A obra é divida em duas partes, sendo o meio marcado por um acontecimento decisivo que faz a história fluir para um rumo completamente diferente do que imaginávamos. Cada uma das partes é dividida em vários capítulos, que contém diversas partes, onde se alternam os pontos de vista (personagens), sem jamais deixar o leitor desorientado. As transições de cenas são bem feitas, jamais deixando a sensação de um corte abrupto. Vale mencionar também que cada capítulo possui um título, um recurso que sempre considero interessante para nos instigar a avançar nas páginas, uma vez que nos estimula a encontrar o sentido daquelas palavras preliminares.

Se no primeiro livro uma das questões era a cisão social entre magos e não-magos, depois da cerimônia de iniciação de Sonea n’O Clã, a questão se altera para o conflito das linhagens que são populares entre os magos. Como seria de se esperar, por não possuir uma ascendência nobre, visto que ela vem da favela e seus pais, aparentemente, foram indivíduos “comuns” (a mãe é falecida e o pai a abandonou), Sonea torna-se o alvo de muitas chacotas, tentativas de sabotagem e outros abusos. O que não está longe do que ocorre em nossa sociedade, basta que olhemos com atenção a situação precária nas escolas brasileiras, onde o bullying ainda é praticado em grande escala.

Nesse volume, a escritora vai além em sua abordagem do tema preconceitos, o que é evidentemente um dos pilares de sua trilogia, e suscita o debate sobre a homossexualidade. O ponto de partida é algo que ainda, em pleno século XXI, pessoas discutem com um ardor frequentemente pernicioso, para não dizer estúpido: seria o homossexualismo uma doença? Por mais assustador que possa parecer, há “seres humanos” que dirão sim. Enfim, penso o seguinte: sentimentos não possuem órgãos, então por que deveríamos discriminar formas de amar? Cada um deve amar como lhe é mais confortável, ponto.

Não vou dizer qual o caminho percorrido até chegar nesse contexto, pois iria estragar a surpresa, que é grande, para vocês! Gostei de ver a sensibilidade e bom senso com que a Trudi “conversou” sobre o assunto. Dá uma satisfação enorme encontrar uma obra de amplo alcance tratando com maturidade algo de extrema importância para a construção de um mundo mais baseado em um diálogo aberto, sustentado por uma argumentação lógica, sem fanatismos. Para amplificar a carga dramática, uma amizade é colocada em xeque – querem saber o resultado? Leiam o romance.

Tornando ainda mais palpável a sua criação, Trudi nos conduz por uma viagem através de outros reinos, utilizando um personagem que ganha mais destaque nessa parte da trilogia. A autora manteve uma imensa preocupação em nos mergulhar em sua fantasia, tentando sempre passar o máximo possível de peculiaridades dos lugares, costumes, economias etc, além do próprio ambiente. Já esperava isto dela, mas com o crescimento do palco da obra, obviamente o trabalho aumenta, a tarefa fica mais árdua, porém o resultado não desapontou. Aliás, vale salientar que muitos personagens têm os seus papéis revistos. Todavia, há um caso em que alguém, importantíssimo no primeiro livro, tem uma participação ínfima. Isso soou um pouco incoerente, principalmente considerando o laço de Sonea com este indivíduo.

A novidade nesse volume foi a inserção de um personagem que trás um clima muito semelhante a um suspense policial para o romance, mas que, infelizmente, foi deixado de lado, permanecendo em um estado raso. Acabei ficando apenas no desejo por mais. A obra tem muitos trechos que não acrescentam algo à história e chegam a cansar, logo desaponta ver como um personagem com grande potencial, visto que traria um clima muito atrativo para o livro, é simplesmente colocado no “banco de reservas”. Talvez ele seja mais participativo na última parte da trilogia, mas isso é apenas especulação. Considerando o que comentei, minha nota será três selos cabulosos e meio.

Sonea transforma-se de uma garota desorientada, ao se ver como parte de algo grandioso, situado além de sua compreensão, em uma peça fundamental em um jogo de poder que pode desestabilizar o mundo inteiro, desencadeando uma guerra de proporções incalculáveis. Isso é o que se vislumbra com o desfecho.

Aguardo pela conclusão dos eventos em “O Lorde Supremo”, mas já alerto que irei para o desfecho com muitas exigências. Como o último passo de uma jornada, espero que seja muito impactante. Boa leitura a todos!
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Pandora 25/12/2012minha estante
Concordo amplamente com você: ""A Aprendiz" é uma aventura complexa, que envolve mais do que magia. É uma trilogia que explora aceitação, ética, moralidade, valores. Descobre-se que nem tudo é tão simples como se parece e que, muitas vezes, não basta saber o que é certo ou ter confiança em si mesmo, o mundo é feito, principalmente de pessoas e isso é o que mais nos afeta. Um livro sobre o poder das relações humanas, talvez."

#Perfeito!!!




Blog Vida de Le 27/01/2013

A Aprendiz - Trudi Canavan
Hey pessoal, tudo bem?

Quando terminei de ler Clã dos Magos eu sinceramente tinha pensado em abandonar essa série. Ele tinha uma narrativa bem arrastada e a autora usava em seus diálogos a linguagem coloquial, para representar a origem da pessoa (favela ou cidade). Contudo, decidi pegar para ler o livro dois e me surpreendi. Além de melhorar, e muito, sua escrita, Trudi Canavan conseguiu me deixar desesperado para ler a continuação.

Após os acontecimentos de O Clã dos Magos, Sonea, após desenvolver seu controle sobre sua magia e melhorar seu comportamento, finalmente começa seu treinamento dentro do Clã. Contudo, por ter como origem a Favela, todos os magos e aprendizes das casas nobres a tratam como lixo e o fato de seu potencial mágico ser maior do que o de muitos deles e de ela já iniciar na Academia com um Guardião, realmente não melhora sua situação. Ela passa por muitas provações, já que um de seus colegas tem como prioridade tornar sua vida miserável. Como se não bastasse, ela ainda deve se preocupar com os passos do Mago Negro, o Lorde Supremo que usa magia das trevas em seus rituais e que parece ter desenvolvido um interesse nada saudável pelos poderes de Sonea. Conseguirá ela se formar na Academia? Ou seu caminho está mais sombrio que a magia praticada por Akkarin?

Apesar de ser um livro bem grande, 544 páginas, ele não é tão arrastado como o primeiro, fazendo com que eu o lesse em menos de 3 dias. Contudo, mesmo tendo uma narrativa mais rápida que a do primeiro volume da trilogia, a autora ainda peca por ficar enrolando muito em partes em que não há necessidade para tal - como as partes da busca de Dannyl e a implicância Regin para com Sonea.

Todos sabem que de todos os seres sobrenaturais que existem os meus favoritos são os magos e bruxas e A Aprendiz conseguiu suprir minha carência de "magia descente" que estou tendo ultimamente. A autora conseguiu captar bem os problemas e benefícios de ser um mago, fazendo com que voltemos às salas de aula onde a magia é ensinada com afinco e determinação. Claro que a maior parte do livro se passa do lado de fora das salas de aula, mas é bom presenciar novamente aquele sentimento de estar andando pelos corredores de uma escola de magia. *__*

No primeiro volume da trilogia a autora fez algo que me deixou com muito ódio, que era utilizar de expressões próprias fala durante seus diálogos. Infelizmente não estamos livres desse empecilho no livro dois, mas pelo menos ela diminuiu a frequência com que usava. A diagramação do livro é simples e por incrível que parece não achei erros de revisão (ou se tinha não percebi). Os personagens são bem desenvolvidos mas reafirmo o que disse em outras ocasiões nas redes sociais: muitos deles são despenáveis e estão ali só para encher páginas.

Quem desistiu da trilogia porque não gostou do livro um, recomendo que dê uma chance ao livro dois pois ele pode mudar sua opinião. Agora, quem amou o primeiro livro, recomendo que corra e leia o segundo o mais rápido possível pois o terceiro está para lançar no final de janeiro. ^_^

Abraços,
Matheus Braga
vida de Leitor - http://vidadeleitor.blogspot.com.br/2013/01/a-aprendiz-trudi-canavan.html#more

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Ednelson 01/03/2013

"Ela havia encarado o pesadelo e sobrevivido [...] Ela o tinha visto matar e sabia que era algo que nunca ia esquecer."
—Pág. 534.

Saudações, caros leitores! Antes de prosseguir em minha resenha do segundo livro d’A Trilogia do Mago Negro, recomendo que leiam a análise do volume anterior, para melhor compreensão desta – clique aqui. Agora, posso continuar. “O Clã dos Magos” serviu para criar as bases do cenário, fazendo o leitor assimilar este mundo fascinante, entretanto não chegou a ser um romance deslumbrante, devido a coisas que já mencionei. Com a chegada do Livro II, também senti que agora poderia exigir mais da Trudi Canavan, afinal eu já tinha sido apresentado ao seu modo de escrever e a trama em desenvolvimento. Vistam uma túnica e vamos andar pelo Clã, assim poderemos dialogar melhor.

A obra é divida em duas partes, sendo o meio marcado por um acontecimento decisivo que faz a história fluir para um rumo completamente diferente do que imaginávamos. Cada uma das partes é dividida em vários capítulos, que contém diversas partes, onde se alternam os pontos de vista (personagens), sem jamais deixar o leitor desorientado. As transições de cenas são bem feitas, jamais deixando a sensação de um corte abrupto. Vale mencionar também que cada capítulo possui um título, um recurso que sempre considero interessante para nos instigar a avançar nas páginas, uma vez que nos estimula a encontrar o sentido daquelas palavras preliminares.

Se no primeiro livro uma das questões era a cisão social entre magos e não-magos, depois da cerimônia de iniciação de Sonea n’O Clã, a questão se altera para o conflito das linhagens que são populares entre os magos. Como seria de se esperar, por não possuir uma ascendência nobre, visto que ela vem da favela e seus pais, aparentemente, foram indivíduos “comuns” (a mãe é falecida e o pai a abandonou), Sonea torna-se o alvo de muitas chacotas, tentativas de sabotagem e outros abusos. O que não está longe do que ocorre em nossa sociedade, basta que olhemos com atenção a situação precária nas escolas brasileiras, onde o bullying ainda é praticado em grande escala.

Nesse volume, a escritora vai além em sua abordagem do tema preconceitos, o que é evidentemente um dos pilares de sua trilogia, e suscita o debate sobre a homossexualidade. O ponto de partida é algo que ainda, em pleno século XXI, pessoas discutem com um ardor frequentemente pernicioso, para não dizer estúpido: seria o homossexualismo uma doença? Por mais assustador que possa parecer, há “seres humanos” que dirão sim. Enfim, penso o seguinte: sentimentos não possuem órgãos, então por que deveríamos discriminar formas de amar? Cada um deve amar como lhe é mais confortável, ponto.

Não vou dizer qual o caminho percorrido até chegar nesse contexto, pois iria estragar a surpresa, que é grande, para vocês! Gostei de ver a sensibilidade e bom senso com que a Trudi “conversou” sobre o assunto. Dá uma satisfação enorme encontrar uma obra de amplo alcance tratando com maturidade algo de extrema importância para a construção de um mundo mais baseado em um diálogo aberto, sustentado por uma argumentação lógica, sem fanatismos. Para amplificar a carga dramática, uma amizade é colocada em xeque – querem saber o resultado? Leiam o romance.

Tornando ainda mais palpável a sua criação, Trudi nos conduz por uma viagem através de outros reinos, utilizando um personagem que ganha mais destaque nessa parte da trilogia. A autora manteve uma imensa preocupação em nos mergulhar em sua fantasia, tentando sempre passar o máximo possível de peculiaridades dos lugares, costumes, economias etc, além do próprio ambiente. Já esperava isto dela, mas com o crescimento do palco da obra, obviamente o trabalho aumenta, a tarefa fica mais árdua, porém o resultado não desapontou. Aliás, vale salientar que muitos personagens têm os seus papéis revistos. Todavia, há um caso em que alguém, importantíssimo no primeiro livro, tem uma participação ínfima. Isso soou um pouco incoerente, principalmente considerando o laço de Sonea com este indivíduo.

A novidade nesse volume foi a inserção de um personagem que trás um clima muito semelhante a um suspense policial para o romance, mas que, infelizmente, foi deixado de lado, permanecendo em um estado raso. Acabei ficando apenas no desejo por mais. A obra tem muitos trechos que não acrescentam algo à história e chegam a cansar, logo desaponta ver como um personagem com grande potencial, visto que traria um clima muito atrativo para o livro, é simplesmente colocado no “banco de reservas”. Talvez ele seja mais participativo na última parte da trilogia, mas isso é apenas especulação. Considerando o que comentei, minha nota será três selos cabulosos e meio.

Sonea transforma-se de uma garota desorientada, ao se ver como parte de algo grandioso, situado além de sua compreensão, em uma peça fundamental em um jogo de poder que pode desestabilizar o mundo inteiro, desencadeando uma guerra de proporções incalculáveis. Isso é o que se vislumbra com o desfecho.

Aguardo pela conclusão dos eventos em “O Lorde Supremo”, mas já alerto que irei para o desfecho com muitas exigências. Como o último passo de uma jornada, espero que seja muito impactante. Boa leitura a todos!

Escrevo no: http://leitorcabuloso.com.br/
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Vic 03/01/2014

A Aprendiz
Segunda parte da trilogia que me transmitiu momentos de altos e baixo com este livro , tinha horas que dava vontade de desistir e ao mesmo tempo vontade de entrar dentro do livro e dar na Cara da Sonea que estava já me irritando , mas me deixava encantado e curioso com Dannyl e Tayend e incomodado com Akkarin que é um vilão muito apelativo.

Bem o livro termina com um FINALMENTE SONEA , vale a pena ler e se esforçar que também tem as questões sociais e mostra outros reinos de diferentes culturas .
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Julianne 14/09/2013

Inspirador.
Ele é muito emocionante, relata a incrível saga de Sonea em busca de seus poderes e de ser aceita no Clã. Mostra o Lorde Dannyl em busca dos conhecimentos de magia antiga e com ele temos uma linda história sobre como temos que aceitar como nós somos de verdade e não um projeito de perfeição para as pessoas.
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Fábio 05/09/2015

Quando comprei esse livro, não esperava muito, mas vi que foi uma ótima escolha.
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Aster Verbatim 20/09/2015

A Aprendiz - resenha
A APRENDIZ
Classificação: 9
CANAVAN, Trudi. A Aprendiz. Ribeirão Preto – São Paulo. Editora Novo Conceito, 2014. 544 páginas.
Sozinha entre todos os aprendizes do Clã dos Magos, somente Sonea vem de uma classe menos privilegiada. No entanto, ela ganhou aliados poderosos, como Lorde Dannyl, recentemente promovido a Embaixador. Ele terá, agora, de partir para a corte de Elyne, deixando Sonea à mercê dos boatos maliciosos e mentirosos que seus inimigos continuam espalhando... até o Lorde Supremo entrar em cena. Entretanto, o preço do apoio de Akkarin é alto porque, em troca, Sonea deve proteger seus mistérios mais sombrios. Enquanto isso, a ordem que Dannyl está obedecendo, de buscar fatos sobre a longa pesquisa abandonada de Akkarin sobre o conhecimento mágico antigo, o está levando a uma extraordinária jornada, chegando cada vez mais perto de um futuro surpreendente e perigoso.
Esse é o segundo livro da Trilogia do Mago Negro, onde inicia-se com Sonea entrando para o Clã dos Magos. O foco principal, claro é a história de Sonea, mas também novos personagens entram para agitar um pouco a vida da nossa aprendiz. Sonea passa uma boa parte de seu tempo fugindo da gangue de Regin, onde faz bulling, e no meu ponto de vista, bem pesado, chegando a agressão. Sonea é acusada de ter relações sexuais com seu guardião Rothen, onde se vê obrigada a mudar para o alojamento dos aprendizes. Nesse caso foi até bom porque ela começa a se fortalecer magicamente. E Dannyl é nomeado Segundo Embaixador e terá que viajar para Elyne, deixando Sonea e Rothen. É nessa parte que aparece, para mim, o segundo personagem principal, O Lorde Supremo Akkarin. Falaremos dele mais à frente.
A segunda história, na minha opinião, é Dannyl e Tayend em Elyne. Esse é apenas o início do trabalho de Dannyl como Segundo Embaixador e, mais futuramente, se tornado o Primeiro Embaixador, no qual irá viajar para vários países. O romance de Dannyl e Tayend, é tratado de forma muito leve, e até sem muitos preconceitos por parte de outros personagens, por se tratar de um romance homo afetivo.
A terceira história, e não menos importante é com Cery, o amigo de infância de Sonea e Akkarin. Onde trabalham em segredo e misteriosos casos e assassinatos, mas que nesse livro não são tão enfatizados. Akkarin se torna guardião de Sonea, ao qual se vê obrigada perante os acontecimentos. Mas ao final desse livro algo surpreendente acontece.
O livro também é dividido em duas partes. Mas uma coisa tenho que deixar claro. Apesar da história de Dannyl parecer um pouco parada, não deixem de dar atenção, pois será importante para a próxima trilogia ‘The Traitor Spy’ que, infelizmente, ainda não foi divulgado no Brasil em português.
O que ainda me deixa intrigada é o personagem Akkarin, ao qual acho que as coisas que fez e que faz são para algo maior do que pensamos, não sei se tanto para o mal, mas para a defesa de Kyralia.
Não deixem de continuar a leitura dessa maravilhosa trilogia, pois tem muito mais por vir. Recomente a leitura, pois a linguagem continua muito fácil e as histórias muito mais dinâmicas do que o primeiro livro.
Aguardem a resenha do terceiro e último livro.

Aster Verbatim (Camila Silva).


site: asterverbatim2015@blogspot.com.br
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Thalles.Haydan 28/08/2018

A Aprendiz
Um livro que é um pouco arrastado... mas tem sempre um final interessante!! a historia te apresenta um semi-vilão que vai criar no leitor um ranço real... (Eu pelo menos senti um real ranço dele...) kkkk mas a história te prende sempre!! um livro grande... com muito explicação de lugar, de sentimento... mas realmente é um livro que vai te envolvendo até você não querer mais largar. Cada virada vai te deixando mais nervoso. É muito bom, recomendo.
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RAFARTAVE 25/02/2014

Esperava mais
Particularmente acredito que não é um péssimo livro mas assim como a Trilogia Jogos Vorazes, acredito que a Trudi Canavan tinha uma história incrível e fácil de ser escrita nas mãos e não conseguiu corresponder. É um livro fácil para iniciantes mas deixa a desejar em muitos fatores, faltam detalhes e o quesito tempo é muito confuso, hora um capitulo acaba e se passaram 2 dias, hora o capitulo acabar e o novo ocorre 2 semanas depois. Resumindo, ficaram duas semanas sem acontecer nada de interessante com Sonea ? Pessoalmente não me senti atraído pelas passagens envolvendo Danny e sua aventura, em muito momento o livro se tornou cansativo. Espero que o segundo seja mais emocionante e melhor escrito.
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Edu 21/09/2013

Uma promessa!
Sempre deixando para o final, o segundo livro acaba e dando um esperança de um desfecho incrível!
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Rodrigo 26/03/2014

um dos melhores livros sobre magia
Podemos ser mas fortes mas sem treinamento somos fracos.
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