A Letra Escarlate

A Letra Escarlate Nathaniel Hawthorne




Resenhas - A Letra Escarlate


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Jé Barros 21/02/2020

Um clássico maravilhoso.
Hester é acusada de ser Adúltera, como punição ela tem que usar uma letra bordada no peito. Ela se recusa a declarar quem é o pai da criança e uma pessoinha jura descobrir e fazê-lo sofrer. Hester começa a viver isoladamente em uma cabana com sua filha Pearl, ela passa por muita humilhação por conta de seu pecado, tendo a opção de ir embora dali mas ela decide ficar e pagar pelo seu erro. No desenrolar da historia, ficamos sabendo quem é a pessoinha que jura vingança e quem é o pai da menina. Apesar da humilhação que ela carrega e a vergonha, Hester é uma excelente bordadora, toda a comunidade de Salém requisita seus serviços, possibilitando o sustento dela e da filha. Sabemos que Hester e o pai da criança tiveram um romance, porém senti falta no livro explicando como aconteceu esse amor e se de fato foi amor(ou apenas 1 que amava), já que no Posfácio de Nina Baym nos mostra atitudes bem egoístas de certo personagem.

Viver em uma comunidade puritana não deve ser fácil, a Igreja controlava TUDO e qualquer pensamento ou ações "duvidosas" era tudo culpa de Satã.
Para mim é incrível ler um romance deste e tentar me colocar na época, acho que eu seria morta rapidinho hahaha.
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- J 14/02/2020

Um surpreendente clássico
Após anos do sumiço de seu marido, Hester Prynne é descoberta grávida, e com o bebê prestes a nascer. Mas não quer revelar quem é o pai, para proteger sua fama e reputação. Até que aquele que era julgado morto aparece para iniciar uma investigação própria.


Dividido em pequenos capítulos, o que é bastante raro para um livro clássico, esta estória é bastante fácil de ler. Além disso, pela sinopse é fácil pensar que não apresenta qualquer dinamismo, porém é totalmente mentira. O livro não para. Em todo momento, vemos mais um mistério e a curiosidade surgindo! Me pareceu bastante um precursor dos thrillers, mas, claro, que não tão acelerado quanto os que temos atualmente; é um livro antigo, lembremos.


Apesar de ter descoberto desde quase o início quem era o pai da pequena Pearl, o livro em nenhum momento perdeu a graça. Exatamente pelo que citei acima: haviam coisas demais me deixando interessada!


Só peço, por último, aos que leram ou lerão um pouco de compreensão, pois o puritanismo nesta época era extremamente forte, tornando religião e lei quase a mesma coisa. Para alguns, será bastante difícil suportar isso, porém, mesmo imaginando que seria um deles, eu eventualmente consegui. E não me arrependo nada. Tentem!
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Marcos 16/01/2020

Um Clássico Norte Americano
Sob uma perspectiva contemporânea pode parecer difícil entender que a algum tempo atrás o sexo não era visto de modo tão leviano e banal como hoje.
Quando os desbravadores chegaram ao novo mundo, apesar de suas utopias sobre a vida, construiram uma prisão e um cemitério. Escrito de maneira magistral, A Letra Escarlate é um dos maiores clássicos norte americanos. Explora principalmente temas sobre pecado, culpa e redenção, em uma rígida comunidade puritana. Longe de ser somente uma denuncia sobre os excessos dos puritanos ou a hipocrisia religiosa, Hawthorne, nos brinda com uma personagem feminina forte, que corajosamente cria sozinha sua filha, símbolo maior do seu pecado, mas também seu maior tesouro. Firme em sua palavra, não revela o nome do pai da criança, nem sob a pressão dos juízes que a punem. Trata-se de personagem na qual o pecado e virtude convergem. O livro não está a denunciar o cristianismo, muito ao contrario, Hawthorne é cristão e sua personagem Hester também, por este motivo, não sucumbe a sua penitencia, mas a leva corajosamente. Uma breve explanação, Hester cometeu adultério, que gerou uma filha fora do casamento, seu marido, a muito se perdeu no mar, o pai da criança ela não vai revelar a ninguém. Sua punição poderia ser a morte, porém fora sentenciada a usar a letra "A" escarlate em seu peito para toda a vida e a algumas horas em praça pública encarando os moradores de seu vilarejo. Hawthorne não absolve sua personagem da culpa, embora não concorde com a punição, mais importante para ele é como ela lida com a sua situação e a certeza de que Deus vê o pecado de todos. Magistral.
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Paulo Sousa 30/12/2019

A letra escarlate, de Hawthorn
Lista #1001livros ?
Título lido: ?? letra escarlate
Título original: The scarlet letter
Autor: Nathaniel Hawthorne
Tradução: Christian Schwartz
Lançamento: 1850
Esta edição: 2017
Editora: Penguin/Companhia das Letras
Páginas: 336
Classificação: 5/5
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"Não existe lei, nem respeito à autoridade, tampouco observância das regras e opiniões humanas, do certo e do errado? (pág 150).
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Começo esta resenha, sobre o último livro que leio em 2019, fechando mais um ano que, apesar das turbulências enfrentadas, me rendeu ótimas leituras e momentos de sofreguidão em meio ao caos nacional e às já comuns batalhas da vida...
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Em ?A letra escarlate? acompanhamos o relato dramático da triste existência de Hester Prynne, moradora de Boston, uma comunidade puritana no interior da Inglaterra. O puritanismo foi uma corrente religiosa extremamente rígida e ortodoxa, à qual em suas mãos nossa personagem e heroína acaba se tornando uma espécie de mártir viva. Acontece porque Prynne, recém chegada de uma outra colônia, de onde aguarda a vinda tardia do marido, acaba se envolvendo com um homem e dessa relação nasce sua filha Perl, fato por si só execrado e punido com um tempo na prisão. Uma vez questionada pela sociedade da colônia de Boston de quem era a garota, Hester se nega a revelar sua identidade, do que é obrigada, por seu ator e adultério, a exibir bordada em seu peito a letra ?A? (de adúltera), que seria a marca de seu crime-pecado.
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Sendo um romance que explora a força interior da mulher, Hester, mesmo sendo exposta ao vitupério e ao degredo (ela acaba indo viver com a filha numa cabana no meio da floresta), não aceita a condição. Busca, ao invés, praticar atos de bondade ao povo que ora a bane e a molesta. Vai de encontro a regras sociais utilizando-se de uma força interior que deveras torna nossa personagem uma mulher de fibra.
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Mas o livro vai além, explora não só a impiedade com que são tratados os que erram, mas Hawthorn também explora o lado prático da hipocrisia, da consciência deturpada e obscurecida pelo segredo. O reverendo Dimmesdale, pároco local, mantém um pecado oculto da comunidade da qual tem a função de pastorear. Sua angústia é levada ao grau da quase loucura, quando deixa que sua fé esmoreça e sejam abalados os pilares de sua religião.
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O livro traz outros personagens menores, mas é no trio formado por Prynne, Dimmesdale e um médico inclinado para as artes obscuras, Roger Chillingworth, que gira toda a história, além da própria Perl, um relato sobre pecado, culpa, hipocrisia e redenção, tão bem escrito e tão atual em se tratando de um livro de meados do século XIX. É notável a semelhança estilística de Hawthorn com nosso escritor maior, Machado de Assis. Em muitas passagens enxerguei o realismo cru e inquietante do Bruxo. A terceira voz que destrincha e avassala alma, pensamentos e intenções das personagens está ali na forma de longos e bem escritos parágrafos, o que me faz pensar no tão bom escritor que Nathaniel Hawthorn é.
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Sobre o livro em si, mais não digo para não estragar outros aventureiros que porventura o leiam, mas posso adiantar que um livro com já largos anos se mantém estranhamente atual nesses tempos em que se tornam tão frágeis as certezas humanas. Fechar um ano de leituras com um livro de tamanha envergadura é um deleite que lhes entrego, o que renova as expectativas para novas e marcantes leituras em 2020. Um salve!
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Duda 01/12/2019

Que livro!
No começo a leitura pode ser um pouco maçante (o primeiro capítulo basicamente), mas logo engata. É um livro muito bem escrito e pensado.

Sobre a escrita, ela é bem rica e bonita, na minha opinião, mas talvez desagrade a quem não é acostumado a ler devido aos longo períodos.

Apenas me resta dizer que a protagonista (Hester) é apaixonante. A maneira como ela lida com a dor; a sua coragem e força são invejáveis. O livro fala de emoções, das fraquezas humanas e denuncia a hipocrisia da sociedade. Não é um livro feliz, pra ler enquanto o tempo passa. É reflexivo e talvez te deixe com o coração apertado; deve ser por isso que é tido como um clássico.
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Cleide 28/10/2019

A letra escarlate
No começo, a leitura é um pouco maçante, mas assim que começa a ter ritmo, não conseguimos parar de ler. Gostei muito, a pequena Pearl é uma fada, uma bruxa, depende dos olhos de quem a vê.
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Eloisa.Goronci 22/10/2019

Bem prolixo, mas me fez perder o medo de ler clássico. A história é incrível, bem surpreendente. Acaba por fazer uma análise social do papel de uma mulher tida como adúltera em uma sociedade puritana.
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Geise @leiturasdageh 23/05/2019

Romance psicológico
No mês de março tive a oportunidade de conhecer mais esse clássico da literatura. Um livro publicado em 1850. Uma história que não tem muita ação, mas é repleto de pensamentos, sentimentos, questionamentos e reflexões, por isso ele foi intitulado como romance psicológico.
Nessa história vamos conhecer Hester, que é considerada uma adultera e tem como penitência carregar a letra A (de adultera) em seu peito para que todos saibam do pecado que cometeu. E isso até o fim dos seus dias. Diante de tamanha humilhação, pensamos que vamos encontrar uma mulher envergonhada, com baixa autoestima e que prefere viver escondida do que enfrentar a sociedade, não é? Mas não! Aqui vamos encontrar uma mulher forte, destemida, corajosa, muito à frente do seu tempo.
Aqui vamos ver como o ser humano é repleto de hipocrisia. Que se acha no direito de julgar os pecados dos outros como se fossem santos (Alguma semelhança com a época que estamos vivendo?) Quanto indignação eu tive ao acompanhar a trajetória de Hester.
Um livro excelente para nos fazer pensar e mudar em relação ao julgamento dos erros dos outros.
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KAtia 12/11/2018

@cadalivroqueleio
Esse é um dos livro que eu tinha curiosidade de ler mas fui procrastinando e acabei nunca lendo... Não posso dizer que está na minha lista de favoritos hoje, mas também não desgostei por completo.

A história se passa no século XVII em Salem, uma colônia puritana e moralista. Hester Pryne é uma mulher casada que cometeu adultério e sua punição é andar publicamente com a letra A de adúltera bordada em suas roupas. A pergunta é: com quem ela cometeu tal adultério?

O livro nos leva a refletir como uma obra publicada em 1850 pode ser tão atual. É incrível como a hipocrisia e o preconceito dos habitantes da cidade levam Hester a passar por uma penalidade absurda. Apesar disso, ela se torna uma personagem forte e sensível.

Vale ressaltar que o início do livro conta com um capítulo enorme sobre a alfândega e como a história da letra escarlate foi “descoberta”. Achei esse início bem cansativo é desnecessário... A leitura do livro em si também se torna um pouco arrastada pela quantidade absurda de detalhes e divagações do autor.
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O livro algumas adaptações cinematográficas, a mais conhecida e atual sendo com a Demi Moore! Essa leitura fez parte do Desafio Rory Gilmore que estou fazendo junto com a @sugadaporumlivro 💖

site: https://www.instagram.com/p/BpNIoy-n8bn/
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Sugada Por Um Livro 01/11/2018

O pecado
Um clássico da literatura americana, o romance e ficção “A Letra Escarlate”, do saudoso Nathaniel Hawthorne (1804 – 1864), publicada pela editora @penguincompanhia

Com uma narrativa impactante e carrega de mistério, o saudoso autor, nos convidada a adentrar na vida da nossa heroína, Hester Prynne.

Em uma sociedade puritana do século XVII, o pecado é mortal e Hester é destinada a usar a letra escarlate por toda eternidade pelo simples fato de sucumbir ao desejo carnal.

Uma obra complexa que levanta várias questões sobre o crime de adultério do ponto de vista de uma sociedade de séculos atrás, mas será que não fazemos o mesmo hoje?

Um dos pontos fortes da história é forma de como a mulher é retratada. Nossa protagonista, apesar da vergonha em que é exposta, não se entregada aos dogmas de sua época. O que vemos é a figura de uma mulher forte e amável, uma mãe antes de qualquer dificuldade e seu amor próprio. Afinal, o que significa a letra "A" bordada tão delicadamente?

Quem é o acusador e quem é vítima? Quem cometeu o maior crime? A sociedade puritana do século XVII ou Hester Prynne?

Curiosidade: 1. Nathaniel Hawthorne (1804 – 1864) é considerado o primeiro grande escritor dos Estados Unidos; 2. A obra “A Letra Escarlate”, teve sua primeira edição publicada em 1850. O livro esgotou em apenas um mês; 3. A personagem Hester Prynne, é considera a primeira heroína da literatura americana; 4. A história teve 3 adaptações para as telas de cinema. A priemira em 1926, pelo diretor Victor Sjöström,a segunda em 1934, pelo diretor Robert G. Vignola e por último em 1995, pelo diretor Roland Joffé.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia

Ps.: 1. É impossível não ficar preso no sofrimento da protagonista e no mistério envolvendo o nascimento de sua filha; 2. É incrível, mas o nosso mundo não é tão diferente da Hester Prynne; 3. A obra é o 2º livro do #desafiororygilmore que estou fazendi.

site: https://www.instagram.com/sugadaporumlivro/
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Tati 31/10/2018

Passada na Nova Inglaterra do século XVII, quando ainda se queimavam bruxas, “A Letra Escarlate” narra a história de Hester Prynne, jovem mulher de grande beleza que, tendo uma filha de relação conhecidamente adúltera, é condenada a para sempre expor o emblema de sua vergonha e de seu pecado no peito sob a forma de uma letra “A” escarlate. Questionada pelos seus sentenciadores sobre quem teria sido o cúmplice do pecado para que este pudesse compartilhar do mesmo destino, a protagonista afirma peremptoriamente sua intenção de levar esse segredo para o túmulo.

A partir dessa cena inicial é que a história se desenvolve. Nisso, a narrativa segue por várias fases do texto sem que haja qualquer diálogo, tal é o isolamento forçado à personagem pelo julgamento dos membros da sociedade que talvez tenham como única vantagem poder esconder os seus pecados dos demais, ao contrário de Prynne, para quem a própria filha perenemente simboliza a falta cometida. Tal suposta vantagem se haverá de por em dúvida a partir do momento em que a narrativa – finalmente agora encontrando diálogos a retratar – se aprofunda sobre outros personagens, cujas interações podem revelar mais dos segredos que, se dependêssemos da admissão verbal dos personagens, poderíamos não ser capazes de alcançar.

Um romance focado na penitência, na culpa, na autoflagelação e até mesmo em vingança, “A Letra Escarlate” pode ser lida de diversas formas, seja como um retrato da hipocrisia de uma sociedade sempre disposta a julgar e a pregar pela moral e pelos bons costumes, desde que enquanto capaz de manter seus próprios pecados em segredo; seja através da análise do ponto de vista da fibra e da humildade da heroína em seu comprometimento com a punição que lhe fora imposta pelos outros e, por que não, por ela mesma.
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Bia 28/06/2018

Hester Prynne: Uma personagem forte.
A Letra Escarlate, obra que foi publicada em 1850, mostra como muitas pessoas ainda precisam evoluir em pleno século XXI. Mesmo tanto tempo após sua publicação, não é incomum encontrar pessoas com o pensamento tão ultrapassado. A obra mostra a jornada de uma personagem forte, paciente e decididamente íntegra, que mesmo com tudo e todos contra ela, não se deixou abalar nem endureceu seu coração, e o modo como ela decidiu viver após o ocorrido, ajudando os pobres que, muitas vezes, a pagavam com ingratidão, andando em retidão e educando sozinha da melhor forma possível sua pequena filha, fez com que ela se transformasse num exemplo até mesmo para os seus perseguidores.

Hester Prynne é uma jovem casada, que em acordo com seu marido, decidem se mudar para o Novo Mundo. Seu marido decidiu que ela viajasse antes, sozinha, pois ele ainda tinha alguns negócios inacabados, e precisava retardar sua viagem. A história se passa na Salem do século XVII, colonizada por puritanos vindos da Inglaterra.
Hester já vivia na comunidade há dois anos, sem notícia alguma de seu marido. E de repente aparece grávida...
O adultério era um crime punível com a morte. Hester é presa imediatamente. Ainda na prisão, ela deu à luz a pequena Pearl, fruto de seu amor proibido, que muitos passaram a chamar de filha do diabo.
Entretanto, a jovem recebe uma punição considerada leve pelos habitantes locais: ao invés da pena de morte, ela seria obrigada a levar a letra "A" de Adúltera bordada em suas roupas pelo resto da vida, como um lembrete de sua desonra. Hester e sua filha, com apenas três meses de vida, são expostas em humilhação diante de toda a comunidade, durante três horas, no mesmo local onde criminosos eram executados. Mesmo diante de tal humilhação, não quis confessar quem era seu amante. E foi em meio à multidão que ela avistou o homem com quem fora casada até então. O mesmo havia sido prisioneiro de índios, que agora exigiam o resgate por ele.
Este, passa a atuar na comunidade como médico, aproveitando-se de conhecimentos adquiridos enquanto refém. Adota o nome de Roger Chillingworth. Em uma visita à prisão, confronta Hester, para que esta lhe diga o nome de seu amante e, após ela negar, ele decide então fazer um acordo: Que o casamento deles seja segredo perante todos, mas que a partir de então ele dedicaria sua vida para descobrir a identidade do amante dela, e cumprir sua vingança...

Ao expor o preconceito de uma sociedade hipócrita, que desconta no pecado alheio o medo do julgamento divino por seus próprios erros, o autor representa as falhas, angústias e misérias da humanidade, levando a reflexões diversas a respeito de uma religião impiedosa e opressora.

Pra quem for ler essa edição, vale ressaltar que o início do livro é a partir da página 53, pois antes disso, há detalhes desnecessários, na minha opinião, sobre a alfândega, funcionários que passaram por lá, até que em meio a muitos objetos ele encontra um pedaço de tecido bordado com a letra "A", etc, etc... eu quase desisti de ler o livro, estava muito maçante, até que decidi folhear e vi que melhor seria pular esta parte, pois o importante era a partir da página 53.
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Deghety 23/04/2018

A Letra Escarlate
A Letra Escarlate traz como protagonista Hester Prynne, uma jovem que é condenada a usar no seio a letra A em escarlate como um castigo à seu crime e/ou pecado.
"Hester Prynne veio a ter um papel a desempenhar no mundo. A sociedade, que a marcara com um ferrete mais intolerável para um coração de mulher do que o que assinalou a fronte de Caim, não a pôde proscrever completamente, vencendo-lhe a natural energia de caráter, e a rara capacidade. "
Hester vive a marginal da comunidade, junto com sua filhinha Pearl, criança personalidade misteriosa e fruto do tal crime.
A história gira em torno de 4 personagens, Hester, Pearl, o médico Roger Chillingworth e o Reverendo Arthur Dimmesdale e como são atormentados pelo laço que os une.
Numa visão geral, Hawthorne põe em questão o comportamento humano a respeito de julgamento, hipocrisia e suposta moralidade.
"O ambiente não deixava de refletir o respeito que sempre envolve o espetáculo da culpa e da degradação de um semelhante, enquanto a sociedade não estiver bastante corrupta para sorrir em vez de tremer diante dele. "
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