Perdido em Marte

Perdido em Marte Andy Weir




Resenhas - Perdido em Marte


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Guilherme 30/12/2014

Muito "sci", pouco "fi"
Pra mim, Perdido em Marte quase não pode ser chamado de ficção.
O autor se preocupou demais em inserir dados numéricos, medidas, cálculos e detalhamento de procedimentos que se esqueceu (ou deliberadamente ignorou) os traumas psicológicos que tanto tempo sozinho num planeta deserto causariam.

Mark Watney não tem família na Terra, não sente saudade de ninguém em especial. Não tem pesadelos, dome bem todas as noites mesmo quando a esperança de se salvar é ínfima. Não nos conta como foi parar na Nasa, numa tentativa de se manter preso a quem era na Terra.
Não delira, não tem surtos de raiva ou pânico pela solidão e o medo. Mark Watney não faz nada disso, encarando tudo com uma naturalidade irreal.

Talvez o livro interesse a engenheiros (ou aspirantes a engenheiros), pessoas que gostam de gambiarras e fãs de viagens no espaço (viagens reais, não ficcionais).

Quem procura uma ficção mais criativa não vai gostar de Perdido em Marte.
vinicius.cunhadasilva 30/01/2015minha estante
Acredito que o Mark não demonstre esses sentimentos simplesmente por esta não ser a proposta do livro, ele foi escrito para se focar mais na resolução de problemas com física e química e no humor. E ele tem família, ele comenta sobre ela quando chega no Dia de Ação de Graças eu acho.


Douglas 23/09/2015minha estante
Concordo Vinicius.cunha!


Ferreira 30/09/2015minha estante
Antes de ir para Marte, os Astronautas ficam isolados por 3 meses e depois passam pelo Psicologo, e Mark foi o que melhor se saiu.


Glelber 02/10/2015minha estante
Realmente ele não é exatamente ficção, o autor é um eng. de softwares logo quis a maior quantidade de dados técnicos possíveis, e o fato do comportamento do Mark é pelo falo que ele sabe que só pode contar com sua habilidades coisa que ele confia plenamente e ele também é uma pessoal preparada para situações extremante difíceis diferente da grande maioria dos personagens de livros de fantasia o ficção que acaba entrando em uma situação inesperada, enfim o foco do livro era mostrar a ciência e não a área psicologística do personagem


Ellie 04/10/2015minha estante
"Quem procura uma ficção mais criativa não vai gostar de Perdido em Marte."

Mas quem procura ficção que vai gostar do foco na ciência e engenharia... Se ele ficasse grande parte chorando, surtando e essas coisas seria Drama!


Clarita Salgado 09/10/2015minha estante
Elisângela for the win!!!! \o/


Rafa 15/10/2015minha estante
Acredito que existam pessoas que encarariam essa situação exatamente da maneira como Watney encarou. Acho que as pessoas questionam isso porque esperam um dramalhão e não ficção científica pura e de qualidade.


Leon' 19/10/2015minha estante
o personagem não tem emoção nenhuma, parece um adolescente bobão.... livro muito ruim


Louise 23/10/2015minha estante
Eu achei bastante interessante no começo, mas tantos dados deixou a história lenta e mais massante do meio pro final. Poderia ter um pouco mais de fator psicológico.

Mesmo assim gostei da história. Recomendo :)


J. G. Lima 25/10/2015minha estante
Em muitas passagens se comenta sobre a maneira dele reagir às situações adversas, inclusive os lideres e a psicóloga da missão. Acho que você não prestou atenção suficiente ao delírios e surtos irôncos (pirata-ninja) (eu sou um pirata espacial) (Rainha verde de marte, entre vários exemplos)

Simplesmente Mark é desligado dessas coisas. Devia conhecer mais o personagem.


selvia.ribeiro 15/11/2015minha estante
Mas a proposta do livro não foi bem mostrar os dramas psicológicos! Inclusive durante a leitura a psicologa dos astronautas da Ares 3 menciona que o Mark é bem preparado para tolerar o isolamento em Marte. Ela ainda fala que ele fica abalado sim, mas prefere usar o senso de humor como forma de escape. E eu acho que a narrativa com mais humor que drama é que fez o livro ser legal.


Joedson 22/11/2015minha estante
Guilherme, estou tendo exatamente essa mesma impressão! A leitura termina ficando enfadonha com tanta engenhoca e pouca abordagem do personagem..


Diegu 22/11/2015minha estante
Creio que se o desenvolvimento do livro fosse mais pro lado psicológico, Mark acabaria morrendo. Ele não têm tempo de ficar pensando: "Meu Deus! Eu vou morrer, eu vou morrer". Tudo que ele pode fazer é trabalhar pra se manter vivo (e convenhamos, isso toma todo tempo dele, por isso ele não ficar se auto-remoendo ou imaginando a própria morte.)


Heitor 11/12/2015minha estante
Concordo que o foco do livro não é o drama do personagem, e sim sua luta para sobreviver diante de uma situação única que é ficar sozinho em um planeta inóspito. Se ele não usasse suas doses de humor, empenho, disciplina, conhecimento, foco e determinação para resolver os problemas, se ficasse apenas lamentando e esperando por ajuda ou os dias passarem, o livro terminaria antes da página 50. De que adianta lamentar, quando se pode buscar soluções? Ele não foi jogado no vácuo no espaço, onde ele ficaria flutuando até morrer. Ele poderia sim ser resgatado pela sua equipe ou por outra missão, contanto que fizesse sua parte também.

Eu acredito que estamos mal- acostumados com narrativas que só exploram tragédias, mortes, lados ruins da situação, dramas psicológicos e emocionais que esquecemos que cada pessoa é diferente e pode reagir diferentemente em determinada situação. Watney pode não ter sentido tanto o peso de estar sozinho em um planeta hostil e desabitado (ele recebeu acompanhamento psicológico para isso), mas talvez pudesse entrar em pânico ou depressão numa situação como um assalto, sequestro, acidente no trânsito, morte de algum familiar. Morrer pode parecer horrível, e é. Mas quem sofre mais (não sabemos o que vem depois da morte, óbvio) é quem fica. Após a morte, para alguns, perdemos a consciência e tudo se acaba, não vamos para um "céu". E, morrer pode ser o fim, mas não é para as pessoas que continuam vivas (a família de Watney, por exemplo), que vão sofrer pela perda de alguém amado. Então, seria mais digno e sensato resistir até o limite, lutar com todas as armas até não ser mais possível, em vez de se torturar psicologicamente.


César 27/12/2015minha estante
Realmente o personagem Mark está muito distante da realidade. Qualquer pessoa independente de sua inteligência e diante das descritas extremas circunstâncias teria como primário desafio senão o maior, si mesmo.


Márcia 26/02/2016minha estante
Verdade, Guilherme! Quem gosta de ficção científica mais criativa e menos boboca não vai gostar de Perdido em Marte. O personagem é muuuuito chato. Deviam ter chamado o Jim Carrey pra fazer o filme, combinaria muito mais com as idiotices que eles faz. O livro é superficial, seco, irreal, raso e oco... E não se preocupe com quem está defendendo o livro aqui. É o trabalho remunerado deles.


Pipinho 10/06/2016minha estante
O que?? Várias vezes ele menciona como dormiu péssimo enquanto estava sozinho, uma ou duas mostrou a insônia que tinha por causa da solidão. Do meio pro final ele cita como tinha se acostumado com o barulho dos instrumentos e a saudade da Terra que tinha.
Tem ciência? Tem
Mas também tem muita coisa que sensibiliza o leitor, principalmente o companheirismo dos colegas com Mark Watney


Diegu 17/06/2016minha estante
Sem falar que a escrita do livro praticamente deixa de lado todo as aflições sentidas pelo Watney, já que é um diário de bordo.


Rick 09/11/2016minha estante
Acredito que você precisa entender mais o que significa o termo "ficção". O personagem explica que foi preparado pra isso, afinal, o treinamento da NASA é intensivo e os deixa mais resistentes a isolamentos e tal, e como você mesmo falou, os efeitos REAIS de um evento desse a uma pessoa não foram mensurados pois não aconteceu. Por isso mesmo é uma obra de FICÇÃO.


lufrena 16/03/2017minha estante
Alguns críticos deveriam voltar aos bancos escolares ou simplesmente repesquisar o que é ficção e não-ficção. Sobre os demais detalhes, nem vou perder meu tempo.
Sugiro que comentem novelas. Do SBT.


Say 19/06/2017minha estante
Essa resenha resume bem o que senti ao ler o livro.
No começo é interessante ler as explicações e ver como elas realmente fazem sentido. Porém, depois dá mais a sensação de que você está lendo um livro técnico do que um livro de ficção. E isso acaba se tornando maçante.
O lado emocional do livro é pobremente tratado. Como se estar a beira-morte por diversos momentos fosse algo banal e leviano, facilmente contornado.


Lucas.Nunes 23/10/2019minha estante
Kkkk como assim? Uma pessoa normal realmente não aguentaria, mas a Nada filtra as pessoas...deixam elas em testes prolongados de stress e o próprio livro diz que ele foi o que melhor se saiu nos testes, por tanto não é pq você não consegue suportar que não existe alguém que consiga.




Katia Albus 05/11/2015

Perdido na Narrativa
Antes de ler a resenha, uma dica: não desperdice seu dinheiro com este livro.
Perdido em Marte é uma tremenda decepção. Quando leitor espera um relato profundo e intenso de um astronauta perdido em outro planeta, recebe o diário improvável de um pseudo-astronauta pateta que faz piadinhas sem graça de tudo, inclusive da própria desgraça.
O livro é mal escrito e cheio de incongruências científicas. Só para dar um exemplo de como este livro não passa de uma piada sem graça, o personagem principal passa a maior parte do tempo ocupado tentando cultivar batatas no habitat construído em Marte. Suas peripécias tem apenas um objetivo: obter calorias.
Mas o autor, pouco versado em ciência, cometeu o erro monstruoso de dizer que o astronauta tinha um estoque gigante de proteínas, suficiente para ele não precisar se preocupar em comer carne pelos próximos quatro anos. Sem as batatas, ele não obteria glicose... Isto é ridículo!
Se o autor tivesse alguma base para escrever um livro como este, ele saberia que nosso organismo consegue converter os aminoácidos das proteínas em... adivinhem... Glicose!
O projeto de astronauta jamais morreria de fome se não comesse as malditas batatas! Isto é ciência básica! E o pior: quase todo o livro se baseia nisto! Ridículo é pouco!
Este é o tipo de livro cujo sucesso só pode ser explicado pelo financiamento milionário recebido pela NASA e por Hollywood, para alavancar o filme. Aliás, espero que o filme tenha contado com algum cientista de verdade para corrigir os inúmeros e insuportáveis erros do livro.
Além disso, a narrativa é pobre. Parece que Perdido em Marte foi escrito por um adolescente que leu algumas revistas do tipo superinteressante e acordou no dia seguinte dizendo "já sei! Vou escrever um livro engraçadão!"
Dica para o autor: mude o título do seu livro para "O Relato Impossível de um Pateta Perdido na Maionese".
Leonardo R. 08/11/2015minha estante
li a sua resenha e na minha opinião você não precisava ter críticado tão duramente o livro, sendo que esse é o primeiro livro do autor Andy Weir. Então não desqualifique o livro que outros leitores leram.


Katia Albus 10/11/2015minha estante
Pois, na minha opinião, eu fui é bem suave com o autor, Leonardo. E sim, eu posso desqualificar o que eu quiser, afinal a opinião é minha e de mais ninguém. Também não tenho culpa se consigo ver o que outras pessoas não enxergam... Este livro é muito ruim e o autor deu sorte porque ele foi escolhido para servir de base para o roteiro de Hollywood. Esta é a única causa do sucesso dele. Só vê isso quem pode.


Mah 10/11/2015minha estante
Nossa... Como assim você não gostou? Eu simplesmente amei a narrativa, o humor do personagem e todos os detalhes cientifico, e como assim o autor errou se ele próprio recebeu muita ajuda para escrever? Putz... Discordo totalmente, sorry. Eu super recomendo pra quem adora livros sobre o espaço e ficção cientifica, porque é isso que é, uma ficção.


Katia Albus 11/11/2015minha estante
Maah, deixa eu responder primeiro uma parte do seu comentário:
"e como assim o autor errou se ele próprio recebeu muita ajuda para escrever?"
Basta consultar qualquer livro de bioquímica ou procurar no Google pelo termo gliconeogênese para descobrir que SIM, O AUTOR ERROU FEIO e baseou seu livro e uma total falta de conhecimento de um processo biológico básico. O estoque de proteínas que o próprio autor diz que seriam mais do que suficientes para as necessidades do astronauta também supririam as necessidades de carboidratos dele. Isto é um fato. O autor cometeu um erro crasso e baseou seu livro nele. Se fosse um mero detalhe do enredo, eu deixaria passar. Mas é a base do livro!
Eu não posso acreditar que ele tenha recebido ajuda para escrever. Só sei que ele recebeu MUITA ajuda para promover o livro lá fora e, pelo visto, aqui no Brasil também, onde continua recebendo...
Livro totalmente dispensável para os amantes da verdadeira ficção científica.


Diegu 22/11/2015minha estante
Matou o livro por causa de um erro, nuss -_-'


Diegu 22/11/2015minha estante
Falou tanto dos erros e citou pouquíssimos, aí fica dificil validar sua resenha..


Katia Albus 23/12/2015minha estante
Diego, se eu citasse todos os erros do livro, eu precisaria escrever um livro. O erro que eu citei acima já é suficiente para invalidar TODA a trama, afinal ela gira em torno da necessidade de sobrevivência do astronauta pateta. E um dos pontos cruciais da trama mal elaborada do livro Perdido em Marte é o plantio das batatas, porque o astronauta boboca precisava "obter calorias". Como já foi comprovado, inclusive por outros autores de FC, a quantidade de proteína que o próprio personagem diz que tem à sua disposição seria suficiente para fornecer calorias para ele sobreviver até ser resgatado.
Outro erro? O astronauta palerma resolve fazer solo cultivável para plantar suas batatas... Ele junta suas próprias fezes ao solo marciano para transformá-lo em solo cultivável. Em determinada altura do livreco, o astronauta inepto diz, textualmente:
"os dejetos humanos contêm patógenos que, como você já deve ter adivinhado, infecta os seres humanos. Mas isso não é um problema para mim. Os únicos patógenos nestes dejetos são os que eu já tenho"
Neste momento eu convidaria o autor do livro a comer as próprias fezes para ver o que acontece. Ele teria uma diarreia que o deixaria fora de ação uns três dias, febre, vômito e etc... Se ele fosse um cientista ou se fosse um autor de ficção científica de verdade, saberia que os patógenos contidos em nossos intestinos são inofensivos apenas se ficarem lá. Ninguém que se contamine com as próprias fezes ficam sem problemas. Já dizia a vovó, tem que lavar as mãos depois de usar o banheiro.
Quer mais erros? Procura lá. Você é inteligente. Vai encontrar outros.


Jon 06/01/2016minha estante
No livro que eu li ele tinha um grande estoque de VITAMINAS. E caso eu ficasse isolado do mundo por um período indeterminado de tempo, minha maior preocupação seria exatamente a produção de alimento.

E Katia, antes de criticar tanto, lembre-se de que nem todos são tão entendidos do assunto. A maioria só quer uma boa história.

Esse não é um livro técnico sobre como sobreviver em Marte.


Katia Albus 07/01/2016minha estante
Querido Jon, no livro que você leu com certeza também tinha a seguinte frase:

"em cada embalagem de comida há cinco vezes mais proteínas que o mínimo necessário"

Caso eu fosse uma astronauta com conhecimento de bioquímica (já que seria botânica como o personagem do livro), minha maior preocupação seria entrar em contato com a terra, já que eu saberia que tenho alimento para SOBREVIVER por quatro anos.

Sim, eu critico o quanto eu quiser, já que este é o meu direito. E, para aqueles que endeusam o livro e o autor, acreditando que ele é o suprassumo da ciência, deixo aqui registrado o meu recado, nem que seja na forma de esclarecimento, para que os leitores menos entendidos no assunto saibam que nem tudo o que reluz no nefasto mercado literário é ouro.

E obrigado pelos comentários, meu povo. Eles ajudam a manter a minha resenha/crítica sempre no topo!


Katia Albus 08/01/2016minha estante
Antes que alguém diga ou insinua que eu inventei essa história das proteínas, vou copiar o trecho do livro Perdido em Marte aqui para todos verem como o autor cometeu um erro homérico que detona todo o livro:

?E em cada embalagem de comida há cinco vezes mais proteínas que o mínimo necessário, portanto o racionamento cuidadoso das porções dá conta das minhas necessidades proteicas durante pelo menos quatro anos.?

Quatro anos seria o tempo até a vinda de outra nave da Terra com mais suprimentos.
E sim, há pessoas que sobrevivem durante anos comendo apenas carne.

Andy... Tchau!


Seldon 26/01/2016minha estante
KATIA FATALITY!


Márcia 23/02/2016minha estante
Agora que você disse, voltei e reli aquela parte... Realmente decepcionante ver um autor tão artificialmente badalado cometer um erro desses. Que pena que os miquinhos amestrados do mercado editorial encheram o livro de resenhas positivas, tudo a troco de "parcerias" com a editora e alguns livros de graça para pagar os elogios.


Yasodhara 29/11/2016minha estante
Então, você tá certa em dizer que ele não morreria de fome se comesse apenas as proteínas por causa da glicogênese etc etc, mas provavelmente ele entraria em coma, morreria de acidose, problemas hepáticos, danos nos rins, cérebro, etc, já que essa via de transformação tem como resultado os "corpos cetônicos" (acetoacetato, D-?-hidroxibutirato), acetona, e principalmente a amônia, que é levada para o fígado e posteriormente aos rins para ser excretada. É só pensar em uma dieta "low carb", nenhum nutricionista sério te deixaria fazer esse tipo de dieta por muito tempo, por causa dos danos causados ao seu corpo, imagina passar 1 ano e meio fazendo esse tipo de dieta? Ele tava mais que certo em tentar uma fonte de carboidratos.


Katia Albus 13/12/2016minha estante
Yasodhara, meu anjo, você está completamente enganada. Tentou falar de Ciência, porém esqueceu de fazer uma pesquisa mais ampla. Existem dietas aqui mesmo em nosso mundo nas quais as pessoas se alimentam exclusivamente de carne. Faça uma pesquisa um pouco melhor aí no seu Google e descubra quantas pessoas vivem há anos comendo apenas proteína. Se isto é certo? Claro que não! Se funciona? A experiência com essas pessoas nos mostra que sim. Funciona! Elas comem desse jeito durante muito tempo. Eu não recomendo uma dieta dessas, mas uma coisa é certa. Ela seria suficiente para o astronauta abilolado desse livro ridículo sobreviver até a chegada da próxima missão a Marte. Então o autor errou sim, e errou FEIO!


Victoria.Phil 11/01/2017minha estante
Acabei abandonando a leitura depois de umas 40 páginas. Também esperava por um relato profundo e acabei decepcionada. Simplesmente não achei verossímil como o personagem conta sua história. Muito superficial.


Katia Albus 13/02/2017minha estante
Victoria.Phil, você está certo. Já ouvi muitas pessoas reclamando deste livro e achando absurdo que ele tenha virado filme... É um típico caso de muito marketing pra pouco livro.


Lucas.Nunes 23/10/2019minha estante
Na moral...o livro é muito bom kkkk gosto horrível esse seu.




Claudio 30/10/2014

Ficção científica, mas científica mesmo!
Entretenimento de qualidade. Vale cada minuto de leitura e o mais interessante é o grau de profundidade científica que o autor apresenta na estória - Não há invencionices, é tudo baseado em ciência (há alguns exageros, mas nada grave). Essa é uma ficção científica em que coisas irreais não acontecem. Mas que fique claro, isso não significa que não tenha ação - muito pelo contrário.

Enquanto a parte científica é aprofundada ao máximo, a parte filosófica quase não é explorada. O drama do astronauta perdido em Marte é focada quase que exclusivamente na solução científica dos problemas que se apresentam e muito pouco do drama humano ou da contemplação de se estar em um mundo desconhecido é explorado. Para mim fez falta, mas o livro não deixa de ser bom por isso.

Há um toque de humor interessante, mas que irrita um pouco mais para o fim da estoria. Também há alguns clichês, que também são bem suportáveis.

A narração é principalmente em primeira pessoa, e o início empolgante vai se tornando meio massante e, quando você acha que se meteu em uma furada, há uma mudança na perspectiva de narração que faz a estória fluir de maneira muito melhor.

Por fim, digo que "Perdido em Marte" é diversão pura, a qual tive o prazer de ler em dois dias e que certamente será um ótimo filme.
Beth 25/01/2015minha estante
Adorei esse livro. Quero destacar também o nome do tradutor, Marcello Lino. Ele foi muito competente!


Gabi 05/08/2015minha estante
Comentário pertinente, bem feito e decente (sem spoilers), me deu vontade de ler o livro. ;)


Joedson 05/09/2015minha estante
Estou no início do livro e até agora foi exclusivamente ciência, como você bem disse. É abordado extremamente bem, nota-se que o autor teve uma preocupação com essa questão técnica, mas em relação ao delineamento psicológico do personagem, até agora, está deixando a desejar. Não relata seus medos, anseios, sentimentos.. acho que falta essa imersão no íntimo do personagem, fato que é um pouco estranho uma vez que o livro é em 1ª pessoa. :)


Rozangela 25/09/2015minha estante
Ainda não cheguei ao final do livro, mas vendo os comentários que falam sobre o autor não entrar muito na psique do personagem gostaria de ressaltar uma coisa, o livro é sim narrado em primeira pessoa, mas é feito como um diário, ou seja, ele não está narrando as coisas ao vivo e sim ao final do dia ou no ínterim de uma atividade perigosa (achando que vai morrer, ele documenta), sendo assim é muito mais fácil 1) falar de forma humorada de uma coisa que passou e deu tudo certo, 2) pensar de forma otimista sobre uma coisa perigosa que se está prestes a fazer. Nos dois casos a personalidade extrovertida dele se sobressai coisa que foi mencionada pela psicologa da Nasa. Muitas coisas não são faladas, mas sinceramente não senti falta de nada até agora, está sendo uma ótima leitura.




Diego Tonello 29/04/2020

Perdido em Marte - Andy Weir
Ficção científica envolve ciência e ficção, como o próprio Hugo Gernsback disse: "Por 'científico', refiro-me ao tipo de histórias de Jules Verne, HG Wells e Edgar Allan Poe - um romance encantador misturado com fatos científicos e visão profética". Assim sendo, a quantidade de "Sci" e "Fi" depende de cada autor. Era de se esperar que Andy Weir, tendo trabalhado durante 20 anos com desenvolvimento de softwares e compondo seu romance de estreia com o diário de um astronauta que necessita utilizar todos os seus conhecimentos de botânica e engenharia mecânica para sobreviver em um inóspito planeta, além da repercussão dos desdobramentos dos acontecimentos na Terra, tivesse um pouco mais de "Sci".

"Perdido em Marte" nasceu de uma paixão do autor por uma cena de Apollo 13, onde os engenheiros na Terra tentam encontrar, somente com os recursos que eles dispõem no momento, uma solução para que os astronautas presos na cápsula da nave não morram sufocados. A partir dessa situação, Weir começou a desenvolver sua história. Toda a semana ele publicava um capítulo em seu site, onde os leitores, especialistas em outras áreas, buscavam corrigir os seus erros. Pouco depois de ter sido disponibilizado no formato Kindle, o livro atingiu a lista dos mais vendidos da Amazon. Em 2014, o grupo Crown publicava o livro que rapidamente passou a integrar o topo da lista dos mais vendidos do New York Times. No final de 2015, a adaptação estreava no cinema, com Matt Damon no papel principal, como destaca Isabela Boscov.

Buscando discutir um pouco da ciência envolvida em "Perdido em Marte", o canal Nerdologia fez um vídeo bem bacana. Esta temática também foi abordada pela revista Galileu e o portal de notícias G1. Segundo eles, Mark realmente poderia cultivar batatas usando o solo marciano, pois a composição mineral do mesmo permite que isso seja possível, mas somente com a adição de material orgânico, é claro. Já a sonda robótica Mars Pathfinder, lançada em dezembro de 1996, estabeleceu contato pela última vez em setembro de 1997, quando esgotou suas baterias. Então, se elas fossem substituídas, de fato a sonda voltaria a funcionar. Já a solução de Watney para a produção de água, apesar de funcionar, iria produzir uma quantidade imensa de calor capaz de matar qualquer um dentro do Hab.

Já no campo da ficção, é importante ressaltar que Marte possui uma atmosfera extremamente fina, se comparada com a nossa, e a pressão atmosférica é tão baixa que é capaz de tornar o vento em si algo insignificante. O maior problema não é conseguir chegar a Marte, mas sim sair de lá. A saída do planeta vermelho envolve uma série de obstáculos que ainda precisam ser resolvidos pelas agências espaciais antes que sejam lançadas futuras missões, e eu diria que o maior problema é o combustível. Além disso não dispomos de tecnologia suficiente atualmente para construir uma nave como a descrita no livro. E os trajes espaciais que dispomos são muito menos flexíveis e fáceis de se utilizar do que a história nos faz acreditar.

Estes são apenas alguns exemplos do que é ciência e ficção no enredo da história. Levando em conta a bagagem cultural e profissional do autor, já se pode ter uma pequena noção da composição da narrativa. Então, criticar o livro pela quantidade de detalhes científicos presentes, como tenho visto bastante em resenhas e principalmente em comentários do Skoob, não é algo válido. Mas isso não significa que eles não tornem a leitura um pouco cansativa em algumas partes, principalmente no início. Não é em "Perdido em Marte" que você vai encontrar uma ficção científica ao estilo Azimov.

Outro argumento que também não é valido na hora da crítica é a falta de abordagem sobre as consequências de tal isolamento para o personagem. O autor não pretendia abordar tal tema, e ele deixa isso bem claro, no momento em que explica os motivos que fizeram Watney e os outros tripulantes, serem escolhidos para participar desta missão. Cada pessoa reage de uma maneira diferente ao isolamento e solidão como podemos ver na prática com a pandemia de Covid-19.

"Tenho uma oportunidade interessante aqui. E essa oportunidade é o Opportunity"


Lançado em 07 de julho de 2003, o rover Opportunity tocou a superfície marciana em em 25 de janeiro de 2004. Foi inicialmente projetado para uma missão de três meses, entretanto, acabou operando durante 15 anos tendo encerrado suas atividade em 13 de fevereiro de 2019, devido a uma gigantesca tempestade de areia que durou vários meses, descarregando todas as suas baterias. Na empreitada de Watney em direção ao local de pouso da Ares IV, sua última esperança para enfim deixar Marte, ele acaba passando próximo ao local de descanso do antigo rover. Graças a essa passagem podemos estimar o ano em que se passa a história. Talvez seja em 2030 ano em que se espera que as primeiras missões sejam lançadas.

"O custo da minha sobrevivência deve ter sido de centena de milhões de dólares. Tudo para salvar um botânico bobão. Para que se dar ao trabalho?"


No fim, a premissa do livro é resumida nesta questão, para a qual o próprio autor nos fornece a resposta. Watney representa a ciência e o progresso espacial que sonhamos a tanto tempo, porém, ajudar ao próximo faz parte da natureza humana independente da cultura. E sim, ainda segundo Weir, existem babacas que não se importam com isso. Mas eles são uma ínfima minoria e por isso bilhões ficaram ao lado dos esforços para o resgate do astronauta.

Entretanto, em tempos onde o número de pessoas que acreditam na ineficácia de vacinas, terraplanismo, fake news, entre outras coisas, só aumenta, ver o mundo se mobilizando para ajudar uma única pessoa a bilhões de quilômetros de casa parece algo impossível. É muito provável que se essa história estivesse acontecendo atualmente, Mark Watney seria deixado em Marte a própria sorte, ou talvez sua luta pela sobrevivência até o momento de sua morte inevitável fosse transformada em algo parecido com um reality show. Talvez a premissa do livro pode ser considerada a maior fatia de ficção científica da obra.
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Katia Albus 07/01/2016minha estante
É isso aí, Hugo. E quer saber da pior? Muitas das informações que ele passa em excesso estão erradas porque o autor não estudou o suficiente... SciFi precisa ser levada mais a sério, e isso não tem nada a ver com piadas no meio do enredo.




Raniere 24/12/2014

Um livro arrebatador!
“Perdido em Marte” é um livro irônico, eletrizante, inteligente e tão realista que agradará até o nerd mais cético e exigente. Tudo bem que, provavelmente, este nerd é fã de Star Wars, onde coisas pegam fogo no vácuo (eu não sou tão herege a ponto de dizer que Star Wars é ruim, até por que eu amo esta série, mas o absurdo citado é uma verdade).

O livro conta a história de Mark Watney, que é dado como morto em uma tempestade de areia, durante uma missão em Marte. Para salvar o resto da tripulação, a comandante Lewis resolve interromper as buscas por Watney e parte do planeta. O problema é: Watney não estava morto! Para sobreviver, Watney precisará de todo seu conhecimento de botânica, engenharia e de seu afiado senso de humor.

Ai vocês podem se perguntar: “Senso de humor? Enquanto ele está sozinho em um planeta, sem comunicação com a Terra?”. Sim! E isso é explicado pela psicologia! Porém, abordarei esta explicação mais à frente.

Andy Weir nos conta esta história de diferentes pontos de vista: em alguns momentos, a narrativa é em primeira pessoa, através de diários de bordo escritos por Watney; em outros, a narrativa é em terceira pessoa, quando o livro aborda as pessoas na Terra (Nasa, etc.) e o restante da tripulação que está voltando para casa. Essa mudança de perspectiva torna a história mais dinâmica.

No meio da leitura, resolvi ler algumas resenhas, para ver se os demais leitores estavam gostando tanto quanto eu, e acabei lendo algumas coisas que discordei. Vou falar sobre isto aqui:

Em uma resenha (muito positiva), houve uma crítica quanto ao senso de humor irônico e sarcástico de Watney. O leitor reclamou que este era desnecessário e que, ao final do livro, ele se torna excessivo. Bom, é verdade que o senso de humor de Watney e suas ironias aumentam em momentos de tensão (como o final do livro). E isso é explicado pela Psicologia!

Ao perguntar sobre este detalhe à uma amiga psicóloga, esta me explicou que, como a personalidade de Watney é irônica (ele é reconhecido por outras pessoas assim), o uso (às vezes excessivo) deste senso de humor é necessário para que a identidade da pessoa seja mantida e, assim, a sanidade seja preservada. Ou seja: Andy foi tão sagaz que, ao escrever este livro, explorou esta característica da psicologia! Genial!

Teve outra resenha, um tanto absurda, que dizia que o livro “parecia uma aula de biologia, que o autor precisava explicar tudo”, e disse que o autor precisava explicar a fórmula da água, etc. Após me recuperar do choque de ver tantos erros de português reunidos em um único lugar, acabei chegando à conclusão que sim, esta crítica pode surgir em outros leitores.

Ao meu ver, a existência de explicações como estas (sem o exagero do resenhista citado) é extremamente necessária, para que se mantenha a veracidade da história contada. No livro, Watney precisa criar soluções desesperadas para problemas críticos, e, se o autor não explicasse o raciocínio do personagem, o leitor não entenderia o que realmente foi feito, e a história ficaria confusa. “Perdido em Marte” é um livro complexo, que envolve várias questões de física, botânica, química, matemática, engenharia, etc. Para entender o que se passa na história, o leitor precisa ler estas explicações.

Enfim, este livro é muito recomendado para todos os fãs de ficção científica, aventura, suspense e para nerds fascinados por astronomia.

site: https://www.facebook.com/EncontrosLiterariosRJ
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Cleiton da Rosa 30/07/2020

Perdido em Marte
Me surpreendi com a qualidade desse livro, leigos podem achar a leitura arrastada,mas o livro tem um embassamento cientifico muito bom,que me fez pensar o tamanho da pesquisa que o autor teve que fazer pra escrever o livro.
Se você tem um conhecimento básico de fisica,quimica não terá problemas em entender o livro.Eu classificaria esse livro como um sci-fi ''pé no chão'', pois a ciência aplicada no livro é a que temos nos dias de hoje com todas as limitações que uma viajem a Marte tem hoje em dia.Concluindo não seria nada fácil resgatar alguém Perdido em Marte.
Rozangela 30/07/2020minha estante
Sou péssima em física e química, mas amei a leitura.




Thiarles 20/08/2020

Scifi de qualidade
É um livro bom do início ao fim, te prende, a história te dá tantos detalhes quanto qualquer fã de scifi poderia sonhar e pedir. Após tantos desafios que o personagem enfrenta, você se sente aliviado junto com ele.
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Jhones Rocha 12/09/2015

Chorando onde não há atmosfera
"É tanta física que parei no início do livro." Esse foi um dos primeiros comentários que recebi ao falar que iria ler o livro. Têm física. Muita física. Detalhada. Mas também têm química. Biologia também. E emoção. Perdido em marte faz com que as mentes mais científicas se encham de emoção, é realmente impressionante como você entra no mundo de Mark Watney e torce por ele, e vibra com ele e sofre com ele.
Leitura altamente científica porém impressionante e nada cansativa, cada página um suspiro ou um sorriso.
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Coruja 11/06/2015

Creio que desde o ano passado ouço comentários elogiosos sobre o livro de Andy Weir – gente que tenho em alta conta e que entende tanto de literatura quanto de ciência. Um dos principais pontos colocados sobre Perdido em Marte tem sido o quão plausível é a ciência da história e esse é o tipo de detalhe que muito me interessa em ficção científica.

Passei um bom tempo namorando o livro, bem como acompanhando detalhes sobre a produção do filme, previsto para estrear no fim do ano, com Matt Damon no papel do protagonista. Coisa de um mês atrás, consegui o livro numa das minhas trocas habituais e quase que imediatamente me pus a ler.

A história, em capítulos curtos correspondentes às entradas do diário de bordo do astronauta Mark Watney – deixado em Marte em meio a uma tempestade, dado como morto pelo resto da tripulação com que trabalhava – entremeia-se com capítulos que mostram as reações na Terra à sua morte e depois da descoberta de que ele continuava vivo, bem como dos outros astronautas da missão Ares 3.

Acompanhamos os esforços de Watney para sobreviver a condições quase impossíveis, em especial o problema da comida e da comunicação, e ao mesmo tempo assistimos os esforços de um mundo inteiro que se solidariza com a situação do astronauta náufrago.

Perdido em Marte merece, de fato, todos os elogios que lhe têm sido feitos. Watney é engenheiro e botânico, e sabe combinar seus conhecimentos com muito bom senso e humor. Mesmo sabendo que está correndo contra o tempo e quase tudo está contra ele, Watney não desiste – ele faz planos, testa suas engenhocas, tagarela sobre ciência, escuta música disco, lê Agatha Christie e planta batatas no solo estéril de Marte.

Considerando o quão desesperadora é a situação do protagonista, é curioso perceber o quão divertido é o livro – e isso se deve principalmente à personalidade de Mark Watney. Existe bastante tensão, especialmente da parte do pessoal que está às voltas com montar a missão de resgate, bem verdade. Mas esquecemos por vezes o fato de que ele está completamente sozinho num planeta inóspito, sem comida suficiente para sobreviver até que uma missão possa ser montada para seu resgate, sem condições de se comunicar com seus colegas ou com a NASA para dizer que está vivo, tudo porque ele faz digressões sobre Aquaman e sobre séries antigas de TV, reclama que não aguenta mais ouvir música disco e, de uma forma geral, fala de si mesmo e de seu caso com boas doses de ironia e disposição para fazer o que tem de ser feito.

Ainda que Watney roube a cena, todo o elenco do livro é bastante simpático. Talvez uma das grandes sacadas da história seja a forma como as circunstâncias do astronauta perdido ecoam na Terra e mobilizam uma grande rede de solidariedade – esperança e humanidade são peças-chaves no livro.

Já estava bem ansiosa pelo filme, porque gosto muito da atuação do Matt Damon e, com alguns senões, também admiro o trabalho do Ridley Scott. Após ter lido o livro e assistido o trailer, fiquei ainda mais empolgada. Quero crer que será um dos grandes filmes desse ano. Vamos ver no que vai dar...

site: http://owlsroof.blogspot.com.br/2015/06/para-ler-perdido-em-marte.html
Beth 13/06/2015minha estante
Adorei esse livro!


Maria.Jose 19/01/2016minha estante
Amei esse livro! Li em um dia e meio!




Cesar 21/03/2020

Ficção científica realista
Livro escrito em forma de diário de bordo, com uma exorbitante quantidade de detalhes técnicos sobre física, engenharia e química, e que só não torna a leitura maçante pois o autor soube contrabalancear com o personagem sendo descontraído e simpático (pra não usar a palavra palhaço) agindo como alivio cômico.
O que talvez afaste os fãs mais críticos de ficção científica é que o autor explora e evolui muito pouco a psique de seus personagens e acabou enfatizando mais o "realismo" das descrições científicas - o que talvez seja um atrativo maior para engenheiros, físicos, matemáticos.
No geral é um bom livro, conciso e coerente, e além de tudo um ótimo entretenimento. Recomendo o filme também.
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Cinthya 21/02/2020

Gostei bastante, a história foi muito bem escrita!
O livro tem muitas informações técnicas (que eu assumi como verdadeiras, pois não entendo do assunto), o que é justificável já que tem um formato de diário de bordo. Assim, além do Mark ter que sobreviver em condições precárias usando todo seu conhecimento, ele precisava explicar o que estava fazendo para caso alguém recuperasse o diário no futuro. E acredito também que isso ajudou a manter a mente dele sã.

Apesar de as vezes ser bastante técnico, foi perfeitamente possível visualizar todo o decorrer da história, perceber a tensão, torcer pelos experimentos e rir do senso de humor do protagonista. E as partes da Terra foram ótimas para balancear com o monólogo.
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Daniel Hawk 13/02/2020

Divertido, simples e viciante.
Não vou dizer o básico sobre a história, pois um monte de gente já fez isso.
Sou fã de ficção científica, especialmente de histórias que envolvem viagens espaciais e esse livro é um dos mais viciantes que já vi.

O formato da narrativa é muito interessante, como se fosse um diário escrito (na verdade falado) pelo protagonista, que está sozinho em Marte após um acidente.

Durante todo o livro é possível perceber a tensão no ambiente, a leveza com que o protagonista leva o seu drama particular, alguns alívios cômicos e principalmente as questões morais, que são debatidas durante todo o livro.

Leia, se divirta, coma algumas batatas (evite fazer chá com as cascas) e sinta-se preso por esse belo livro.
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Fe Greco 25/05/2020

Raramente falo isso mas
o filme é melhor.
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