A Rosa da Meia-Noite

A Rosa da Meia-Noite Lucinda Riley




Resenhas - A Rosa da Meia-Noite


123 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


Telma 18/05/2014

Alto teor de exoticidade
*suspiro fundo*


Esse livro foi um pedido atendido por um anjo bom... :) Estava querendo ler algo desses que a gente começa e não quer parar mais, sabe?
Tentei alguns romances mas, nada me prendia e eu recolocava na estante para ler mais tarde. Já meio desanimada fiquei pensando se o problema estava comigo... talvez eu é que não estivesse no pique para ler (o que é estranho, mas...). Nesse ínterim, a Rosa da Meia-Noite passou na minha frente várias vezes sem que eu desse ouvidos (ou olhos). Já pra desistir, peguei o livro (que criava pernas e aparecia em todos os lugares na minha frente, quase gritando "sou eu que você está procurando, puerra!"... olhei a capa linda (amo verde), passei os dedos pelas letras em relevo e lógico, cheirei as páginas. Comecei a ler sem compromisso e ele me chegou, como chegam os grandes amores... quando se desiste de esperar por eles. Tô romântica, né? Acabei nesse momento e não tem como não ficar entre feliz e melancólica. Uma saudade das personagens... Querendo passar mais tempo com elas! :(

Vamos à parte prática: Lucinda Riley sabe contar uma história. Sabe deixar espaços no quebra-cabeça que serão colocados nos capítulos finais ou posteriores. Alguns deles, previsíveis e clichês mas, ainda assim, carregados de uma emoção impossível de passar despercebida.

Como poderiam ser elos de uma mesma corrente, uma princesa indiana, uma praticante de Medicina Holística (considerada curandeira nos idos de 1900), castelos da Índia e seus marajás, lordes ingleses, plebeus, mansões, favelas, chalés e até uma atriz hollywoodiana dos tempos atuais? Lindo!

Céticos se misturando aos que fanáticos religiosos que fazem de tudo para que as coisas caminhem à sua maneira, em nome de Deus e curandeiros, vistos como agentes do diabo atuando altruísticamente para beneficiar o próximo, sem esperar nada em troca. Por vezes a história parecia ser um dramalhão, por outras, tantas similaridades com nossa vida cotidiana... E não é nossa vida, se colocada em papel, um dramalhão?

Anahita, Donald, Rebecca, Ari, Indira, Anthony, dentre outros personagens cativantes, compõem essa história de 572 páginas que li em 2 dias ... fato, por si só bem incomum já que leio bem devagaaaaaar....

As personagens são verossímeis, com falhas... amar pode ser intenso e fugaz, ainda que haja verdade nas diversas facetas desse sentimento incrível que é o amor.

"Eu havia conhecido alguém que gostava de mim como eu era. Éramos amigos, apenas isso. Pelo menos me esforcei para acreditar nisso, mas a lembrança de seus lábios em meu rosto contava uma história diferente para meu coração." p.188


Devorei o livro. Não tem como parar.

Apesar de algumas redundâncias na tradução e poucos erros ortográficos, o mérito das 5 estrelas não foi arranhado.

Super recomendo. ;)

*suspiro*

site: http://surtosliterarios.blogspot.com.br/2014/05/resenha-rosa-da-meia-noite-lucinda.html
Silvia 13/07/2014minha estante
Comprei no submarinoooooooooooooooooooooo


Marina 23/07/2014minha estante
Concordo plenamente. Acabei de ler e ainda estou sem palavras


Telma 23/07/2014minha estante
Silvinha,
você vai se apaixonar pela história!!!!
Depois me conta o que achou!


Telma 23/07/2014minha estante
Marina,
Feliz que tenhamos tudo a mesma ótima experiência!
:* beijocas


Nanda Cris 19/10/2014minha estante
Vou começar a ler agora, Telma. Amei sua resenha. Bjus!


Telma 19/10/2014minha estante
Nandinha....
vai se apaixonar como eu.
Depois me diz o que achou, tá bem?
beijos


Ana Laura 04/02/2015minha estante
Nossa, que resenha maravilhosa! Lucinda é minha autora preferida e esse é o 4º livro que já estou lendo dela. Ela tem esse dom incrível de nunca decepcionar, e é o que estou percebendo nessas 160 páginas que li por enquanto


Má Contato 19/07/2016minha estante
estava com essa mesma sensação sua... há meses começava livros que sei que são bons (Os Miseráveis, Lolita (mais clássicos), mas também comecei livros leves como A Estrela Mais Brilhante do Céu e não conseguia terminar... aliás, não conseguia nem mesmo prosseguir na leitura. Já tinha desistido de ler um livro inteiro e me acostumado a ler só o começo, passar o tempo enquanto não tinha nada pra fazer mas sabia que logo perderia o interesse pela história.

Até que decidi pegar A Rosa da Meia Noite e NOSSA! Li em 3 dias e olha que o livro é golrdinho rsrsrs

Gente, que espetáculo. Tô ansiosa agora pelo "A Garota do Penhasco"... será meu próximo livro da autora...


hemily 22/05/2019minha estante
Livro lindo,final tocante




Fabi 24/05/2020

Que livro ????
Meu Deus que livro lindo, maravilhoso! Cada livro que leio da Lucinda mais me apaixono por suas histórias.... super recomendo !!
comentários(0)comente



Cris Paiva 18/08/2014

Fiquei apaixonada na historia da Anahita, uma anciã que conta a sua trajetória em uma longa carta (ou mais um livro), para o filho desaparecido e dado como morto.

A historia começa quando ela era uma garotinha na Índia, e seu encontro com a filha da Majarani, princesa Indira, o que mudaria toda a sua vida e o tempo em que ela morou na Inglaterra, na época da Primeira Grande Guerra.

Apesar de não parecer, pelo menos a principio, a historia de Anahita se cruza com a historia de Rebecca, uma atriz americana, que está fazendo um filme de época em Astbury Hall, na Inglaterra. A historia das duas se entrelaçam pelo intermédio do bisneto de Anahita, Ari Malik, que vai até Astbury em busca de pistas da historia de Anahita, e com o auxilio de Rebecca vai reconstruindo a historia da bisavó.

A historia de amor de Anahita é a parte mais emocionante do livro. Ela era uma mulher indiana, de pele escura, que viveu em uma época muito diferente da nossa e veio de uma cultura ainda mais diferente, e se esforçou muito para ser feliz apesar de ter tudo contra ela. Anni aproveitou as oportunidades que a vida colocou em seu caminho, e tentou tirar o melhor das piores situações, pode se dizer que ela tirou leite de pedra durante a maior parte da vida. Ela sabia que as chances jogavam contra ela, mas mesmo assim seguiu em frente.

Seu amor por Donald, um nobre inglês, e senhor de Astbury, começa como uma amizade que vai crescendo ao longo dos anos e vai tomando conta do livro. É um daqueles amores grandes, que duram uma vida e enchem os olhos de quem lê. E essa a historia que ela conta a Mo, como uma forma de explicar e pedir desculpas ao filho por tudo o que aconteceu... Cheguei ao final do livro com lágrimas nos olhos, mas não de tristeza (talvez uma pontinha), provocadas pelas desgraças acontecidas, mas com um sentimento de finitude e alívio, de que tudo o que Anahita passou teve um motivo, e de que a sua historia teve um final de feliz, de algum modo.
Cristine 03/09/2014minha estante
to achando que vai ser o tipo de livro que vou terminar de ler desidratada de tanto chorar...


Cris Paiva 03/09/2014minha estante
Desidrata não! O livro não é do tipo que força a situação, mas o final dele eu achei tão bonito que não pude deixar de ficar emocionada.


Silvia 22/02/2015minha estante
Passei o livro assim (;c), muito linda Anahita, um exemplo de mulher!




Carmen 29/04/2020

Maravilhoso
Achei excelente a forma que a escritora conduziu toda a história, um emaranhado de acontecimentos que vão se solucionando aos poucos... Vc se sente parte da história porque vai sendo conduzindo junto com os personagens. Uma pitada de suspense e romance, faz as emoções ficarem afloradas. Super indico.
comentários(0)comente



Alesandra 09/06/2020

a rosa da meia noite
vale muito a pena a leitura desse livro, emocionante
comentários(0)comente



Emiliaarnhold 30/05/2020

Eu adorei esse livro. Acho a Índia fascinante e a história se passa lá e na Europa. Anahita é uma personagem incrível e sua história é maravilhosa.
comentários(0)comente



Ana Paula 06/04/2020

Gentem se vcs soubessem a preciosidade desse livro vcs os guardaria em sete chaves, Simplesmente leiam Anahita ficara para sempre em meu ?
comentários(0)comente



Cris 22/11/2014

Livro completo!
Como Lucinda Riley consegue ser tão maravilhosa? De fato a autora domina a arte de escrever excepcionalmente bem. Ela tem o poder de criar histórias separadas por séculos e fazer com que seus leitores sintam-se parte do enredo. É impossível não ficar com todos os sentimentos à flor da pele diante do tamanho da carga emocional contida em cada página.

A característica de mesclar um acontecimento histórico com o contemporâneo não é para todos uma vez que a história pode confundir o raciocínio do leitor, porém, Lucinda Riley foge de qualquer estereótipo de autores e autoras que estão na moda hoje em dia. Sendo assim, ela pode!

Resumindo: Simplesmente amei! Recomendássimo!

Ah, para finalizar: eu ODEIO a Lady Maud Astbury, ela foi o pivô de toda a desgraça desde sempre!
comentários(0)comente



Greice Negrini 20/05/2014

Um romance histórico.
Anahita Chavan tem uma grande preocupação que a assola há mais de oitenta anos: não consegue acreditar no que muitos disseram a ela quando saiu da Inglaterra, de que seu filho morrera, mesmo que tenha recebido uma certidão de óbito. Sentia no seu coração que ele estava vivo e todos os dias imaginava como seria encontrá-lo novamente.

Anahita teve uma criação de estudos até que seu pai faleceu. Assim sua mãe e ela foram morar com parentes em um palácio da Índia, onde Anahita conheceu o poder das ervas e onde conheceu sua melhor amiga Indira, uma princesa doce e encantadora que a levou para seu palácio e juntas começaram uma longa amizade.

Anahita recebeu a notícia de que iria para a Inglaterra com sua amiga para concluir os estudos principais e assim, poderia pensar numa profissão em uma época em que já não tinha mais como imaginar um casamento para si. Viajou durante várias semanas até chegar àquela terra fria e diferente para começar um novo destino. No início tudo foi uma grande novidade: belas paisagens, pessoas diferentes, uma visão de futuro.

Sua amiga Indira já começava a mostrar um afastamento por conta de outras amigas que fazia e que criaram um fascínio ao conhecer uma princesa. E foi neste fascínio que elas foram convidadas a conhecer a famosa Astbury Hall, um lugar gigantesco que exalava a glória de uma família rica, mas que estava começando a queda de seus valores.

E foi em Astbury que Anahita conhece Donald, o filho que está prestes a ser mandado para a guerra que irá surgir. E é neste momento que ele se encanta por aquela moça de pele dourada e olhos castanhos, mostrando sua timidez com um jeito tão delicado que não há como controlar.

E como que em um conto de fadas, eles se unem mas a guerra os afasta enquanto Donald vai lutar pela Inglaterra, Anahita vai cuidar dos enfermos no caos da dor e do desespero.

Após mais de cem anos, é a vez de Rebecca Bradley conhecer Astbury. Uma atriz de fama gigantesca que está em meio a um boato e precisa se afastar imediatamente da civilização antes que a situação piore. E é lá que vai filmar cenas dos anos 20, conhecendo melhor a mansão e quem lá vive. As histórias vão ser desencadeadas aos poucos e o medo vai começar a tomar conta da atriz que não sabe como tudo aquilo está entrando em sua vida tão rapidamente, até que um neto de Anahita chega e faz com que algumas peças comecem a se encaixar.

Porém um segredo que deveria ficar escondido vai se tornar um cruel pesadelo. E quem nunca deveria vivê-lo, agora precisará enfrentá-lo.

O que falo sobre o livro:

Me apaixonei pela Lucinda Riley quando ela publicou A Casa das Orquídeas, também pela Novo Conceito. A história falava de algo parecido com a que este livro retrata, tanto que achei eles bem parecidos de uma certa forma.

A Rosa da Meia-Noite é um livro que remete a duas culturas diferentes e que se chocam: a indiana e a britânica. A autora costuma usar sempre estas duas por ter sido influenciada pela sua infância.
Em um primeiro momento temos a vida de Anahita já velha relembrando alguns momento de sua juventude e o que ela conquistou para si, sua família e em quem ela vai confiar para buscar da história do seu passado.
Em um segundo momento é colocado como pano de fundo a atriz bela e glamourosa que está na mansão para despertar um segredo que tenta ficar escondido.

Estes dois ambientes conseguem ter uma ligação complexa e que deixa uma marca profunda no leitor. De início fiquei com medo de que este livro e A Casa das Orquídeas fossem acabar no mesmo lugar, mas somente a utilização de alguns parâmetros ficam igualados: a guerra, a cultura em si.

Acho lindo como a autora retrata a história e os personagens. Cada vez que fechava os olhos parece que podia tocar objetos ou sentir o perfume das flores ou da estações. Em momento algum imaginei que ele deveria ser mais curto pois cada página teve seu objetivo alcançado e ao final da história fiquei encantada com o resultado que não poderia ter sido melhor.

Realmente Lucinda sabe escrever um romance histórico e ir e voltar no tempo sem desmotivar a leitura.


site: www.amigasemulheres.com
Suelen 20/12/2014minha estante
Simplesmente é o livro mais lindo e triste que já li. Me emocionei muito com a história de vida da Anahita, e porque não dizer que sofri junto com ela em vários momentos do livro. É o tipo de história que você não consegue tirar da cabeça. Você sofre junto com os personagens, torce para que tudo ocorra bem, chora em vários momentos da história. Enfim recomendo o livro a todos que gostem de romance, drama e suspense, e devo dizer que a pessoa que for ler tem que ter um coração forte para acompanhar toda essa magnífica história, mas que com toda certeza garanto que vale a pena ler.




Maitê 16/05/2020

Como todos os livros da autora achei muito cheio de detalhes. Mas é uma história muito linda que te envolve por ter um mistério por trás.
comentários(0)comente



MeninoJupiter 19/08/2014

Intenso, sublime e encantador.

"Qualquer 'beleza' que possa ser considerada valiosa em mim se esconde profundamente em minha essência. É a sabedoria de cem anos vividos nesse mundo, e um coração que tem batido em um cadenciado acompanhamento para todos os imagináveis comportamentos e emoções humanos"

Acho que essa simples quote já pode resumir tudo o quanto tenho a dizer do primeiro romance que li da autora Lucinda Riley. "Poético, introspectivo e tocante", são alguns dos muitos adjetivos que rodeiam a obra.
A Rosa da Meia-Noite, é um romance da autora Irlandesa que vem se tornando conhecida cada vez mais através dos seus romances encantadores. Trata-se de uma história de amor, acasos e desavenças, e de momentos marcantes, de memórias profundas, e amores impossíveis. A Rosa da Meia-Noite é um romance o qual surpreende tanto com o seu enredo, sua história e seu protesto, quanto pela composição e métrica. Um romance intenso, mas escrito de uma forma suave, onde as informações são bem apresentadas, e o suspense impenetrável. É quase impossível não querer lançar-se neste livro, da mesma forma que é impossível acreditar que o mesmo acabou.

A Rosa da Meia-Noite é o primeiro livro o qual resenho numa parceria entre meu blog Fabrício Medeiros com o blog Arca Literária. O livro foi enviado a mim na proposta da resenha, por meio de um BookTour*. Eu não sabia nada sobre o livro quando aceitei a proposta de lê-lo e resenhá-lo, tampouco sabia quando o receberia. No entanto fiquei na espera, e logo ele chegou. Não pesquisei sobre o livro antes, pois queria poder recebê-lo e da forma como ele era, poder tirar minhas próprias conclusões. Como era de se esperar eu me surpreendi. O livro é uma obra de arte, em todos os sentidos, capa, diagramação, material e qualidade de impressão...

A história começa com Anahita, expondo seus pensamentos e sentimentos. É quando tomamos par de sua história. Devagar é revelado que Anahita teve um filho, um bastardo, o qual nos primeiros anos de vida foi dado como morto. Mas Anahita manteve sempre em seu coração, mesmo que por quase 100 anos, a certeza de que o filho ainda vivia, negando-se assim a acreditar na certidão de óbito que mantinha guardada junto de suas memórias por escrito. Anahita, na esperança de um dia ver o filho, pôs-se a escrever sua história, e a história de como gerou e perdeu seu filho, para que quando o encontrasse, mesmo que o tempo tivesse a tornado velha e lhe roubado suas lembranças, ele pudesse tonar-se ciente de quem era, e de quem fora sua mãe.

Quando completa 100 anos, Anahita temerosa que seu tempo enfim findasse, pede que chama seu bisneto, Ari Malik, e lhe conta sobre as cartas dà a ele a missão de levar a carta até seu filho perdido. Mas Ari, como todos os outros membros da família, prefere tomar a Bisávó como louca, como uma velha a qual traz à mente lembranças de um passado turvo.

"- Nani*, por que eu? (...)
- Porque, Ari, o que você segura nas mãos é a história do meu passado, mas também é o seu futuro." (pág24)
Como todos os outros, Ari sabia que Anahita havia perdido um filho logo após a primeira guerra, mas prefere acreditar na certidão de óbito, que nos dons inegáveis de Anahita. Mas Anahita insiste até que Ari pegue as cartas onde foram narradas a história de vida de Anahita, e promete a Anahita, de acordo com o que ela pediu, não contar a ninguém, senão ao filho perdido.

Um ano depois Anahita morre, e Ari, atarefado como o jovem empresário que era, acaba por não comparecer ao velório da bisavó.

Dez anos depois, na Inglaterra, a jovem atriz Rebecca chega a Dartmor para gravar seu novo filme, um roteiro britânica que se remete ao anos 1920. Feliz em poder se afastar do mundo exterior, ela adentra na antiga casa, da agora decadente, família Astbury. Rebecca, ao contrário do restante da equipe de produção se hospeda em Astbury Hall, sozinha com o último herdeiro da família, e sua governanta, sem saber o quanto isso pode influenciar no seu destino.

Enquanto isso na Índia, dez anos após a morte da bisavó, e onze após ter recebido dela a pilha de cartas, um acontecimento que abala o emocional de Ari, o faz abrir a gaveta onde guardara os manuscritos amarelados de Anahita e se coloca a lê-los. Um arrependimento o toma, junto da culpa por não ter feito aquilo antes, por ter negligenciado a bisavó, e por desacreditar na sua sublime história de vida.

Assim, Lucinda abre uma brecha, e junto de Ari, o leitor pode aventurar-se na história de Anahita, viajando até a Índia, logo até a Inglaterra, para conhecer as honras de um marani, e a beleza de Londres. Através da narrativa de Anahita, pode-se comover-se, desacreditar e se surpreender com a criatividade, e o talento de Lucinda.

"Deve haver sempre um equilíbrio na vida, e você precisa encontrar o seu. Então poderá encontrar a felicidade que procura." (pág 93)

A Rosa da Meia-Noite, é uma história completa, onde drama, romance e aventura, em doses perfeitas, afogam o seu coração. É simplesmente fácil devorar as muitas páginas do livro, em busca por respostas que de acordo com que se lê vão sendo criadas, editadas, ou até mesmo deletadas. A Rosa da Meia-Noite, é sobretudo um romance tocante, o qual desafia e critica o preconceito com uma linda história de amor entre um inglês e uma indiana.

site: http://medeirosfabricio.blogspot.com.br/2014/08/resenha-rosa-da-meia-noite-lucinda-riley.html
comentários(0)comente



Venâncio 26/01/2017

INCRÍVEL
S.U.R.P.R.E.E.N.D.E.N.T.E

O livro retrata a história da vida de Anahita Chavan, uma mulher ímpar.
Tipo de leitura que te emociona da primeira a última página, e sem dúvidas com personagens tão marcantes que será difícil superar essa "ressaca".

Senti vontade de entrar na história e findar a inescrupulosa Maud Astbury, aquela com a qual vamos aprender o real significado da palavra cruel.

De todas as maneiras possíveis o livro te prende, você não percebe que vai madrugada adentro ao sol nascente.

NEM AS MENTES MAIS FÉRTEIS vão prever o final desta Trama e suas surpresas.

Quando vocês acharem que todo o livro foi desvendado e que já sabem de tudo que deveriam saber, acreditem, não conseguirão perceber o que estará por vir.

Bom, finalizo dizendo que nunca li, até hoje, um livro tão bem trabalhado com o passado e presente simultaneamente. Fiquei extasiado com as belezas descritas e sonhei com o Palácio de Indira algumas vezes.

Quem vê a mulher magnífica e sábia que Anahita é, não pode prever quantas lágrimas e amor seus olhos, ao cem anos, já vislumbraram.

EXCELENTE AQUISIÇÃO...

Agradeço o espaço.
comentários(0)comente



Stefanie dos Santos 15/04/2020

Um dos mais emocionantes que já li!
O livro conta a história de Anahita e sua incansável busca de seu filho, que ela acredita que não esteja morto como foi declarado a anos atrás.
Nascida em 1900, o livro conta a trajetória de sua vida e família até os tempos atuais.
Em 2011, uma jovem atriz americana vai para a Inglaterra gravar um filme em Astbury Hall e conhece Ari Malik, que juntos, descobrem muitos fatos com relação a verdadeira história daquele lugar.
É o tipo de livro que nos deixa curiosos a cada capítulo e querendo saber logo o fim.
Não é monótono, cada capítulo traz um enredo surpreendente, o que fez me apaixonar pela personagem Anahita.
Simplesmente incrível e apaixonante.
comentários(0)comente



Mah 04/05/2020

Livro incrivel
Quando eu comprei esse livro, não li ele imediatamente, peguei pra ler uns 2 meses depois que tinha comprado e não consegui parar de ler ate terminar o livro. Amei mt a história, os personagens, i contexto.
comentários(0)comente



Rubia 22/04/2020

Maravilhoso!!
Como não amar essa escritora? meu Deus como ela consegue colocar tanta emoção no papel, eu não consigo entender.. esse é o quarto livro que li dela, e esse foi o mais sofrido, meu Deus que tristeza a vida da Anny. Mas apesar de ser muito triste é incrivel e a gente não consegue largar o livro! é como viver dentro dele! Vc conhece tanta coisa da India, os costumes, palácios, foi incrivel..Super recomendo, acho que qualquer coisa que ela escrever vai ser incrivel! .
comentários(0)comente



123 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |