Um Estudo em Vermelho

Um Estudo em Vermelho Sir Arthur Conan Doyle
Sir Arthur Conan Doyle




Resenhas - Um Estudo Em Vermelho


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Mari 26/10/2010

Watson no País de Holmes - "Um Estudo em Vermelho"
Eu estou totalmente sem palavras. Não é de costume eu escrever tantas resenhas uma atrás da outra, de todos os livros que eu li, mas começou a virar hábito por conta do meu recente vício no Skoob. O livro da vez foi Um Estudo em Vermelho, a primeira aventura de Sherlock Holmes e Dr. Watson. Foi quase um recorde o meu tempo de leitura. Perdendo apenas para Marcada, que eu li em dois dias, esse livro me prendeu tanto que eu o terminei em três dias, chegando a virar a noite lendo. Coisa que eu não tinha feito antes (eu li Marcada em um final de semana chuvoso, durante o dia).

É simplesmente sensacional. A série de Sherlock Holmes sempre teve um lugar privilegiado na minha pirâmide de livros preferidos, perdendo apenas para As Brumas de Avalon. E agora, ele concretizou seu lugar. A coisa que sempre me incomoda em livros é a narrativa em primeira pessoa, que eu sempre achei pouco explorada e um tanto enjoada, dando muitas voltas desnecessárias, principalmente nesses novos romances juvenis. Mas Sir Arthur Conan Doyle ganhou um espaço ainda maior no meu coração ao colocar no papel a narrativa em primeira pessoa perfeita. Não perdemos nenhum detalhe e não é algo enjoado. Pelo contrário, é uma narrativa muito rápida e objetiva que mesmo sendo corrida não nos deixa de fora de nenhuma situação.

Eu ainda estou com um sorriso bobo no rosto, porque eu mal terminei de ler e já comecei a redigir essa resenha. O que mais eu posso dizer? Sherlock Holmes é um cara com quem eu não me casaria. Ele é incrível, mas chegou a isso não porque tem um talento natural, mas porque ele se esforçou para ser incrível. É meio estranho, mas pelo que entendi das últimas linhas do livro é exatamente isso. Sherlock é um cara com quem eu manteria uma amizade distante. Imagina aquele homem super observador perto de mim durante tempo suficiente? Ou eu ficaria doida com aquela arrogância e com o tocar melancólico de seu violino e me apaixonaria perdidamente, ou então pegaria um nojo tremendo. É um homem de extremos, eu diria.

Watson é incrível também. Menos brilhante, mas que tem caracteristicas que se fossem colocadas em Holmes estragariam a personagem e que ficam perfeitas nele. É forte, mas doce. É objetivo, mas inseguro. Acho que esse fator é um dos responsáveis pelo sucesso da obra. Os dois se completam. O que seria de Holmes sem Watson e de Watson sem Holmes? Seriam apenas dois homens perdidos na imensa londres. E nós seríamos órfãos. Sim, eu sei que eles não são reais. Mas eu fico pensando: o que seria de nós, meros mortais que gostam de sagas policiais, sem o maior detetive de todos os tempos? Muito obrigada Sir Arthur Conan Doyle!

Detalhe: Durante muito tempo, eu achei que Sherlock era um tipo de "chamamento" para detetive, tipo "Sherlock Mariana Bortoletti, prazer!" Enganada redondamente. Sherlock é um nome.
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Heder 19/12/2011

Na minha humilde opnião
Respeitável o tal do Conan Doyle, e seus personagens. Foi o primeiro livro que li dele, mas sinceramente, não achei grande coisa não. Li porque vi em vários livros da Agatha Christie citações de 'um detetive como os casos do Sherlock Holmes..', o personagem é admirável, suas deduções também, mas são só deduções, ele vê o corpo e descobre tudo.. o caso é bom, não gostei também da necessária volta ao passado para explicar o crime, redigido em terceira pessoa e não mais pelo Watson. Espero que no próximo que eu leia, minha opnião mude, e eu aprenda a gostar do método do Sherlock, mas por enquanto recomendo a todos que nunca leram Agatha e são fãs do Doyle, que não percam tempo e procurem livros do Hercule Poirot e tirem suas conclusões :)


Marlon Teske 15/01/2009

20/09/05
A origem da lenda =D

A história que apresenta Sherlock Holmes para o mundo, transformando o personagem em mito. Em Um Estudo em Vermelho, Conan Doyle traz para o leitor uma longa e intrincada trama que mostra o até onde um homem que carrega nos ombros a dor da perda pode ir.

Em um caso confuso que leva a Scotland Yard a pedir o auxilio do ainda não conhecido detetive, Holmes encontra os fios da longa meada que lhe permitem desenrolar todo o caso, deixando embasbacado o pobre Dr.Watson e lamentando-se por não ser o seu nome que irá chegar ao grande público.

É um livro leve que pode ser lido em uma única noite (é dificil parar de ler, e se acontecer provavelmente será no capitulo que explica o doloroso passado do criminoso, um tanto chato por quebrar o ritmo de suspense, mas necessário para não estragar a trama)
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Chico Rosa (insta: @capa_de_livro) 15/02/2020

A origem de uma grande lenda literária!!!
Resenha do livro (audiobook) "Um Estudo em Vermelho e Outras Histórias" do autor Sir Arthur Conan Doyle.

Sherlock Holmes, um dos personagens mais famosos de toda Literatura Clássica devido ao seu gênero de mistério, é contado aqui a sua origem pelo olhar de Watson, seu fiel escudeiro e amigo.

Acompanhei por audiobook um mistério que ele pôde resolver que a princípio se tratava de um suicídio, mas os pormenores da trama vê-se que não foi bem assim.

Uma das frases que mais me chamou a atenção foi:

"Para um grande espírito, nada é pequeno."

Vemos que os detalhes por menores que sejam, podem comprometer ou mesmo alterar o destino de determinadas coisas.

Vocês concordam e acham melhor prestar atenção nos detalhes ou preferem ter a visão geral(macro) pra tomar suas decisões???

Deixem seus comentários!!!???
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Bruna 06/05/2011

Este livro foi uma boa surpresa!

Quando peguei "Um estudo em vermelho", não estava botando muita fé. Mas, poxa, como não gostar de Sherlock? Entendo agora sua fama no mundo literário.

Fiquei um pouco espantada com a "Parte 2" do livro atropelando a história, mas depois que comecei a entender a relação, sosseguei.

Não sei se lerei outras histórias de Sherlock, por medo de não serem tão boas quanto esta... Sem dúvida, recomendo.


Matheus Bonfim 15/02/2020

Uma excelente introdução
Um Estudo em Vermelho é a primeira aventura do detetive mais querido, uma história super divertida e envolvente. A escrita do Conan Doyle é mágica, te prende desde o início e você quer mais do Holmes!
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Pedro 27/07/2010

Obrigatório
Leitura obrigatória e marcante. Adorei esse livro, uma vez que já estive em Londres, e todos os lugares citados realmente existem. Livro agradabilíssimo e rápido. Atento aos detalhes, Sherlock Holmes tornou-se o detetive mais famoso de toda a história da literatura. Personagem que comoveu gerações, e que fez os fãs negarem o fim que Doyle dera a ele, uma vez.
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Julia.Machado 12/02/2020

Cativante
Foi uma surpresa positiva descobrir que Watson, e não Sherlock, narrava as aventuras; o primeiro é uma personagem correta, afável e de gostos simples, enquanto o "detetive" é mais complexo e intrigante, com suas enormes doses de deboche e praticidade. É meu primeiro livro de romance policial, não sabia o que esperar, entretanto estou pronta para novos crimes e mistérios! Recomendo para quem também é novo no gênero, é bem leve e fácil de acompanhar.
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Bianca Martins 07/10/2013

Maravilhoso!
Só para variar neah...hahaa
Conan é demais!

É uma leitura rápida e energética.
Trata-se da primeira aventura de Sherlock e Watson juntos.
O livro é dividido em duas partes: a 1° é inteira contada através dos diários do Watson e a 2° é um misto de seu diário com um segundo locutor.

Confesso que fiquei desesperada quando começou a segunda parte, pois não entendi que ela era continuação da primeira e pensei que era uma segunda narrativa, o que me deixou bastante frustada, pois o "primeiro" caso ainda não tinha sido resolvido por completo...mas me enganei...era só o Conan sendo o ótimo escritor que era.


Thais.Bento 13/02/2020

Perfeito!
Nem acredito que demorei tanto para ler Arthur Conan Doyle. A destreza e perfeição de como tudo se encaixa é demais! É brilhante.
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Ro 04/02/2020

Muito bom
Fiquei apaixonada,é muito gostoso de ler,engraçado,sarcástico,sensacional.
meu plano inicial era ler um pouquinho por mês mas terminei lendo de uma vez.
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Blog MDL 10/05/2014

Dr. Watson acaba de voltar da guerra com o corpo convalescido e sem muitas expectativas do que vai fazer em Londres a partir de então. Com dinheiro suficiente para se sustentar por um tempo, mas não tanto para esbanjar, logo ele percebe que viver de maneira desordenada o levará a falência e passa a procurar uma maneira de controlar a situação. Por casualidade, ele encontra um amigo da época de faculdade e uma solução parece surgir através do nome de Sherlock Holmes. Sabendo desde o princípio que além de estranho, Holmes era um homem de hábitos e gostos peculiares, ele ainda assim se surpreende com a experiência inusitada que morar com ele acaba se revelando.

Observando-o dia após dia, Watson passa a ser movido pelo desejo de entender como a mente de Holmes funcionava e como ele aplicava as suas descobertas científicas em um caso prático. É assim que quando o corpo de um homem é descoberto e circunstâncias misteriosas parecem paralisar os demais investigadores que Sherlock entra em cena e convida o doutor a observar a maneira que ele emprega seus conhecimentos. Com o decorrer do tempo cada minuto ao lado do detetive se prova tão interessante que aos poucos Watson vai enxergando além da arrogância de Holmes e passa a admirar a inteligência desse homem possuidor de uma incrível percepção.

Narrado em primeira pessoa, engana-se quem pensa que o narrador de “Um Estudo em Vermelho” é o Sherlock Holmes. Pois apesar de ser dele o nome que intitula a série, é o Dr. Watson quem nos guia e nos dá um vislumbre da mente do detetive através das suas reminiscências durante boa parte do livro. No entanto, por ser divido em duas partes, muitas surpresas são reservadas para o leitor. Algumas certamente surpreenderão de forma positiva, outras nem tanto. Principalmente para quem está acostumado com o gênero policial, já que diferente do formato que vemos atualmente onde o autor explora em conjunto a investigação e a mente do assassino, Doyle fez isso de modo paralelo – deixando para o leitor a tarefa de se adaptar a sua narrativa.

Apesar de ter sentindo certeza estranheza a princípio, confesso que aos poucos fui me envolvendo com o estilo de construção do autor e logo me vi tentando empregar a minha mente tal como o Sherlock fazia para tentar participar da investigação de alguma forma. Infelizmente, meu intento não me levou a lugar algum, já que além de eu não ter conseguindo fazer a ponte de ligação correta de uma pista sequer, as motivações por trás do crime eram muito mais profundas do que eu imaginei que seriam. Sobre este último ponto, acredito que ele foi o grande responsável por tornar a segunda parte da história mais fascinante para mim. Pois nela eu não só me vi inserida em um mundo onde fé e fanatismo se confundiam, como também, fui levada a repensar a minha reposta para a seguinte questão: há uma justificativa aceitável para se matar alguém?

Mostrando que até as crenças do leitor ele podia influenciar, o autor também apostou em uma forte caracterização dos seus personagens de modo que eles parecem ganhar vida e saltar as páginas a cada página lida. Sherlock Holmes, por exemplo, tem como um traço muito forte de sua personalidade a sinceridade elevada ao extremo, pois do mesmo modo em que ele não tem vergonha de se autoelogiar e reconhecer seus pontos fortes, ele usa essa recíproca com todos que encontram causando certo espanto com o seu poder perceptivo. O próprio Dr. Watson reconhece essas características de seu companheiro e se irrita em alguns momentos com isso por achar que o detetive é só alguém arrogante e que se autoestima demais. Essa impressão é tão forte, que foi necessário ele ver Holmes trabalhando para entender que sim, mesmo sendo um tanto egocêntrico, ele era absolutamente brilhante.

Ao final de tudo, eu fiquei tão rendida a experiência inovadora que Doyle me proporcionou que relevei o breve caso de ódio que tive com Holmes e reconheci que mesmo beirando o surrealismo, a história era rica, instigante e diferente de tudo que eu já tinha visto até então. E como originalidade sempre foi um dos pontos que eu sempre apreciei em minhas leituras, eu não tive alternativa a não ser admitir que todas as circunstâncias extraordinárias que o autor submeteu o livro apenas foram razões a mais que ele deu para o leitor admirá-lo e reconhecer a sua genialidade.

site: http://www.mundodoslivros.com/2014/05/resenha-um-estudo-em-vermelho-por.html
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Liz 28/12/2011

Depois que eu assisti ao seriado da BBC, virei definitivamente uma grande fã de Sherlock Holmes. Decidi ler todas as obras sobre o detetive consultor, e o início me pareceu ser um bom lugar por onde começar.

"Um estudo em vermelho" é o primeiro relato de Watson sobre as aventuras de seu companheiro. Nele vemos como os dois se conheceram e passaram a morar juntos. Os detalhes sobre a vida com Holmes em Baker Street são muito divertidos - admito que, por vezes, mais interessantes do que o crime para ser resolvido. Ainda que eu já conhecesse bem Sherlock, é impossível não se intrigar com sua personalidade.

O 'caso da semana' não me animou muito no começo, mas melhora bastante com o tempo, ainda mais depois da segunda parte, em que a narrativa pára bruscamente, mudando época, lugar, pessoas, tudo. Acho que concordo com alguns que tal pedaço do livro nem é tão importante para a história principal, mas com certeza dá a ela um ar bem mais legal e íntimo, ainda que tenha pouca ação. A abordagem da cultura mórmon ficou realmente ótima e interessante, e os personagens são muito cativantes.

Apesar de eu ter preferido o outro livro da série que li, gostei muito desse, e com certeza recomendo para quem só conhece Sherlock Holmes pelo nome. Vale a pena ser lido não só por causa da história e de seus personagens, mas também para ter um contato com a maior influência de boa parte do entretenimento policial hoje em dia.

Resenha completa: http://bit.ly/vNRrwZ


Mauricio (Vespeiro) 01/10/2017

E Sherlock Holmes conhece Watson...
Quando eu era pequeno, tive a sorte de ganhar dos meus pais bons livros para iniciar meu hábito de leitura. Uma coleção que eu adorava era composta pelos livros do “Quem”, “Como”, “Onde”, “Quando” e “Porquê”. Neles havia centenas de perguntas e respostas sobre diversos temas que despertavam a curiosidade de uma criança. Bem, talvez possa ter vindo de lá meu gosto por histórias policiais e de investigação.

Em “Um Estudo em Vermelho”, de 1887, Sir Arthur Conan Doyle nos apresenta seu maior personagem: Sherlock Holmes. É a primeira aventura do detetive mais famoso da ficção e quando ele conhece seu fiel escudeiro Watson. Ambos investigarão um crime envolto em mistério, insolúvel para os agentes da Scotland Yard. Chama a atenção o modo pelo qual a narrativa evolui. Dividida em duas partes, começa com o encontro entre Holmes e Watson que logo se envolvem na investigação de um assassinato. Narrada por Watson, a história do crime começa nos mostrando o “Quando” e o “Onde”. A genialidade de Holmes nos leva a descobrir o “Como” e, por fim, ele nos conduz ao “Quem”. Resta-nos entender a verdadeira motivação do assassino e é assim que a segunda parte, narrada em terceira pessoa, conta uma história sensacional para nos brindar com o “Porquê”.

O texto de Conan Doyle é simples, direto e flui facilmente. Por conta da época em que foi escrito, traz algumas palavras e termos menos corriqueiros, como: Teste do Guáiaco, sarapintado, belbutina, Aqua Tofana, carbonários, álcali, busardos, jungido, azáfama, variegado, noitibó e lariço.

Nota do livro: 7,53 (4 estrelas).


Douglas 08/06/2010

Otímo!como todos os livros dele! Claro né o Sherlock Holmes
Assim como todos os livros do sherlock holmes,UM ESTUDO EM VERMELHO é uma história envolvente,cheia de místerios,como é típico dos livros magnínificos do Conan Doyle.
Um estudo em vermelho conta a hístória de um assasinato de um Homen em uma casa adandonada,o assasino mata a vítima sem deixar quase nenhum vestigio,uma das poucas pistas que existiam era um nome na parede escrito com sangue a palavra RACHE.
Ai que entra em cena o Sherlock Holmes,um icone quando se fala em romances policias,que vai juntamente com o Doutor Watson desvendar esse místerio.
Muito bom mesmo!
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