O bom filho

O bom filho You-Jeong Jeong




Resenhas - O bom filho


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louiepolari 10/06/2020

as histórias felizes geralmente não são verdadeiras
fiquei muito surpreendida por esse livro. realmente, não dá pra falar nada sobre ele além da sinopse.

gostei muito de como foi narrado, as vezes sabendo a verdade sobre o personagem e as vezes ficando na dúvida se o que ele narrou era real ou não.

achei muito bom como as coisas eram reveladas ao longo dos parágrafos. sempre uma informação do mesmo acontecimento de cada vez. e aquele final foi genial!

recomendo muito o livro e não dá pra não falar da tradução espetacular de Jae Hyung Woo.
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Isa 09/06/2020

Longo, sem capítulos, mas bom
Esse foi o primeiro livro de suspense psicológico que li. E se eu for me basear só nesse, acho que esse gênero não tem muito a ver comigo. Apesar disso, gostei. Mas acredito que o intuito da autora era perturbar em vários momentos, e só me senti assim em uma única parte.
Uma coisa que não me agradou logo de primeira foi que o livro não tem capítulos, ele é dividido em 4 partes, então demora a ter uma pausa definitiva. Acho que tenho TOC.
No início a leitura é um pouco arrastada, longa, em diversas vezes o narrador passa de presente pra passado de uma forma abrupta, deixando meio confuso.
A partir do final da segunda parte tudo começa a ficar mais interessante, o narrador começa a ter mais discernimento das coisas e sobre ele mesmo, assim os seus relatos ficam mais intensos e incômodos. (Infelizmente ele lembrar das coisas de uma hora pra outra e com riqueza de detalhes, não me convenceu muito).
No mais, fazer a gente acompanhar a mente de um psicopata é uma proposta muito boa da autora.
Obs. Isso não influenciou na nota, mas essa edição (da tag) tem erros. Às vezes ortográficos e às vezes, me parecia, erro de digitação.
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Lídio 09/06/2020

Perturbador
Um livro muito bom. Não estava curtindo muito a escrita no início, mas mudei de opinião durante o livro. É um livro bem escrito. Detalhes quando são necessários, sem muita enrolação. É um livro perturbador em muitos sentidos, por se tratar de assassinatos violentos e sangrentos. Muitas cenas bizarras são descritas com detalhes.
Também gostei da forma como se desenrolam os dramas familiares e a forma como o livro relaciona isso com uma áurea mágica que parece rondar os acontecimentos. No fim, a realidade nua e crua. O final, apesar de não ser espetacular e imprevisível, é um final bom.
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Kamy 28/05/2020

Me senti em um filme
As sensações que a autora nos da provoca uma verdadeira imersão na trama. O início caótico deixa perguntas que vão sendo respondidas no decorrer do livro, as vezes de forma sutil, mas que não deixa de surpreender quando você finalmente compreende o que a autora quer mostrar. As cenas são bem detalhadas e a escrita em primeira pessoa é um convite para que você e o próprio personagem descubram o que de fato aconteceu.
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Karine.Campos 23/05/2020

Uma viagem em uma mente perdida e sombria
Acabei de ler O Bom Filho agora estou completamente chocada com esse livro...

Confesso que não sei nem o que escrever mas quis escrever mesmo assim porque achei importante falar dele ainda sobre o impacto dessa leitura...

Mas ao mesmo tempo percebo o que falar qualquer sobre O Bom Filho pode conter spoiler então prefiro trazer uma sinopse mas concisa.

Nesse livro a autora You-jeong Jeong nos conta a história de Yu-Jin a partir do momento em que ele acorda e encontra o corpo de sua mãe deitado coberto de sangue no apartamento onde mora. O problema é que o mesmo não lembra da noite anterior só tenho uma leve recordação de ouvir a mãe chamar seu nome.

Quem matou sua mãe? Porque ele está coberto de sangue? Porque ele apagou a noite anterior?

Enquanto descobrimos as respostas dessas perguntas conhecemos uma mente perdida e sombria.

O livro é contado pelo próprio Yu-Jin, que já nos alerta ser um excelente mentiroso e a narrativa nós mostra vários recortes de quem é verdadeiramente o Yun-Jin (será?!) desde a sua infância nos permitindo assim entender todos os passos que o trouxeram a fatídica manhã após a morte de sua mãe

Um thriller angustiante, as vezes cansativo, mas muito envolvente!

Como falei no início, ainda estou chocada com tudo que pude absorver durante a leitura de O Bom Filho e convido você a mergulhar e explorar os mistérios da mente do Yu-Jin.

Obs: Na edição desse livro há uma comparação entre a autora e o Stephen King. Não concordo com essa comparação (na verdade odeio essa mania de querer comparar). A escritura tem um estilo próprio que gostei bastante

Texto: @kacau_campos
Autora: You-jeong Jeong
TAG Inéditos

#resenhasamigasdaliteratura #lendoautoras #squadbibliófilos #youjeongjeong #obomfilho #tagineditos
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spoiler visualizar
Thatiane 22/07/2020minha estante
Li 60 páginas meio na marra pra não abandonar mas não consegui e deixei de lado




Andrea 20/05/2020

Envolvente
Eu nunca havia lido nada da literatura coreana, e o livro da escritora You-Jeong Jeong foi uma ótima surpresa. Narrado em primeira pessoa por Yu-Jin, o livro é composto de quatro grandes capítulos, com títulos que dão uma pista do que será encontrado. Com uma escrita envolvente, ela desperta no leitor a vontade de ler uma página a mais para descobrir o que aconteceu.


A história ocorre na costa ocidental da Coreia do Sul, em uma cidade chamada Gun-do, próxima a capital Seul. E foi inspirada em uma história real que chocou o país. E embora a autora seja comparada a Stephen King, O Bom Filho me recordou a escritora Lionel Shriver e o seu arrepiante Precisamos Falar sobre o Kevin.

A escrita de You-Jeong Jeong é envolvente, e impulsiona a curiosidade do leitor em descobrir as respostas junto com Yu-Jin, e se surpreender junto com o narrador quando elas são encontradas. Não foram poucas as vezes que me peguei pensando se era o que eu achava que era ou se havia alguma surpresa, ou de finalizar um capítulo e pensar: Gente! Que coisa...

Para quem gosta de suspense, como eu, a leitura é mais do que recomendada.
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Dani 18/05/2020

Como nasce um psicopata..Gostei que pelo menos dessa vez a mãe não se culpa achando que não foi boa mãe o suficiente.
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Nati 14/05/2020

Comparar nunca é boa ideia
O bom filho é um drama psicológico que acompanha um pequeno recorte da vida de Yu-Jin. Ele acorda ao sentir um cheiro metálico e identifica esse cheiro como sinal de que está prestes a sofrer uma convulsão.
E é assim que a gente descobre algumas coisas importantes sobre Yu-jin: ele sofre com convulsões violentas e desde os 9 anos se vê obrigado a tomar medicamentos regularmente para evitar essas crises. Deste modo, ele percebe que uma convulsão se aproxima porque há algumas semanas parou de tomar o remédio.
Quando a tal convulsão não chega e ele se sente confiante para levantar da cama, percebe que algo está terrivelmente errado.
Sua mãe não o acordou no horário habitual, seu irmão acabou de ligar perguntando da mãe e até da tia o celular registrou ligações. Quando se olha no espelho, percebe que está coberto de sangue, assim como seu colchão. Ao descer as escadas da casa tentando lembrar como ficou em tão deplorável estado, encontra a mãe morta e estirada no chão.
A partir daí, a gente fica esperando a história dar uma guinada (até porque colocaram na edição brasileira uma comparação com Stephen King) mas o livro só foi me pegar nas últimas cinquenta páginas. Antes disso, a gente consegue entender o que está acontecendo muito antes do personagem e todo o caminho que ele percorre tentando perceber o que a gente já sabe, simplesmente não convence.
O que eu sei é que a narrativa do livro é bem lenta e arrastada, cheia de detalhes que não fazem diferença pra história e cortes narrativos do presente para o passado numa frequência enervante.
Entretanto, diferente de todos os detalhes apresentados pela autora, todos os cortes narrativos foram bem-vindos, ajudaram a construir o pouco suspense que a história apresenta, apesar de em alguns momentos ela usar o recurso apenas para reforçar características dos personagens que nós já cansamos de saber.
O personagem, como eu disse ali em cima, não é simpático nem cativante, mas de certa forma isso é explicado no livro, apesar de nenhum outro personagem ganhar nossa afeição. Talvez você tenha percebido que este não foi um livro que me cativou e é, inclusive, o primeiro livro em anos, que eu leio e tenho certeza que não vou querer reler. Encontrei por aí muitos elogios a ele, elogios que eu não consegui concordar.
A única coisa que me agradou foi perceber o quanto é diferente e positivo ler um livro que não seja americano ou europeu, com nomes diferentes e lugares de descrição tão rara nas nossas (minhas!) leituras.
Se você quiser mais detalhes do que me trouxe tanto desgosto com esse livro, acesse o Napolitano como meu pé!

site: http://napolitanocomomeupe.blogspot.com/2019/06/livro-o-bom-filho-you-jeong-jeong.html
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Aline 12/05/2020

Incrível
É difícil começar falar desse livro porque minha leitura foi baseada apenas na sinopse, sem a leitura de nenhuma resenha e desse modo eu simplesmente não sabia o que esperar, o que fez com que eu me surpreendesse muito.

O livro é narrado em primeira pessoa, desse modo temos apenas os fatos pela visão de Yu-Jim, narrador o qual eu comecei a desconfiar de sua confiabilidade em um certo ponto da minha leitura. A verdade é que ele não é confiável, e fez outras pessoas de vilão, me fazendo achar que elas realmente eram ruins até que caí na real onde o próprio vilão estava contando a história para mim.

O livro é todo feito de flashbacks, não apenas da noite anterior, mas na infância de Yu-Jim. Assim temos uma construção bem aprofundada da personalidade do personagem e até mesmo da família do mesmo, onde ele parece a vítima de uma vida toda manipulada e uma relação familiar um tanto problemática. Achei fantástico como a autora conseguiu desenvolver um personagem que consegue manipular o leitor sem que o mesmo perceba.

Quando você para pra pensar sobre toda a história e sobre quem realmente é Yu-Jim e o que ele construiu durante toda a narrativa, vem átona reflexões de como o mal pode morar em quem menos esperamos, ou até mesmo naqueles que confiamos.

You-Jeong Jeong vive na Coreia do Sul e seu livro é ambientando em seu país. Fiquei um pouco confusa no início, principalmente em relação aos nomes, mas nada que não me acostumei com o tempo. É muito interessante sair da zona de conforto e conhecer um pouco daquilo que não é comum para mim, como uma nova cultura.

Dentro desse mesmo contexto, podemos dizer que filhos adotivos não são bem vistos na cultura coreana, já que prezam muito por sua linhagem. Através do fato do filho problemático ser o biológico, You-Jeong Jeong constrói uma crítica sobre esse preconceito, ironizando no título de seu livro e enfatizando-a mais ainda ao final da história (mais detalhes sobre serão spoilers).

Desta forma achei um suspense bem diferente do que geralmente encontramos por aí. O início do livro foi um tanto morno para mim. Eu não estava tão empolgada com a leitura, mas não chegava a estar desinteressada. Depois de um ponto, aproximadamente a página 100, a história começou a fluir e eu simplesmente não conseguia largar o livro.

A autora introduz os fatos de formas bem sutil, o que aguçou minha curiosidade e me prendeu mais a história. À vista disso os plot twists veem também sutilmente, mas sem perder o impacto. Assim, You-Jeong Jeong surpreende o leitor sem usar a formula de reviravoltas comum em suspenses.

Para mim, a introdução de fatos importantes como se fossem banalidades, sendo que estes são apresentados pelo protagonista, ajudou muito a deixar o livro mais profundo e a construção de personalidade de Yu-Jim muito mais intensa.

Recomendo para pessoas que gostam de suspense, de assuntos como psicopatia, psicologia e também para quem gosta de explorar livros que saiam da cultura americana ou até mesmo inglesa.

Resenha desenvolvida para o blog Resenhando Sonhos

site: https://resenhandosonhos.com/o-bom-filho-you-jeong-jeong/
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Karina_ 12/05/2020

Viciante
A leitura nos prende desde a primeira página, se pudesse teria finalizado em um só dia. Fico feliz de não ter me prendido aos comentários que vi sobre a obra, realmente gosto é algo muito relativo. Pretendo ler outras obras da autora, gostei muito de seu estilo de escrita.
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Uill 01/05/2020

Eu adorei o livro, bastante mesmo.

Mas ele resolveu muitas questão apenas pensando sobre o assunto, e isso me deixou um pouco aflito no que diz respeito ao quanto esse livro foi planejado.

Mas é uma trama muito, muito interessante.
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Livia.Teixeira 01/05/2020

O livro é interessante por mostrar a história do ponto de vista de um personagem que possui um distúrbio de personalidade, e portanto demostrando como este enxerga o mundo a sua volta, porém, o desenrolar da história em muitos momentos se torna previsível apesar do tom de mistério que o livro tenta passar. Ainda assim, considero um bom livro.
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Janaina 01/05/2020

Alguns(as) críticos(as) comparam You-Jeong Jeong a Stephen King. Achei isso mto injusto. Ela tem um estilo mto próprio de escrever.
Um livro eletrizante, um entretenimento maravilhoso.
Apenas achei curiosas algumas palavras escolhidas pela pessoa que traduziu o livro para o português. Não me parece, por exemplo, que, em plena década de 2010, um rapaz de 25 anos, nadando no mar, na Coréia, no inverno, à noite,
fosse dizer "engolia borbotões de água gélida e salgada".
Ainda assim, amei o livro!
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Joao.Vitor.P. 23/04/2020

Não é a resposta Stephen King Coreana
Pode-se até dizer um pouquinho parecido com King, mas se não dissessem isso na contra-capa, ninguém compararia ao King.

Logo de inicio já da pra se saber tudo que aconteceu, mas mesmo assim queremos saber o que acontece, pois é instigante.

O problema é que tem que aguentar uma leitura muito, mas muitooo descritiva, principalmente as primeiras 80 paginas (quase desisti). Em muitos pontos é uma descrição realmente boa e no ponto, mas tem muitas vezes onde é extremamente massante o tanto que a autora descreve o lugar.

Outra coisa que me deixou angustiado é o fato de que muitas vezes a leitura fluía muito, me deixava tenso, louco para chegar no clímax.... Mas então do nada vinha uma lembrança que era escrita em 2 FOLHAS ou mais. Extremamente broxante.

Só mais um detalhe, agora quanto ao livro: essa edição tem muitos erros ortográficos, algumas vez palavras faltando letras, escritas erradas ou até mesmo uma palavra que foi colocada lá sem o sentido da frase, onde era nítido que colocaram uma palavra errada.
Elvis 27/04/2020minha estante
60 páginas e desisti exatamente pelo que você falou, eu não gosto de leituras que exageram na descrição.


Joao.Vitor.P. 29/04/2020minha estante
Exatamente, é muito cansativo. Lendo até essa parte sinto lhe dizer, você não terá mais nada de novo haha. O mistério se foi, resta saber mais da história dele.




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