O bom filho

O bom filho You-Jeong Jeong




Resenhas - O bom filho


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Juh Taks 22/04/2020

A primeira dica é : não desista !!!
O livro de uma escritora coreana , que traz na sinopse a frase : a resposta coreana a Stephen King , cria uma expectativa que nos primeiros dias de leitura são logo derrubadas . Leitura cansativa , paradona ( pro meu gosto ) , mas , ao longo do livro a história vai se construindo , o personagem vai se mostrando e fica realmente difícil parar de ler sem antes saber o final , que inclusive foge ao óbvio .
É um suspense , fala sobre psicopatas e sua mente . Interessante ! Vale a pena !
#Leiam #MaisUm #4DoAno #Indicação #OBomFilho
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Naty Barros 21/04/2020

Uma história sobre um psicopata se percebendo como um e descobrindo tudo o que fez e a trajetória que o levou até o fato narrado no começo do livro. A escrita te deixa curiosa pra ter a confirmação de suas suspeitas (que, pra mim, apareceram logo no começo da narrativa), com um final muito interessante mas com um gosto de injustiça.
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Núbia Esther 21/04/2020

Em breve

site: https://blablablaaleatorio.com/
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Ludhi 18/04/2020

Livro sobre a história de um psicopata. É interessante, um pouco diferente dos demais livros do gênero, uma vez que desde o começo sabemos quem e o assassino.
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Sabrina 14/04/2020

Um ódio que é amor, o mais puro amor
Não me entenda mal, eu amei o livro, a narrativa da autora é impecável, a construção do enredo é brilhante, o livro é maravilhoso, te prende do começo ao fim, não tenho palavras pra descrever essa obra prima. O ódio que eu senti se deu pelo desenrolar dos fatos, que eu não concordei de maneira nenhuma, esse ódio vai me acompanhar pelo resto dos meus dias, mesmo assim, vou enaltecer esse livro pra sempre.
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Venus 12/04/2020

O Bom Filho
O livro não possui um grande mistério, tudo é movido pela nossa curiosidade e interesse de saber como as coisas aconteceram e até onde a mente deturpada pode ir.
A leitura é bem fluída e você não vê as páginas passando sendo que o livro possui capítulos grandes, e depois que terminei de ler entendi porque o livro é considerado "uma resposta sul coreana a Stephen King."
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#Luzbel 05/04/2020

Um bom filho (SIC)
Eletrizante do início ao fim. É impossível parar de ler e o clima da narrativa me colocou junto em todas as cenas.
Um suspense muito bom e com um final digno.
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Livia.Gabriela 02/04/2020

É um bom livro. Nos faz pensar sobre o comportamento humano.
Carolegal_ 25/05/2020minha estante
oi Livia, altera essa resenha, isso é spoiler.


Diego Meneses 20/08/2020minha estante
Como tu solta um spoiler desse. Eu ia ler, mas desisti.




Rafael Mussolini 30/03/2020

O Bom Filho
"O bom filho" foi lançado pela Editora Todavia, em 2019 em parceria com a TAG Experiências Literárias para os assinantes da modalidade TAG Inéditos. É um romance da escritora coreana You-Jeong Jeong, uma das mais célebres autoras de thrillers do seu país. A Coréia do Sul vem abrindo cada vez mais suas fronteiras e o mundo está descobrindo a força do país na música, no cinema e não seria diferente com a literatura. Ainda temos poucas obras coreanas traduzidas para o português e "O bom filho" é uma opção para quem curte uma boa história de suspense.

O livro já começa mostrando a que veio nas primeiras palavras, narrando as poucas lembranças de Yu-Jin: "O cheiro de sangue me acordou. Era um cheiro incrivelmente intenso, como se eu não o absorvesse apenas pelo nariz, mas pelo corpo inteiro. Como se passasse por uma tubo de ressonância, o cheiro se ampliava e reverberava dentro de mim."

É assim que Yu-Jin acorda e ao chegar a área comum de sua casa se depara com o corpo degolado e ensanguentado de sua mãe. O choque e a surpresa tomam conta de Yu-Jin que inicia uma investigação ao seu próprio íntimo sobre o que fez nas últimas horas. Ele não se lembra nada dos últimos acontecimentos e todas as evidências indicam que ele próprio é o assassino da sra. Hye-won Kim. Além de estar sozinho em casa com o corpo da mãe, ele também está com as mãos e as roupas cobertas de sangue.


Yu-Jin era um garoto muito quieto e inteligente. Desde muito cedo demonstrou ter muito talento para a natação, esporte que se tornou sua maior fonte de alegria e prazer. Devido a problemas com convulsões a mãe de Yu-Jin acaba por proibir que o filho siga se dedicando à natação. Ele começa a viver a base de remédios que segundo o narrador o transportam para uma vivência que se afasta do real. Seu maior desejo passa a ser o de se livrar dos remédios e de seus efeitos colaterais para poder voltar a experimentar a realidade.

A sra. Hye-won é uma mulher bem sucedida, que vive numa bela casa, mas que demonstra não ter paz. Seu objetivo de vida é controlar cada passo de Yu-Jin e monitorar seus horários de remédios. A mãe controla cada saída do filho, muitas vezes o leva e busca nos compromissos, além de ser super rígida com os horários que ele precisa estar de volta em casa. Quebrar qualquer uma dessas regras gera punições que as vezes nos parecem exageradas.

Yu-Jin mora com sua mãe Hye-won e com seu irmão adotivo Hae-jin pelo qual devota muito carinho e amizade. Os dois já se conheciam bem antes que ele fosse adotado por estudarem na mesma escola e uma amizade que surgiu na escola com o tempo vai se transformando em amor de irmãos. Tanto Hye-won quanto Hae-jin guardam dores e lembranças inerentes de episódios de morte, enquanto Yu-jin vive em mundo paralelo onde nos parece que o esquecimento é uma estratégia de se esconder das dores ou de algo que não deseja saber.

Mas agora Yu-Jin está diante do corpo morto de sua mãe, seu irmão pode chegar em casa a qualquer momento e sua tia, que também é sua terapeuta, logo perguntará sobre o paradeiro de Hye-won. A partir dessa dilema vamos vagando entre presente e passado dessa família e muitas verdades vão se descortinando através de flashes de lembranças e objetos da casa. Enquanto Yu-Jin limpa o sangue espalhado pela casa com cloro e sabão mais suas recordações vão vindo a tona e são perturbadoras as coisas que se descortinam. Cada personagem tem um jeito de lidar com a morte e ao ler vamos refletindo também sobre como é o nosso.

"Li que existem três maneiras de lidar com o medo da morte. A primeira é a repressão. Esquecer que a morte existe e agir como se nunca fosse chegar. A maioria de nós vive assim. A segunda é se lembrar da morte o tempo inteiro, e viver cada dia como se fosse o último. E a terceira é a aceitação. Uma pessoa que realmente aceita a morte não tem medo de nada."

O Bom filho é um thriller psicológico que procura investigar até que ponto uma pessoa é capaz de ir para extrair sentimento de êxtase e exasperação. É uma história sobre a investigação do íntimo, um olhar pra dentro de si mesmo e do que podemos encontrar. Yu-Jin sabe muito pouco sobre si e vamos descobrindo junto com ele episódios do passado e o desenho do que está por vir. A escrita de You-Jeong Jeong consegue explorar diversos pontos de vistas e nós vamos tentando montar um quebra cabeças complexo para chegar ao fim da trama.
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J.F.Pagotto @biblioteca.eterna 27/03/2020

Um Thriller fantastico
Nas minhas metas da TAG eu fui presenteado com dois livros com psicopatas fantásticos. O primeiro foi um egocêntrico narcisista que sequestrou uma garota pra criar uma "família" no meio da floresta, em A Filha do Rei do Pantano. E, agora , em O Bom Filho, eu conheci o predador.
O início do livro e pra viciar rapidamente, c a premissa de alguém acordando em casa sem se lembrar de nada e com um cadáver no andar de baixo você simplesmente se intriga e compra o mistério sem nem pensar.
A narrativa no início e bem arrastada, temos poucas horas de história e muito, mas muito , detalhismo por parte da autora, mas isso só dura até que a verdadeira história comece.
O protagonista é fantástico, no início parece um garoto fraco, com problemas de epilepsia que é tratado como se fosse de porcelana pela mãe. Mas a cada camada que é revelada , mais complexo se torna , a máscara dele cai lentamente e sua narrativa, em primeira pessoa, se torna poderosa e até aflita em certos momentos.
Em thrillers psicológicos, ou você é uma vítima ou é o assassino. Mas existem raros momentos em que os dois são possíveis . Está livro mostra como uma tensão bem trabalhada, personagens com peso incrível e um final sensacional formam uma obra incrível digna de estar ao lado de obras como O Colecionador e O Silêncio dos Inocentes.
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Wally 26/03/2020

UMA MENTIRA CONTADA VÁRIAS VEZES PODE SE TORNAR VERDADE?
Yu-jin é um rapaz que teve de desistir do sonho de nadar profissionalmente por conta dos vários ataques epilépticos que sofreu durante a infância e adolescência! Inconformado, ele culpa os medicamentos receitados por sua tia médica peIa destruição do seu sonho!
~
Certa madrugada, após uma Iigação perdida do irmão, Yu-jin acorda sentindo um cheiro forte de sangue e decide verificar a casa. Ao descer as escadas, dá de cara com sua mãe morta no chão junto a um mar de sangue! Sem Iembrar de nada dos últimos 3 dias, exceto pela voz da sua mãe gritando pelo seu nome, ele começa a juntar pistas e organizar fatos para tentar entender o que aconteceu!
~
A partir daí, um thriIIer aItamente inteligente e surpreendente se desenvolve. A medida que Yu-jin vai recobrando a memória através da Ieitura do diário de sua mãe, eIe percebe que toda a sua vida pode ter sido uma farsa e que deve desconfiar até mesmo dos mais próximos!
~
O Bom Filho entrega um ótimo suspense, com boas doses de tensão. Foi minha primeira Ieitura de autora coreana, a qual por sua vez, se baseou numa tragédia reaI e posso afirmar que curti demais!
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Glizia 26/03/2020

Como um suspense You-Jeong sabe muito bem como criar uma narrativa que te prende e não te solta até contar o que de fato aconteceu com nosso narrador, mesmo que seja uma premissa que já conhecemos.
A grande diferença aqui é na forma como a história é contada, e como, mesmo em um formato que não seja audiovisual, consegue trabalhar tão bem flashbacks que me senti vendo um filme.
Se não fosse pelo epílogo ele levava 4,5 estrelas e um favorito.
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Luanna |@lualivro 25/03/2020

O Bom Filho
A história é boa, com um bom suspense mas a história não me prendeu como eu gostaria
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Natália Tomazeli 21/03/2020

Vale a pena dar uma chance?
Esse foi o segundo livro publicado pela "TAG Inéditos" que tive a oportunidade de ler. "O Bom Filho" da autora "You Jeong Jeong" foi o selecionado por eles para o mês de fevereiro de 2019 e quem me acompanha aqui na conta do Skoob sabe que eu não gostei nenhum pouco do primeiro livro que eu li dessa modalidade dos serviço da TAG (inéditos) e que não tive uma experiência muito boa com esse serviço, então por isso demorei um pouco para ler "O Bom Filho". Na verdade tinha zero expectativas com ele. Aí no mês de julho de 2019, eu entrei nessa vibe de ler thrillers e coisas criminais e aproveitei para ler logo o livro da TAG que me faltava.

De fato, não foi um livro ruim e penoso de se ler. Dos dois que eu pude ler da "TAG Inéditos", notei que esses livros são bem estilo "vira-páginas", tanto pela edição mega confortável para fazer a leitura (que eu queria muito que tivesse em outros livros, porque realmente é muito gostosa de ler, esse é um elogio que eu posso deixar para eles, com certeza!), quanto pelo fato de que as narrativas são, de certo modo, simples e o menos prolixas possível. Isso obviamente facilita muito a vida do leitor e faz com que o livro seja lido muito mais rápido, porém isso (pra mim) não é garantia de que um livro vá ser maravilhoso também (apesar de que pra muita gente é. Sei lá, eu sou mais criteriosa). Acho que existem outras coisas a serem levadas em consideração, e foi nesse aspecto que esse livro não se destacou para mim... Aqui a autora quis mostrar como funciona a mente de um psicopata, o que é uma temática que costuma me interessar demais (ainda mais quando eu tô na vibe de ler esse tipo de história, que foi o caso de "O Bom Filho") então acho muito válido, porém é muito difícil não comparar esse livro com "Fábrica de Vespas" do Ian Banks, até porque foi o livro que eu li antes desse e que aborda essa mesma temática central. Enquanto Banks quis fazer uma análise da mente psicopata misturada com uma crítica ao culto à violência na sociedade que ele estava inserido, Jeong quis analisar a mente de um psicopata relacionada às doenças mentais e até que ponto isso influencia eles a cometerem crimes (e até que ponto também isso se encaixa em uma "doença mental"). Nos dois casos, a história é narrada em primeira pessoa, então a ótica é através da mente do psicopata, o que faz todo o sentido em ambas histórias e nos dois casos, mas aqui eu fiquei a história inteira achando que faltava algo a mais, um "tempero", que não achei que faltou em "Fábrica de Vespas". Não sei se era porque "Fábrica de Vespas" conseguiu ser um antro de excentricidades e bizarrices, então toda a minha surpresa se esgotou lá, mas "O Bom Filho" pareceu, digamos, monótono perto dele.
Apesar da narrativa realmente seguir essa linha de ser simples e não prolixa, achei que a autora se repetiu demais em muitos aspectos e deixou de lado outros que poderiam ter sido desenvolvidos para "chocar" mais quem tá lendo. Não é que isso tenha me cansado exatamente, mas me deixou sem expectativas, com aquele sentimento de "ata" que me faz "desempolgar" com a trama e ficar "tô nem aí" com qualquer coisa que surgia no livro. Ainda por cima, senti que parecia que eu já tinha lido isso em outros lugares uma porção de vezes. Apesar da história se passar na Coréia do Sul, o que é uma coisa bem fora do comum e diferente, senti como se eu tivesse dentro daqueles filme thriller doido que passa na "Tela Quente" toda hora (ou passava, sei lá se isso ainda existe rsrsrs).
Ao contrário de muita gente que eu li a resenha sobre esse livro, não senti que o final foi surpreendente nem nada, mas entendo que esse livro é destinado a um público alvo que tem como objetivo sair da sua zona de conforto e que provavelmente nunca tenha tido contato com nada desse estilo e que esse livro provavelmente vai servir para essas pessoas, o que realmente não é meu caso. Além de tudo isso, o livro não empolga no sentido de que por um lado não há mistério nenhum em "quem matou a vítima" mas por outro lado, a autora não desenvolve nenhum super Plot Twist, então a trama fica com aquele ritmo único e linear, que na minha opinião só funciona naqueles casos em que o objetivo do autor é abordar algo mais adjacente e deixar a questão do crime em segundo plano de propósito (como acontece no livro "Filme Noturno" da Marisha Pessl, por exemplo). Por último, acho que tem a questão também dos personagens não se destacarem, principalmente os secundários. Não sei, não notei nenhuma profundidade neles e isso também foi algo que aguçou minha falta de interesse.

Então olhando assim mais no geral, penso que não é aquele tipo de livro que eu diria "Nossa, fique longe porque é tempo jogado fora ler isso!", vai depender de cada leitor. Com certeza entendo que esse não é um livro para mim, sabe? Mas pode ser que dê certo para você, principalmente se você se interessa pelo tema, mas nunca teve a oportunidade de ler algo assim até agora. Nesse caso, eu vou justificar com a mesma historinha de sempre: leia e tire suas próprias conclusões! E se você recebeu ele pela TAG e não leu ainda, acho que vale a pena dar uma chance sim, não é um dos piores não, juro rsrsrs
Claudio Rosa 21/05/2020minha estante
Comecei hoje a leitura e até agora eatou gostando.




Thaís Vilas Bôas 20/03/2020

Uma historia bem louca!
Livro coreano enviado pela TAG Inéditos, incentivando ainda mais minha viagem pela literatura mundial.

No início, o livro parece “meio louco”. Quase que bateu aquele desânimo de continuar a leitura. Mas alguns amigos me falaram que depois, aos poucos, a história ia melhorando e que o livro era ótimo. Ok então! Resolvi mergulhar naquela confusão de sangue espalhado por toda a casa (literalmente) e ver no que dava.

E realmente, como em um quebra-cabeça, as peças foram se encaixando. Quando o personagem principal, Yu-Jin, encontra o diário de sua mãe e começa a ler, cada fato vai se clareando em sua memória. A partir daí, o livro começa a ficar interessante e se torna impossível largá-lo até descobrir como será o seu desfecho.

Confesso que não achei os personagens cativantes. Talvez isso esteja até relacionado à cultura coreana. Foi uma leitura fria, mas que prendeu minha atenção e gostei bastante do livro!

Prefiro não contar mais sobre o enredo. Quanto menos souber da história, melhor (sempre digo isso). Assim será possível entrar na confusão mental do personagem e, com o desenrolar, ligar cada ponto!

@dboascomcafeelivros
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